domingo, 30 de julho de 2017

Segunda-feira 31/07/2017

Segunda-feira, 31 de julho de 2017


“Por mais difícil que seja a sua situação, não vale a pena se isolar e viver na solidão, pois a Vida é cheia de oportunidades, mas se você não enfrentar o que te faz mal, dificilmente vai conseguir desfrutar do que te faz bem.”




EVANGELHO DE HOJE
Mt 13,31-35

 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


31Naquela hora, alguns fariseus aproximaram-se e disseram a Jesus: “Tu deves ir embora daqui, porque Herodes quer te matar”. 32Jesus disse: “Ide dizer a essa raposa: eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia terminarei o meu trabalho. 33Entretanto, preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém.
34Jerusalém, Jerusalém! Tu que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintinhos debaixo das asas, mas tu não quiseste! 35Eis que vossa casa ficará abandonada. Eu vos digo: não me vereis mais, até que chegue o tempo em que vós mesmos direis: Bendito aquele que vem em nome do Senhor”.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.




MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade

Jesus contou outra parábola. Ele disse ao povo:
– O Reino do Céu é como uma semente de mostarda, que um homem pega e semeia na sua terra. Ela é a menor de todas as sementes; mas, quando cresce, torna-se a maior de todas as plantas. Ela até chega a ser uma árvore, de modo que os passarinhos vêm e fazem ninhos nos seus ramos. Jesus contou mais esta parábola para o povo:
– O Reino do Céu é como o fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinha, até que ele se espalhe por toda a massa.
Jesus usava parábolas para dizer tudo isso ao povo. Ele não dizia nada a eles sem ser por meio de parábolas. Isso aconteceu para se cumprir o que o profeta tinha dito: “Usarei parábolas quando falar com esse povo e explicarei coisas desconhecidas desde a criação do mundo.”
Bíblia Sagrada – Nova Tradução na Linguagem de hoje – Ed. Paulinas
Bom dia!
Existem em nossa caminhada (profissional, sentimental, espiritual) decisões a serem tomadas e dentre elas: Aonde quero chegar? Até onde posso ir? Pronto! Vou comprar um livro de auto-ajuda! (risos)
Um amigo meu disse recentemente que os livros de auto-ajuda na verdade não se adaptam a todas as pessoas, e sim a uma parcela pequena que consegue transformar aquelas palavras, expressões e contextos motivacionais em coisas palpáveis e aplicáveis no dia a dia. “O monge e o Executivo”, “Quem mexeu no meu queijo”, “Pais brilhantes, filhos fascinantes”, dentre outros, são exemplos de livros que nos revelam coisas que no fundo já sabemos, mas não dão respostas as perguntas acima citadas. Mas por quê? Pois isso cabe a nós mesmos decidirmos!
Até quando e até onde desejo crescer? “(…) Ela é a menor de todas as sementes; mas, quando cresce, torna-se a maior de todas as plantas. Ela até chega a ser uma árvore…”.
Reafirmando: Em qualquer uma das esferas (profissional, sentimental, espiritual) é preciso, em um determinado momento, decidir até onde quero, devo e como crescer. Um bom jardineiro que conheço diz que não devemos temer a poda. Ficamos receosos em cortar algo que nos impede de crescer imaginando que nos fará falta hoje no futuro e que no fim, apegados a ele, crescemos o suficiente para virar um simples arbusto. Dizia ele também, que para engrossar e ganhar volume era necessário cortar as folhas mais novas (olhos da planta) por um período, mas se o objetivo fosse se impor, se destacar, aparecer sobre as demais, que cortássemos os galhos mais baixos e se deixasse as folhas novas.
Usando a analogia: Querendo passar num vestibular, num concurso, arrumar um bom emprego, terminar bem os estudos, crescer na espiritualidade, na fé, na esperança, (…) não podemos temer as podas. Precisamos ser mais robustos, não balançar com os ventos, (…); precisamos abandonar as vaidades, as pressões de moda, tendências, egoísmos, (…). Precisamos de galhos (postura) fortes. São Gregório, segundo São Tomás de Aquino, dizia que “(…) sobre esses galhos descansam as almas dos justos, que se elevam dos pensamentos mundanos com as asas das virtudes e respiram longe dessas fadigas, recebendo as palavras e consolos sobrenaturais”. O que torna minha decisão acertada ou não, é a sabedoria que vem de algo maior que nós mesmos.
Um ponto importante a ser acrescido: A mulher do evangelho de hoje, segundo santo Agostinho representa a sabedoria e as três medidas são os três graus de caridade, representados como: “(1) Com todo o coração, (2) com toda a alma e (3) com toda a inteligência”.
“(…) E amá-lo de todo o coração, de todo o pensamento, de toda a alma e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, excede a todos os holocaustos e sacrifícios”. (Mateus 12, 33)
Sendo assim, o adubo dessa mostarda depende de quanto me empenho de coração, de espírito e do esforço com que busco meus objetivos. Não adianta reclamar que nos faltam oportunidades, chances, (…) e que alguns são privilegiados em detrimento a outros. Sim, sabemos que pessoas em vários campos sociais, econômicos e profissionais têm sido “vergonhosamente” favorecidas estando até, aos olhos do mundo, altas, mas no que diz a construção do reino de Deus, são sementes que nem chegaram a germinar e se não germina ainda não permitiu que o céu nascesse em si. “(…) O Reino do Céu é como uma semente de mostarda…”.
Crescer robusto é a palavra de ordem. Isso se inclui até mesmo quando falamos ou trabalhamos para Deus. Além de uma semente bem germinada é preciso aceitar as podas (correção, estudo, aprofundamento, disciplina e muito joelho dobrado). Se Deus quiser, e eu me empenhar em três medidas, podei me tornar uma árvore e então darei frutos, abrigo e transmitirei a paz.
“(…) E isto eu peço a Deus: que o vosso amor cresça ainda, e cada vez mais, em conhecimento e em toda percepção, para discernirdes o que é melhor. Assim, estareis puros e sem nenhuma culpa para o dia de Cristo, cheios do fruto da justiça que nos vem por Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus”. (Filipenses 1, 9-11)
Um imenso abraço fraterno.




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Faça um "Projeto Corvo" em sua empresa
Escrito por Luiz Marins


Fui chamado numa empresa. Conversando com a diretoria e com os funcionários, logo vi que no meio deles existia um grande número de pessoas que tinham uma visão extremamente negativa da empresa, do mercado, das pessoas, dos concorrentes, dos fornecedores, etc. e que tudo faziam para que nada fosse feito de inovador, de criativo, de novo.
Várias idéias inovadoras e projetos inéditos e arrojados foram apresentados e boa parte dos funcionários e gerentes diziam:
- "Aqui isso não dá certo!"
- "O senhor não conhece esta empresa..."
- "Nossos clientes não aceitam isso..."
- "Nesta cidade nada vai prá frente..."
- "Não adianta tentar mudar..."
Logo percebi que a empresa estava cheia de "corvos".
Pedi uma reunião separada com a diretoria e propus fazermos um "Projeto Corvo" que em última análise era dispensar (mandar embora) todos os "corvos" da empresa. Fizemos o tal "Projeto Corvo" e mandamos para a rua mais de 15 funcionários entre engenheiros, administrativos e pessoal de vendas  todos "corvos".
Seis meses depois voltei à empresa. Era outro o clima. O astral era positivo. As inovações haviam sido postas em prática  e estavam dando certo!  A diretoria e os próprios funcionários remanescentes estavam surpresos ao ver como tudo ficou muito mais fácil sem os "corvos" que puxavam a empresa para baixo e para trás. As coisas começaram a fluir. A comunicação melhorou entre todos os níveis. As pessoas estavam todas mais felizes no trabalho. As vendas cresceram!
Às vezes nos iludimos com "excelentes técnicos"  pessoas que entendem muito do produto que fabricamos ou da área em que trabalham. Meu conselho, mesmo com relação a esses "excelentes técnicos" é o de livrar-se deles. Você não imagina como será diferente e melhor a sua empresa, o seu departamento, a sua diretoria, sem aquele "corvo, urubu, abutre" dizendo a todo o momento que as coisas não vão dar certo, que já viu esse filme antes, que é bobagem tentar, etc, etc.
"Corvo" é aquele que não acredita. Que não quer tentar nada novo. Que vive no "quanto pior, melhor". Que tem uma visão extremamente negativa do mercado, dos clientes, dos fornecedores, da cidade, do país.
Essas pessoas são mentalmente insanas. São as chamadas "fronteiriças". Como estão fora de um hospital menta a gente não pode colocá-las lá  dentro. Mas se estivessem lá dentro não teriam alta para sair...
Meu conselho, na verdade, é o seguinte:
Se você tem "corvos" na sua empresa, sejam eles quem forem, mande-os embora. Faça uma carta de recomendação ao seu maior concorrente e mande-os para a concorrência. Não dá para viver e trabalhar hoje com gente puxando você para baixo e para trás. A energia que essas pessoas "sugam" dos outros e da própria empresa, faz falta no mercado, na inovação, na criatividade, no desenvolvimento de novos produtos e serviços.
Vemos essa realidade em muitas empresas, organizações, associações. Pessoas com as quais não temos prazer em conviver. Pessoas que "espantam" nossos clientes e nossos melhores funcionários, os mais motivados e com uma visão positiva do mundo e das coisas.
É preciso que não nos esqueçamos que neste século XXI vencerá a empresa com a qual o cliente sinta "prazer" em relacionar-se. A empresa tem que ser "leve, alegre, gentil, pronta, comprometida com o sucesso do cliente". Corvos não conseguem ter esse comportamento. Corvos atrapalham, impedem, ofendem.  Conheço empresários, diretores, gerentes, que quando se levantam pela manhã não sentem o menor desejo de ir para a sua empresa só porque se lembram desses "corvos", da cara deles, do jeito deles, da ironia deles, da negatividade deles.
Livrar-se dos "corvos" é uma tarefa essencial para o sucesso pessoal e empresarial. Livrar-se dos "corvos" é fundamental para uma empresa vencer os desafios da qualidade, da competitividade, da inovação e da criatividade necessários para este novo século.
Livre-se dos "corvos"!
Pense nisso. Faça um "Projeto Corvo" na sua empresa. Sucesso!




MOMENTO DE REFLEXÃO


Quando ele era menino, adorava borboletas. Oh, não para capturá-las nem para colocá-las em molduras, mas para admirar seus desenhos e hábitos.
Agora, depois de adulto e tendo um filho recém-nascido, ele voltou a ficar fascinado por um casulo encontrado à margem de um caminho no parque. Um ramo havia despencado da árvore, e o casulo preso a ele caiu intacto ao chão.
Conforme havia visto sua mãe fazer, o homem enrolou o casulo com extremo cuidado em um lenço e o levou para casa. O casulo passou a morar temporariamente dentro de um pote de conservas de boca larga com furos na tampa.
Foi colocado sobre a estante acima da lareira para poder ser visto facilmente e protegido do gato curioso da família, que adoraria ver aquela bolinha de fios de seda entre suas patas.
O homem observava o casulo com atenção. O interesse de sua esposa durou apenas alguns minutos, mas ele continuou a examiná-lo. A princípio, quase imperceptivelmente, o casulo movimentou-se.
O homem aproximou-se mais um pouco e viu que o casulo estremecia pela atividade que havia dentro dele. Nada mais aconteceu. O casulo continuou grudado ao ramo e não havia nenhum sinal de asas.
De repente, o estremecimento intensificou-se, fazendo o homem imaginar que a borboleta morreria de tanto lutar para sair. Ele tirou a tampa do pote, pegou uma espátula afiada na gaveta de Sua escrivaninha e fez uma minúscula incisão no lado do casulo.
Quase que imediatamente, uma asa apareceu seguida da outra borboleta estava livre!
Ela parecia feliz por estar livre e caminhou ao redor da boca pote e pela beira da estante sobre a lareira. Mas não voou. O homem imaginou que as asas necessitassem de tempo para secar, mas o tempo passou e a borboleta não saiu do lugar.
Preocupado, o homem chamou um vizinho, professor de ciência no colégio. Contou-lhe que havia encontrado o casulo e que o colocara no pote. Relatou a respeito do estremecimento do casulo enquanto a borboleta tentava sair.
Quando ele descreveu a pequena incisão que fez no casulo, o professor o interrompeu:
— Ah, então o motivo foi esse. A luta é que dá forças para a borboleta voar.
O mesmo acontece conosco. Às vezes, são as lutas na vida que fortalecem nossa fé.


- Recontada por Alice Gray, Histórias Para o Coração.

sábado, 29 de julho de 2017

Domingo 30/07/2017

Domingo, 30 de julho de 2017


Não se vive sem fé. A fé é o conhecimento do significado da vida humana. A fé é a força da vida. Se o homem vive é porque crê em algo.  (Leon Tolstoi)




EVANGELHO DE HOJE
Mt 13,44-52

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


"O Reino dos Céus é como um tesouro escondido num campo. Alguém o encontra, deixa-o lá bem escondido e, cheio de alegria, vai vender todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus é também como um negociante que procura pérolas preciosas. Ao encontrar uma de grande valor, ele vai, vende todos os bens e compra aquela pérola. "O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que pegou peixes de todo tipo. Quando ficou cheia, os pescadores puxaram a rede para a praia, sentaram-se, recolheram os peixes bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. Assim acontecerá no fim do mundo: os anjos virão para separar os maus dos justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. "Entendestes tudo isso?" - "Sim", responderam eles. Então ele acrescentou: "Assim, pois, todo escriba que se torna discípulo do Reino dos Céus é como um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas".




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira


O segredo do tesouro

Psssssiu... Agora vamos falar baixinho, só nós dois... É que eu tenho um segredo pra te contar... E é um segredo muito sério!.. Sabe o Evangelho do homem que encontrou o tesouro escondido no campo? Pois é... Eu encontrei. E já me desfiz de tudo pra poder comprar esse campo! Só que aí eu descobri um detalhe desse tesouro: ainda tem muito mais! O campo é enorme!!! E tem tesouros por toda a parte desse campo!!! Eu adquiri apenas um lote do campo, e já estou aproveitando do tesouro que estava lá. E posso lhe garantir que foi o melhor negócio que eu já fiz em toda a minha vida! Agora eu vou contar o segredo de como encontrei esse tesouro...
Primeiro eu tive que encontrar o mapa desse tesouro. Como todo bom tesouro que se preze, esse tinha um mapa antigo, que continha informações preciosas de como encontrar o campo secreto... O mapa estava escondido dentro de um velho livro, mas que parece que foi escrito ontem, de tão atual que é a sua mensagem... E é aqui que está a primeira parte desse segredo: o mapa estava escrito nesse livro! E mais: é um livro muito comum, que talvez você já tenha, e talvez já tenha até lido! Nesse livro é contada a história de um homem chamado Jesus, que viveu há quase 2.000 anos, na Palestina. O livro contém muitos detalhes da vida desse homem, que fez da sua vida um exemplo a ser seguido.
Acontece que conhecendo a vida desse homem, comecei a procurar pensar em como ele agiria nas situações do meu dia-a-dia, e tentei segui-lo. Para isso, tive que renunciar a alguns prazeres e companhias, que me davam uma falsa sensação de importância e euforia... Foi quando ouvi falar do tesouro escondido no campo!
A essa altura eu já sabia que o dinheiro não era fonte de felicidade, então a palavra "tesouro", que eu associava a "dinheiro", não havia me chamado tanta atenção. Foi quando percebi que esse tesouro era diferente! Não se tratava de dinheiro, mas de algo muito melhor: o Reino dos Céus! O Paraíso! Eu descobri que o campo onde o tesouro estava escondido era o próprio Paraíso! E que o Paraíso é o lugar do ENCONTRO COM DEUS. Ou seja, é um lugar delimitado, no qual os limites são "linhas marcadas no chão", que eu posso ultrapassar e sair quando eu quiser, sem dificuldade, mas que o lado de fora, não faz parte do Reino de Deus, do Paraíso.
Para poder permanecer nesse Paraíso, foi preciso abrir mão de tudo o que não vem do Alto... Vendi todos esses bens, e hoje vivo nesse campo, com o meu tesouro. Admito que às vezes acabo saindo um pouco dessa área delimitada, e invado terrenos que não são meus. Mas logo vem o peso na consciência e retorno ao meu lugar, onde encontrei a Verdadeira Felicidade!
Caso você também queira adquirir um campo como esse, ainda têm muitos disponíveis... Só que o preço é esse: abrir mão de tudo o que não vem de Deus. Pode parecer um preço alto, principalmente para quem é muito apegado aos prazeres mundanos, e a sentimentos egoístas, mas posso lhe assegurar que não conheci ninguém que se arrependeu de fazer este "negócio".
Só pra não deixar dúvidas: o livro que você vai encontrar o mapa para este tesouro é a Bíblia. Mais especificamente, os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Espero ser seu vizinho!






VÍDEO DA SEMANA

O dom de ser anjo – Padre Fábio de Melo






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MOMENTO DE REFLEXÃO


Estamos Aqui Para Aprender


“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.” (Eleanor Roosevelt)

- Dezesseis - eu disse.

Esqueci a pergunta de Matemática que minha professora da segunda série, Joyce Cooper, me fez naquele dia, mas nunca me esquecerei da resposta. Assim que o número saiu da minha boca, a turma inteira começou a rir. Eu me senti como a pessoa mais burra do mundo.

A Sra. Cooper censurou meus colegas com um olhar severo. E disse:

- Estamos todos aqui para aprender.

Num outro dia, a Sra. Cooper nos pediu para escrever uma redação a respeito do que esperávamos fazer de nossas vidas. Escrevi: "Quero ser professora como a Sra. Cooper."

Ela escreveu na minha redação: "Você daria uma professora excepcional, pois é determinada e tenta com afinco." Eu iria carregar estas palavras em meu coração durante os vinte e sete anos seguintes.

Depois de me formar no segundo grau em 1976, casei-me com um homem maravilhoso, Ben, um mecânico. Logo, Latonya nasceu.

Precisávamos de cada centavo apenas para sobreviver. Faculdade e magistério estavam fora de questão. Consegui, no entanto, arrumar um emprego em uma escola – como ajudante de servente.

Limpava dezessete salas de aula na Escola Primária Larrymore todos os dias, incluindo a da Sra. Cooper. Ela havia sido transferida para Larrymore depois que Smallwood fora fechada.

Eu dizia à Sra. Cooper que queria ensinar e ela me repetia as palavras que escrevera na minha redação anos antes. Mas as contas sempre pareciam estar no meio do caminho.

Até que um dia, em 1986, pensei em meu sonho, em como eu queria ajudar as crianças. Mas, para fazer isso, precisava chegar de manhã como professora - não de tarde, para limpar.

Conversei a respeito disso com Ben e Latonya e ficou decidido: eu me inscreveria na Universidade Old Dominion. Durante sete anos assisti às aulas de manhã, antes do trabalho. Quando chegava em casa do trabalho, eu estudava. Nos dias em que não tinha aula, trabalhava como professora-assistente para a Sra. Cooper.

Às vezes ficava pensando se teria forças para conseguir. Quando recebi minha primeira nota baixa, falei em desistir. Minha irmã mais nova, Helen, recusou-se a ouvir.
- Você quer ser professora - ela disse. - Se parar, nunca alcançará o seu sonho.

Helen sabia bem o que significava não desistir, pois ela lutava contra a diabetes.

Quando uma das duas desanimava, ela dizia:

- Você vai conseguir. Nós vamos conseguir.

Em 1987, Helen, com apenas vinte e quatro anos, morreu de falência renal relacionada à diabetes. Estava nas minhas mãos conseguir por nós duas.

No dia 8 de maio de 1993 meu sonho se realizou: a formatura. Receber meu diploma universitário e a licença estadual para ensinar me qualificavam oficialmente para ser professora.

Fiz entrevistas em três escolas. Na Escola Primária Coleman Place, a diretora Jeanne Tomlinson disse:

- Seu rosto me parece familiar.

Ela trabalhara em Larrymore mais de dez anos antes. Eu limpava sua sala e ela se lembrou de mim.

Ainda assim eu não tinha propostas concretas. O telefonema veio quando eu acabara de assinar meu décimo oitavo contrato como ajudante de servente. Havia uma vaga para dar aulas para a quinta série em Coleman Place.

Pouco tempo depois que comecei aconteceu algo que trouxe o passado de volta. Eu escrevi uma sentença cheia de erros gramaticais no quadro-negro e pedi aos alunos que viessem até o quadro e a corrigissem.

Uma garota corrigiu até a metade, ficou confusa e parou. Enquanto as outras crianças riam, as lágrimas escorriam nas bochechas dela. Dei-lhe um abraço e disse-lhe para ir tomar um pouco d'água.

Então, lembrando-me da Sra. Cooper, censurei o resto da turma com um olhar firme.
- Estamos todos aqui para aprender - eu disse.

(Charles Slack, como contado para Bessie Pender)






UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Sábado 29/07/2017

Sábado, 29 de julho de 2017


“É através da dor que a vida nos ensina as mais sublimes lições.”




EVANGELHO DE HOJE
Lc 10,38-42


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


E muitas pessoas tinham vindo visitar Marta e Maria para as consolarem por causa da morte do irmão. Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa. Então Marta disse a Jesus:
- Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele.
- O seu irmão vai ressuscitar! - disse Jesus.
Marta respondeu:
- Eu sei que ele vai ressuscitar no último dia!
Então Jesus afirmou:
- Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim nunca morrerá. Você acredita nisso?
- Sim, senhor! - disse ela. - Eu creio que o senhor é o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.




​ 
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
No Evangelho de Lc 10,38-42 (Jesus visita Marta e Maria) narrava a inquietação de uma irmã (MARTA) contrapondo-se com a contemplação amorosa da outra (MARIA). É fato que apenas Lucas e João narram passagens em que essa duas mulheres cruzam a vida de Jesus, mas é sabido também que nos poucos momentos que Jesus buscou o descanso, era na casa delas e de seu amigo Lázaro que Jesus encontrava um abrigo seguro.
Reparem, é outro momento e outra situação.
Naquela narrada em  Lc 10,38-42, vemos uma Marta atribulada com os afazeres e Maria prostrando-se aos pés do Senhor. Muita gente para nessa reflexão, mas convido a reparar o que aconteceu no evangelho de hoje: Dessa vez foi Marta que buscou ao Senhor enquanto Maria ficou a parte. “(…) Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa“.
Um dia pode ser totalmente diferente do outro… Lembremo-nos: outro momento, outra situação.
Quantas pessoas de fé e testemunho de vida certo dia foram surpreendidas pela apatia da sensação de impotência em virtude de um fato, uma situação, uma tragédia? Quantas tempestades surgiram “do nada” sucumbindo até mesmo aqueles que já se consideravam maduros na fé? Maria, aquela que um dia se pôs aos pés do Senhor em contemplação, vivia talvez um dia sem esperança.
Saibam que esse deve ser um dos motivos que levam muitas pessoas de fé a abandonar tudo que um dia acreditaram, construiram e pregaram a viver uma vida ermitã pelo mundo. Na dor esquecemos os processos naturais da vida e as leis que regem a natureza.
Lázaro, mais adiante é ressuscitado por Jesus, mas inevitavelmente um dia morreria. Assim como hoje sou curado por Deus, um dia, retornando aos velhos hábitos ou com o avançar dos dias e dos anos, fatalmente voltariam os problemas respeitando assim a fisiologia natural do nosso envelhecimento. Lembre-se que Jesus sempre nos faz voltar melhor após encontrá-lo.
O que Marta encontrou em meio à dor da perda do seu irmão? A PAZ!
Enquanto Maria demonstrava o abatimento natural daquele que perdeu uma batalha, Marta, a que não parava, dessa vez fez a escolha certa e também não lhe foi retirada “(…) Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele”.
Portanto se o momento de agora é diferente do seguinte é importante entender que existem altos e baixos que deverão ser encarados com naturalidade e perseverança na fé. Dificilmente ficaremos o tempo inteiro no monte (contemplativo, na graça, flutuando) e também o tempo inteiro na planície (aridez, tibieza, secura), se conseguimos ver isso passaremos a entender que os tropeços são inerentes ao ato de caminhar, mas cada um é livre pra escolher por onde e que terreno deseja aprender a fazê-lo.
Um dia após o outro, mas em todos, independentemente se ensolarado ou chuvoso, rendamos graças a Deus e Nele busquemos forças e um espírito perseverante. Davi entendeu profundamente esse pensamento.
“(…) É em vós, Senhor, que procuro meu refúgio; que minha esperança não seja para sempre confundida. Por vossa justiça, livrai-me, libertai-me; inclinai para mim vossos ouvidos e salvai-me. Sede-me uma rocha protetora, uma cidadela forte para me abrigar: e vós me salvareis, porque sois meu rochedo e minha fortaleza. Meu Deus, livrai-me da mãos do iníquo, das garras do inimigo e do opressor, porque vós sois, ó meu Deus, minha esperança. Senhor, desde a juventude vós sois minha confiança. Em vós eu me apoiei desde que nasci, desde o seio materno sois meu protetor; em vós eu sempre esperei. Tornei-me para a turba um objeto de admiração, mas vós tendes sido meu poderoso apoio. Minha boca andava cheia de vossos louvores, cantando continuamente vossa glória. Na minha velhice não me rejeiteis, ao declinar de minhas forças não me abandoneis”. (Salmo 70, 1-9)
Santa Marta, ensina-nos a ver vida, a esperança e a chance e esquecer a morte, o desânimo e o fim.
Um imenso abraço fraterno.




CASA, LAR E FAMÍLIA


A culpa e a maternidade – Mais uma reflexão
Esta semana ouvi que a culpa que as mães sentem é um termômetro. E refletindo sobre isso resolvi escrever este texto que espero que ajude a muitas mães como vem me ajudando.



Esta semana ouvi que a culpa que as mães sentem é um termômetro. E refletindo sobre isso resolvi escrever este texto que espero que ajude a muitas mães como vem me ajudando.
Primeiro temos que aprender a separar o tipo de culpa: tem a culpa pela casa que esta desarrumada por ter dado mais atenção aos filhos e a pia ficou cheia de louça, ou pelo trabalho profissional que não se foi tão reconhecida porque teve que faltar para levar os filhos ao médico, ou ainda porque fisicamente não está como queria (ou o marido queria rsrsrsrs) …  Bom, esses tipos de culpa, podemos dizer que podem estar em segundo plano. Porque tudo isso, mais cedo ou mais tarde se resolve! A casa teremos todos os dias para arrumar, com filho ou sem filho, a pia sempre terá louça. O trabalho profissional não te reconhece pelas habilidades “plus” que a maternidade vem te dando, aguenta as pontas! Uma hora você vai encontrar um lugar melhor para realizar-se como profissional ou ainda acabará sendo dona do seu próprio negócio. E para isso não tem idade! Mas para ser mãe tem 😉 Agora a culpa quanto ao corpo… até que não tem filho deixa para começar a dieta toda segunda-feira, então…segunda que vem você começa 😉
Já a culpa que sentimos quando abraçamos nossos filhos e sabemos quanta falta lhe fizemos, a culpa por não poder cuidar deles quando estavam doentes ou fazer a comidinha preferida, a culpa por ter perdido uma conquista ou um avanço no desenvolvimento deles, esse sim é o termômetro! É como um sinal vermelho que acende no coração de uma mãe indicando que algo não está certo! E é sobre essa culpa que quero falar.
Não menospreze ou passe por cima dessa culpa! Esse sentimento é o alerta de algo que só você e seu filho (a) podem viver! O único momento e lugar em que você é totalmente insubstituível!
Por isso quando a culpa bater, reflita: o que seria o certo? O que seria o melhor para meu filho (a) e para mim? Como poderia viver minha maternidade em plenitude para não sentir mais isso? Muitas vezes, nessa reflexão, podemos chegar a conclusões matemáticas, mas lembre-se! A maternidade não é matemática! A maternidade é generosa, é criativa, é natural, extintiva, faz florescer em meio ao deserto. Minha sugestão é deixar de lado todos os paradigmas que possam ter plantado em seu coração. Compartilhe seus anseios, medos, desejos e necessidades com outras mães que lhe inspiram. Busque informações, amplie seus horizontes e se lance (claro que com planejamento e apoio principalmente de seu companheiro). O que tenho experimentado é que não é uma solução única e definitiva, por isso, não tenha medo! Além de tudo que já escrevi acima, a maternidade é dinâmica! Nós melhoramos e mudamos e as crianças crescem, passam por fases.
Um vídeo que gosto muito e mostra nosso potencial como mães é esse:
Essa é minha dica: você pode deixar tudo de lado, menos o que seu coração de mãe alertar! Tenho certeza que você não passará por cima de suas culpas mas as resolverá e se sentirá muito mais realizada em todos os âmbitos da sua vida! Ânimo! 😉

Por Rafaela Campos



MOMENTO DE REFLEXÃO


Havia um homem idoso e muito sábio. Todos os dias, ele se sentava em sua cadeira de balanço, ao lado de um posto de gasolina, e esperava para cumprimentar os motoristas que transitavam por sua pequena cidade.
Certo dia, a neta desse homem ajoelhou-se aos pés de sua cadeira e passou um longo tempo fazendo-lhe companhia. Enquanto eles observavam as pessoas chegando e partindo, um homem alto, que parecia um turista — pois o avô e a neta conheciam todos os moradores da cidade —, começou a andar de um lado para o outro como se estivesse examinando o local para morar ali.
O forasteiro aproximou-se dos dois e perguntou:
— Como é esta cidade?
O senhor idoso virou-se lentamente e disse:
— E como é a cidade de onde o senhor vem?
— Na cidade de onde venho — respondeu o turista —, todo mundo critica todo mundo. Os vizinhos fazem mexericos. É um lugar péssimo para viver. Estou feliz por sair de lá. Não é muito agradável.
O homem sentado na cadeira de balanço olhou para o forasteiro e disse:
— Sabe de uma coisa? Esta cidade é exatamente assim.
Mais ou menos uma hora depois, uma família que também estava de passagem pela cidade fez uma parada para reabastecer. O carro rodou lentamente e parou diante do local onde o senhor idoso e sua neta se encontravam.

A mãe saltou do carro com duas crianças pequenas e perguntou onde ficava o banheiro. O homem na cadeira de balanço apontou para uma pequena placa curva e pendurada, presa apenas por um prego do lado de fora da porta. O pai desceu do carro e perguntou ao senhor idoso:
— Esta cidade é um lugar bom para a gente viver?
O senhor idoso respondeu com uma pergunta:
— Como é a cidade de onde o senhor vem?
O pai olhou para ele e disse:
— A cidade de onde venho é muito prestativa. Todos estão sempre querendo ajudar o vizinho. Por todos os lugares que andamos, ouvimos sempre um cumprimento e uma palavra de agradecimento. Detesto ter de ir embora de lá. Parece que estou deixando minha família para trás.
O senhor idoso virou-se para o pai e deu-lhe um sorriso caloroso.
— Sabe de uma coisa? Esta cidade é muito parecida com a sua.
A família agradeceu, retornou ao carro, acenou despedindo-se e partiu.
Após alguns minutos, a neta olhou para o avô e perguntou:
— Vovô, por que o senhor disse ao primeiro homem que esta cidade era um lugar horrível para viver e depois disse ao pai de família que era um lugar maravilhoso?
O avô olhou carinhosamente para os olhos azuis e inquisitivos da neta e disse:
— Seja lá qual for à cidade onde vamos morar, carregamos conosco as mesmas atitudes, e é isso que torna o lugar horrível ou maravilhoso.

Recontada por Kris Gray, em Histórias Para o Coração.




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.