sexta-feira, 28 de julho de 2017

Sábado 29/07/2017

Sábado, 29 de julho de 2017


“É através da dor que a vida nos ensina as mais sublimes lições.”




EVANGELHO DE HOJE
Lc 10,38-42


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


E muitas pessoas tinham vindo visitar Marta e Maria para as consolarem por causa da morte do irmão. Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa. Então Marta disse a Jesus:
- Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele.
- O seu irmão vai ressuscitar! - disse Jesus.
Marta respondeu:
- Eu sei que ele vai ressuscitar no último dia!
Então Jesus afirmou:
- Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim nunca morrerá. Você acredita nisso?
- Sim, senhor! - disse ela. - Eu creio que o senhor é o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.




​ 
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
No Evangelho de Lc 10,38-42 (Jesus visita Marta e Maria) narrava a inquietação de uma irmã (MARTA) contrapondo-se com a contemplação amorosa da outra (MARIA). É fato que apenas Lucas e João narram passagens em que essa duas mulheres cruzam a vida de Jesus, mas é sabido também que nos poucos momentos que Jesus buscou o descanso, era na casa delas e de seu amigo Lázaro que Jesus encontrava um abrigo seguro.
Reparem, é outro momento e outra situação.
Naquela narrada em  Lc 10,38-42, vemos uma Marta atribulada com os afazeres e Maria prostrando-se aos pés do Senhor. Muita gente para nessa reflexão, mas convido a reparar o que aconteceu no evangelho de hoje: Dessa vez foi Marta que buscou ao Senhor enquanto Maria ficou a parte. “(…) Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa“.
Um dia pode ser totalmente diferente do outro… Lembremo-nos: outro momento, outra situação.
Quantas pessoas de fé e testemunho de vida certo dia foram surpreendidas pela apatia da sensação de impotência em virtude de um fato, uma situação, uma tragédia? Quantas tempestades surgiram “do nada” sucumbindo até mesmo aqueles que já se consideravam maduros na fé? Maria, aquela que um dia se pôs aos pés do Senhor em contemplação, vivia talvez um dia sem esperança.
Saibam que esse deve ser um dos motivos que levam muitas pessoas de fé a abandonar tudo que um dia acreditaram, construiram e pregaram a viver uma vida ermitã pelo mundo. Na dor esquecemos os processos naturais da vida e as leis que regem a natureza.
Lázaro, mais adiante é ressuscitado por Jesus, mas inevitavelmente um dia morreria. Assim como hoje sou curado por Deus, um dia, retornando aos velhos hábitos ou com o avançar dos dias e dos anos, fatalmente voltariam os problemas respeitando assim a fisiologia natural do nosso envelhecimento. Lembre-se que Jesus sempre nos faz voltar melhor após encontrá-lo.
O que Marta encontrou em meio à dor da perda do seu irmão? A PAZ!
Enquanto Maria demonstrava o abatimento natural daquele que perdeu uma batalha, Marta, a que não parava, dessa vez fez a escolha certa e também não lhe foi retirada “(…) Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele”.
Portanto se o momento de agora é diferente do seguinte é importante entender que existem altos e baixos que deverão ser encarados com naturalidade e perseverança na fé. Dificilmente ficaremos o tempo inteiro no monte (contemplativo, na graça, flutuando) e também o tempo inteiro na planície (aridez, tibieza, secura), se conseguimos ver isso passaremos a entender que os tropeços são inerentes ao ato de caminhar, mas cada um é livre pra escolher por onde e que terreno deseja aprender a fazê-lo.
Um dia após o outro, mas em todos, independentemente se ensolarado ou chuvoso, rendamos graças a Deus e Nele busquemos forças e um espírito perseverante. Davi entendeu profundamente esse pensamento.
“(…) É em vós, Senhor, que procuro meu refúgio; que minha esperança não seja para sempre confundida. Por vossa justiça, livrai-me, libertai-me; inclinai para mim vossos ouvidos e salvai-me. Sede-me uma rocha protetora, uma cidadela forte para me abrigar: e vós me salvareis, porque sois meu rochedo e minha fortaleza. Meu Deus, livrai-me da mãos do iníquo, das garras do inimigo e do opressor, porque vós sois, ó meu Deus, minha esperança. Senhor, desde a juventude vós sois minha confiança. Em vós eu me apoiei desde que nasci, desde o seio materno sois meu protetor; em vós eu sempre esperei. Tornei-me para a turba um objeto de admiração, mas vós tendes sido meu poderoso apoio. Minha boca andava cheia de vossos louvores, cantando continuamente vossa glória. Na minha velhice não me rejeiteis, ao declinar de minhas forças não me abandoneis”. (Salmo 70, 1-9)
Santa Marta, ensina-nos a ver vida, a esperança e a chance e esquecer a morte, o desânimo e o fim.
Um imenso abraço fraterno.




CASA, LAR E FAMÍLIA


A culpa e a maternidade – Mais uma reflexão
Esta semana ouvi que a culpa que as mães sentem é um termômetro. E refletindo sobre isso resolvi escrever este texto que espero que ajude a muitas mães como vem me ajudando.



Esta semana ouvi que a culpa que as mães sentem é um termômetro. E refletindo sobre isso resolvi escrever este texto que espero que ajude a muitas mães como vem me ajudando.
Primeiro temos que aprender a separar o tipo de culpa: tem a culpa pela casa que esta desarrumada por ter dado mais atenção aos filhos e a pia ficou cheia de louça, ou pelo trabalho profissional que não se foi tão reconhecida porque teve que faltar para levar os filhos ao médico, ou ainda porque fisicamente não está como queria (ou o marido queria rsrsrsrs) …  Bom, esses tipos de culpa, podemos dizer que podem estar em segundo plano. Porque tudo isso, mais cedo ou mais tarde se resolve! A casa teremos todos os dias para arrumar, com filho ou sem filho, a pia sempre terá louça. O trabalho profissional não te reconhece pelas habilidades “plus” que a maternidade vem te dando, aguenta as pontas! Uma hora você vai encontrar um lugar melhor para realizar-se como profissional ou ainda acabará sendo dona do seu próprio negócio. E para isso não tem idade! Mas para ser mãe tem 😉 Agora a culpa quanto ao corpo… até que não tem filho deixa para começar a dieta toda segunda-feira, então…segunda que vem você começa 😉
Já a culpa que sentimos quando abraçamos nossos filhos e sabemos quanta falta lhe fizemos, a culpa por não poder cuidar deles quando estavam doentes ou fazer a comidinha preferida, a culpa por ter perdido uma conquista ou um avanço no desenvolvimento deles, esse sim é o termômetro! É como um sinal vermelho que acende no coração de uma mãe indicando que algo não está certo! E é sobre essa culpa que quero falar.
Não menospreze ou passe por cima dessa culpa! Esse sentimento é o alerta de algo que só você e seu filho (a) podem viver! O único momento e lugar em que você é totalmente insubstituível!
Por isso quando a culpa bater, reflita: o que seria o certo? O que seria o melhor para meu filho (a) e para mim? Como poderia viver minha maternidade em plenitude para não sentir mais isso? Muitas vezes, nessa reflexão, podemos chegar a conclusões matemáticas, mas lembre-se! A maternidade não é matemática! A maternidade é generosa, é criativa, é natural, extintiva, faz florescer em meio ao deserto. Minha sugestão é deixar de lado todos os paradigmas que possam ter plantado em seu coração. Compartilhe seus anseios, medos, desejos e necessidades com outras mães que lhe inspiram. Busque informações, amplie seus horizontes e se lance (claro que com planejamento e apoio principalmente de seu companheiro). O que tenho experimentado é que não é uma solução única e definitiva, por isso, não tenha medo! Além de tudo que já escrevi acima, a maternidade é dinâmica! Nós melhoramos e mudamos e as crianças crescem, passam por fases.
Um vídeo que gosto muito e mostra nosso potencial como mães é esse:
Essa é minha dica: você pode deixar tudo de lado, menos o que seu coração de mãe alertar! Tenho certeza que você não passará por cima de suas culpas mas as resolverá e se sentirá muito mais realizada em todos os âmbitos da sua vida! Ânimo! 😉

Por Rafaela Campos



MOMENTO DE REFLEXÃO


Havia um homem idoso e muito sábio. Todos os dias, ele se sentava em sua cadeira de balanço, ao lado de um posto de gasolina, e esperava para cumprimentar os motoristas que transitavam por sua pequena cidade.
Certo dia, a neta desse homem ajoelhou-se aos pés de sua cadeira e passou um longo tempo fazendo-lhe companhia. Enquanto eles observavam as pessoas chegando e partindo, um homem alto, que parecia um turista — pois o avô e a neta conheciam todos os moradores da cidade —, começou a andar de um lado para o outro como se estivesse examinando o local para morar ali.
O forasteiro aproximou-se dos dois e perguntou:
— Como é esta cidade?
O senhor idoso virou-se lentamente e disse:
— E como é a cidade de onde o senhor vem?
— Na cidade de onde venho — respondeu o turista —, todo mundo critica todo mundo. Os vizinhos fazem mexericos. É um lugar péssimo para viver. Estou feliz por sair de lá. Não é muito agradável.
O homem sentado na cadeira de balanço olhou para o forasteiro e disse:
— Sabe de uma coisa? Esta cidade é exatamente assim.
Mais ou menos uma hora depois, uma família que também estava de passagem pela cidade fez uma parada para reabastecer. O carro rodou lentamente e parou diante do local onde o senhor idoso e sua neta se encontravam.

A mãe saltou do carro com duas crianças pequenas e perguntou onde ficava o banheiro. O homem na cadeira de balanço apontou para uma pequena placa curva e pendurada, presa apenas por um prego do lado de fora da porta. O pai desceu do carro e perguntou ao senhor idoso:
— Esta cidade é um lugar bom para a gente viver?
O senhor idoso respondeu com uma pergunta:
— Como é a cidade de onde o senhor vem?
O pai olhou para ele e disse:
— A cidade de onde venho é muito prestativa. Todos estão sempre querendo ajudar o vizinho. Por todos os lugares que andamos, ouvimos sempre um cumprimento e uma palavra de agradecimento. Detesto ter de ir embora de lá. Parece que estou deixando minha família para trás.
O senhor idoso virou-se para o pai e deu-lhe um sorriso caloroso.
— Sabe de uma coisa? Esta cidade é muito parecida com a sua.
A família agradeceu, retornou ao carro, acenou despedindo-se e partiu.
Após alguns minutos, a neta olhou para o avô e perguntou:
— Vovô, por que o senhor disse ao primeiro homem que esta cidade era um lugar horrível para viver e depois disse ao pai de família que era um lugar maravilhoso?
O avô olhou carinhosamente para os olhos azuis e inquisitivos da neta e disse:
— Seja lá qual for à cidade onde vamos morar, carregamos conosco as mesmas atitudes, e é isso que torna o lugar horrível ou maravilhoso.

Recontada por Kris Gray, em Histórias Para o Coração.




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.

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