Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019
“As únicas pessoas que você precisa ter em
sua vida, são aquelas que provam, sob qualquer circunstância, que precisam de
você na vida delas.”
EVANGELHO DE HOJE
Lc
8,16-18
— O
Senhor esteja convosco.
Ele
está no meio de nós!
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, disse Jesus à multidão: 16“ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com
uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ao contrário, coloca-a no candeeiro,
a fim de que todos os que entram vejam a luz. 17Com efeito, tudo o que está
escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá
torna-se conhecido e claramente manifesto.
18Portanto,
prestai atenção à maneira como vós ouvis! Pois a quem tem alguma coisa, será
dado ainda mais; e àquele que não tem, será tirado até mesmo o que ele pensa
ter”.
Palavra
da salvação
Glória
a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Tenho refletido muito esse evangelho e por vezes me
questiono quanto a minha conduta. Explico…
Como outros tantos cristãos, nos assoberbamos de trabalhos
dentro da igreja e é nesse ponto que me interrogo: Será que estar atuante em
tantas áreas é o correto, pois ao ocupar um espaço talvez não permita que
outros surjam? Mas como não questionar a situação que a messe continua a
crescer, mas os operários não?
É um fato que grande parte das pastorais se “especializou”
em “pescar o peixe que esta dentro do aquário”, ou seja, aquele que já esta
aqui dentro; outro fato é que falar de Deus para quem já o conhece, creio que
não seja uma tarefa tão árdua como é ser luzeiro no mundo. Falar de Deus talvez
não seja tão complexo como viver sua palavra todos os dias, cansado, voltando
do longo dia de trabalho, sem descanso…
Mas se paro, como fica aquele que aprendeu a me procurar?
O capitão do barco quando avista o farol sabe que duas
coisas existem ali: Um caminho seguro e um perigo eminente (rochas, corais,
pouca profundidade) ou o farol foi por acaso construído apenas para iluminar o
mar? Surge então a grande dúvida: Será que um farol pode estar em todo lugar ao
mesmo tempo?
A indagação surge do fato que por maior que seja meu, o seu,
o nosso empenho, possivelmente será pequeno mediante a crescente messe. Nosso
esforço parece sempre andar em progressão aritmética (PA) e a messe em
geométrica (PG).
Quantos servos, filhos de Deus, pais, mães, (…) se sentem
assim? Mas o estranho é que é nessa hora que Deus se supera em nós! “(…) PORQUE
QUEM TEM RECEBERÁ MAIS; mas quem não tem, até o que pensa que tem será tirado
dele”.
Deus na verdade não precisaria de nós, mas espera com muita
ansiedade um gesto concreto de fé resiliente.
Resiliência deriva de uma propriedade química ou física em
que uma substância tem, após estresse ou de uma adversidade, de conseguir se
adaptar ou retornar ao estado original. Por analogia (comparação) imaginemos um
fino galho de goiabeira que mesmo sobre forte peso, nega-se a quebrar. Fé
resiliente é aquela que se nega a desistir e que após longo estresse é
recompensada com os frutos.
Não! Não vale a pena desistir do projeto de Deus por falta
de operários, pois se fomos edificados faróis para alguma coisa precisamos
servir. O gesto de um único farol pode mudar a vida de um navio perdido no mar,
claro que não salvaremos a todos. Ambicionamos a coisas muito grandes;
reclamamos muito das coisas pequenas que somadas começam a nos pesar, mas
preciso voltar a ver a gama de dons que Deus dá aos que estão assoberbados em
Seu nome
“(…) Aquele que é fiel nas coisas pequenas será também fiel
nas coisas grandes. E quem é injusto nas coisas pequenas, sê-lo-á também nas
grandes Se, pois, não tiverdes sido fiéis nas riquezas injustas, quem vos
confiará as verdadeiras”? (Lucas 16, 10-11)
Vamos continuar!
Um imenso abraço fraterno
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
Max Gehringer responde:
Palavra da semana: ATITUDE
Do latim aptus derivaram duas palavras: “aptidão” – a
habilidade – e “atitude” – a disposição. Para que um trabalho saia perfeito, é
preciso juntar as duas coisas.
Nada tenho contra estagiários, ao contrário. Mas acredito
que alguns exageram. São jovens que usam fone de ouvido, falam alto e contestam
coisas que não entendem. Como proceder para que eles aproveitem melhor a chance
que estão tendo? – Josué
Não sei como você era quando tinha 20 anos, Josué. Mas, de
modo geral, jovens são assim mesmo, contestadores, cheios de razão e com certa
intolerância pela hierarquia. Eles aprenderão, como todos nós aprendemos, que a
vida profissional é um pouco mais complicada do que parece. Mas, por enquanto,
permita que eles queimem energia e acreditem que é possível mudar o mundo.
Porque alguns deles conseguirão.
Estou sendo prejudicada por uma colega. Ela me atropela,
executa tarefas que competem a mim e vive na sala de nossa gerente, gabando-se
de que faz mais do que a função exige. Desconfio que essa colega está tramando
alguma coisa contra mim. O que posso fazer? – Flávia
Olhando pelo lado inverso, Flávia, sua colega pode ser
proativa, além de estar utilizando muito bem o marketing pessoal. São duas
coisas positivas. Sua desconfiança quanto às intenções dela está baseada em seu
ponto de vista, mas o que realmente importa, nesse caso, é o ponto de vista de
sua gerente. Se sua colega está recebendo cumprimentos pela iniciativa que
demonstra, e recebendo incentivo para continuar, a única opção que você tem é
usar as mesmas armas. Aparentemente, sua colega não cruzou a linha da ética, e
você pode estar enxergando conspiração onde existe apenas competição.
Trabalho em uma pequena empresa. O patrão me ofereceu uma
promoção, mas sem reajuste, por enquanto. Segundo ele, a situação atual não
permite. Mas, assim que as coisas melhorarem, eu receberia o devido aumento.
Devo aceitar? – L.S.
Ou você aceita ou sai. Recusar significaria – aos olhos do
patrão – que você não quer colaborar com a empresa num momento de aperto. Eu
lhe sugiro aceitar, e mostrar dedicação e entusiasmo na nova função. Primeiro,
porque o patrão pode estar sendo sincero. E segundo, caso não esteja, você terá
um cargo melhor e isso lhe permitirá procurar outro emprego num nível mais
alto. Caso você aceite a promoção, seis meses é um bom prazo para descobrir se
a promessa é real. Se nada acontecer nesse período, o mais provável é que você
esteja sendo enrolado.
Estou há 19 anos na mesma função (e há 22 anos na mesma
empresa). Vejo o tempo passar, e isso me preocupa. O que posso fazer? Mudar de
emprego? Abrir meu próprio negócio? – Carlos
Antes de tomar qualquer decisão, Carlos, há uma pergunta a
que você precisa responder: por que você passou quase duas décadas na mesma
função? Certamente, várias oportunidades surgiram durante esse tempo. Se você
procurar um emprego melhor, essa é a pergunta que o entrevistador lhe fará. Se
você procurar um emprego semelhante ao que tem, não vejo vantagem na troca.
Quanto ao negócio próprio, minha sugestão é que você faça um curso de
empreendedor no Sebrae, para – antes de torrar sua poupança – entender bem os
benefícios e os riscos de ser patrão em vez de empregado. O que me parece,
Carlos, é que você está numa situação profissional confortável. Por isso, não
tome uma decisão precipitada. Mudar é bom, mas mudar só por mudar não é.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Certa vez, cinco garimpeiros chegaram a uma vila rural bem
distante, em busca de ouro. Passaram meses cavando numa montanha ao lado da
vila, sempre na esperança de um dia encontrar o metal precioso.
O trabalho era penoso, porque a terra era dura e rochosa,
além da saudade que sentiam dos seus familiares. Mas não desistiam.
Um dia, encontraram uma grande jazida de ouro. Cavaram em volta
e viram que ela era realmente enorme. Esconderam o local, e combinaram de
guardar segredo.
No domingo seguinte, eles foram até a vila, como faziam
todos os fins de semana, a fim de participar da vida do povoado e descansar um
pouco. Na segunda-feira de manhã, os cinco voltaram para a montanha. Mas
perceberam que várias pessoas do povoado os seguiam. Desconfiados, olharam um
para o outro, pensando quem teria sido o traidor.
Até que um deles voltou-se e perguntou a um rapaz que vinha
atrás deles: “Por que vocês estão nos seguindo?” “Porque vocês encontraram
ouro”, respondeu o jovem. “E quem lhes contou?” “Ninguém”, disse ele. “Mas não
precisa. Todo mundo vê nos rostos de vocês. Os seus olhos brilham, exatamente
como quem encontrou ouro”.
Mentira tem perna curta. Não adianta querer dar uma de
santo, se não é, porque logo a máscara cai e a verdade aparece. Deus nos fez de
tal modo que a verdade do nosso interior se mostra até na nossa pele.
A hipocrisia é um pecado não só dos escribas e fariseus. Ela
está presente hoje, e nós precisamos tomar muito cuidado para não cair nela.
Que Maria Santíssima nos ajude a ser transparentes,
sinceros, verdadeiros e não fingidos.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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