Terça-feira,
01/07/2025
“Um
homem honesto não sente prazer no exercício do poder sobre seus iguais.” (Thomas Jeferson)
EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,23-27
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, 23Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. 24E eis que
houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta
pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
25Os
discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois
estamos perecendo!” 26Jesus respondeu: “Por que tendes tanto medo, homens
fracos na fé?” Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma
grande calmaria. 27Os homens ficaram admirados e diziam: “Quem é este homem,
que até os ventos e o mar lhe obedecem?”
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Qual é o limite que suportam nossas forças? Sabemos até onde podemos
chegar ou suportar antes de “entregar os pontos”?
A tolerância que temos para suportar as pressões pode sim variar de
pessoa para pessoa e conforme o que estamos passando sendo assim, a fé também
pode ser umas das possíveis vítimas. Ela (a fé) pode sofrer abalos momentâneos
ou duradouros quando somos submetidos diretamente ao sofrimento em especial,
nas situações de sofrimento ou penúria imposta pelas moléstias (doenças) ou
pela morte.
Quantas pessoas que ao passar por momentos de profundo e intenso
estresse sucumbiram à descrença? Quantas que desistiram ao ver seu mundo virar
ao avesso?
Moisés certa vez, cansado da incredulidade e “pedição” do povo, desconta
toda sua raiva e decepção num rochedo que “se nega” a dar água da primeira vez
que é solicitado e que precisa ser novamente atingido para que se contentasse o
povo descrente. Deus concedeu muito a Moisés, mas naquele momento o humano
“escapou” do divino e a raiva tomou conta. Somos assim também.
“(…) Em seguida, tendo Moisés e
Aarão convocado a assembleia diante do rochedo, disse-lhes Moisés: ‘Ouvi,
rebeldes: acaso faremos nós brotar água deste rochedo? Moisés levantou a mão e
feriu o rochedo com a sua vara duas vezes; as águas jorraram em abundância, de
sorte que beberam, o povo e os animais. Em seguida, disse o Senhor a Moisés e
Aarão: “Porque faltastes à confiança em mim para fazer brilhar a minha
santidade aos olhos dos israelitas, não introduzireis esta assembleia na terra
que lhe destino’“. (Números 20, 10-12)
Como enxergamos as fatalidades? Como vemos a morte? Em ambas as
perguntas a resposta deveria vir precedida da palavra DEPENDE.
Sim! A resposta é proporcional a importância que damos a pergunta. Como
assim? A fatalidade geralmente acontece na casa dos outros, mas quando ocorre
no nosso quintal é catástrofe!
Anos e anos de RCC (Renovação Carismática Católica) me ensinaram e
fizeram refletir algo que carrego no meu exercício como ministro: Quem nos
procura volta pra casa com algo melhor? Será que estamos ensinando o que Jesus
nos pediu?
O próprio documento de Aparecida nos sugere um ensino querigmático, ou
seja, com foco no anúncio da Boa Nova, mas por que muitos grupos, pastorais,
homilias e pregações dão tanta importância ao povo “pidão” que insiste em ver a
água brotar da terra ao invés de educar? Temos em nosso conviver um povo que
tem medo de enfrentar as tempestades e já no primeiro vento acorda Jesus. O
foco do QUERIGMA é ensinar que antes de gritar é ACREDITAR QUE JESUS ESTÁ NO
BARCO!
Não quero aqui diminuir a dor de quem sofre fisicamente com uma doença
ou uma perda, mas dar a ela um sentido que gere o conforto. Deus está no Barco!
Creia!
Lembrei de outra passagem em que o apóstolo dos gentios, Paulo, ia em
direção a Roma para ser julgado. A vontade de ser levado a Roma o fez enfrentar
uma tremenda tempestade que sacudia o barco e tudo levava a crer que o viraria
e levaria todos os ocupantes a morte. Lançaram ao mar todo material que podia
ser desprezado e ao final restando apenas a tripulação veio a ideia de pularem
no mar. Paulo então diz:
“(…) Desde muito tempo ninguém
havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: Amigos, deveras
devíeis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar esse perigo e
essas perdas. Agora, porém, vos admoesto a QUE TENHAIS CORAGEM, POIS NÃO
PERECERÁ NENHUM DE VÓS, MAS SOMENTE O NAVIO. Esta noite apareceu-me um anjo de Deus,
a quem pertenço e a quem sirvo, o qual me disse Não temas, Paulo. É necessário
que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo. POR
ISSO, AMIGOS, CORAGEM! EU CONFIO EM DEUS QUE HÁ DE ACONTECER COMO ME FOI DITO.
VAMOS DAR A UMA ILHA“. (Atos 27, 21-26)
Não abandonemos o barco, haverá sempre uma ilha.
Pessoas que passaram por grandes tormentas na vida testemunham que em um
dado momento, quando viam a esperança a certa distância, perceberam a mudança
no sentido do vento. No olho do furação que viviam, Deus concedia pela fé uma
ilha de tranquilidade a aqueles que não desistiam. Derrotas, percas, tormentas,
[...] também nos ensinam, mesmo que duramente, no entanto é preciso crer que
venceremos.
Por fim, saiba que ACREDITAR, no dicionário, vem antes de gritar,
portanto, não pule do barco!
Um imenso abraço fraterno!
MOMENTO DE REFLEXÃO
DÁ-ME
AS TUAS SANDÁLIAS, MARIA
Quero
sentir o pó do caminho para chegar até Deus desprendido de tudo.
Quero
confiar na Palavra e não me sustentar apenas do alimento quotidiano.
DÁ-ME
AS TUAS SANDÁLIAS, MARIA
Para
transformar o meu caminho em encontro pessoal e definitivo com Deus …para
confiar n’Aquele que fala do alto quando eu me empenho a olhar para o chão.
DÁ-ME
AS TUAS SANDÁLIAS, MARIA
Para
ser e viver um pouco como Tu sem mais nada que a tua fé, nem mais amparo que a
luz da lua.
DÁ-ME
AS TUAS SANDÁLIAS, MARIA
Para
dizer a Jesus que, apesar das minhas debilidades, a Sua ressurreição é para mim
motivo de alegria. …chamada à conversão, oportunidade para uma vida nova, água
fresca na minha existência obscura e sedenta.
DÁ-ME
AS TUAS SANDÁLIAS, MARIA
E,
se queres e podes, Diz-me qual é o teu passo e o teu número para caminhar da
mesma forma que Tu caminhas.
Na
plenitude do Teu SIM, nos deste Jesus!
Amém!
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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