Quarta-feira, 16 de Outubro de 2019
“Existe
três classes de pessoas infelizes: A que não sabe e não pergunta, a que sabe e
não ensina e a que ensina e não faz.”
EVANGELHO DE HOJE
Lc
11,42-46
— O
Senhor esteja convosco.
Ele
está no meio de nós!
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Lucas
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, disse o Senhor: 42“Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da
hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e
o amor de Deus. Vós deveríeis praticar isso, sem deixar de lado aquilo. 43Ai de
vós, fariseus, porque gostais do lugar de honra nas sinagogas, e de serdes
cumprimentados nas praças públicas. 44Ai de vós, porque sois como túmulos que
não se veem, sobre os quais os homens andam sem saber”.
45Um
mestre da Lei tomou a palavra e disse: “Mestre, falando assim, insultas-nos
também a nós!” 46Jesus respondeu: “Ai de vós também, mestres da Lei, porque
colocais sobre os homens cargas insuportáveis, e vós mesmos não tocais nessas
cargas, nem com um só dedo”.
Palavra
da salvação
Glória
a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Será que cabe para esse momento dizer: Ai de nós!?
Acredito muito numa frase: “Não adianta gostar de alguém e
não se importar com ela”!
Costumo dizer que GOSTAR a gente gosta de pizza, lasanha,
macarronada, (…), pois mesmo GOSTANDO, NÃO NOS IMPORTAMOS EM DEVORÁ-LAS. Na
verdade, usando dessa analogia, de que vale gostar de alguém e não se importar
em devorá-la, abandoná-la, esquecê-la? “(…) Pois dão para Deus a décima parte
até mesmo da hortelã, da arruda e de todas as verduras, mas não são justos com
os outros e não amam a Deus”.
A bíblia é muito mais que um livro. Nela está contida a saga
de um povo e a vontade retratada e relatada de Deus em querê-los bem.
Definitivamente não é aquele livrinho “minuto de sabedoria” que a gente abre
aleatoriamente, lê e decide se aquilo é ou não pra mim. Esse Evangelho de hoje
tem uma dura verdade sobre a nossa hipocrisia.
A mensagem não deve servir apenas para a comunidade, um
grupo ou para AQUELAS pessoas, ela deve primeiro agir em quem a proclama. Que
adianta bater no peito e dizer que é evangélico, católico, cristão e continuar
a ser triste, rabugento, mal humorado, perseguidor, fofoqueiro, difamador… Que
adianta cobrar se não me cobro, se sou eu que mais dá mais trabalho, se
precisam me pajear para que eu ajude (hunf).
“(…) Irmãos, sede meus imitadores, e olhai atentamente para
os que vivem segundo o exemplo que nós vos damos”. (Filipenses 3, 17)
Como temos exemplos de pessoas assim ao nosso redor?
Mediante a isso poderíamos escrever laudas e laudas sobre elas, mas, e quanto a
nós, conseguimos ver o mover da vaidade sobre nossas ações? Conseguimos ver o
quanto pode ser também danoso às pessoas quando nossa vaidade, orgulho e
pré-julgamentos norteiam nosso entendimento e ações? “(…) – Ai de vocês, fariseus! Pois gostam
demais dos lugares de honra nas sinagogas e gostam de ser cumprimentados com
respeito nas praças”.
Nossos gostos e o que pensamos nem sempre representam a
verdade, mas nos esforçamos em acreditar nisso…
Brincando com dois colegas de serviço perguntei o porquê às
pessoas compram papel higiênico com aroma ou fragrâncias (menta, aloe vera,
camomila) se são os mais caros, não tem nada comprovado que tais fragrâncias
ajudam? Acreditamos fielmente que será melhor pra nós. Esse é um exemplo
simples que sempre colocamos os nossos interesses, orientações, conceitos, (…)
a frente de tudo, mesmo que não sejam comprovados, verdadeiros ou corretos. Podemos
levar muita gente para o fundo do poço pelo que pensamos
Preciso pensar antes de falar…
Na dúvida do que fazer, ou melhor, do que não fazer, façamos
sim uma opção por nós, mas que o resultado seja a unidade; que não
sobrecarreguemos ou reduzamos as chances dos outros; que sejamos justos,
coerentes, éticos e conciliatórios e que ao final fique um ensinamento ou um
roteiro para que outros sigam.
“(…) Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador,
o qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da
verdade… Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando as mãos
puras, superando todo ódio e ressentimento”. (I Timóteo 2, 3-4; 8)
Um imenso abraço fraterno.
CURIOSIDADES
Decreto 85A, a primeira lei de censura no Brasil
A primeira lei de censura do Brasil surgiu durante a
República Velha, um momento em que o governo do país contava com
características militares. O decreto 85A foi criado com o objetivo de censurar
a mídia e as artes.
Esse decreto é considerado a primeira lei de imprensa do
país. A medida foi assinada em 1889 pelo marechal Manoel Deodoro da Fonseca, e
determinava que se criasse no país uma comissão militar para julgar crimes de
conspiração contra a República e seu governo.
Depois disso, Deodoro da Fonseca assinou outro decreto, o de
número 295, em 1890, para punir todos os responsáveis por falsas notícias e
boatos alarmantes dentro ou fora do país. Esses decretos oficializaram a
censura nos primeiros meses de instalação do regime republicano brasileiro.
Pelo decreto de 23 de dezembro de 1889, o governo passou a
ter uma junta militar que poderia processar e julgar tudo o que fosse
considerado como abuso da manifestação do pensamento. O decreto 85A foi
apelidado de decreto rolha.
Essa lei configurou a primeira censura à imprensa desde o
Primeiro Reinado de D. Pedro I. A revogação do decreto 85A aconteceu em 22 de
novembro de 1890.
A origem da gravata
Todo homem elegante tem em seu guarda-roupas algumas belas
opções de gravatas. Hoje, são muitas as opções disponíveis nas lojas: gravata
borboleta, gravatas lisas, estampadas. Tem gravata para todo tipo de gosto.
Mas, como terá surgido essa peça do guarda-roupas masculino?
A gravata foi inventada na França, no final do século XVII.
A peça era uma adaptação de um elemento do vestuário masculino do exército da
Croácia.
Os franceses se inspiraram numa espécie de cachecol
masculino para criar a gravata em 1668. O adereço conquistou grande
popularidade e logo passou a ser fabricado em linha ou renda.
A gravata começou a ser usada com um nó no centro, e duas
pontas longas soltas no peito. A peça recebeu o nome de cravate, tradução de
croata em francês.
A gravata ganhou o mundo no século XX, quando passou a ser
usada em diversas formas e cores. A peça virou moda e passou a fazer parte do
look de grandes nomes da história, tendo sido, inclusive, usada pelo rei Luis
XIV.
A gravata moderna, que conhecemos nos dias de hoje, surgiu
em 1860. Na segunda metade do XIX, a gravata passou a ser fabricada em escala
industrial.
Em 1926, Jesse Langsdorf, de Nova Iorque, passou a cortar a
gravata num tecido em diagonal e em três partes. Em seguida, a peça passou a
ser parte fundamental dos acessórios de empresários e homens da alta sociedade.
Leia
Mais no SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/decreto-85a-a-primeira-lei-de-censura-no-brasil.html
MOMENTO DE REFLEXÃO
Nove (ou dez) lugares para ir antes de morrer
Se você acha que encontrara dicas de destinos maravilhosos
pelo planeta afora, praias paradisíacas, cidades esquecidas, vilarejos
charmosos e museus imperdíveis, errou. Os lugares essenciais ficam mais perto
do que se imagina. Não, necessariamente, na geografia. Sobretudo, afetivamente.
Visitá-los confere certo sentido à vida, garante o caminho pela frente. Duvida?
1. A maternidade onde você nasceu. É certo que pouca coisa
ou quase nada resta do hospital que lhe recebeu, tempos atrás. Você não
reconhecerá, tampouco será reconhecido por nenhum obstetra e nenhuma enfermeira
pelos corredores. Outros bebês chegarão nesse dia, exatamente como você fez,
exceto por um pouco mais de tecnologia. É a maior prova de que o mundo acerta
em suas intermináveis, cíclicas e inelutáveis voltas.
2. A escola onde você aprendeu a ler e a escrever, quando
era deste tamanhico. Se o diretor permitir, e se você lembrar, faça o trajeto
que sempre fazia, assim que se despedia da sua mãe no portão. Não se espante
se, ao olhar para trás, a vir acenando para você, com a mesma roupa da foto no
porta-retrato que você olha todo santo dia.
3. A casa da sua madrinha, se você tiver uma. De
preferência, numa visita desapressada, para um chá com rosquinhas. De
preferência, que ela mesma fez. Na ausência da madrinha, vale outra tia, uma
que você nunca mais viu e nem sabe explicar por que. De preferência, a que você
mais gostava de abraçar quando era criança. E também nem sabia por que.
4. A vendinha mais antiga do bairro onde você cresceu. Os últimos
quinze metros quadrados poupados pela especulação imobiliária, a única
sobrevivente do quarteirão, o ícone da resistência urbana. Na falta dela, vale
a velha barbearia aonde seu pai ia aos sábados, o bazar com papel contact
florido nas prateleiras onde sua mãe comprava linha de bordar ou a loja de
brinquedos onde você namorava a boneca que andava, o avião de controle remoto.
Tirante a barbearia, não saia sem uma sacolinha, não importa com o quê dentro.
Será a sua melhor compra em anos.
5. O seu primeiro emprego. Mesmo que o local tenha sido
derrubado para dar vez a um shopping center ou estacionamento. Estar de volta
ao solo onde você declarou sua independência financeira e aprendeu a beber café
lhe fará um bem danado.
6. A casa do seu primeiro amor – mesmo que ele, ou ela,
tenha se mudado dali há décadas. Não precisa tocar a campainha, nem ficar se
explicando para o vizinho que varre a calçada com ares de inquisição, querendo
saber o que você faz ali. Deixe de lado o medo bobo do seu (ou sua) atual não
entender; quem não compreende o primeiro amor alheio não há de ser merecedor de
amor algum.
7. A igreja onde seus pais se casaram. Busque na lembrança
todas as fotografias que viu desse dia e refaça, como se fosse sua dama de
honra ou pajem, o caminho da sua mãe até o altar, onde seu pai a aguardava.
Pense que, nesse instante, de alguma forma, você já existia.
8. A barraca de churros da feira de sábado. Sem maiores
delongas ou adiamentos, peça logo uns dez. A felicidade tem sabor de açúcar e
canela, meu bem.
9. Não deixe também de visitar o passado, de modo geral. Só
para tirar dúvidas e se certificar de algumas coisas. Resista à tentação de se
mudar, ainda que temporariamente, para lá. Entoe o mantra “Estou só de
passagem” e volte, no primeiro ônibus, ao presente. Mas fique atento: se passar
do ponto, irá parar no futuro.
Que poderia ser o décimo lugar, mas não é; o futuro não
passa de uma quimera brincalhona e inalcançável. Fiquemos nos nove, mesmo. Já é
uma viagem.
(Silmara
Franco)
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Visite nosso blog, você vai gostar
Nenhum comentário:
Postar um comentário