Domingo, 28 de fevereiro de 2021
“Amor é um
desejo irresistível de ser irresistivelmente desejado.” (Robert Frost)
EVANGELHO DE
HOJE
Mc 9,2-10
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos
— Glória a
vós, Senhor!
Seis dias
depois, Jesus foi para um monte alto, levando consigo somente Pedro, Tiago e
João. Ali, eles viram a aparência de Jesus mudar. A sua roupa ficou muito
branca e brilhante, mais do que qualquer lavadeira seria capaz de deixar. E os
três discípulos viram Elias e Moisés conversando com Jesus. Então Pedro disse a
Jesus:
- Mestre,
como é bom estarmos aqui! Vamos armar três barracas: uma para o senhor, outra
para Moisés e outra para Elias.
Pedro não
sabia o que deveria dizer, pois ele e os outros dois discípulos estavam
apavorados. Logo depois, uma nuvem os cobriu, e dela veio uma voz, que disse:
- Este é o
meu Filho querido. Escutem o que ele diz!
Aí os
discípulos olharam em volta e viram somente Jesus com eles.
Quando
estavam descendo do monte, Jesus mandou que não contassem a ninguém o que
tinham visto, até que o Filho do Homem ressuscitasse. Eles obedeceram à ordem,
mas discutiram entre si sobre o que queria dizer essa ressurreição.
www.paulinas.org.br/diafeliz
Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Tenho sido insistente em anunciar que precisamos vencer algumas
barreiras. Algumas pessoas, que por ventura se encontram num estágio razoável
ou maior de espiritualidade e amadurecimento cristão, precisaram estar alerta a
influência da inércia sobre esse crescimento.
Uma reflexão e uma analogia:
Grandes alpinistas, ao tentar escalar o Everest, precisam entender que o
topo só será alcançado, mediante as paradas que existem. Ninguém até hoje, saiu
da base ao cume sem fazer essas paradas. Precisamos ter essa verdade: O estágio
seguinte só será vencido com certas adaptações. O próprio corpo precisa de um
tempo para se adaptar.
Escalar o Everest precisou primeiro de uma vontade, é o que chamam de
“vontade de conversão individual”, ou seja, eu preciso querer mudar. A cada
passo dado teremos que enfrentar os problemas e tribulações de cada fase e
rapidamente se adaptar. O tempo pertence a Deus, portanto a adaptação, ou a
conversão é dada a cada dia e dia após dia. Como o Dunga prefere chamar: Um
PHN.
Somos muitos, e ao mesmo tempo, e talvez de formas e métodos diferentes
(pastorais, movimentos, ministérios) a tentar escalar esse Everest chamado
Santidade. Somos, portanto como os alpinistas a deixar os pinos de segurança
para que outros consigam ir por onde já passamos e às vezes deixar de subir,
por um instante para resgatar algum outro que escorrega ou toma o caminho mais
perigoso da escalada.
Toda essa reflexão é para não cairmos na tentação de querermos ficar e
montar tendas, pois aqui “esta muito bom”. Precisamos descer do monte e encarar
que pessoas precisam de nós e às vezes o comodismo no faz ficar esperando por
elas. Continuo a afirmar na minha crença que o bom pastor trás suas ovelhas,
mas Ele antes de partir nos deu a missão de levar a boa nova a todo.
Graças a Deus não sou o único a sentir isso em meu coração.
“(…) Caríssimos Presbíteros, nós, pastores, nos tempos de hoje, somos
chamados com urgência à missão, seja “ad gentes”, seja nas regiões dos países
cristãos, onde tantos batizados afastaram-se da participação em nossas
comunidades ou, até mesmo, perderam a fé. Não podemos ter medo nem permanecer
quietos em casa. O Senhor disse a seus discípulos: “Por que tendes medo, homens
fracos na fé?” (Mt 8, 26). “Não se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do
alqueire, mas no candeeiro, para que ilumine a todos os que estão na casa”
(5,15). “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15).
“Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt
28,20). Não lançaremos a semente da Palavra de Deus apenas da janela de nossa
casa paroquial, mas sairemos ao campo aberto da nossa sociedade, a começar
pelos pobres, para chegar também a todas as camadas e instituições sociais.
Iremos visitar as famílias, todas as pessoas, principalmente os batizados que
se afastaram. Nosso povo quer sentir a proximidade da sua Igreja. Faremo-lo,
indo à nossa sociedade com alegria e entusiasmo, certos da presença do Senhor
conosco na missão e certos de que Ele baterá à porta dos corações aos quais O
anunciarmos”. (Cardeal Cláudio Hummes – Arcebispo Emérito de São Paulo Fonte:
Canção Nova 04/08/09)
Esse pedido aos padres (presbíteros) foi reiterado por Dom Alberto no
congresso da RCC a TODOS nós. Essa é a beleza de nossa igreja: um mover do
Espírito para todos. Não somos convidados a viver uma direção diferente do que
nossa igreja pede se assim o fizermos, corremos o risco de escalar o Everest
sem ajuda, sem oxigênio… Algumas pastorais e movimentos sumiram ou deixaram de
acontecer pela subida sem oxigênio; por lideranças com boas intenções, mas com
pouca humildade na bagagem.
Precisamos respeitar o tempo, a direção, a vontade de Deus. As vezes um
tempo parado, pode significar amadurecimento para o próximo estagio a escalada.
Continuemos subindo em busca do cume (santidade)… Mas talvez algumas etapas
do trajeto não aconteçam sozinhas, que talvez a caminhada só seja concluída
cercada de outras pessoas. Um fato: o passo mais difícil até o cume é o
abandono de si mesmo.
“(…) Em seguida, convocando a multidão juntamente com os seus
discípulos, disse-lhes: Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome
a sua cruz e siga-me. Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas o
que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á. Pois que
aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida?”
(Marcos 8, 34-36)
Um imenso abraço fraterno.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Por que sofremos quando amamos? - Pe. Fábio de Melo
https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=wnAHVTu6s6s&feature=emb_logo
MOMENTO DE REFLEXÃO
Ela se chamava Mega e tinha uma chefe terrível. Quando Mega chegava pela
manhã e falava "bom dia", a chefe respondia com uma pergunta:
- Por que não chegou mais cedo?
Se chegasse antes da hora, a chefe não estava lá, mas ficava sabendo e
lhe perguntava se ela não sabia qual o horário do expediente, mesmo depois de
trabalhar ali há tantos anos. Era uma mulher má, implicava com tudo, até que um
dia Mega se cansou e decidiu se demitir:
- Vou sair, mas antes vou dizer tudo o que tenho vontade.
Exatamente naquele dia ela estava almoçando quando encontrou a Dra.
Casarjian que a convidou para assistir a um treinamento, naquela tarde ao que
ela respondeu:
- Não posso, tenho expediente a cumprir.
- E por que não?
Mega falou sobre a chefe que vivia implicando com ela e a Dra. Casarjian
lembrou que pior a situação não poderia ficar, além do que, se a chefe lhe
desse uma bronca por faltar ao trabalho, naquela tarde, ao menos teria motivo.
Mega lembrou que no dia seguinte iria se demitir, por isso resolveu ir
ao encontro. Ali ouviu referências a respeito do perdão. A Dra começou a
palestra:
- O perdão é bom para você... Se você perdoar alguém que o ofendeu ele
continua do mesmo jeito mas você se sentirá bem. Se você perdoar o mentiroso,
ele continuará mentiroso mas você não se sentirá mal por causa das mentiras
dele.
Ao final do treinamento, Mega concluiu que a sua chefe estava muito
doente e tirou a chefe da cabeça e tomou uma resolução:
- Não vou deixar que ela me atormente mais. E nem vou abandonar o
trabalho que eu gosto.
No dia seguinte, Mega chegou e cumprimentou sua Chefe:
- Olá.
A chefe foi logo lhe perguntando o que tinha acontecido. Ela estava
diferente. Mega falou que havia participado de um treinamento e que estava bem
consigo mesma e até convidou a chefe para tomar chá, ao final da tarde.... a
reação veio logo:
- Você está me convidando só para eu não reclamar de você?
Mega calmamente lhe respondeu:
- Pode reclamar, até mandar descontar as minhas horas. Mas eu insisto no
chá.
E foram. Durante o chá, a chefe falou da sua surpresa em ter sido
convidada para aquele chá. Ela sabia que era intratável... também falou da sua
emoção... nunca ninguém a convidara para um lanche, um café e acabou por falar
das suas dores. O marido lhe batia, o filho vivia no mundo das drogas. Por isso
ela odiava as pessoas... era infeliz e agredia.
Semanas depois, era a própria chefe que comparecia ao novo treinamento
da Dra. Casarjian a respeito do perdão.
Perdoar é libertar-se. Quando alguém nos agride é porque este alguém
está a um passo do desequilíbrio e não pode nem imaginar o quanto se encontra
enfermo.
Sem dúvida, a felicidade pertence sempre àquele que pode oferecer, que a
possui para dar. Nosso maior exemplo é Jesus... poderia ter reagido às
agressões, mas preferiu perdoar e amar, por saber que aqueles que o afligiam
eram espíritos atormentados em si mesmos... por essa razão, dignos de perdão.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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