Segunda-feira,
15 de fevereiro de 2021
"A
pior calamidade para a humanidade não é a guerra ou o terremoto. É viver sem
Deus. Quando Deus não existe, se admite tudo. Se a lei permite o aborto e a
eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra!" (Madre Tereza)
EVANGELHO DE
HOJE
Mc 8,11-13
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos
— Glória a
vós, Senhor!
Alguns
fariseus chegaram e começaram a falar com Jesus. Eles queriam conseguir alguma prova
contra ele e por isso pediram que ele fizesse um milagre para mostrar que o seu
poder vinha mesmo de Deus. Jesus deu um grande suspiro e disse:
- Por que
as pessoas de hoje pedem um milagre? Eu afirmo a vocês que isto é verdade:
nenhum milagre será feito para estas pessoas.
Então
Jesus foi embora. Ele subiu no barco e voltou para o lado leste do lago.
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Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Sinais? Que mais sinais e milagres esses homens ainda precisavam ver
para crer?
O suspiro dado pelo Senhor revela o lado humano de Deus. O próprio
milagre encarnado a sua frente e os fariseus preocupados com milagres. É duro,
mas somos assim também. É definitivamente impossível agradar o ser humano.
Os fariseus não queriam mais um profeta a denunciar suas mazelas, mas
talvez aceitariam o milagreiro. A presença de Jesus trazia certo desconforto
àqueles que já tinham se acostumado com regalias, bajulações e a acobertações
dos seus erros. Esses mesmos homens que viam Jesus como um problema eram os
mesmos que frequentavam os templos a procura do cumprimento da palavra de Deus
em suas vidas. Eram homens vividos, inteligentes, bem sucedidos, mas não
conheciam a Deus.
Outro ponto: É intrigante tentar entender o comportamento humano de
Cristo.
Tentemos compreender alguém, que por ser Deus conhecia as nossas
aflições e angustias, mas nunca as havia vivido na pele e como afirma Augusto
Cury: “Enxergava as nossas lágrimas, mas nunca as tinha chorado”. Se fez humano
para talvez senti-las. Jesus sabia o teor do coração daqueles que o indagavam.
Talvez visse neles grandes potenciais a serem explorados, esperança, alegria,
pois ninguém é ruim por completo. Somos vítimas de boas ou más escolhas que
fazemos. Sim! De opção própria, nos entregamos a busca de coisas de menor valor
espiritual e maior material. Como então não suspirar de decepção com esse fato?
“(…) Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo
está entronizado à direita de Deus; CUIDAI DAS COISAS DO ALTO, não do que é da
terra. Pois morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando
Cristo, vossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com
ele, cheios de glória”. (Colossensses 3, 1-4)
O Senhor sabia das coisas belas que poderia compartilhar conosco se
quiséssemos, mas as necessidades e interesses mais imediatos os cegavam e ainda
nos cegam. Todo aquele tesouro a disposição dos que compartilhavam da sua
presença, trocado por um milagre.
Esse mesmo autor nos revela as características mais marcantes desse Deus
feito homem. As possuía e desejava que buscássemos.
“(…) Na sua humanidade, escondem-se as coisas mais belas e de que mais
necessitamos: a paciência, a tolerância, a capacidade de superação do medo, a
singeleza, domínio próprio, o diálogo aberto, a capacidade de contemplação do
belo nas pequenas coisas. A fantástica noticia é que apóstolo Paulo comenta que
todas essas características podem ser comunicadas ao homem através do Espírito
Santo. O homem frágil e débil pode ter acesso à natureza de Deus. Pode ser
comum por fora, mas especial por dentro”. (Augusto Cury)
Como o próprio texto em destaque cita, eles devem ser buscados.
Outro ponto: Estamos em ano eleitoral. Quantos serão levados a votar
nesse ou naquele candidato por interesse de outro? Sim! Interesses. Somos
movidos por eles, se são justos ou não ai cabe a reflexão.
Na promessa de algum privilégio ou promessa cumprida do candidato “A”
que às vezes já tem toda uma escola de facilitações, injustiças, desvios de
conduta, (…); arrebanho o maior número de amigos e conhecidos para que votem
nele. Omito que no fundo o grande beneficiado serei eu mesmo, e ainda justifico
que isso é normal, comum,… Quem é que perde com essa nossa opção? Conseguimos
dormir bem logrando êxito sobre a desgraça anunciada sobre outros?
Pode até parecer que os pontos citados não se casam, mas
convenientemente, eles são bem atuais. A Campanha da Fraternidade que esta pra
se iniciar pergunta: Como posso eu SERVIR A DEUS E AO DINHEIRO? Como posso
tocar as coisas que são eternas por coisas que seu valor é transitório e
temporal?
Sim, Ele disse que veio para que tivéssemos vida em abundancia (João 10,
10), mas também abandonou de mãos vazias os poderosos, os que escondem seus
interesses, os gananciosos, invejosos. Enalteceu os humildes, se revelou aos
puros de coração, curou quem o tocou, mudou e muda até hoje, a vida de quem
acredita em seus valores; se rendeu ao pedido depositado nas duas moedas de uma
viúva; e viu dentro do coração de um centurião a maior prova que podemos mudar
mesmo em um sistema já corrompido.
“(…) Respondeu o centurião: Senhor, eu não sou digno de que entreis em
minha casa. Dizei uma só palavra e meu servo será curado” (Mateus
Um imenso abraço fraterno!
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
Dê valor ao que você tem
Conheço pessoas que não têm sucesso simplesmente porque não dão valor
àquilo que já têm. Vivem pensando no que não tem e muitas vezes esse sentimento
é carregado de uma das maiores armadilhas para o sucesso: a inveja.
São pessoas que não valorizam sua saúde, a casa em que moram, os filhos
que têm, a esposa ou o marido com quem se casaram, o emprego que possuem, o
país em que residem, etc. Nada é realmente bom. Bom é sempre o que os outros
possuem. Sentem-se infelizes.
Conheço pessoas que reclamam de coisas absolutamente normais da vida.
Outro dia uma delas reclamou que seu patrão era muito exigente. Outra me disse
que sua casa sempre estava precisando de reparos. Teve quem dissesse que o
trânsito estava muito difícil e que se cansava de dirigir da casa para o
trabalho todos os dias. Outra ainda me falou que estava com dores nos joelhos
porque estava muito gorda e assim por diante. Pergunto: isso não são coisas
normais da vida? Será que essas pessoas pensaram: “ainda bem que tenho um
emprego e um chefe exigente”, “graças a Deus tenho uma casa para morar”, “ainda
bem que tenho um carro para ir trabalhar”, “estou gorda porque tenho fartura de
alimento”?
Sei que os leitores me dirão que
sou a favor de fazer o “jogo do contente” da Pollyanna. Que sou uma “Alice no
País das Maravilhas” ou ainda que sou um alienado porque não tenho problemas.
Isso tudo não é verdade. A verdade é que temos que aprender a dar valor ao que
temos: à saúde, à família, aos filhos, etc. A dar valor ao pouco que temos.
Quanto mais dermos valor, mais seremos motivados a cuidar desses verdadeiros
presentes, pois nem todos têm o que temos e sempre haverá pessoas em situações
muito mais difíceis do que a nossa, em qualquer sentido.
Conheço empresas que não dão valor aos clientes que possuem e reclamam
deles o tempo todo. Da mesma forma agem com fornecedores e representantes. Não
conseguem ter gratidão pelo que já possuem e não buscam com serenidade melhorar
os aspectos positivos daquilo que possuem e daqueles com quem convivem.
Assim, em vez de reclamar de
tudo, faça um bom exame de consciência e veja quantas coisas boas você tem.
Aproveite e veja o quanto os outros não têm. Não olhe somente para quem tem
mais. Olhe para quem tem menos e agradeça, valorize, preze e cuide de tudo o
que você tem e de todos com quem convive.
Pense nisso. Sucesso!
MOMENTO DE REFLEXÃO
- Bom dia, como tá a alegria?,
diz Dona Francisca, minha faxineira, rezadeira, que acaba de chegar.
- Antes de dar uma benzida na
casa, deixa eu te dar um abraço que preste! e ela me apertou.
Na matemática de dona
Francisca, "quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos
manter vivos; 12 fazem a vida prosperar".
Falando nisso, "vida
nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada".
Já ouviu falar em toxinas da
casa? Pois são:
- objetos que você não usa;
- roupas que você não gosta ou
não usa há um ano;
- coisas feias;
- coisas quebradas, lascadas ou
rachadas;
- velhas cartas, bilhetes;
- plantas mortas ou doentes;
- recibos/jornais/revistas,
antigos;
- remédios vencidos;
- meias velhas, furadas;
sapatos estragados...
Ufa, que peso! "O que está
fora está dentro e isso afeta a saúde", aprendi com dona Francisca.
- Saúde é o que interessa. O
resto não tem pressa!, ela diz, enquanto me ajuda a “destralhar”, ou liberar as
tralhas da casa...
O 'destralhamento' é a forma
mais rápida de transformar a vida e ajuda as outras eventuais terapias.
Com o destralhamento:
- A saúde melhora;
- A criatividade cresce;
- Os relacionamentos se
aprimoram...
É comum se sentir:
- cansado, deprimido,
- desanimado, em um ambiente
cheio de entulho, pois "existem fios
invisíveis que nos ligam a tudo
aquilo que possuímos".
Outros possíveis efeitos do
"acúmulo e da bagunça":
- sentir-se desorganizado;
- fracassado;
- limitado;
- aumento de peso;
- apegado ao passado...
No porão e no sótão, as tralhas
viram sobrecarga;
Na entrada, restringem o fluxo
da vida;
Empilhadas no chão, nos puxam
para baixo;
Acima de nós, são dores de
cabeça;
Sob a cama, poluem o sono.
Perguntinhas úteis na hora de
destralhar-se:
- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo
hoje?
- O que vou sentir ao liberar
isto?
...e vá fazendo pilhas
separadas...
- Para doar!
- Para jogar fora!
Para destralhar mais:
- livre-se de barulhos,
- das luzes fortes,
e também...
- libere mágoas,
- pare de fumar,
- diminua o uso da carne,
- termine projetos inacabados.
"Se deixas sair o que está
em ti, o que deixas sair te salvará...
Se não deixas sair o que está
em ti, o que não deixas sair te destruirá",
"Acumular nos dá a
sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente", diz a
sabedoria oriental.
O Ocidente resiste a essa idéia
e, assim, perde contato com o sagrado
instante presente.
Dona Francisca me conta que:
"as frutas nascem azedas e no pé, vão
ficando docinhas com o
tempo"... a gente deveria ser assim, ela diz.
- Destralhar ajuda a adocicar.
Se os sábios concordam, quem
sou eu para discordar...
Texto:
Carlos Solano
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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