Segunda-feira, 08 de fevereiro de 2021
“Não há
espelho que melhor reflita a imagem do homem do que sua palavras.” (Luís Vives)
EVANGELHO DE
HOJE
Mc 6,53-56
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos
— Glória a
vós, Senhor!
Naquele
tempo, 53tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia,
chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54Logo que desceram da barca, as
pessoas imediatamente reconheceram Jesus. 55Percorrendo toda aquela região,
levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que
Jesus estava.
56E, nos
povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e
pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra de sua veste. E todos quantos o
tocavam ficavam curados.35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se
levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à
procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te
procurando”. 38Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da
redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. 39E andava
por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.
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Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR
E todos quantos o tocavam ficavam curados.
Este Evangelho é um resumo da atividade curativa de Jesus em Genesaré e
na redondeza. Logo que desembarcaram, as pessoas o reconheceram e procuravam,
inclusive “levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam
falar que Jesus estava. E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam,
colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra da
sua veste. E todos quantos o tocavam ficavam curados”.
Junto com a cura física, Jesus costumava dizer também: “Os teus pecados
estão perdoados”. Mais que doenças, Jesus curava doentes. A saúde espiritual
influi na física, e igualmente a doença espiritual influi na física. Por isso,
Jesus curava as duas. Morrer sabemos que todo mundo vai; mas que isso aconteça
na paz, uma paz integrada e envolvente da pessoa toda. Há muitos e muitas que
morrem sorrindo, e assim ficam durante todo o velório, até a sepultura! A graça
de Deus é mais forte que o corpo, que o espírito, que tudo; nada a derruba.
Na Igreja Primitiva, o fascínio da graça atingia até os familiares e
amigos, que colocavam na cabeça do defunto uma coroa de louro, a mesma que, nas
Olimpíadas, era colocada no atleta vencedor.
Apesar dos avanços da medicina, quando uma doença calamitosa chega a ser
vencida, já surgiram outras novas e desconhecidas. A saúde e a vida continuam o
continuarão a ser dom de Deus. Como é sublime a pastoral da saúde que as nossas
Comunidades exercem! Quantas vezes, após uma breve visita, o doente muda
completamente de fisionomia. Entendeu o mistério da vida, da doença e da graça
de Deus que está acima de tudo.
Várias vezes, Jesus relacionou a cura de doenças com a vinda do Reino de
Deus. As curas eram equiparadas ao anúncio do Evangelho. “Jesus convocou os
Doze e deu-lhes poder e autoridade sobre todos os doentes e para curar doenças.
Ele os enviou para anunciar o Reino de Deus e curar os enfermos” (Lc 9,1-2).
Vamos nós também procurar tocar em Jesus, recebendo a Eucaristia,
participando da Comunidade, ou aproximando-nos daqueles com os quais Jesus se
identificou: os que têm fome, os doentes... (Cf Mt 25,31ss). Tocar em Jesus
para nós é acreditar na sua presença continuada no mundo. A fé é um encontro
pessoal com Deus, do qual Jesus é o sacramento visível a nós.
Certa vez, uma mulher procurou o padre para conversar. E começou a
contar os seus problemas: com o marido, com os filhos, dificuldades
financeiras, doenças...
Depois de um bom tempo, o padre cortou um pouquinho a conversa e disse:
“Filha, até agora você relatou a ação do anjo mau na sua casa; fale agora da
ação de Deus na sua vida! Certamente ele vai gostar muito”.
Aquela senhora caiu em si e percebeu o seu erro. Dali para frente, as
suas conversas giravam em torno de coisas positivas, de bênçãos de Deus que ela
recebia.
Maria Santíssima tem um cuidado especial pelos seus filhos e filhas
enfermos. Basta visitar Lourdes, Aparecida e outros santuários marianos, para
comprovar isso. Mãe dos doentes, rogai por nós!
E todos quantos o tocavam ficavam curados.
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
Dá gosto trabalhar com ele
Escrito por Luiz Marins
Almoçando no refeitório de uma indústria, ouvi um grupo comentando sobre
um colega de trabalho, na verdade um supervisor de turno. Fiquei impressionado
ao ver que todos tinham por ele uma consideração muito grande. Curioso para
saber os motivos de tantas opiniões positivas, perguntei o que tanto aquela
pessoa (que estava ausente da mesa) fazia para que fosse tão querida.
Todos, sem muito pensar, disseram: “dá gosto trabalhar com ele!” E eu,
insisti em querer saber os motivos concretos que faziam dele, esse colega tão
especial. E eles começaram a enumerar as coisas simples e altamente eficazes
que ele fazia - e que eu fiz questão de anotar:
• Ele está sempre pronto a colaborar, participar, dar ideias;
• Tudo o que ele faz é detalhadamente bem feito;
• Ele é educado. Agradece o tempo todo quem faz alguma coisa;
• Ele está sempre elogiando alguém, dizendo alguma coisa boa para as
pessoas;
• Nunca vi ele reclamar da vida, disse um deles com a confirmação dos
demais;
• Ele segue as normas e procedimentos sem criar caso e sem complicar;
• E outra vez: “Dá gosto trabalhar com ele!”
Após o almoço conversei com várias pessoas sobre esse mesmo supervisor e
as opiniões eram sempre as mesmas: dá gosto trabalhar com ele!
Muita gente me dirá que essa pessoa não existe. Uma pessoa assim só
mesmo em filme de ficção. Mas o melhor de tudo é que ela existe, tem nome,
sobrenome e endereço e ao conversar com ela pude constatar ser uma pessoa
realmente simples, equilibrada, agradecida, comprometida e se dizendo sempre
muito feliz por acreditar que tinha como missão servir, atender, ajudar, fazer
as pessoas serem melhores e mais felizes.
Quantas pessoas assim você conhece? E será que de nós alguém diria “dá
gosto trabalhar com ele(a)”?
Pense nisso. Sucesso!
MOMENTO DE REFLEXÃO
Quando recebemos um convite
para um aniversário, um casamento, a primeira preocupação, quase sempre, é: O
que oferecerei como presente?
E ficamos a pensar o que será
mais adequado, mais bonito, mais precioso, mais agradável.
Assim, consultamos catálogos,
sites, visitamos lojas, verificamos preços. Afinal, o presente deve ser muito
bom, mas deve caber no nosso orçamento.
Será que a pessoa apreciará o
que escolhemos? Estará do seu gosto?
É sempre um grande dilema.
Uma coisa é certa: não importa o tipo, o
tamanho, a qualidade do presente. O mais importante é a intenção de quem dá e a
gratidão de quem recebe.
Assim aconteceu com Rita. Ela estava envolvida
nos preparativos do casamento da filha. Eram tantas providências: o salão para
a festa, a decoração, os músicos, o cerimonial, o bolo, as bebidas...
Dois dias antes do casamento, ela estava
revendo detalhes no salão onde seriam recepcionados os convidados, quando viu um
senhor espreitando à porta.
Ela o cumprimentou e logo
percebeu que era um solitário desejando conversar. Ele contou que, em criança, sofrera um
acidente, batera com a cabeça e por isso, passara sua vida num asilo.
Encontrava-se, por um período,
em casa de um irmão e estava passeando antes do jantar. Quis saber o que é que
iria acontecer no salão e, ante a notícia do casamento, perguntou se poderia
vir dar uma espiada na festa.
Rita o convidou para a
recepção.
Chegou o grande dia. No salão,
a cerimônia, a música, o corte do bolo da noiva, risos, danças.
Então, alguém veio dizer a Rita
que um cavalheiro estava na entrada e desejava lhe falar.
Era o homem solitário. Estava
impecavelmente arrumado, mas tímido. Não desejou entrar. Rita foi buscar um
pedaço do bolo da noiva e lhe entregou.
Ele ficou comovido e lhe deu um
presente: É para a noiva, disse com orgulho.
Tratava-se de um pacote
pequeno, mal embrulhado com papel pardo, atado com um barbante.
Ele se foi e Rita colocou o
presente junto a outros tantos.
Após a recepção, já em casa, ela principiou a
anotar, com detalhes, cada um dos presentes e quem o tinha oferecido.
Quando chegou no pequeno
embrulho, o abriu. Era uma pequena leiteira branca, de louça, dessas bem
simples, que se usam em hospitais e em asilos.
Então Rita chorou. Chorou pela
felicidade da sua filha e pela solidão daquele homem, que passara a maior parte
da sua vida numa casa para doentes mentais.
Chorou pelo gesto de amor
daquele estranho. E, na lista, escreveu: Uma leiterinha – Sr. Fulano, Asilo
Tal.
Mais tarde, quando sua filha arrumou a casa,
dispôs os presentes, colocou a leiterinha em destaque, no meio de outras lindas
peças de prata.
Ela se comovera com a dádiva
daquele homem. Era um presente especial, de um mundo solitário para um outro de
esperança.
Um testemunho de amor de uma
vida para outra.
Feliz é quem sabe ser grato ao que recebe, com
a certeza de que a pessoa que o escolheu, comprou, embrulhou e lhe ofereceu
aquele objeto com toda sua afeição.
Por isso, todo presente é
sempre muito especial. Ele é mensageiro do afeto de alguém. Muito próximo de
nós ou simples conhecido, esse alguém despendeu seus pensamentos, seu tempo
para nos agraciar com um mimo.
Pensemos nisso
Do artigo
Testemunho de amor, de Rita Du Tot
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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