quarta-feira, 1 de maio de 2019

Terça-feira 28/05/2019

Terça-feira, 28 de maio de 2019

“As vezes Deus acalma a tempestade. As vezes acalma o marinheiro. Outras, Ele nos ensina a nadar.”



EVANGELHO DE HOJE
Jo 16,5-11

- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!


E agora vou para aquele que me enviou; e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais?
Antes, porque isto vos tenho dito, o vosso coração se encheu de tristeza.
Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.
E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.
Do pecado, porque não crêem em mim;
Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;
E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira

Por que Jesus teve que ir embora?

        Essa é uma pergunta que é respondida no Evangelho de hoje: "É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei." Agora eu vou um pouco mais além... E por que Jesus não podia ficar aqui, com os discípulos, e pedir para o Pai mandar o Espírito para eles? Vamos pensar um pouco a respeito disso...
        Durante os três anos que Jesus ensinou aos seus discípulos, Ele sempre foi o personagem principal, e os discípulos foram os "coadjuvantes". Era sempre Jesus quem estava no centro de todas as histórias, e quando os discípulos apareciam, era sempre para participar de algum episódio no qual Jesus era o centro das atenções.
        Isso colocava os discípulos numa "posição confortável". Na qual eles precisavam apenas aprender, observar, perguntar. Eram como alunos diante de um grande mestre. Eles tinham Jesus sempre do lado, para orientá-los passo-a-passo, e não deixá-los sair da linha. A grande responsabilidade era de Jesus... Eles só precisavam imitá-lo, segui-lo. E imitar é sempre mais fácil do que ser autêntico, original.
        Jesus ensinou aos seus discípulos como um verdadeiro mestre deve fazer: sem super-proteção. Disse a eles que iriam enfrentar muitas dificuldades, e que os deixaria sozinhos por um tempo, mas que enviaria o Espírito Santo, para defendê-los e inspirá-los em todos os momentos.
        Os discípulos precisariam entender que a partir daquele momento eles não veriam mais Jesus em carne e osso. E a partir dali, teriam que ser os "atores principais" de suas próprias histórias. É a MATURIDADE ESPIRITUAL que Jesus queria que eles alcançassem. É esta MATURIDADE ESPIRITUAL que Jesus quer de cada um de nós.
        Jesus quer nos preparar para receber o Espírito Santo, Aquele que vai nos dar o entendimento do que é certo e errado, e que nos vai dar forças para agir corretamente, principalmente nos momentos mais difíceis. Apenas com o Espírito Santo alcançaremos a MATURIDADE ESPIRITUAL. Por isso...

VEM, ESPÍRITO SANTO!!!


jailsonfisio@hotmail.com



COMPORTAMENTO

Se você está sempre com raiva, pare um pouco e leia este texto!
Giridhari Das


Raiva de justiceiro
Você está sempre com raiva? Você fica com raiva porque quer punir os outros por terem errado? Você está sentindo um senso irresistível de justiça e sente que cabe a você fazer do mundo um lugar melhor, corrigindo os erros dos outros? Talvez seja hora de reconsiderar seu papel no mundo e as táticas para uma vida melhor, ou mesmo um mundo melhor.
Da próxima vez que você ficar com raiva, pare e reflita sobre o que está por trás disso. Você está ficando com raiva porque o mundo é injusto? Alguém precisa ser corrigido? Alguém não se comportou como você pensa que “eles deveriam”?
A raiva no trânsito é um ótimo exemplo. Você leva uma fechada e fica zangado. Foi o ato em si? Apenas ter que desacelerar um pouco, ou se desviar? Provavelmente não. Dirigir é ajustar a velocidade e a posição do carro. Então, o que realmente o deixou com raiva? A injustiça disso! O “crime” cometido pelo motorista, que, em milissegundos, você julgou ser uma ameaça para os outros condutores, um incompetente e irresponsável. E num piscar de olhos, sua amígdala cerebral assume o controle, seu córtex está se desligando. Você não está mais no controle. Você não é mais um ser humano sadio. Você é agora uma fera enviada para punir o infrator. Você gesticula, grita e, em alguns casos, até parte para violência.
Você acha que está fazendo o certo, mas basicamente se faz de bobo, colocando a si mesmo e aos outros em perigo. E ainda por cima, não resolveu nada.
O mesmo vale para um chefe mal-comportado, alguém tomando seu lugar de estacionamento ou seu filho sendo indisciplinado. Não é o ato em si. É a necessidade de corrigir o mundo. É um grito de justiça!
Raiva, no entanto, nunca é a solução. Quando você está com raiva, você fica burro. É você em suas piores condições operacionais. Agir com raiva é bestial e os resultados podem ser francamente catastróficos. Mesmo se realmente lhe cabe corrigir o comportamento desviante, fazê-lo com raiva nunca é o caminho aconselhável. Mesmo para aquele cuja profissão envolve violência e/ou punição – como soldados, juízes, atletas de artes marciais e policiais – não se pode agir com raiva. Mesmo que o seu dever, seu dharma, envolva nocautear ou mesmo matar alguém, esta tarefa deve ser feita com a cabeça fria, em pleno controle de seus sentidos. Nunca com raiva.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Certa vez, um menino, com uma caixa de engraxate nas costas, apertou a campainha da casa paroquial. O padre veio e ele disse:
- “O senhor tem sapatos para engraxar?”
- “Não, filho, sou eu mesmo que engraxo os meus sapatos”.
E o padre começou a conversar com o garoto:
- “Onde você mora?” Era no bairro mais pobre da cidade.
- “Em que série você está, na escola?”
- “Eu não estou na escola, pois preciso ajudar em casa. O meu trabalho de engraxate é para isso”.
- “Você já foi à escola?
- “Nunca”.
- “Sabe ler e escrever?”
- “Não”.

Então o padre trouxe um par de sapatos para ele engraxar. Enquanto isso, a conversa continuava. No fim, o menino disse:
- “O senhor me dá uma Bíblia?”
- “Você quer Bíblia para quê, se não sabe ler?”
- “Mas padre, a Palavra de Deus não está na Bíblia? Eu não sei ler, mas abro a Bíblia, olho para ela com fé, e a Palavra de Deus entra pelos meus olhos e toma conta de mim”.
O padre trouxe uma Bíblia, deu ao garoto e disse, emocionado: “Muito obrigado, filho!”
“A Palavra de Deus é viva e eficaz. É mais cortante que uma espada de dois gumes” (Hb 4,12).







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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