quarta-feira, 1 de maio de 2019

Quarta-feira 08/05/2019

Quarta-feira, 08 de maio de 2019



“Na certeza que Deus cuida de mim, vou tomando meus cuidados.” (Pe. Fabio de Melo)





EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,35-40



- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!



Então Jesus declarou: "Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.
Mas, como eu lhes disse, vocês me viram, mas ainda não crêem.
Todo o que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei.
Pois desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou.
E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.
Porque a vontade de meu Pai é que todo o que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia".





Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR 

Esta é a vontade do meu Pai: toda pessoa que vê o Filho tenha a vida eterna.
Este Evangelho sublinha a vontade salvadora de Deus Pai, através do seu Filho. Ver Jesus é mais do que olhar fisicamente para ele, pois ele reclamou: “Vós me vistes, mas não acreditais”. Temos de vê-lo com coração aberto e com o desejo de segui-lo.
Assim como Jesus procurou ser fiel à vontade de Deus Pai sobre ele, fazendo tudo para que aqueles que o Pai lhe deu não se percam, nós também, como Igreja, fazemos de tudo para que não se perca nenhum daqueles que Jesus confiou a nós. E conseguimos isso recebendo e distribuindo a Eucaristia, que nos torna “outros Cristos” no mundo.
Quem pára de comungar, precisa pensar bem o que está acontecendo; será que o “agricultor” não está cortando o galho da videira, porque este galho não está produzindo frutos?
“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede.” Comungar é unir-se com Cristo numa aliança eterna, de vida e de ideais.
Duas vezes neste Evangelho Jesus fala que, se morrermos unidos com ele, ele vai nos ressuscitar no último dia, isto é, após a nossa morte. Esta é a vontade de Deus Pai: vivermos eternamente unidos com ele no céu. E é também, claro, a nossa vontade.

A Igreja faz a Eucaristia e a Eucaristia faz a Igreja. A Igreja faz a Eucaristia porque é o padre que, obedecendo a Jesus, preside à Missa na qual acontece a transubstanciação do pão e do vinho no corpo e sangue de Cristo. E a Eucaristia faz a Igreja porque a Eucaristia é a vida da Igreja. Ela faz na Igreja o que o alimento faz no nosso corpo. Uma Comunidade que não tem Missa nem Culto dominical, no qual se distribui a Comunhão, vai enfraquecendo cada vez mais até morrer.
Há uma grande diferença entre a Eucaristia e os outros seis sacramentos. Nestes recebemos a graça de Deus; na Eucaristia recebemos o próprio Deus. E Cristo nos vem com todas as graças, com toda a sua força e o seu amor. Nos outros sacramentos recebemos a força de Deus para determinadas situações concretas da nossa vida: Nascer (batismo), crescer (crisma), pecar (confissão), tornar-se padre (ordem), casar-se (matrimônio) e ficar doente (unção dos enfermos). Já na eucaristia é toda a vida cristã que é revigorada.
Havia, certa vez, um menino de oito anos que adorava ouvir o pai tocar violão. À noite, ele sempre levava o violão para o pai tocar. Na verdade, o pai não sabia tocar violão, apenas fazia alguns acordes.
Como o pai chegava sempre cansado em casa, um dia ele comprou para o filho um toca CD e lhe deu de presente, junto com vários CDs de grandes violonistas. Mas o garoto, em vez de ligar o toca discos, levava o violão para o pai tocar.
Numa noite, o pai lhe disse: “Filho, você não gosta de ouvir CD?” “Gosto” – respondeu o menino – mas eu quero ouvir o senhor tocar!”
Mais importante que o violão era a amizade com o pai, e os dois ficarem juntos. Como é bom ter Cristo junto conosco na Eucaristia! Nós dialogamos com ele, ficamos mais felizes e adquirimos forças para continuar a caminhada.
Maria Santíssima estava unida, não só ao seu Filho, mas também à santa Igreja que, após a ascensão de Jesus, reuniu-se no Cenáculo. Depois, obedecendo ao Filho, foi para a casa do evangelista João e lá participava da Comunidade cristã. Que ela nos ajude a amar mais a Eucaristia, o Cristo vivo no meio de nós, transformado em alimento.
Esta é a vontade do meu Pai: toda pessoa que vê o Filho tenha a vida eterna.





CURIOSIDADES


No Brasil, até o final dos anos 20, os jogos tinham tempos de apenas 40 minutos”, conta o jornalista esportivo Celso  Unzelte, estudioso da História do Futebol. De acordo com ele, apenas em 1930, com a primeira Copa do Mundo, todos os países adotaram a regra dos 90 minutos de jogo, estabelecida nos livros oficiais da FIFA – Federação Internacional de Futebol.



Apesar de ter convocado Maradona para alguns amistosos preparatórios, o técnico César Menotti resolveu, na última hora, tirá-lo da lista dos convocados para a Copa de 1978. Achava-o muito novo e imaturo (Maradona tinha apenas 17 anos).



Muitos goleiros jogam as Copas do Mundo com números diferentes do tradicional 1 porque algumas seleções preferem numerar seus jogadores pela ordem de inscrição, que obedece ao critério alfabético. Gilmar foi campeão do mundo em 1958 usando a camisa 3, mas foi um acidente: a CBD(antecessora da CBF) havia esquecido de relacionar a numeração das camisas e o Comitê Organizador e numerou os brasileiros aleatoriamente. Só Pelé deu sorte: acabou ficando com o 10.



A seleção do Brasil começou a usar o uniforme azul  porque na final da Copa de 1958, Brasil e Suécia usavam uniformes iguais. Por isso, houve um sorteio para decidir quem usaria o uniforme reserva. O Brasil perdeu o sorteio e deveria usar um uniforme azul. Só que as camisas não eram oficiais. Foram compradas em Estocolmo e depois bordados os números e os escudos. O chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, não perdeu a pose e disse aos jogadores: "Era isso que eu queria: jogar de azul. Nossa Senhora Aparecida está conosco". Azul é a cor do manto de Nossa Senhora. Como o Brasil venceu a final e conquistou seu primeiro título, o azul foi oficializado como uniforme número 2.



MOMENTO DE REFLEXÃO


Desde os primórdios dos tempos os animais são subjugados à condição de inferioridade pela raça humana, como se tivessem papel desprezível ou insignificante na vida, meros coadjuvantes no teatro das ambições, vaidades e espetáculos de almas aflitas, no palco das ilusões.
O  homem dominou a terra e dela fez a sua morada, com isso, pensa-se superior.

Derrubou árvores, mudou o curso de rios, criou lagos artificiais, modificando habitats de animais a seu bel-prazer, como se fossem senhores absolutos da vida, algozes de destinos sombrios para seus companheiros de jornada, alimentando a dor e a aflição de sua própria existência.
Durante milênios o ser humano se digladia em embates sangrentos, com objetivos de conquistas, apoderar-se daquilo que é de seu semelhante, almas agonizantes , ávidas de ambição, senhores do mundo, senhores da vida, senhores de sua própria... derrocada.
Esquece que nada nos pertence, apenas nos é emprestado nesta vida de aprendizados.
Os séculos atravessaram o tempo e a ganância referenda a destruição, modificando apenas o cenário, antes campos de batalha sob a força e égide de espadas e lanças para um cenário mais perigoso e destruidor de arsenais nucleares,  além da força mutilante das motosserras, devastando as florestas e  habitats.

O senhor do mundo caminha destruindo tudo à sua volta. A natureza, os animais e até os seus próprios irmãos são vítimas dos algozes da dor, um flagelo da alma.  O maior inimigo do ser humano é ele mesmo e ainda não atentou para tal fato, esquecendo que subjugar semelhantes, destruir a natureza, menosprezar os animais como sempre fizeram, formam a lâmina que cortará a cabeça deste senhor do mundo, afinal, o ódio às espécies sinaliza e pede passagem. O ser humano é o espelho de sua agonia, de sua mentira, arrogância e destruição.

A vida está repleta de senhores do mundo, donos do dinheiro, tiranos do poder, ambiciosos que só pensam em si, que destroem o que veem pela frente, subjugando todas as manifestações de vida a planos inferiores.
E o pior é que isso vem de séculos. Os infelizes animais sempre em segundo plano por causa da vaidade humana e tirania  dos senhores do mundo, os "superiores" que causam guerras, destruições, devastando o verde e considerando os animais como seres inferiores.
O homem ofende a sua própria alma que mergulha nos pântanos do desespero.
Em pouco mais de 200 anos, após a revolução industrial, chegamos a esta triste realidade do aquecimento global.
Os senhores do mundo  estão perdidos no desencanto, mergulhados na mentira, na farsa da superioridade, sufocando a vida, provocando a dor.  Quanta ilusão e desencanto , afinal, se fossem superiores não haveriam guerras nem a imperiosa  necessidade de discutir-se a questão climática, afinal, o homem atravessa milênios e continua com o mesmo defeito que destroi a sua alma: a soberba provocada pelo desconhecimento e razão da vida, esquecendo que aquele que  destroi a vida na Terra destroi a si mesmo.

Ainda há tempo para reverter a situação e ver a natureza como irmã, aproximar-se dela, tratá-la com respeito e ver nos animais a mesma igualdade, afinal, o que eleva a Deus é o sentimento de amor e o fulgor da simplicidade. O resto é obra da vaidade, da prepotência, da arrogância dos empedernidos que pensam ser superiores se não conseguem mudar o ritmo natural de uma folha que cai de uma árvore.
Se Deus concedeu-nos o discernimento, a inteligência para cumprir a vida na Terra, até hoje não soubemos usá-la como deveria ser.
Disse o Mestre Jesus:
 "Amai-os uns aos outros como Vos amei"!
A natureza, os animais, todas as manifestações de vida são o nosso próximo. E ainda não perceberam a verdade dos fatos.







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...



E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





Nenhum comentário:

Postar um comentário