Sexta-feira, 17 de
maio de 2019
“Nunca se esqueça
desses 3 tipos de pessoas: As que te AJUDAM em tempos difíceis. As que te
DEIXAM em tempos difíceis e as que te COLOCAM em tempos difíceis!”
EVANGELHO
DE HOJE
Jo 14,1-6
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo
teria dito. Vou preparar-vos lugar.
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos
levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.
Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como
podemos saber o caminho?
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém
vem ao Pai, senão por mim.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITAÇÃO
DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz
CSsR
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Este Evangelho é de fundamental importância para nós, porque nele Jesus
nos fala do céu. E, diante da pergunta do Apóstolo Tomé sobre qual é o caminho
para chegar, Jesus fala: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
Não é possível nós conhecermos a vida futura, pois é outra realidade
diferente da nossa, e os dois “mundos” – este nosso mundo material e o mundo
futuro – são incomunicáveis. Mas não precisamos nos preocupar com isso, porque
Jesus, que pertenceu a este mundo material, é o caminho para chegarmos ao
outro.
Essas três qualidades de Jesus – caminho, verdade e vida – estão
interligadas. Quem segue a Jesus (caminho), é porque acredita nele (verdade);
por isso recebe a vida em plenitude, a vida plenamente feliz e que nunca
termina.
O importante não é estar com Jesus, mas caminhar com ele. Também não
basta conhecê-lo, saber quem ele é, e acreditar nele; isso a maioria das
pessoas fazem: conhecem a Jesus e acreditam nele. O importante é segui-lo como
o nosso caminho.
Nesta caminhada com Jesus, se alguém pensar que já chegou é sinal que não
está no caminho dele, pois só chegaremos na hora da nossa morte. Neste vida,
somos sempre “caminheiros que marcham para o céu”.
Na parábola do fariseu e do publicano, o fariseu dizia: eu faço isso e
mais aquilo, foi reprovado porque pensava que era perfeito. Já o publicano que
batia no peito e dizia: “Meu Deus, tem compaixão de mim, que sou pecador!”
mostrou que estava com Deus e foi aprovado, porque se julgava “caminheiro”.
O caminho, que é Jesus, é vasto e abrangente. Passa pela vida de oração,
de Comunidade, pela vida em família, passa pela obediência aos mandamentos e
até pela participação política. É um caminho às vezes íngreme, mas possível e
doce como o mel.
"Aquele que ama conhece a Deus" (1Jo 4,7. Quem obedece aos
mandamentos – aqui resumidos na palavra amor – e segue Jesus como o seu
caminho, vai acabar conhecendo a Deus (verdade) e aurindo a sua vida, que é
inesgotável.
Tudo o que se diz no mundo, só é verdade se estiver de acordo com o que
Jesus viveu e ensinou. O resto é tudo mentira, falsidade e engano. Ele é a
verdade, não uma das verdades.
Jesus e o Pai são um só. Quem segue a Jesus recebe nasce de novo,
recebendo uma vida nova. É uma vida que vai crescendo sempre e não é
interrompida por nada, nem pela morte. Só o pecado pode interrompê-la.
Jesus falou várias vezes que a mentira leva à morte e a verdade leva à
vida. Portanto, é fácil saber onde está a verdade: é onde se promove protege a
vida, em seus vários níveis: vegetal, animal, humana e divina. E é fácil também
saber onde está a mentira: é onde se destrói a vida.
Quem tem Jesus como o seu caminho, verdade e vida, torna-se fonte de vida
para os outros. “Aproximemo-nos do Senhor, pedra viva... Do mesmo modo também
vós, como pedras vivas...” (1Pd 2,4). Jesus é a pedra viva da casa de Deus, e
quer que sejamos também.
“Quem acredita em mim, fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores,
porque eu vou para o Pai” (Jo 14,12). No entanto, sabemos que o caminho de
Jesus é um caminho de cruz. Ninguém consegue segui-lo, vivendo em sombra e água
fresca. Quanta gente busca Jesus fora da sua Igreja, porque quer entrar no céu
pela “porta larga”!
Quando Adão e Eva pecaram e foram expulsos do paraíso, a porta do paraíso
foi fechada, e ninguém mais conseguiu entrar. Jesus veio, tornou-se um de nós,
pagou por nós o pecado e entrou no paraíso. Por isso ele é o nosso único
caminho.
“Vou preparar um lugar para vós.” O céu é o nosso destino natural. Foi
para lá que Deus nos criou, e todos já temos lá o nosso lugar preparado por
Cristo. “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade”
(S. Paulo). Deus é nosso Pai amoroso, e nos quer todos eternamente junto dele
no céu.
“Eu vi um novo céu e uma nova terra... Então ouvi uma voz forte que
dizia: Esta é a morada de Deus com os homens. Ele enxugará toda lágrima dos
seus olhos. A morte não existirá e não haverá mais luto nem dor. E Deus disse:
Eis que faço novas todas as coisas. A quem tiver sede eu darei da fonte da água
viva. Esta será a herança do vencedor. Eu serei o seu Deus e ele será meu
filho. Em seguida eu vi a cidade santa, a Jerusalém celeste. Ela não precisa de
sol nem de lua que a iluminem, pois a glória de Deus é a sua luz e a sua
lâmpada é o Cordeiro. A sua porta não precisa ser fechada e nunca entrará nela
o que é impuro nem alguém que pratique a abominação e a mentira. Entrarão nela
somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro” (Cf Ap 21,1-27). E
o próprio Jesus falou: “Os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai” (Mt
13,43).
“Os sofrimentos do tempo presente não tem proporção com a glória que há
de ser revelada em nós. Toda a criação espera ansiosamente a revelação dos
filhos de Deus. Pois a criação foi sujeita ao que é vão e ilusório, não por seu
querer, mas por dependência daquele que a sujeitou. Também a própria criação
espera ser libertada da escravidão da corrupção, em vista da libertação que é a
glória dos filhos de Deus. Com efeito, sabemos que toda a criação, até o
presente, está gemendo como que em dores de parto, e não somente ela, mas
também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nosso íntimo,
esperando a condição filial, a redenção de nosso corpo. Aquilo que se tem diante
dos olhos não é objeto de esperança. Como se pode esperar o que está vendo? Mas
se esperamos o que não vemos, é porque aguardamos na perseverança” (Rm 8,18ss).
S. Paulo fala isso para nos animar na fidelidade a Deus em meio às lutas desta
vida.
“Tomé disse a Jesus: Senhor, nós não sabemos para onde vais.” Não sabemos
como é o céu, pois ele pertence ao mundo espiritual e nós estamos no mundo
material, e esses dois mundos são incomunicáveis. Mas não precisamos saber como
é o mundo futuro. Basta seguirmos a Jesus, que é o caminho para lá. “Para onde
eu vou, vós conheceis o caminho... Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
O céu, numa explicação simples, é a vida após a morte junto com Deus e
com a sua e nossa família que são os anjos e os santos. “Olhos humanos jamais
viram, nem ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu o que Deus
preparou para os que o amam” (1Cor 2,9).
Refletindo sobre as maravilhas que Deus preparou para nós no céu, S.
Paulo fala aos filipenses: “Para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro. Se,
continuando na vida corporal, eu posso produzir um trabalho fecundo, então já
não sei o que escolher. Estou num grande dilema: Por um lado, desejo
ardentemente partir para estar com Cristo, o que para mim é muito melhor. Por
outro lado, parece mais necessário para o vosso bem que eu continue a viver
neste mundo. Certo disso, sei que vou permanecer e continuar convosco, para o
vosso progresso e alegria da fé” (Fl 1,21-25). Nessa passagem, S. Paulo resume
o nosso sentimento diante da vida futura: Olhando para nós, seria melhor morrer
logo e ir para o céu. Mas, olhando para a nossa família e a nossa Comunidade, é
melhor permanecermos ainda um tempo na terra, para ajudá-los e para fazer o
bem. Mas isso são apenas sentimentos, porque a escolha não é nossa, e sim de
Deus. “A mim pertence a vida”, disse ele. Não escolhemos o dia de nascer, não
vamos escolher também o dia de morrer. Cabe a nós, cada dia que amanhece,
agradecer a Deus a graça de vermos novamente a luz do dia, e procurar viver bem
aquele dia.
“O Senhor dará nesta montanha um banquete de carnes gordas e vinhos
finos. Nesta montanha ele vai destruir o véu que envolvia os povos. Vai acabar
com a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces”
(Is 25,6-8). Essa referência ao banquete é uma comparação, pois no céu o nosso
corpo será glorificado e não precisaremos comer. O que o texto quer mostrar é
que o céu é um lugar muito gostoso. É como um banquete. Tudo o que é bom, feliz
e gostoso aqui na terra, existe lá no céu, e lá é muito melhor.
Se as coisas feitas por Deus neste mundo material, que é passageiro, são
tão sábias, belas e carregadas de amor, quanto mais o céu! “São vãs por
natureza todas essas pessoas nas quais não há o conhecimento de Deus.
Porquanto, partindo dos bens visíveis, não foram capazes de conhecer aquele que
é, nem tampouco, pela consideração das obras, chegar a conhecer o artífice” (Sb
13,1).
Certa vez, um homem perdeu um saco de moedas. Ele ficou desesperado e
percorreu a vizinhança toda dizendo: “Se alguém achar um saco de moedas, é
meu”.
Horas depois, um rapaz o procurou com o saco de moedas nas mãos. O homem
olhou e viu logo: é esse mesmo. E ele sabia quantas moedas havia dentro do
saco: quatrocentas moedas. Mas o homem pensou consigo: vou dizer que havia
quinhentas, assim fico livre de dar uma gorjeta para este moço.
Pegou o saco e disse: “Muito obrigado! Você encontrou o meu saco de
moedas! Vou contar para ver se estão todas aqui. Havia quinhentas moedas neste
saco”. Contou e só encontrou quatrocentas. Então disse ao rapaz: “Não há
problema. O importante é que você achou. Muito obrigado!” O rapaz saiu dali,
mas logo pensou: Passei por ladrão! O meu nome é limpo aqui no bairro, e logo
todo mundo vai ficar sabendo disso e pensar que fiquei com cem moedas!
Então foi ao juiz e expôs o caso. O juiz mandou chamar o homem que ficou
com o saco de moedas, e mandou que as trouxesse. O homem veio e o juiz lhe
perguntou: “Quantas moedas havia no saco que o senhor perdeu? Ela respondeu:
“Quinhentas”. “E quantas estavam neste saco que o rapaz lhe entregou?”
perguntou o juiz. Ele respondeu: “Quatrocentas”. “Então não é o seu” – disse o
juiz – “pode devolver ao moço o saco de moedas; quando aparecer o dono, ele o
entregará”.
Jesus é a verdade, e quem quer segui-lo deve também dizer sempre a
verdade. O mentiroso acaba se dando mal. O melhor é administrar bem as nossas
moedas aqui da terra para, com elas, ganhar a grande moeda que é o céu.
Que Maria Santíssima nos ajude a assumir o seu Filho como o nosso caminho,
verdade e vida. E, já que ela é a Rainha do céu, que nos ajude a chegar lá
também.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
CULINÁRIA
Bolinho de
Castanha-do-Pará
Ingredientes -
1 ovo
50g de açúcar (¼ xícara de chá)
50g castanha-do-pará triturada (½ xícara de chá)
20g de farinha de rosca (2 colheres de sopa)
Modo de Preparo –
Na batedeira, coloque 1 ovo, 50 g de açúcar e bata em velocidade alta até
ficar um creme claro e fofo (+/- 5 minutos).
Desligue a batedeira, adicione 50 g castanha-do-pará triturada, 20 g de
farinha de rosca e misture com uma colher de pau até formar uma massa
homogênea.
Distribua a massa em forminhas de empadinha untadas com manteiga e leve
ao forno preaquecido a 160° C por 25 minutos.
Retire do forno, deixe esfriar, desenforme e distribua a calda de mel e
limão.
Sirva com castanha do pará triturada e torrada.
Ingredientes - Calda de Mel com Limão
1 colher (sopa) de água
4 colheres (sopa) de mel
Raspas de limão taiti a gosto
Modo de Preparo - Calda de Mel com Limão
Numa panela pequena, em fogo baixo, coloque 1 colher (sopa) de água, 4
colheres (sopa) de mel e mexa por +/- 3 minutos. Apague o fogo, incorpore as
raspas de limão, deixe amornar e reserve.
Bolinho de Fubá
Ingredientes - Bolinho de Fubá
1kg de mandioca descascada e picada
300ml de leite
1/2l de água
100g de coco ralado seco sem açúcar
300g de açúcar
1 colher (chá) rasa de erva doce
4 colheres (sopa) de manteiga sem sal
1 colher (sopa) de óleo de coco
1/2 colher (café) rasa de sal
1 colher (sopa) de fermento químico em pó
1kg de fubá de arroz
200ml de leite de coco
Manteiga para untar
Modo de Preparo - Bolinho de Fubá
Aos poucos, coloque, em um liquidificador, a mandioca picada e bata bem
com a água e leite. Vá colocando na panela fora do fogo até bater toda
mandioca.
Depois, na panela, adicione coco ralado seco sem açúcar, açúcar, erva
doce, manteiga sem sal, óleo de coco, sal, fermento químico em pó, mexa bem no
fogo médio por 8 minutos - até fazer um purê e desligue o fogo.
Adicione o fubá de arroz e transfira a massa para um liquidificador e
bata bem.
Transfira para uma tigela, cubra com um pano limpo e seco e reserve por
12 horas. Depois deste tempo, adicione na massa o leite de coco e experimente a
massa caso esteja sem doce.
Coloque pequenas porções nas forminhas de empadinha untadas e leve ao
forno preaquecido a 180º C por 40 minutos
MOMENTO
DE REFLEXÃO
Certa vez, um jovem casal, recém casados, estava viajando a pé no meio de
uma floresta. Conforme o costume local, ele trazia um facão, preso à cintura
pela bainha.
Ao cair da tarde, veio uma tempestade fortíssima. Eram nuvens espessas,
fortes trovões, raios e muito vento. A moça estava com medo, apavorada.
Então o marido, que conhecia o amor dela por ele, tirou o facão da bainha
e o ergueu sobre a cabeça dela, como se fosse parti-la ao meio. A esposa ergueu
os olhos e, na maior calma, deu-lhe um belo sorriso.
Ele disse: “Por que você não fica com medo?” Ela respondeu: “Claro, eu
sei que você me ama e não vai fazer isso comigo”. O rapaz então explicou:
“Querida, Deus ama você muito mais do que eu. Por que então está com medo da
tempestade?”
Aí está a explicação por que os cristãos católicos são corajosos e são
felizes, mesmo diante dos maiores perigos: Confiam no amor de Deus. Está aí
também a explicação por que nós abraçamos uma vocação, mesmo sem conhecer os
detalhes do que iremos fazer ou enfrentar.
Como os Apóstolos, nós deixamos na praia a nossa barca e partimos,
felizes com
Jesus, sem saber direito nem para onde vamos. E no fim dá tudo certo.
Quem ama, arrisca, sem nem perceber que está arriscando, porque tem certeza da
proteção do amigo.
Jesus ridicularizou o homem rico, que colocava a sua segurança nos bens
materiais: “Tolo! Ainda nesta noite, tua vida te será retirada. Para quem
ficará o que acumulaste?” (Lc 12,20).
O melhor exemplo de resposta vocacional, depois de Jesus, temos em Maria
Santíssima. Ela foi muito além do que Deus lhe pedia: Eis aqui a escrava do
Senhor, faça de mim o que o Senhor quiser. Quer dizer: Não só isso aí, mas tudo
o mais que o Senhor quiser, eu faço. Que ela nos ajude a descobrir, abraçar e
perseverar na nossa vocação.
UM ABENÇOADO DIA
PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe guarde
serenamente
na palma de Suas
mãos.
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