Sexta-feira, 10 de maio de 2019
“Quem olha para fora sonha. Quem
olha para dentro desperta.”
EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,52-59
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!
Disputavam, pois,
os judeus entre si, dizendo: Como nos pode dar este a sua carne a comer?
Jesus, pois, lhes
disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do
homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.
Quem come a minha
carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último
dia.
Porque a minha
carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.
Quem come a minha
carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
Assim como o Pai,
que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também
viverá por mim.
Este é o pão que
desceu do céu; não é o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem
comer este pão viverá para sempre.
Ele disse estas
coisas na sinagoga, ensinando em Cafarnaum.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
E ao longo de anos
de caminhada dentro da comunidade ou da fé poderíamos um dia sentar e refletir
se todo empenho foi em vão. Motivados pelas discussões e desentendimentos que
sempre surgem quando vivemos em comunidade poderíamos ser tendenciosos na
resposta e assim fugir. Mas todo esforço vale a pena? Vale a pena se desgastar
por aqueles que zombam do Senhor e pelos outros que vivem em comunidade, mas
que não vivem para os outros?
É claro que valer a
pena ou não depende da avaliação individual de cada um, mas de certa forma,
apesar de tantos desembaraços e desentendimentos, vale a pena sim!
Repare esse texto
extraído do sínodo arquidiocesano de Cuiabá:
“(…) MAS, PARA O
VERDADEIRO DISCÍPULO DE CRISTO É IMPOSSÍVEL ESCONDER A FÉ. Um cristão pode ser
notado pela forma como ele pensa e como ele se comporta. É verdade, mas nem
sempre é assim. Nós também somos fracos e muitas vezes a nossa vida é um
contra-testemunho. Nem sempre as pessoas que nos conhecem notam que nós somos
cristãos. A gente nem sempre nota a presença de cristãos no nosso dia-a-dia:
educação, medicina, política, esporte, associação de bairro, acolhida dos
migrantes, meios de comunicação, sindicatos, cultura… tem coisa atrapalhando”!
(Documento conclusivo do Sínodo Arquidiocesano de Cuiabá § 63)
José Prado Flores,
um renomado leigo católico expõe num dos seus livros a possível reflexão de
Paulo de Tarso na prisão de Éfeso, capital grega da beleza e da estética.
Narra um Paulo
talvez pensativo, numa masmorra insalubre e sob a luz de velas, sujo e mal tratado,
enquanto lá em cima as pessoas vivem a beleza, o bom e o conforto. Pensando nos
longos vinte anos que já haviam se passado desde Damasco, do que abdicou, do
status que possuía, da vida que lhe era planejada, de mesmo ainda não ser visto
como apóstolo, (…) entre outras possíveis reflexões ele diz:
“(…) O MEU GRANDE
DESEJO E A MINHA ESPERANÇA SÃO DE NUNCA FALHAR NO MEU DEVER, para que, sempre e
agora ainda mais, eu tenha muita coragem. E assim, em tudo o que eu disser e
fizer, tanto na vida como na morte, eu poderei levar outros a reconhecerem a
grandeza, POIS PARA MIM VIVER É CRISTO, E MORRER É LUCRO. , mas se eu continuar
vivendo, poderei ainda fazer algum trabalho útil. Então não sei o que devo
escolher. Estou cercado pelos dois lados, pois quero muito deixar esta vida e
estar com Cristo, o que é bem melhor. PORÉM, POR CAUSA DE VOCÊS, É MUITO MAIS
NECESSÁRIO QUE EU CONTINUE A VIVER. E, como estou certo disso, sei que
continuarei vivendo e FICAREI COM TODOS VOCÊS PARA AJUDÁ-LOS A PROGREDIREM E A
TEREM A ALEGRIA QUE VEM DA FÉ”. (Filipenses 1, 20-25)
Sim! É duro, mas
animador.
Ser cristão carece
de vontade e destemor. Não existe ainda a possibilidade de viver a missão, como
diriam os jovens, “de boa”. Ser cristão carece de permanecer firmes as
pressões, principalmente da sociedade, hoje não mais de Éfeso, mas dela como
todo. Sei que às vezes, mesmo fazendo o melhor e as coisas certas possíveis
seremos volta e meia lançados numa masmorra de críticas, fofocas e ostracismo,
mas mesmo á luz de uma única luz de fé, mantenhamos confiantes e fieis ao
projeto de salvação, pois como disse Jesus: “(…) se vocês não comerem a carne
do Filho do Homem e não beberem o seu sangue, vocês não terão vida. Quem come a
minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no
último dia”.
Sem ter por que
lutar não temos vida! Arregacemos as mangas e continuemos.
Um imenso abraço fraterno!
CULINÁRIA
Biscoito
de sequilho
Ingredientes
3 colheres
margarina sem sal em temperatura ambiente
25ml leite
1 xícara açúcar
1 colher (café) sal
1 ovo
1 colher (sopa)
farinha de trigo
3 xícaras (chá)
fécula de mandioca (polvilho doce)
1 xícara e meia
(chá) coco
Modo
de Preparo
Numa tigela misture
a margarina sem sal em temperatura ambiente, o leite, o açúcar, o sal e o ovo.
Transfira a massa
para uma superfície lisa e vá amassando e adicionando a farinha de trigo, a
fécula de mandioca (polvilho doce) e o coco . Amasse bem até ficar no ponto de
enrolar.
OBS: Se a massa
ficar muito mole pode acrescentar mais um pouquinho de fécula
Pegue pequenas
porções da massa e enrole formando rolinhos na espessura de um dedo. Com o
auxílio de uma faca faça pequenas marcas nos rolinhos, para decorar. Corte no
tamanho que desejar e vá colocando numa assadeira untada com óleo e
enfarinhada. Se preferir, faça pequenas rosquinhas com os rolinhos e coloque-os
também na assadeira.
Leve para assar em
forno pré aquecido a 200 graus por 20 minutos até que estejam levemente
dourados.
Arroz
de Beterraba
Ingredientes -
Arroz de Beterraba
2 colheres (sopa)
de azeite
2 colheres (sopa)
de cebola picada
½ colher (chá) de
alho picado
½ xícara (chá) de
beterraba crua ralada fininha
Noz-moscada a gosto
Sal a gosto
Pimenta-do-reino
moída a gosto
3 xícaras (chá) de
arroz cozido
½ xícara (chá) de
beterraba assada em cubinhos
½ xícara (chá) de
queijo canastra meia cura ralado grosso
Modo de Preparo -
Arroz de Beterraba
Em uma panela em
fogo médio aquecida com azeite, coloque a cebola, o alho e doure levemente.
Adicione a beterraba ralada, refogue bem e tempere com noz moscada, sal e
pimenta-do-reino. Junte o arroz cozido e mexa delicadamente por +/- 2 minutos.
Acrescente a beterraba assada e em cubos, o queijo canastra meia cura, mexa,
apague o fogo e reserve.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Certa vez, um rei
morreu, e a família real pediu aos monges que ele fosse enterrado no cemitério
particular deles, que fica dentro do terreno do mosteiro, o qual é cercado de
muros.
O abade permitiu,
mas colocou uma condição: No momento em que ele atravessar o portão do
mosteiro, não será mais a sua majestade o rei, mas um simples defunto. E
explicou: Aqui todos os defuntos são iguais. A família concordou.
O portão era de
placas de ferro, totalmente fechadas, sem visão do outro lado.
Na hora do enterro,
um monge ficou esperando do lado de dentro. Quando o cortejo fúnebre chegou
junto ao portão, o general chefe do exército bateu. O monge perguntou, lá de
dentro: “Quem é?” O general respondeu: “É o corpo do nosso rei, fulano de tal”.
“Não o conheço”, respondeu o monge.
Veio o primeiro
ministro e disse: “Sr. monge, eu sou o primeiro ministro do reino. Trouxemos o
corpo do nosso digníssimo rei, fulano de tal, que ajudou tanto este mosteiro!”
O monge respondeu: “Não conheço”.
Diante do impasse,
foram falar com a rainha, que estava lá atrás, junto ao caixão. Foi ela que
havia combinado o enterro com o abade. A rainha disse: “Deixem, que eu sei por
quê”.
Aproximou-se do
portão, bateu e o monge perguntou, lá de dentro: “Quem é?” Ela disse: “É um
defunto para ser enterrado”. Na hora, o monge abriu o portão e iniciou a reza
do terço pela alma do falecido.
E o rei foi
enterrado da mesma forma em que sepultavam os monges falecidos, sem nenhuma
distinção.
“Lembra-te que és
pó, e ao pó hás de voltar”
Cf Gn 3,19).
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário