Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019
Apresentação de Nossa Senhora
“Todo
o amor não é mais do que um "eu" que transborda.’ (Guilherme de
Almeida)
EVANGELHO DE HOJE
Mt
12,46-50
— O
Senhor esteja convosco.
Ele
está no meio de nós!
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram
do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua
mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou
àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E,
estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos.
50Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu
irmão, minha irmã e minha mãe”.
Palavra
da salvação
Glória
a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Bem a frente desse momento, outra situação obrigou a Jesus
ter “um mesmo peso”. Todos devem lembrar quando dois dos seus discípulos
pediram para sentar-se um a sua direita e outro a sua esquerda e o Senhor
pacientemente os exortou a respeitar a divina escolha e ao divino tempo.
“(…) Nisso aproximou-se a mãe dos filhos de Zebedeu com seus
filhos e prostrou-se diante de Jesus para lhe fazer uma súplica. Perguntou-lhe
ele: Que queres? Ela respondeu: Ordena que estes meus dois filhos se sentem no
teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda. Jesus disse: Não sabeis o
que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu devo beber? Sim, disseram-lhe. De
fato, bebereis meu cálice. QUANTO, PORÉM, AO SENTAR-VOS À MINHA DIREITA OU À
MINHA ESQUERDA, ISTO NÃO DEPENDE DE MIM VO-LO CONCEDER. ESSES LUGARES CABEM
ÀQUELES AOS QUAIS MEU PAI OS RESERVOU”. (Mateus 20, 20-23)
Humano e ao mesmo divino, Jesus poderia privilegiar os seus,
mas deixava claro que sociedade esperava que nascesse após a divulgação pública
da Boa Nova: Uma sociedade justa e longe das prevaricações. Essa talvez tenha
sido uma das “bandeiras” defendidas por Jesus que mais incomodavam aos doutores
da lei: OS PRIVILÉGIOS!
Sem dúvida que o maior dos privilégios (ou quereres) a ser
enfrentado era o individual, pois por instinto, precisamos antes de tudo pensar
primeiro em nós e em seguida nos outros.
Esse ato humano e natural vem à tona no sofrimento do Senhor
no horto das oliveiras, mas a Sua missão divina o move a continuar focado no
caminho. Quem de nós pensaria primeiro nos outros em detrimento ao meu querer?
Jesus descarta o seu privilégio divino e se oferece por sua criatura.
Estudiosos, inclusive os mais céticos, afirmam que Jesus era divino visto que
andava na “contramão” do raciocínio lógico, fisiológico e psicológico que possuímos.
“(…) O olhar de Cristo esconde nas entrelinhas complexos
fenômenos intelectuais e uma delicadeza emocional. Mesmo no extremo da sua dor
ele se preocupava com a angústia dos outros, sendo capaz de romper o instinto
de preservação da vida e acolher e encorajar as pessoas, ainda que fosse com um
olhar… Quem é capaz de se preocupar com a dor dos outros no ápice da sua
própria dor? Se muitas vezes queremos que o mundo gravite em torno de nossas
necessidades quando estamos emocionalmente tranqüilos, imagine quando estamos
sofrendo, ameaçados, desesperados”. (Augusto Cury – Mestre dos mestres)
Nosso raciocínio lógico também se mostra convincente quando
ao sermos perseguidos optamos por desistir. Sim! Ninguém é obrigado a sofrer,
mas de que vale desistir sem lutar? Quais são os verdadeiros motivos que me
fazem continuar? Será que os motivos são tão pequenos que os tornam pequenos ao
ponto de serem descartáveis?
Evidente que existem coisas que superam nossas forças mas
muitos dos que desistem de algo foi por que entrou na luta pelos motivos
errados ou não acreditavam muito no que queriam. Por exemplo quando luto pra
ser chefe, por uma promoção E NÃO TENHO TER LASTRO, COMPETENCIA OU CONHECIMENTO
PARA TAL FUNÇÃO; quando quero ser reconhecido numa função que fica por “trás
das cortinas” e não no palco; quando quero aplausos pelo meu lindo canto ou
tapinhas nas costas por minha linda pregação, será que estou maduro para
entender que na verdade minha verdadeira função era passar desapercebido para
deixar que as pessoas vissem o Cristo e
não a mim?
Motivos justos nos motivam a perseverar, os “quereres” são
descartáveis. É claro e repito, que existe aquilo que esta além das nossas
forças, mas isso é um tema para outra reflexão
Quem por ventura exerce uma liderança profissional, social
ou comunitária, quais os motivos que o levaram a assumir essa função? Quem há
muitos anos “NÃO LARGA O OSSO” e não treina substitutos, o que desejas com
isso? Perpetuar-se? Isso se chama tirania e não democracia.
Em meio ao sofrimento do horto, das confusões, dos
desentendimentos, optaríamos em continuar? Jesus certa altura falou do peso dos
“fardos” e hoje a reflexão que ninguém terá tratamento diferenciado ou
privilegiado perante os olhos de Deus.
E por falar em diferenças…
Outra coisa que precisamos repensar é o tratamento desigual
que damos as pessoas em troca de interesses. Por que temos a triste mania de
tratar bem aqueles que tenho algum interesse e passar desapercebido o simples?
Será que a copeira não deve ter o mesmo tratamento do diretor?
Por estarmos num ambiente chamado igreja, deveríamos
entender que lá seria um dos poucos lugares no mundo onde não deveriam ter
diferenças de tratamento, pois para Deus somos todos iguais. O que doou cerveja
e refrigerante para a festa do padroeiro deveria ter o mesmo tratamento gentil
daquele que doa suas duas moedinhas no ofertório, pois o motivo que trouxe o
simples de coração a aquele local foi idêntico a mulher que enxugava os pés de
Jesus com os cabelos
“(…) Meus irmãos, na vossa fé em nosso glorioso Senhor Jesus
Cristo, guardai-vos de toda consideração de pessoas. Supondo que entre na vossa
reunião um homem com anel de ouro e ricos trajes, e entre também um pobre com
trajes gastos; se atenderdes ao que está magnificamente trajado, e lhe
disserdes: Senta-te aqui, neste lugar de honra, e disserdes ao pobre: Fica ali
de pé, ou: Senta-te aqui junto ao estrado dos meus pés, não é verdade que
fazeis distinção entre vós, e que sois juízes de pensamentos iníquos? Ouvi,
meus caríssimos irmãos: porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para
que fossem ricos na fé e herdeiros do Reino prometido por Deus aos que o amam?
Mas vós desprezastes o pobre! Não são porventura os ricos os que vos oprimem e
vos arrastam aos tribunais? “. (Tiago 2, 1-6)
Deixo ao fim a reflexão proposta pelo site da CNBB
“(…) Jesus não quer que nós sejamos seus servos, pois o amor
que ele tem por nós não permite isso. O apóstolo São João nos diz no seu
Evangelho que Jesus não chama os seus seguidores de servos, mas de amigos,
porque lhes revelou tudo o que o Pai lhe deu a conhecer. Mas no Evangelho de
hoje, Jesus vai mais além, ele nos mostra que quer que todos os que ele ama e o
amam sejam membros da sua família, participem da sua vida divina. Para demonstrar
o amor que temos por Jesus, não basta apenas afirmar o amor que se sente por
ele, é preciso ir além, é preciso conhecer e realizar a vontade do Pai. Somente
quem faz a vontade do Pai ama verdadeiramente a Jesus, torna-se membro da sua
família e participa da sua vida”.
Hoje é dia de nossa Senhora do Carmo. Dia legal para
reavivar as bênçãos sobre os escapulários. Um abraço fraterno todo especial ao
pessoal do nordeste que usa esse texto toda segunda feira no terço dos homens.
Viva Maria! Modelo de pessoa que pouco se importou em ter um
local de destaque, mas foi até o fim. Do anuncio do anjo até a ressurreição
passando pela dor do calvário e cruz ao ver seu filho sofrer, morrer e ser
glorificado. Que pena que não entendem a nossa admiração por essa mulher fantástica.
Um imenso abraço fraterno.
MUNDO ANIMAL
Como criar cão em condomínio
Fortaleza – Não há
nenhuma lei no País que proíba a criação de animais em apartamento. Mas decidir
manter cães ou gatos em imóveis de condomínio exige bom senso e destreza nas
regras da boa vizinhança. Mensalmente, a União Internacional Protetora dos
Animais (Uipa) recebe diversas reclamações de donos de cães ou síndicos. Alguns
casos vão parar no Juizado Especial. Porém, à luz da legislação em vigor no
Brasil, nenhum síndico pode proibir a criação de bichos de estimação no imóvel,
mas também nenhum proprietário tem o direito de deixar o seu cão incomodar os
vizinhos com latidos e afins. O que fazer então para conciliar os interesses?
Valéria
Feitosa
A presidente da Uipa, advogada Geuza Leitão, explica que a
Convenção do Condomínio estabelece normas disciplinadoras e de caráter
contratual que devem ser respeitadas, uma vez que possuem força de lei entre as
partes. Porém, diz que não pode jamais se sobrepor à regra geral do Código
Civil Brasileiro (CCB) e à Regra Especial da Lei de Condomínio (Lei 4591/1964).
Ela cita o capítulo sobre os Direitos de Vizinhança, do CCB. O artigo 554
determina que “O proprietário, ou inquilino de um prédio tem o direito de
impedir que o mau uso da propriedade vizinha possa prejudicar a segurança, o
sossego e a saúde dos que o habitam”.
Já o artigo 10 da Lei de Condomínio, aponta que “É defeso
(proibido) a qualquer condômino: III – destinar a unidade à utilização diversa
da finalidade do prédio, ou usá-la de forma nociva ou perigosa ao sossego, à
salubridade e à segurança dos demais condôminos”. E completa no artigo 19 da
mesma lei que “Cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade,
de sua unidade autônoma, segundo as suas conveniências e interesses,
condicionadas, uma e outras, às normas de boa vizinhança, e poderá usar as
partes e coisas comuns, de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais
condôminos ou moradores, nem, obstáculo ou embaraço ao bom uso das mesmas por
todos”. Trocando em miúdos, Geuza Leitão explica que, com todas estas
determinações legais, a simples presença de um cão no apartamento não fere os
direitos de vizinhança, uma vez que o morador está exercendo seu legítimo
direito de propriedade. “Ao receber as notificações do síndico, não deve o
proprietário do animal pagar as multas que lhe são impostas, muito menos
ingressar em juízo pleiteando o direito de manter o animal no apartamento”. Se
os condôminos ou o síndico entendem que o animal está causando incômodo ou
embaraço, ou que a presença do mesmo é “nociva ou perigosa ao sossego, à saúde
e à segurança” dos demais moradores do prédio, eles é que devem levar o caso à
Justiça, por meios de prova documental, testemunhal e demais meios permitidos
em direito. Isto deve ser feito em uma das unidades dos Juizados Especiais
Cíveis e Criminais (Jecc).
Comportamento
Se o cão tem bom comportamento, não incomoda os vizinhos com
latidos ou agressividade, não há motivo, segundo a presidente da Uipa, para
reclamações do condomínio. Porém, se o animal apresenta problemas de
comportamento, o proprietário deve buscar solução. Caso contrário, o síndico ou
vizinho tem o direito de ingressar na Justiça com provas sobre a queixa e, se
confirmado, somente o juiz pode decidir retirar o animal do imóvel, caso o
proprietário não tenha solucionado o problema. Antes que isto aconteça, a Uipa
orienta os donos de bichos a adotar algumas medidas preventivas. A principal
delas é adequar a raça do cão ao ambiente. Para condomínios, seja apartamento
ou casa, o ideal é preferir raças de porte pequeno como Poodle, Pinscher,
Bulldog Francês, Chiuaua, Shih-Tzu, entre outras. Ao sair para passeio, o cão
deve estar sempre acompanhado e com a guia. Se o animal fizer as necessidades
fisiológicas em área externa, o proprietário deve limpar imediatamente. Deixar
o bicho sozinho ao longo do dia pode provocar situação de estresse e latidos
excessivos. Ou ainda, prejuízos aos móveis da casa, como sofás e camas. A
ociosidade faz com que o cão, que gosta de companhia e atividades, descubra
algo “interessante” para fazer, como rasgar os estofados.
Outra dica importante da Uipa: manter um bom relacionamento
com os vizinhos. Geuza Leitão testemunha casos de antipatia entre moradores que
sobrou para o cão de um deles, mesmo o animal tendo bom comportamento. Os
cuidados com a higiene e saúde do bicho também devem ser observados. Eles devem
estar vacinados, vermifugados e com controle de parasitas, como pulgas e
carrapatos. Numa situação de provas na Justiça, o proprietário deve ter em mãos
todos os comprovantes destes cuidados.
A jornalista Paula Brauner dos Santos cria a Shih-tzu
“Pretinha” há seis meses em condomínio de apartamentos no bairro São Gerardo,
em Fortaleza. Ela diz que nunca teve problemas. Porém, ressalva que procura
seguir as normas para criação de animais no condomínio. “Não posso andar com a
Pretinha nas áreas comuns do prédio”, afirma. O passeio diário é feito na rua
e, para sair do apartamento, a cadelinha precisa estar nos braços da dona. Ela
conta que, antes de ir morar lá, se preocupou em saber as normas de convivência
para criação de bichos.
No mesmo condomínio, outros moradores também criam cães e
gatos. Para os gatos, não há restrições. Eles podem passear nas áreas comuns.
“Eles entendem que não há como prender os gatos”, explica. Logo quando foi
morar no endereço, era proprietária de outro cão, também de pequeno porte, da
raça Dachshund (o famoso Salsichinha). Porém ele latia muito e os próprios
donos viram a impossibilidade de criá-lo no apartamento. Antes da reclamação
dos vizinhos, Paula decidiu doá-lo a um amigo. “A Shih-Tzu quase não late. É
tranquila. Por isso escolhi esta raça”, atesta.
Fique por dentro
Boa convivência
Para evitar transtornos entre vizinhos, os criadores de cães
podem seguir as orientações da Uipa, tais como: escolher raças de porte pequeno
para criar no apartamento, como Poodle e Chiuaua; ao sair para o passeio, o
animal sempre deve estar com a guia e acompanhado do dono ou responsável;
proporcionar lazer ao bicho para que ele não fique estressado, assim os latidos
excessivos serão evitados; não deixar o animal sozinho em casa o dia todo pois
ele pode reagir latindo e incomodando os vizinhos; se o animal fizer as
necessidades fisiológicas em área externa, o dono deve limpar imediatamente. A
Uipa orienta os proprietários de bichos ou síndicos que queiram tirar dúvidas
sobre os direitos legais no assunto. A entidade tem modelos de parecer com a
fundamentação legal do tema, que pode ser disponibilizado a preço simbólico.
Mais
informações
União
Internacional Protetora dos Animais (Uipa) – Geuza Leitão
Seção
Fortaleza – Ceará -Telefones: (85) 3261.3330/ 9994.4552 -Fonte: Diário do
Nordeste
MOMENTO DE REFLEXÃO
E para não ficar apenas nas promessas, vou começar pelo mais
fácil. Vou mudar o caminho, vou andar por novas ruas,
ver novas caras, quem sabe, começar uma nova amizade.
Pensando em pequenas mudanças, vou abrir mão de pequenas
coisas, coisas que me incomodam e que faço automaticamente.
Aliás, vou prestar mais atenção nos meus atos, vou ser um
observador de mim mesmo. Vou vigiar meus passos, e tentar cortar, aqueles que
me levam até a decepção.
Hoje eu vou mudar!
Promessa antiga, que me faço sempre que quebro a cara,
mas hoje, hoje eu quero e preciso do novo,
ou quem sabe, resgatar antigos hábitos saudáveis,
como ser feliz com o que tenho,
valorizar as pessoas que gostam de mim como eu sou.
Valorizar a roupa que eu uso, a comida que eu como, a
família que eu tenho, o amor que me acompanha, o estudo que eu concluí, a
escola que eu frequento, o emprego que eu tenho...
São tantas coisas, e tão pouco tempo para ver,
pouco tempo para o que é bom e estável,
muito tempo para o que ainda não tenho,
muito tempo para lamentações e dores.
Chega!
Hoje eu vou mudar
Por isso, começo o dia, com uma prece sentida, agradecendo
pela oportunidade de ter mais uma chance, de poder desejar e
fazer mudanças, para fazer em mim, o ser
que eu gostaria de ser, e ser livre para dizer que amo a vida, dizer para cada
pessoa que eu conheço, que elas são importantes para mim, e abraçar cada um,
como se fosse despedida, sendo apenas mais um dia, dia de mudar!
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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