Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019
“Um
homem honesto não sente prazer no exercício do poder sobre seus iguais.” – (3°
presidente dos Estados Unidos, Thomas Jeferson)
EVANGELHO DE HOJE
Mt
7,21.24-27
— O
Senhor esteja convosco.
Ele
está no meio de nós!
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21"Nem todo aquele que me diz:
'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade
de meu Pai que está nos céus. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as
põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha.
25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa
não caiu, porque estava cons¬truída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve
estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que
construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os
ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi
completa!"
Palavra
da salvação
Glória
a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
“(…) Somente quem faz a vontade do Pai que está nos céus irá
participar plenamente do seu Reino. Jesus veio até nós para nos revelar quem é
o Pai, assim como a sua vontade, para que, a partir do seu conhecimento,
pudéssemos praticá-la e participar conscientemente do Reino. Por isso, todos os
que desejam a vida eterna devem fundamentar a sua existência na palavra de
Jesus e procurar viver segundo os valores que ele pregou no Evangelho,
colocando em prática a vontade do Pai, que Jesus, ao se fazer homem e vir ao
mundo, revelou para todos nós”. (Reflexão proposta pela CNBB)
Já adentramos dezembro e que reflexão faço da minha casa, ou
seja, de mim, esse ano? Quantas vezes caí? Quantas vezes me envergonhei dos
meus atos? Sobre o que edifiquei ou me embasei nas minhas decisões? Decidi ou
me manifestei no calor de emoções? A quantos feri? Mais pra frente entenderemos
o porquê dessas perguntas.
Somos chamados, ano a ano a acompanhar o tempo. Os dias
passam e com eles o tempo também. Um fruto, um dia foi semente, foi flor e
depois o fruto, uma sequência natural que também acontece conosco, pois um dia
fomos crianças, outrora jovens e agora maduros, mas nesse ano, quantos passos
foram dados em busca da maturidade?
“(…) Então é natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce
outra vez…”.
Pergunto isso todos os anos… Responda sem preocupações:
Quantos livros eu li? O quanto me aperfeiçoei ou me dediquei em algo? Que
conceitos ou pré-conceitos foram revistos? O que era um defeito e agora é um
fato controlado ou pelo menos esta mais tênue? A quantos eu estendi a mão
(perdão, conforto, paz)? O que plantei? Que projetos idealizei e consegui
concluir?
O ano renasce a cada novo amanhecer. Se usarmos uma analogia
daquela placa “ESTAMOS EM OBRAS PARA MELHOR ATENDÊ-LO”, descobrimos que
passamos mais tempo em obras do que abertos ao público. Que afugentamos mais do
que trazemos para perto de nós. Que temos medo de abraçar, pois não sabemos as
intenções verdadeiras de quem nos abraça; que damos mais “esmolas” se tivermos
algo em troca.
Pergunte-se: A quem mais ajudamos no dia a dia, o
malabarista de semáforo que nos pede um trocado pelo show ou ao rapaz da
Manasses (casa que lida na recuperação de vítimas do álcool e outras drogas)
que entra no ônibus e nos dá duas canetas em “troca” de 2 Reais? Ambos estão
trabalhando. Poderíamos alegar que o motivo dos meninos da Manasses seja mais
nobre, mas como não verificar a dificuldade de reconhecer que até a melhor de
nossas intenções pode ser movida por interesses?
Quantas vezes minha decisões foram movidas por meus
interesses ou sentimentos particulares? Quantos projetos naufragaram por minha
falta de vontade ou por minhas críticas? Quantas vezes fui movido pelas dores
dos outros a atacar ou julgar outras? Quantos, que nem mesmo conhecia, mas eu
já imaginava como seriam (pré-julgamento)?
A música “Então é Natal” termina com um pedido de paz e uma
lembrança a Hiroxima e Nagasaki, cidades destruídas pelo ímpeto humano de estar
certo a qualquer custa. Quantos casamentos, noivados, namoros e amizades também
foram e são desfeitos também pelo orgulho, por não querer ceder, não aceitar as
correções? Por exemplo, o orgulho de homens que não querem ajudar na lida
doméstica (lavar, cozinhar, passar) como se fosse “coisas de mulher” ou quando
não as deixam estudar, sair de casa, (…)
As reformas do nosso ser não param de acontecer, pois temos
um imenso prazer em receber as pessoas, estar perto delas, de nos socializar,
cada vez melhor, mais dóceis, amáveis… Quem tem Deus no coração não consegue se
isolar, se calar, fugir.
João, o evangelista, era provavelmente o mais novo dos
apóstolos e somente na velhice conseguiu sintetizar o que Jesus realmente
desejava. É dele fases como “Deus é Amor”, mas algo que ele escreveu, que nesse
período tão favorável, me toca:
“(…) Compreendemos o que é o amor, porque Jesus deu a sua
vida por nós; portanto, nós também, devemos dar a vida pelos irmãos. Se alguém
possui bens deste mundo e, vendo o seu irmão em necessidade, lhe fecha o
coração, como pode o amor de Deus permanecer nele? Filhinhos, não amemos com
palavras nem com a língua, mas com obras e de verdade”. (I João 3, 16-18)
Daí se sintetiza o evangelho de hoje “(…) Filhinhos, não
amemos com palavras nem com a língua, mas com obras e de verdade”, pois como
Jesus disse “(…) Não é toda pessoa que me chama de “Senhor, Senhor” que entrará
no Reino do Céu, mas somente quem faz a vontade do meu Pai, que está no céu.
Meus irmãos! Precisamos crescer com as primaveras que
passam.
Um imenso abraço fraterno.
MUNDO ANIMAL
Animal de estimação x Bebê
Até a chegada do primeiro filho, o animal de estimação era o
centro das atenções. De repente, o bebê passa a ser alvo de todos os mimos e
carinho, e o bichinho de estimação passa a ser colocado em segundo plano ou até
mesmo negligenciado. Portanto, pequenas mudanças devem ser introduzidas antes
mesmo da chegada do bebê, para que o bichinho não se sinta preterido.
“É importante lembrar que o animal estava antes do bebê,
assim ele ou eles se ressentirão por não terem mais toda a atenção, isso não
significa que esses indivíduos sejam de índole difícil ou mesmo temperamentais.
É uma desestruturação em toda a dinâmica emocional da família”, alerta a médica
veterinária e diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e
Cirurgia Veterinária, Elaine Pessuto, que já está preparando seus quatro cães e
cinco gatos para a chegada do primeiro filho, em maio de 2013.
E nem pensar em excluir o animal de estimação dos
preparativos para a chegada do novo membro da família. Impedir completamente o
acesso do animal ao futuro quarto do bebê, só vai gerar ainda mais curiosidade
e ansiedade. Alguns animais podem fazer de tudo para tentar entrar no quarto da
criança e quando conseguirem são capazes de fazer coisas somente para chamar a
atenção, como urinar dentro do quartinho, destruir objetos ou móveis.
“Quando iniciamos os preparativos para receber o bebê,
devemos fazer com que o animal participe do processo. Sei que a maioria das
mães fica bastante preocupada com a questão da higiene e dos cuidados
sanitários, mas é importante manter o animal vacinado, vermifugado e sempre de
banho tomado, feito isso ele pode ter acesso aos espaços destinados ao bebê”,
orienta.
O bichinho de estimação pode apresentar mudanças de
comportamento desde o momento que percebe a gestação. “ Muitos animais notam
que suas ‘mães’ ou tutoras estão diferentes, afinal durante a gestação nosso
odor se altera, nossa forma física fica diferente e também nosso padrão
vibratório. Alguns ficam mais arredios, outros mais curiosos e outros ainda mais
apegados. É importante, nessa fase, manter o animal junto, recebendo carinhos e
já mostrando que mudanças vão acontecer. Para animais que costumam deitar na
barriga, tentar fazer com que eles percebam os movimentos do bebê e já dizer
que o nenê está ali”, adverte.
Ciúmes, curiosidade, medo ou ainda agressividade são alguns
dos diferentes tipos de comportamentos que os animais de estimação podem
apresentar. De acordo com a dra. Elaine, existem diferentes métodos de
abordagem para evitar que o animal fique com ciúmes. “O importante é nunca
fazer do fato um evento, ou seja, a abordagem deve ser o mais natural possível
para evitar traumas e situações estressantes”, destaca.
Para evitar que animal se sinta preterido e fique ressentido
com a chegada da criança é importante fazê-lo entender que a família vai ganhar
um novo membro e não um concorrente, alguém que vai roubar o seu lugar. “Quando
o bebê ainda estiver na maternidade, o pai deve levar para casa uma peça de
roupa usada pelo bebê e entregar para o cão ou gato, para que o animalzinho
sinta o cheiro, assim quando a criança chegar já terá seu cheiro reconhecido”,
recomenda.
Após a introdução, o próximo passo é preparar o pet para
receber seu novo irmãozinho ou irmãzinha. “Ao entrar com o bebê, apresente a
criança, se abaixe na altura do cão e deixe que o animal o cheire, comece pelo
pezinho e vá identificando a reação do animal, se ela for positiva permita que
ele vá cheirando cada vez mais. Depois disso leve o bebê para o quarto e chame
o cão, com palavras em tom carinhoso explique que este é um ‘irmãozinho (a)’ e
que ali é o lugar dele”, aconselha.
Outra dica valiosa, durante o processo de adaptação, é
associar a criança a situações agradáveis. “Quando notar que o cão ficou
triste, pois espera uma atenção que não teve, o chame para participar. Ao
amamentar, por exemplo, coloque o cão próximo e traga um brinquedo ou petisco para
esse momento, assim enquanto a mãe amamenta o seu bebê, o cão estará feliz com
a atenção e associará positivamente”, sugere.
Para animais muito ansiosos, ciumentos ou possessivos, é
recomendado entrar em contato e conversar com o veterinário de confiança, pois
existem diferentes tratamentos alternativos com associação de florais e
fitoterápicos para preparar o animal para essas mudanças.
Se em algum momento algo inesperado ocorrer, como o animal
latir, rosnar e até tentar avançar na criança, é importante manter a calma
conforme alerta a dra. Elaine. “Obviamente retire a criança do alcance do
animal em caso de tentativa de agressão, mas se foi um latido, repreenda sem
gritar, diga que isso assusta o bebê e tente fazer associações positivas, com o
uso de petiscos ou brinquedos que devem ser associados ao bebê e não ao adulto
envolvido. Devemos evitar as reações exageradas, como por exemplo, gritos,
sustos, medos exacerbados porque os animais percebem essas reações e vão agir
com insegurança e no caso dos dominantes vão tentar se sobrepor, é importante
manter sempre a tranquilidade e a naturalidade”, adverte.
Manter a rotina do animal também faz parte do processo de
introdução do bebê, ou seja, evite mudar hábitos como a frequencia de passeios
e brincadeiras. “A rotina do cão deve ser mantida, sei que tudo muda ou no
mínimo se altera, mas é importante lembrar que toda e qualquer mudança gera
ansiedade e estresse e o cão pode exacerbar essa vibração de forma negativa”,
finaliza.
Dra. Elaine Pessuto – CRMV 20060
CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e
Cirurgia Veterinária
Rua Castro Alves, nº 284 – Aclimação
Tel.: (11) 2305-8666
MOMENTO DE REFLEXÃO
Quando André completou 21 anos, sua mãe lhe preparou uma
festa. Ele recebeu os amigos e festejou a data com alegria.
Quem estava entristecida era sua mãe. Apesar de estar
completando a maioridade, André não aceitava qualquer disciplina.
Com muito esforço, sua mãe conseguira que ele aprendesse as
primeiras letras. Depois, não quis mais estudar e trabalhar muito menos.
Ao deitar-se naquela noite, o jovem foi arrebatado pelas
asas do sono. Sonhou que era procurado por um mensageiro espiritual que trazia
na mão um documento.
E ante a curiosidade de André, lhe disse que aquela era a
conta dos seres sacrificados até aquele momento, em seu proveito.
Até hoje, falou o mensageiro, para te sustentar a existência
morreram aproximadamente 2000 aves, 10 bovinos, 50 suínos, 20 carneiros e 3000
peixes diversos. Nada menos de 60.000 vidas do reino vegetal foram consumidas
pela tua, incluindo-se as do arroz, milho, feijão, trigo, das várias raízes e
legumes.
Em média, bebeste 3000 litros de leite, gastaste 7.000 ovos
e comeste 10.000 frutas.
Tens explorado fartamente as famílias do ar, das águas, do
solo. O preço dos teus dias nas hortas e pomares vale por uma devastação. E nem
relacionamos aqui os sacrifícios maternos, os recursos de teu pai, os obséquios
dos amigos e as atenções dos Benfeitores que te rodeiam.
Em troca, o Senhor da vida manda te perguntar o que é que
fizeste de útil?
Nada deste de retorno à natureza. Lembra-te de que a própria
erva se encontra em serviço divino. Tudo é mensagem de serviço, de trabalho na
natureza.
Olha para tua mãe. Os anos já lhe pesam e ela prossegue em
intensa atividade por ti e por teus irmãos, encontrando ainda tempo para se
dedicar aos filhos de ninguém.
Observa teu pai que atravessa os anos em labor digno,
dando-te o exemplo de disciplina e vontade.
Teus próprios amigos se encontram empenhados no estudo e na
dedicação profissional.
Não fiques ocioso. Produze algo de bom, marcando a tua
passagem pela Terra.
O moço espantado passou a ver o desfile dos animais que
havia devorado e acordou assustado.
Amanhecia. O sol de ouro cantava em toda parte um hino ao
trabalho pacífico.
André pulou da cama, foi até sua mãe e exclamou:
- Mãe, desejo retornar aos estudos ainda hoje.
.....................................
Para nos assegurar a vida, Deus nos faculta o ar, o sol, a
chuva, os ventos...
Para nos sustentar o corpo, recebemos o leite materno e na
seqüência, seres vegetais e animais são sacrificados todos os dias.
Com tanta preocupação de Deus pela nossa própria vida, é de
indagarmos o que a nossa vida tão preciosa está oferecendo ao mundo em troca.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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