domingo, 29 de dezembro de 2019

Sexta-feira 06/12/2019

Sexta-feira, 06 de Dezembro de 2019


“O sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito.”  Rudney.


EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,27-31


— O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Mateus
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo, 27partindo Jesus, dois cegos o seguiram, gritando: “Tem piedade de nós, filho de Davi!” 28Quando Jesus entrou em casa, os cegos se aproximaram dele. Então Jesus perguntou-lhes: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?”
Eles responderam: “Sim, Senhor”. 29Então Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: “Faça-se conforme a vossa fé”. 30E os olhos deles se abriram. Jesus os advertiu severamente: “Tomai cuidado para que ninguém fique sabendo”. 31Mas eles saíram, e espalharam sua fama por toda aquela região.


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Essa pedagogia de Jesus além de ser intrigante é fascinante. Ele espera o momento certo, o local e a condição certa e age. Poderia Ele realizar mais esse prodígio aos olhos de todos, mas prefere “entrar em casa” e lá, longe dos olhos e dos julgamentos dos fariseus, reabre os olhos dos cegos que insistiram, ou melhor, persistiram em segui-lo.
Jesus reabre os olhos dos que persistem. Talvez seja esse o maior dos milagres ordinários do Senhor. Ninguém que procurou a Jesus deixou de ser visto, tocado, lembrado. Ninguém o confundia, todos sabiam o quanto aquele profeta era repleto de graça. A própria samaritana do poço teve a nítida impressão que aquele homem que lhe pedia água já lhe conhecia. Talvez sim Jesus já tivesse “entrado em sua casa”. Pode até parecer um trocadilho de mau gosto, mas aqueles dois cegos confiaram “sem ver”.
Esses dias no grupo de Jovens Nossa Senhora Auxiliadora apresentamos uma analogia: Quando pedimos a interseção de algum santo, o pedido vem pelo correio; quando pedimos a interseção de Maria, vem por SEDEX e por fim, como canta Celina Borges, “rasgo o céu com minhas orações” e toco ao Senhor, o pedido, o consolo, a mão amiga vem por DRIVE THROW. Mal fizemos o pedido, o clamor, o conforto, (…) já temos a resposta. Quantas vezes o Senhor esperou o pedido puro e verdadeiro antes de realizar o milagre? Assim aconteceu também com os dois cegos: “(…) Vocês crêem que eu posso curar vocês”?
Mas em mim, o que precisa ser revisto? O que de fato precisa ser feito para reconhecermos a face do Senhor em nossas vidas? O que ainda nos impede de reconhecer seus sinais na nossa vida, no nosso trabalho, na nossa família? Será que precisamos sempre ficar cegos ou chegar ao fundo do poço para encontrar a mão de Deus? Será que o sofrimento é necessário a todos?
Existe um dizer popular que afirma que só encontramos Deus pelo amor ou pela dor, mas um fato é crucial no entendimento do amor de Deus: Todo encontro de DEUS conosco é SEMPRE por AMOR. Talvez seja por isso que ele prefira um local e momento reservado, onde dois ou mais estejam reunidos em Seu nome, (…). Reparemos que dessa vez não foram os gritos dos cegos que chamaram a atenção, foi o doce atrevimento.
Rasgar o céu com nossa oração vem precedido de uma vitória, pois só chegam ao céu as orações que saem de um coração puro como de uma criança, sendo assim vitorioso todo aquele que se despoja nos pés do senhor e consegue entrar em sua casa. Mas diferente do que muitos pensam, nossa qualidade de fé ou oração não é medida pelo quanto conseguimos, mas pelo quanto abrimos nossos olhos e vemos a luz.
Uma pessoa de fé busca a conciliação, a paz e fraternidade. A que tem oração terá paz interior, discernimento, paciência e sabedoria. Esses são milagres ordinários que às vezes não damos conta. Uma pessoa não muda quando consegue parar de fumar, mas quando RESOLVE parar; o alcoólatra passa a uma nova vida quando DESCOBRE no que se transformou e o que deixou de fazer e PEDE ajuda, pois quando o coração muda, os olhos se abrem.
Notem, por fim e como exemplo, o acontecido com os discípulos de Emaús:
“(…) Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram. Ele, porém, desapareceu da vista deles Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?” Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E estes confirmaram: ‘Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão’!” (Lucas 24, 31-34)
Dê o primeiro passo… Deixe-O falar e os olhos se abrirão!
Um imenso abraço fraterno.




CULINÁRIA

Costela de Porco ao Molho de Laranja


2,5 quilos de costela de porco
4 cebolas
3 tomates
8 dentes de alho
5 rodelas de gengibre picado
3 laranjas de suco
Banha de porco
Sal temperado

Modo de Preparo - Costela de Porco ao Molho de Laranja
Corte a costela em pedaços médios e tempere a carne cerca de duas horas antes do preparo da receita
Em uma penela, aqueça a banha
Adicione a carne e frite-a
Esmague os dentes de alho e adicione à carne
Adicione as cebolas
Frite os ingredientes com a carne
Após formar molho, adicione o tomate
Tampe a penela para umedecer bem a carne e deixá-la mais macia
Cerca de 10 minutos antes de servir o prato, esprema as laranjas dentro da panela
Deixe a carne cozinhar por aproximadamente 5 minutos para pegar o gosto das laranjas
Para acompanhar, sirva arroz com açafrão da terra e salada verde



MOMENTO DE REFLEXÃO


Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente.
Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais,  mas  produzia e vendia o melhor cachorro quente da região.
Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada,  oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e  a melhor salsicha.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
E o negócio prosperava e prosperava . . .
Seu cachorro quente era o melhor!
Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O menino cresceu, e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai :
- Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais?
Há uma grande crise no mundo.
A situação do nosso País é  crítica.
Está tudo ruim.
O Brasil vai quebrar.
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou:
Bem, se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode estar com a razão!
Com medo da crise, o pai procurou um Fornecedor de pão mais barato ( e é claro, pior ).
Começou a comprar salsichas mais barata ( que era, também, a pior ).
Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor Faculdade… quebrou.

O pai, triste, então falou para o filho: - ‘Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. ‘e comentou com os amigos, orgulhoso:
- ‘Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise …’
Aprendemos uma grande lição :
Vivemos em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas.


O texto original foi publicado em 24 de fevereiro de 1958 em um anúncio da Quaker State Metais Co. Em novembro de 1990 foi divulgado pela agência ELLCE, de São Paulo.







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