Quinta-feira,
03 de dezembro de 2020
Em vez de
amor, dinheiro, fé, fama, equidade...me dê a verdade. (Henry David Thoreau)
EVANGELHO DE
HOJE
Mt
7,21.24-27
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO
do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
— Glória a
vós, Senhor!
Nem todo
aquele que me diz: “Senhor! Senhor!”, entrará no Reino dos Céus, mas só aquele
que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. Portanto, quem ouve
estas minhas palavras e as põe em prática é como um homem sensato, que
construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos
deram contra a casa, mas a casa não desabou, porque estava construída sobre a
rocha. Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática
é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva,
vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e ela desabou, e
grande foi a sua ruína!
Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Alexandre
Soledade
Bom dia!
“(…) Somente quem faz a vontade
do Pai que está nos céus irá participar plenamente do seu Reino. Jesus veio até
nós para nos revelar quem é o Pai, assim como a sua vontade, para que, a partir
do seu conhecimento, pudéssemos praticá-la e participar conscientemente do
Reino. Por isso, todos os que desejam a vida eterna devem fundamentar a sua
existência na palavra de Jesus e procurar viver segundo os valores que ele
pregou no Evangelho, colocando em prática a vontade do Pai, que Jesus, ao se
fazer homem e vir ao mundo, revelou para todos nós”. (Reflexão proposta pela
CNBB)
Já adentramos dezembro e que
reflexão faço da minha casa, ou seja, de mim, esse ano? Quantas vezes caí?
Quantas vezes me envergonhei dos meus atos? Sobre o que edifiquei ou me embasei
nas minhas decisões? Decidi ou me manifestei no calor de emoções? A quantos
feri? Mais pra frente entenderemos o porquê dessas perguntas.
Somos chamados, ano a ano a
acompanhar o tempo. Os dias passam e com eles o tempo também. Um fruto, um dia
foi semente, foi flor e depois o fruto, uma sequência natural que também
acontece conosco, pois um dia fomos crianças, outrora jovens e agora maduros,
mas nesse ano, quantos passos foram dados em busca da maturidade?
“(…) Então é natal, e o que
você fez? O ano termina, e nasce outra vez…”.
Pergunto isso todos os anos…
Responda sem preocupações: Quantos livros eu li? O quanto me aperfeiçoei ou me
dediquei em algo? Que conceitos ou pré-conceitos foram revistos? O que era um
defeito e agora é um fato controlado ou pelo menos esta mais tênue? A quantos
eu estendi a mão (perdão, conforto, paz)? O que plantei? Que projetos idealizei
e consegui concluir?
O ano renasce a cada novo
amanhecer. Se usarmos uma analogia daquela placa “ESTAMOS EM OBRAS PARA MELHOR
ATENDÊ-LO”, descobrimos que passamos mais tempo em obras do que abertos ao
público. Que afugentamos mais do que trazemos para perto de nós. Que temos medo
de abraçar, pois não sabemos as intenções verdadeiras de quem nos abraça; que
damos mais “esmolas” se tivermos algo em troca.
Pergunte-se: A quem mais
ajudamos no dia a dia, o malabarista de semáforo que nos pede um trocado pelo
show ou ao rapaz da Manasses (casa que lida na recuperação de vítimas do álcool
e outras drogas) que entra no ônibus e nos dá duas canetas em “troca” de 2
Reais? Ambos estão trabalhando. Poderíamos alegar que o motivo dos meninos da
Manasses seja mais nobre, mas como não verificar a dificuldade de reconhecer
que até a melhor de nossas intenções pode ser movida por interesses?
Quantas vezes minha decisões
foram movidas por meus interesses ou sentimentos particulares? Quantos projetos
naufragaram por minha falta de vontade ou por minhas críticas? Quantas vezes
fui movido pelas dores dos outros a atacar ou julgar outras? Quantos, que nem
mesmo conhecia, mas eu já imaginava como seriam (pré-julgamento)?
A música “Então é Natal”
termina com um pedido de paz e uma lembrança a Hiroxima e Nagasaki, cidades
destruídas pelo ímpeto humano de estar certo a qualquer custa. Quantos
casamentos, noivados, namoros e amizades também foram e são desfeitos também
pelo orgulho, por não querer ceder, não aceitar as correções? Por exemplo, o
orgulho de homens que não querem ajudar na lida doméstica (lavar, cozinhar,
passar) como se fosse “coisas de mulher” ou quando não as deixam estudar, sair
de casa, (…)
As reformas do nosso ser não
param de acontecer, pois temos um imenso prazer em receber as pessoas, estar
perto delas, de nos socializar, cada vez melhor, mais dóceis, amáveis… Quem tem
Deus no coração não consegue se isolar, se calar, fugir.
João, o evangelista, era
provavelmente o mais novo dos apóstolos e somente na velhice conseguiu
sintetizar o que Jesus realmente desejava. É dele frases como “Deus é Amor”,
mas algo que ele escreveu, que nesse período tão favorável, me toca:
“(…) Compreendemos o que é o
amor, porque Jesus deu a sua vida por nós; portanto, nós também, devemos dar a
vida pelos irmãos. Se alguém possui bens deste mundo e, vendo o seu irmão em
necessidade, lhe fecha o coração, como pode o amor de Deus permanecer nele?
Filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas com obras e de
verdade”. (I João 3, 16-18)
Daí se sintetiza o evangelho de
hoje “(…) Filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas com obras e
de verdade”, pois como Jesus disse “(…) Não é toda pessoa que me chama de
“Senhor, Senhor” que entrará no Reino do Céu, mas somente quem faz a vontade do
meu Pai, que está no céu.
Meus irmãos! Precisamos crescer
com as primaveras que passam.
Um imenso abraço fraterno.
MUNDO ANIMAL
Como
ajudar as crianças a suportar a morte de seu animal de estimação
O papel do médico veterinário
tem se expandido em reconhecimento ao forte laço emocional entre as pessoas e
seus animais de estimação. É importante que o médico veterinário seja mais que
um bom clínico, um bom cirurgião. Ele precisa ter sensibilidade suficiente para
conduzir o tratamento com grande respeito tanto pelo animal quanto por seus
proprietários (esta conduta é que se diferencia o verdadeiro médico veterinário
do mero técnico veterinário).
Cabe ainda ao médico
veterinário, a função de orientar seus clientes na resolução de problemas,
principalmente quando o assunto é a morte do animal de estimação. A resposta de
uma criança frente a morte de seu animal de estimação depende basicamente de 4
fatores:
O significado do animal para a
criança
A idade da criança
Se a morte do animal era
previsível ou foi inesperada
Como a morte é explicada à
criança pelos pais
1-O significado do animal para
a criança
Os animais de estimação significam muitas
coisas para as crianças e todas elas são extremamente importantes. Citando
apenas alguns exemplos simples, temos: No caso de bebês, os animais de
estimação proporcionam companhia e segurança em situações novas, como o começar
a engatinhar.
Para as crianças pequenas,
servem como ponte de relações com outras crianças, pois os mascotes costumam
atrair a atenção de outras crianças, rompendo o gelo das comunicações. A medida
em que as crianças crescem, percebem que nem sempre contam com a aprovação dos
pais.
O mascote, pelo contrário, se
mantém firmemente como um amigo que jamais julga. Quando se tornam
adolescentes, e começam os conflitos familiares, origina-se o desejo mútuo de
separar-se e ao mesmo tempo unir-se.
O mascote facilita o passo dos
adolescentes proporcionando segurança e consistência, oferecendo a eles a possibilidade
de abraçar alguém sem ser considerado infantil. Quando os laços entre as
crianças e seus mascotes são rompidos, elas experimentam uma profunda dor
emocional. Este é um momento crucial no desenvolvimento da criança e de todo
ser humano : aprender a viver com a perda de uma relação significante.
É importante ter conhecimento
sobre os diversos níveis em que a morte é compreendida pela criança. Existem
etapas definidas de consciência da morte que geralmente corresponde a idade
cronológica.
2- Idade da criança
( níveis de desenvolvimento da
consciência da morte pela criança )
Do nascimento aos 5 anos de
idade, a maior parte das crianças tem dificuldade para compreender a morte. A
morte não é considerada um estado permanente e sim temporário. Se suas
necessidades primárias forem adequadamente supridas, a morte do mascote
provocará pouca alteração em suas vidas.
Cabe aqui lembrar que a
expressão "pôr para dormir", frequentemente usada como referência a
eutanásia, pode produzir compreensão errada e medo nas crianças, que igualam a
morte ao sono. O veterinário deve orientar os pais a usar expressões como
"ajudar a morrer" , "facilitar sua morte", que produzem
alívio e são mais claras para as crianças.
As crianças entre 5 e 9 anos já
compreendem que a morte é final e irreversível. Aqui a criança toma consciência
de que a mortalidade existe para todos os seres vivos, incluindo seus entes
queridos e elas próprias.
3- Morte previsível ou
inesperada
Se a morte do animal de
estimação é previsível, devido a idade avançada ou a uma doença incurável, ela
deve ser abertamente discutida em família. As crianças muito novas, por não
compreenderem o que a morte realmente significa, se sentirão alarmadas se a
morte eminente de seu mascote for rodeada por cochichos sigilosos.
Se a morte é o resultado de uma
enfermidade crônica, a criança deve ser advertida e preparada para a separação.
No caso de crianças muito pequenas, é mais importante proporcionar-lhes apoio
emocional do que qualquer explicação detalhada.
É importante diferenciar o tipo
de doença de que o mascote padece, das doenças normais que eventualmente
acometem as crianças e seus parentes. Se esta diferença não ficar clara, as
crianças muito pequenas podem se assustar com seus próprios mal-estares e de
seus entes queridos.
Elas precisam estar seguras de
que mesmo perdendo seus mascotes, seus pais continuarão a seu lado. Se a morte
precisar ser por eutanásia, as crianças suficientemente maduras devem participar
da tomada de decisão.
Isto é particularmente
importante no caso dos adolescentes, que costumam sentir que suas vidas estão
fora de controle. Se o adolescente estiver o suficiente maduro e desejar
acompanhar a eutanásia, deve ser permitido, desde que sua presença não
interfira no procedimento médico. Isto permite um adeus final, previne
fantasias acerca da situação e mostra ao adolescente, que a morte pode ser
tranquila e reconfortante.
Se uma criança pequena
presencia a morte de seu mascote em um acidente, por exemplo, as imagens
desagradáveis ou mórbidas devem ser evitadas, mas por outro lado, a criança
deve ser estimulada a falar sobre o assunto. As explicações sobre o porquê e
como ocorreu o acidente devem ser dadas em uma linguagem clara e simples.
4- Explicações
Como a morte é explicada à
criança algumas vezes, com a intenção de polpar a criança, os pais acabam
criando traumas psicológicos inadivertidos. Se é dito a uma criança que seu
animal de estimação fugiu, em lugar de dizer que morreu, ela se sentirá
insegura e abandonada.
Dizer que o animal foi morar
com outra família, pode ter as mesmas consequências. As explicações religiosas,
tais como, o mascote foi para o céu, porque Deus leva as criaturas boas para o
paraíso, podem provocar a revolta contra Deus e mal comportamento, porque a
criança não quer ser tirada do seio familiar por ser boazinha. Os pais muitas
vezes para evitar a dor de seus filhos, pedem ao veterinário que minta sobre o
estado real do animal.
O veterinário deve manter-se
firme e aconselhar os pais a dizerem a verdade. É necessário que os pais
compreendam que ensinar a suportar a dor da perda é uma importante lição de
vida para a criança. Além do que, quando surgir a verdade, a criança sofrerá
com a perda do mascote e a perda de confiança em seus pais.
As crianças devem ser
estimuladas a compartilhar todos os seus sentimentos. Nunca deve ser dito às
crianças que "elas são muito grandes para chorar " e, seus
sentimentos não devem ser deixados de lado.
Os pais devem estar preparados
para responder as mesmas perguntas diversas vezes, pois isto mostra que a
criança está tentando entender a perda. Os adultos devem compartilhar seus
sentimentos com as crianças.
O ocultamento de seu sofrimento
não protege as crianças, pelo contrário, confunde e assusta , pois elas
percebem que o adulto está imerso em fortes emoções ao mesmo tempo que as nega.
O adulto deve mostrar às
crianças que não há nada de errado em expressar e suportar sentimentos
dolorosos até que eles se extinguam. Ajudando a criança a superar a dor da
perda
A maioria dos pais tende a
substituir rapidamente o animal de estimação por outro, com a intenção de
suavizar a dor normal da criança. Uma substituição demasiadamente rápida, pode
inibir um sentimento sadio e fazer com que a criança recuse o novo mascote,
para evitar o que para ela seria uma traição ao anterior. Também pode criar a
falsa idéia de que tudo pode ser facilmente substituido , incluindo ela mesma.
Não há regras para saber o
momento ideal para dar um novo animal de estimação para a criança, porém o
veterinário deve aconselhar os pais a observar o seguinte:
A criança consegue falar sobre
o mascote perdido sem experimentar grande dor?
A criança pode falar em ter um
novo mascote sem se sentir desleal com o anterior ?
A criança quer ter a mesma
espécie de mascote ?
Quer que seja da mesma raça do
anterior ?
Gostaria de dar outro nome ?
O veterinário pode sugerir uma
variedade de atividades familiares que poderão ajudar a amenizar a dor da
criança e até prepará-la para receber um novo animal de estimação. As famílias
podem ver juntas fotografias do mascote perdido. Devem conversar sobre o que
gostavam e não gostavam no animal. As crianças com menor comunicação verbal
podem escrever estórias e fazer desenhos. Os pais podem criar um local em
memória ao mascote, incorporando sugestões das crianças.
Quando recebem afeto e apoio
emocional adequado, as crianças são capazes de suportar a morte de um animal de
estimação com pouco ou nenhum trauma.
Se, no entanto, os sentimentos
das crianças forem negligenciados pela família, elas poderão sofrer reações
extremas ante a perda do mascote, que poderão se manifestar da seguinte forma :
Não querer ficar longe dos pais Aumento do nervosismo e perda da autoconfiança
Pesadelos constantes Acidentes em crianças com bons hábitos de higiene Em
adolescentes aparecem mal estares frequentes, como dores de cabeça e estômago
Problemas de comportamento e baixo rendimento escolar Incapacidade de
concentração e aprendizado Nestes casos é muitas vezes necessária a orientação
de um psicólogo.
Portanto, aos pais cabe o papel
de servirem como modelo para seus filhos, por isto, todas as suas atitudes e
decisões são muito importantes e afetam diretamente as crianças. Vale lembrar
que a forma como um adulto trata um animal, fala com um animal, como manuseia
um animal, é tida como modelo para as crianças. Por este motivo, a decisão de
possuir ou não um animal de estimação em casa é uma decisão tão importante, que
jamais deve ser tomada por um impulso. É um assunto que deve ser discutido em
família, avaliando-se todos os prós e contras. É preciso ter em mente, que
quando levamos um animal de estimação para casa, estamos nos tornando responsáveis
por sua vida e que um animal de estimação é um ser vivo que não pode ser
simplesmente descartado quando não nos serve mais. A ligação emocional entre
uma criança e seu mascote é muito maior do que nos parece, e isto transforma a
responsabilidade de um adulto pela aquisição de um animal muito mais séria do
que ele é capaz de imaginar.
Dra.
Marília Russi de Carvalho -Médica Veterinária CRMV-SP 3652
-zoofarma@uol.com.br- Este artigo foi baseado no trabalho da Dra. Carole E.
Fudin, PhD Pet / People Problems Nova York /USA
MOMENTO DE
REFLEXÃO
Acordei nesse primeiro dia de
Dezembro com vontade de comprar um presente para Jesus, afinal, não existe maior amigo que o
Mestre dos Mestres, e no dia 25 o
aniversário é Dele.
Sai cedo de casa e fui ao maior
shopping-center da cidade, pensei primeiramente numa camisa branca, mas quando
vi que o branco mais branco da Terra ainda era cinza perto da sua pureza,
fiquei com vergonha e desisti.
Em outra vitrine vi um sapato
de couro, lindo e caríssimo, mas quando lembrei dos seus pés calçados pelas
sandálias da missão cumprida, achei que não existiria na Terra algo tão
confortável que merecesse seus pés.
Uma caneta, foi isso que a
próxima vitrine me apresentou, uma linda caneta de marca famosa, seria um lindo
presente, mas lembrei-me que Ele nunca escreveu nada, tudo que Ele falou,
mostrou na prática, servindo e amando sempre.
Lembrei-me, que um dia Ele
falou que não tinha sequer um travesseiro para recostar sua cabeça, e pensei no
melhor travesseiro de plumas de uma loja especializada em sono, era importado e
muito confortável, mas lembrei-me que os justos dormiam tranqüilos e que Ele
jamais usaria o travesseiro.
E, assim fui olhando as vitrines, abotoaduras
de ouro, malas de viagem, bebidas finas, comidas importadas, tudo supérfluo,
tudo matéria que o tempo iria corroer. Confesso que sai um pouco chateado do
Shopping, afinal eu saíra para comprar um presente para Você Jesus, e não havia
achado nada.
Na porta do Shopping um menino muito miudinho
sorriu para mim, perguntou meu nome e eu o dele, ele riu e me estendeu a mão,
tinha o rosto muito sujo, as mãos encardidas, perguntei pela sua mãe, ele deu
de ombros, sobre o pai, nem sabia onde estava...perguntei se ele queria tomar
um lanche, ele sorriu um sim, pegou na minha mão.
Na porta do Shopping olhou para suas roupas e
olhou para mim, sabia que não estava corretamente vestido, peguei-o no meu
colo, era a senha para ser feliz, seus olhinhos
miúdos percorriam aquelas
luzes, enfeites e pessoas bonitas como se fosse um filme de Walt Disney...
Na lanchonete sentou na
cadeirinha giratória e sorriu como "reizinho", e entre uma montanha
de batatas fritas, ríamos felizes como dois velhos amigos.
Falamos sobre bolinha de gude, pipas e bola de
futebol, coisas importantes para o ser humano, principalmente quando somos
crianças. Devoramos dois lanches, e quando perguntei se ele queria um sorvete
gigante como sobremesa, seus olhos brilharam feito o sol, pedi um instante, fui
até o caixa, quando voltei com os sorvetes na mão ele já não estava ali... Por
instantes pensei que ele tinha ido ao banheiro, ou estaria olhando a
lanchonete, mas não estava ali mesmo.
Foi quando sobre a caixa de
batatas vazias vi um papelzinho, um bilhetinho escrito com letra miúda que
dizia assim:
"Obrigado pelo melhor
presente de aniversário que poderia me dar: Fizeste feliz um dos pequeninos do
mundo! "
Assinado,
Jesus
(Paulo
Roberto Gaefke)
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
Nenhum comentário:
Postar um comentário