Segunda-feira, 01
de junho de 2020
“O
Sucesso está logo ali adiante, bem perto de onde todos desistem.”
EVANGELHO
DE HOJE
Jo 19,25-27
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo João
Glória a vós, Senhor!
Ninguém
subiu ao céu, a não ser o Filho do Homem, que desceu do céu.
-
Assim como Moisés, no deserto, levantou a cobra de bronze numa estaca, assim
também o Filho do Homem tem de ser levantado, para que todos os que crerem nele
tenham a vida eterna. Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único
Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.
Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO
DO EVANGELHO
Alexandre
Soledade
Bom dia!
Hoje, poderíamos também partilhar
Lucas 2, 33-35 que é justamente o oposto desse momento. Em Lucas nos
lembraríamos da apresentação de Jesus no templo, onde fora revelado a Maria o
destino final de seu filho, que vemos no Evangelho de João.
Qual seria a dor maior? Saber anos
antes (Lucas) ou presenciar o fato (João)?
Quantas pessoas conhecemos que também
vivem calvários pessoais? Pessoas que mediante a força dos ventos viram seus
planos ir embora; ou vêem algo sair errado ao planejado com relação a família
(filhos, esposo, esposa), ao trabalho (desemprego, falta de oportunidade, baixo
salário), (…)? Jesus era ainda bebe quando ao templo, portanto Maria guardou em
seu coração por cerca de 30 anos um sofrimento silencioso, pois sabia que
perderia seu filho.
“(…) Simeão abençoou-os e disse a
Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e
de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará
contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma
espada transpassará a tua alma”. (Lucas 2, 34-35)
Que poderíamos pensar no lugar dela?
Esconder a criança? Fugir para bem longe? Ela preferiu enfrentar… Maria, por
amor ao projeto de Deus, jamais se prostrou diante da dor. Viu seu filho
crescer na graça e por fim se entregar na Cruz.
Quantos de nós sofremos por
antecedência? Às vezes nem vivenciamos o problema e já estamos sofrendo. Vem o
vestibular, a prova de um concurso, uma entrevista de emprego e nosso
pensamento já esta derrotado, pessimista, (…). Temos um filho ou filha que nos
dá muito trabalho na escola, não se interessa, fica até tarde na rua, (…) e
nosso pensamento já diz “o que será dele (a)”; Temos um marido que bebe; um
filho sem regras e de vida transviada, o desemprego; dívidas, (…) e nosso
pensamento já vai nos destruindo: “Fazer o que?” ou “Resta me conformar!!”
Precisamos PARAR IMEDIATAMENTE de
sofrer por antecipação. Há uma possibilidade real que o que imaginamos nunca
acontecerá e nós já estamos sofrendo. Saiba que sofrer antecipado é sofrer duas
vezes, pois caso os fatos culminem para o que imaginamos sofreremos antes e
durante o fato.
Busquemos o exemplo de Maria, a
Senhora das Dores, sabendo o que iria acontecer se preocupou em como aproveitar
ao máximo o tempo. Ninguém ouviu tão bem como ela, ninguém entendeu o projeto
como ela, ninguém acreditou mais do que ela, (…) É importante frisar que longe
de mim acreditar que Maria apenas cruzou os braços e aguardou. Maria deixou
clara a idéia que temos muito por fazer.
Temos seu exemplo e intervenção nas bodas de Caná; ela esteve perto do seu filho
nos momentos mais marcantes… A SENHORA DAS DORES não ficou em casa se
lastimando ou sofrendo imaginando o que estava a acontecer com seu filho.
Se temos problemas a serem resolvido,
partamos para cima deles! Se ainda não temos, por quê então estamos a
imaginá-los? Se ainda são “filhotes”, porque fazê-los crescer? É duro também
aceitar que boa parte dos problemas que temos, isso eu insisto e enfatizar,
infelizmente foi causado por nossas ações ou nossas omissões do dia-a-dia e
talvez por reconhecer esse fato, sofremos mais do que deveríamos.
Meu irmão (ã), quem por acaso nunca
errou?
“(…) Filho, pecaste? Não o faças mais.
Mas ora pelas tuas faltas passadas, para que te sejam perdoadas. Foge do pecado
com se foge de uma serpente; porque, se dela te aproximares, ela te morderá”.
(Eclesiástico 21, 1-2)
Que Maria nos abençoe. Que seu espelho
de vida, compenetrada, focada e pró-ativa possam nos ajudar a superar nossas
dores, nossas fraquezas, nossos erros, (…).
Salve Maria!
Um imenso abraço
fraterno
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
A ilusão de ser
pago pelo que sabe e não pelo que faz
Luiz Marins
Orestes acha-se merecedor de promoções e aumentos
por causa dos diplomas, certificados, cursos e experiência acumulada que diz
possuir. O problema é que Orestes não cumpre suas metas; não aparece com
nenhuma idéia nova; não participa dos programas de qualidade; não ajuda os
colegas e não gosta de atender clientes.
Há pessoas que têm a expectativa de receber pelo
que sabem e não pelo que fazem. Esta é uma grande ilusão. Quando um diploma,
certificado, curso ou experiência estão numa pessoa que produz mais e melhor,
aí sim, o aumento ou a promoção poderão ocorrer. Não basta saber. No mundo
competitivo em que vivemos, com muitos concorrentes, qualidade semelhante e
preços similares, é preciso mostrar resultados e não só conhecimento teórico.
Não basta saber. É preciso fazer!
Como professor, é claro que dou enorme valor ao
conhecimento. Mas é preciso não ter a ilusão de querer ser pago pelo que você
sabe e não pelos resultados que você produz. Quantos “gênios” você conhece que
não conseguem sustentar uma família ou mesmo a si próprios?
São pessoas amargas, críticas, chamam a todos de
ignorantes, mas não saem do buraco, muitas vezes cavado com a arrogância de seu
enorme saber. Ganhar pelo que se sabe não é realidade nem nas universidades ou
centros de pesquisa. Se você não publicar artigos científicos, livros, formar
pessoas, desenvolver alguma pesquisa de valor, não será reconhecido. Até onde o
conhecimento é a matéria-prima, se espera que você produza alguma coisa.
Sei que muitos leitores criticarão este texto. Mas
a verdade, nua e crua, é que conhecimento sem ação, sem resultados, não tem
valor para a sociedade. Orestes não sabe disso e, se sabe, não quer enxergar.
Você conhece o Orestes?
Você acredita que alguém pagará mais a você pela
sua experiência acumulada e anos de trabalho, sem se preocupar mais em
produzir, participar, dar resultados? Cuidado!
Você tem o costume de chamar outras pessoas de
ignorantes? Cuidado!
Você se irrita ao ver pessoas que não têm a sua
formação escolar ganhando mais do que você? Cuidado!
Você sabe e faz ou só sabe? Se você só sabe e não
faz, cuidado!
Pense nisso. Sucesso!
MOMENTO DE REFLEXÃO
Ouvimos, como motivação ou intenção de consolo,
talvez mesmo um pequeno raio de esperança, que Deus não nos dá a carga além da
que podemos carregar.
É assim que suportamos, passo a passo, os fardos
que chegam a nós e as misérias que ouvimos, previstas há séculos, às quais
recebemos sempre como algo surpreendentemente novo e assustador.
Não sabemos como vai ser o amanhã, mas nos sabemos
cabeças nuas e sujeitas ao que vier. Não estamos preparados para a dor e
desolação e jamais estaremos. Pés calejados não suportam melhor os calçados
apertados. É assim que, mesmo "preparados" mal suportamos as cargas e
com lágrimas as carregamos.
Sobrevivemos a elas e os que não sobrevivem é por
que os limites foram atingidos. Se a dor vence a força é porque a paz estava no
descanso eterno. Compreendemos mal essas verdades; vivemos mal essas verdades e
se não aceitamos, aprendemos o que significa a resignação.
Grandes tragédias sempre existiram. Guerras,
enchentes, terremotos, pragas e pestes, cidades inteiras destruídas já são
citadas no Antigo Testamento... o que é diferente nos dias atuais são os meios
de comunicação que tornam tudo imediatamente acessível, aos ouvidos e olhos. Se
não sabemos, não sofremos; se sabemos e não vemos, sofremos menos.
Nosso amor a Deus não pode ser condicional ao que
vivemos, por que o amor dEle não é condicional ao que oferecemos.
Isso não é uma palavra de consolo, nem uma pequena
luz de esperança para o dia de amanhã, mas uma verdade que nos conduzirá ao
sentimento de paz e à vida eterna.
Se as
cargas são por demais pesadas e aparentemente insuportáveis e continuamos de pé
é que ainda temos um caminho pela frente, para viver e estender a mão aos que
carregam cruzes mais pesadas que as nossas.
Letícia
Thompson
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
Para comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
veraborro@gmail.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário