Terça-feira, 18 de maio de 2021
“Dominar-se a si próprio é uma vitória maior do que vencer a milhares em
uma batalha.” (Sakyamuni).
EVANGELHO DE HOJE
Jo 17,1-11a
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João
— Glória a vós, Senhor!
Assim Jesus falou, e elevando os olhos ao céu, disse: "Pai, chegou
a hora. Glorifica teu filho, para que teu filho te glorifique, assim como deste
a ele poder sobre todos, a fim de que dê vida eterna a todos os que lhe deste.
(Esta é a vida eterna: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus
Cristo, aquele que enviaste.) Eu te glorifiquei na terra, realizando a obra que
me deste para fazer. E agora Pai, glorifica-me junto de ti mesmo, com a glória
que eu tinha, junto de ti, antes que o mundo existisse. Manifestei o teu nome
aos homens que, do mundo, me deste. Eles eram teus e tu os deste a mim; e eles
guardaram a tua palavra... e reconheceram que eu saí de junto de ti e creram
que tu me enviaste. Eu rogo por eles. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que
me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu, e tudo o que é teu é meu. E
eu sou glorificado neles. Eu já não estou no mundo; mas eles estão no mundo,
enquanto eu vou para junto de ti".
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Olhem o tamanho do compromisso que temos como cristãos: Ser o reflexo de
Jesus no mundo. “(…) minha natureza divina se revela por meio daqueles que me
deste”
A natureza divina de Jesus se revela em cada um de nós, portanto devemos
ver e rever constantemente como a estamos refletindo. Quando digo “nós”
refiro-me no singular e no coletivo.
No singular, refiro-me ao reflexo individual de cada um de nós perante
aos questionamentos do mundo e como coletivo ao ver a quantidade de pessoas que
andam a margem da sociedade perambulando pelas ruas de nossas cidades.
Esses dias vi uma matéria no BOM DIA BRASIL sobre a quantidade
expressiva de pessoas que moram nas ruas ou em abrigos públicos e foi, para
mim, surpreendente ver uma senhora, moradora de rua, dizer que morar na rua é
bom e que com freqüência recebe roupas e agasalhos das pessoas e que também, em
certas circunstâncias, recebem comida de tamanha qualidade que “não tem talvez
em sua casa” – referindo-se a repórter.
A pesquisa apontava que a maioria dos habitantes são homens na faixa
etária de 22 as 40 anos, solteiros e sem familiares. O desemprego, a falta de
instrução e a ausência de familiares como causas e as drogas e a violência como
produto.
Foi duro sim ouvir a moradora de rua dizer que é bom morar na rua. É
duro ver alguém se conformar com o que cai da mesa dos outros e desistir de
querer algo melhor. Talvez seja uma forma de justificar pra si próprio o que
lhe acontece, mas o engraçado que talvez ela tenha seus motivos de “se
defender”, pois se retornamos do coletivo para o singular, quantas pessoas
andam por ai também perambulando, no entanto suas vidas não têm nada de
parecido com os moradores de rua?
Alguns têm uma vida cômoda e bem distribuída, mas preferem ficar a parte
da graça que o circunda. Aqui se encontram as pessoas egoístas, rancorosas,
gananciosas, fofoqueiras, dissimuladas, desonestas, (…), ou seja, muitas das
vezes, nós mesmos. Ao se afastar de Deus também perdemos a nossa dignidade como
seres humanos. Talvez o morador de rua não tenha tido outra alternativa, mas
isso, nós temos.
“(…) Cristão, reconhece a tua dignidade. Por participares agora da natureza
divina, não te degeneres, retornando à decadência de tua vida passada.
Lembra-te da Cabeça a que pertences e do Corpo de que és membro. Lembra-te de
que foste arrancado do poder das trevas e transferido para a luz e o Reino de
Deus”. (§1691 Catecismo da Igreja Católica)
Na ascensão, Jesus revela sua divindade e nos apresenta compromissos
individuais e no coletivo.
Muitos dos nossos problemas individuais seriam solucionados se
pensássemos mais no coletivo, e os que não são assim solucionados poderiam ser
atenuados se parássemos de acreditar que tudo precisa gravitar como planetas,
ao nosso redor.
Crescer é refletir, é abrir o horizonte de compreensão. Ser reflexo de
Jesus não é se trancar em casa e rezar, é nos relacionamentos sociais, no
convívio com as pessoas, refletir que sou um homem ou mulher de Deus e não mais
uma criança.
“(…) Então, não seremos mais como crianças, entregues ao sabor das ondas
e levados por todo vento de doutrina, ludibriados pelos outros e por eles, com
astúcia, induzidos ao erro. Ao contrário, vivendo segundo a verdade, no amor,
cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça. É dele
que o corpo todo recebe coesão e harmonia, mediante toda sorte de articulações
e, assim, realiza o seu crescimento, construindo-se no amor, graças à atuação
devida de cada membro. Eu vos digo, pois, e vos conjuro no Senhor, que não vos
comporteis mais como se comportam os pagãos, por sua mentalidade fútil. Eles
têm a inteligência obscurecida e são alheios à vida de Deus, por causa da
ignorância produzida neles pela dureza de seus corações”. (Efésios 4, 14-18)
Obs.: Nas lendas e folclores europeus, só vampiros não refletem a
imagem. Se sou cristão de verdade preciso refletir a imagem, ou serei apenas
mais um amigo do conde Drácula a pedir, pedir, pedir, sugar, sugar, sugar…
(risos)
Um Imenso abraço fraterno.
MOMENTO DE REFLEXÃO
A
menininha acompanhava a mãe fazendo um peixe com uma receita tradicional de
família.
Ela
prestava atenção pois sabia que, no futuro, iria ser a seguidora dessa
tradição.
A
mãe, então, corta o peixe ao meio.
A
criança pergunta:
-
Mãe, por que você cortou o peixe?
E a
mãe, atenciosa, responde:
-
Não sei, meu anjo. A minha mãe sempre fez assim.
A
criança não se satisfez com a resposta da mãe e foi falar com a avó.
-
Vó, por que você cortava o peixe ao meio?
E a
avó responde:
-
Não sei, meu bem. Minha mãe sempre fez assim.
A
menininha foi, então, procurar pela bisavó.
-
Bisa, por que você cortava o peixe ao meio?
A
velha senhora responde:
-
Era porque a minha frigideira era muito pequena e o peixe não cabia inteiro
nela.
Por
mais que seja incrível, assim é a nossa vida.
Estamos
numa constante repetição.
Podemos
até não gostar ou reclamar das coisas, mas continuamos fazendo tudo da mesma
maneira.
Por
isso que a inovação é importante em nossas vidas.
Temos
que buscar constantemente o novo, eliminar estereótipos, pensar diferente,
mudar o jeito de agir e de ver o mundo.
Precisamos
por em prática o dom da criatividade, essa habilidade, capacidade e potencial
que tem o ser humano para gerar idéias.
Mas
também precisamos colocar em prática as idéias geradas.
Deixar a idéia no fundo da gaveta não
significa absolutamente nada, pois ela só será uma inovação quando houver a
atitude de realizá-la, de concretizá-la.
Quer
mudar?
Então
crie, ouse, inove e lembre-se:
Ponha
sempre em prática!
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que
nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na palma
de Suas mãos.
Visite
nosso blog, você vai gostar
https://florescersempre2017.blogspot.com/
Para
comentários, sugestões ou cadastro de um amigo
Nenhum comentário:
Postar um comentário