Segunda-feira
15/09/2025
“No mundo
sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te
odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...”
EVANGELHO DE HOJE
Jo
19,25-27
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João
—
Glória a vós, Senhor!
Perto
da cruz de Jesus estavam a sua mãe, e a irmã dela, e Maria, a esposa de Clopas,
e também Maria Madalena. Quando Jesus viu a sua mãe e perto dela o discípulo
que ele amava, disse a ela:
-
Este é o seu filho.
Em
seguida disse a ele:
-
Esta é a sua mãe.
E
esse discípulo levou a mãe de Jesus para morar dali em diante na casa dele.
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Hoje, poderíamos também partilhar Lucas 2, 33-35 que é justamente o
oposto desse momento. Em Lucas nos lembraríamos da apresentação de Jesus no
templo, onde fora revelado a Maria o destino final de seu filho, que vemos no
Evangelho de João.
Qual seria a dor maior? Saber anos antes (Lucas) ou presenciar o fato
(João)?
Quantas pessoas conhecemos que também vivem calvários pessoais? Pessoas
que mediante a força dos ventos viram seus planos ir embora; ou veem algo sair
errado ao planejado com relação a família (filhos, esposo, esposa), ao trabalho
(desemprego, falta de oportunidade, baixo salário), (…)? Jesus era ainda bebe
quando ao templo, portanto Maria guardou em seu coração por cerca de 30 anos um
sofrimento silencioso, pois sabia que perderia seu filho.
“(…) Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino
está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em
Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados
os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma”.
(Lucas 2, 34-35)
Que poderíamos pensar no lugar dela? Esconder a criança? Fugir para bem
longe? Ela preferiu enfrentar… Maria, por amor ao projeto de Deus, jamais se
prostrou diante da dor. Viu seu filho crescer na graça e por fim se entregar na
Cruz.
Quantos de nós sofremos por antecedência? Às vezes nem vivenciamos o
problema e já estamos sofrendo. Vem o vestibular, a prova de um concurso, uma
entrevista de emprego e nosso pensamento já esta derrotado, pessimista, (…).
Temos um filho ou filha que nos dá muito trabalho na escola, não se interessa,
fica até tarde na rua, (…) e nosso pensamento já diz “o que será dele (a)”;
Temos um marido que bebe; um filho sem regras e de vida transviada, o
desemprego; dívidas, (…) e nosso pensamento já vai nos destruindo: “Fazer o
que?” ou “Resta me conformar!!”
Precisamos PARAR IMEDIATAMENTE de sofrer por antecipação. Há uma
possibilidade real que o que imaginamos nunca acontecerá e nós já estamos
sofrendo. Saiba que sofrer antecipado é sofrer duas vezes, pois caso os fatos
culminem para o que imaginamos sofreremos antes e durante o fato.
Busquemos o exemplo de Maria, a Senhora das Dores, sabendo o que iria
acontecer se preocupou em como aproveitar ao máximo o tempo. Ninguém ouviu tão
bem como ela, ninguém entendeu o projeto como ela, ninguém acreditou mais do
que ela, (…) É importante frisar que longe de mim acreditar que Maria apenas
cruzou os braços e aguardou. Maria deixou clara a ideia que temos muito por fazer. Temos seu exemplo e
intervenção nas bodas de Caná; ela esteve perto do seu filho nos momentos mais
marcantes… A SENHORA DAS DORES não ficou em casa se lastimando ou sofrendo
imaginando o que estava a acontecer com seu filho.
Se temos problemas a serem resolvido, partamos para cima deles! Se ainda
não temos, por que então estamos a imaginá-los? Se ainda são “filhotes”, porque
fazê-los crescer? É duro também aceitar que boa parte dos problemas que temos,
isso eu insisto e enfatizar, infelizmente foi causado por nossas ações ou
nossas omissões do dia-a-dia e talvez por reconhecer esse fato, sofremos mais
do que deveríamos.
Meu irmão (ã), quem por acaso nunca errou?
“(…) Filho, pecaste? Não o faças mais. Mas ora pelas tuas faltas
passadas, para que te sejam perdoadas. Foge do pecado com se foge de uma
serpente; porque, se dela te aproximares, ela te morderá”. (Eclesiástico 21,
1-2)
Que Maria nos abençoe. Que seu espelho de vida, compenetrada, focada e proativa
possam nos ajudar a superar nossas dores, nossas fraquezas, nossos erros, (…).
Salve Maria!
Um imenso abraço fraterno
MOMENTO DE REFLEXÃO
Conta
a lenda que certa manhã, o guerreiro mongol Gengis Khan e sua corte saíram para
caçar. Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan
carregava seu falcão favorito no braço, que era melhor e mais preciso que
qualquer flecha, porque podia subir aos céus e ver tudo aquilo que o ser humano
não conseguia ver.
Entretanto,
apesar de todo o entusiasmo do grupo, não conseguiram encontrar nada.
Decepcionado, Gengis Khan voltou para seu acampamento. Mas, para não
descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e
resolveu caminhar sozinho.
Tinham
permanecido na floresta mais tempo que o esperado e Gengis Khan estava morto de
cansaço e de sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos, não
conseguia encontrar nada para beber até que, enfim, avistou um fio de água
descendo de um rochedo à sua frente.
Na
mesma hora, retirou o falcão do seu braço, pegou o pequeno cálice de prata que
sempre carregava consigo, demorou um longo tempo para enchê-lo e, quando estava
prestes a levá-lo aos lábios, o falcão levantou voo e arrancou o copo de suas
mãos, atirando-o longe.
Gengis
Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez estivesse também com
sede. Apanhou o cálice, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto
de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o
falcão de novo atacou-o, derramando o líquido.
Gengis
Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em
nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e
mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz
de domar uma simples ave.
Desta
vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve
um olho na fonte e outro no falcão. Assim que viu ter água suficiente e quando
estava pronto para beber, o falcão de novo levantou vôo e veio em sua direção.
Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou o seu peito do falcão, matando-o.
Retomou
o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado.
Decidido
a beber de qualquer maneira, subiu o rochedo em busca da fonte. Para sua
surpresa, havia realmente uma poça d‘água e, no meio dela, morta, uma das
serpentes mais venenosas da região.
Se
tivesse bebido a água, já não estaria mais no mundo dos vivos.
Gengis
Khan voltou ao acampamento com o falcão morto em seus braços.
Mandou
fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou em uma das asas:
Mesmo
quando um amigo faz algo que você não gosta, ele continua sendo seu amigo.
Na
outra asa:
Qualquer
ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso.
Nem
sempre o que parece ser, realmente é!
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que
Deus lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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