terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Terça-feira 12/12/2017

Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017



“Que neste Natal, eu esqueça as tristezas do ano que termina, e faça uma prece de alegria.”




EVANGELHO DE HOJE
Lc 1,39-47


O Senhor esteja convosco.
                                              Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!


Naqueles dias, Maria preparou-se e foi depressa para uma cidade da região montanhosa da Judeia,
40 onde entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel.
41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê agitou-se em seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42 Em alta voz exclamou:
"Bendita é você
entre as mulheres,
e bendito é o filho
que você dará à luz!
43 Mas por que sou tão agraciada, ao ponto de me visitar a mãe do meu Senhor?
44 Logo que a sua saudação chegou aos meus ouvidos, o bebê que está em meu ventre agitou-se de alegria.
45 Feliz é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse!"
46 Então disse Maria:
"Minha alma engrandece
ao Senhor,
47 e o meu espírito se alegra
em Deus,
meu Salvador,


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Maria é modelo a ser seguido e idealizado por todo cristão por inúmeros motivos, mas hoje de modo especial divago sobre a presença de Jesus. Como assim?
Maria ao se apresentar a Isabel para ajudá-la no final de sua gestação é recebida com uma ação do Espírito Santo que rompe as barreiras do entendimento humano fazendo com que a criança em seu ventre a reconhecesse como aquela que portava a graça. Maria refletia a própria presença de Jesus.
Quantas vezes nos sentimos atraídos pela presença de Jesus em um irmão. Como era legal e atrativo participar das missas do padre Orozimbo na Igreja N. Sra. da Guia e nem vou falar das celebrações repletas de sentimento presididas pelo nosso arcebispo? Como transmite tranquilidade e paz as músicas do Walmir Alencar? Quem conseguia sair desanimado ou desesperançoso após uma palestra do padre Léo? Não conseguimos fazer diferente do pequeno bebê João Batista no ventre de sua mãe. Vibramos, pulamos, (…).
Um dia fui fazer um curso fora do estado e me hospedei na casa do meu padrinho de crisma (que é meu tio). Ao ver-me ele disse que: “meu filho, olho pra você e vejo um padre! Você transmite paz!”. Deus bem sabe também quantos maus exemplos eu já dei também, mas em suma, se após longos anos de caminhada, você ainda não transmite paz(…)
Seja diferenciado, as pessoas reconhecerão isso logo de cara.
289. Com os olhos postos em seus filhos e em suas necessidades, como em Caná da Galiléia, Maria ajuda a manter vivas as atitudes de atenção, de serviço, de entrega e de gratuidade que devem distinguir os discípulos de seu Filho.(…) (Documento de Aparecida)
Mauricio de Souza, um renomado desenhista e cartunista, criou a turma da Mônica cuja estrela é a própria Mônica. Ela é gentil, educada, prestimosa, (…) mas brigueeeeeeennta e geniosa! Às vezes a vida e as nossas opções não oportunizaram que fossemos cultos, com muito estudo, faculdades (…) “sobrando” (ao nossos olhos) pra nós a função de Cebolinha, ou seja, de pouco destaque, coadjuvante e muitas vezes nos surpreendemos invejando aqueles que tem o perfil da Mônica, o centro, o foco…
Irmãos lembremos de uma coisa: sem desdenhar dos “Mônicas”, pois são importantes e já tem suas próprias batalhas por se colocar à frente, mas Deus usou um Cebolinha bem gago para tirar seu povo do deserto. Conta-se, não sei se é fato ou lenda da internet, que Moisés era tão gago que seu irmão falava por ele às vezes. Moisés (nosso cebolinha) pela fé abriu o mar, tirou água da pedra, recebeu as tábuas da lei (…) e não buscou glórias pra si, prova é que nem se sentiu digno de adentrar a terra tão esperada e prometida.
Maria foi uma coadjuvante importante (cebolinha) na história de Jesus. A humildade é sua marca. Ela foi o perfeito sacrário. Em seu ventre habitou e cresceu o Rei dos Reis (quer mais?) e como D. Milton diz: a pessoa em que o Espírito Santo mais operou.
Se você é chamado a ser Mônica ou Cebolinha, Pedro ou Paulo, Moisés ou Davi (…) não importa. O que realmente importa é que você, eu, nós transmitamos a presença de Jesus e em seu serviço diário (trabalho, casa, igreja, …) seja pela fala, olhar ou gestos…

Um imenso abraço fraterno e que Maria, hoje de Guadalupe, nos abençoe.




COMPORTAMENTO


Seu filho adolescente não o escuta? Hora de mudar essa realidade:
Por Revista Pazes



É possível que, quando você olhe para os olhos do seu adolescente, você ainda se lembre daquele menino que lhe contou tudo o que aconteceu com ele e como suas palavras foram carregadas de amor por você. Agora, como adolescente, o que você mais encontra é provavelmente um adolescente que se virar e ignora você como uma forma de arte e vem somente para você quando quer ou precisa de algo. Não é fácil fazer com que seus adolescentes o escutem quando você fala com eles, mas pode ser feito.

Quando as crianças têm 7 e 8 anos, ainda não são pré-adolescentes, mas estão começando a experimentar um crescente senso de controle sobre suas vidas, concentram-se no seu mundo exterior e também em coisas que satisfazem ou fazem com que se sintam bem. Algo que, sem dúvida, continuará a ser muito importante à medida que crescem e alcançam a adolescência, um estágio de novo egocêntrico, mas onde as amizades são as mais importantes. Os adolescentes parecem ter uma surdez seletiva para testar os limites de sua crescente independência.

Pressões e responsabilidades

As crianças na adolescência passam a maior parte do dia na escola e não param de seguir as instruções do adulto o tempo todo. As escolas estão exigindo para que tenham menos oportunidades para poderem ser elas mesmas e isso pode causar estresse e não poderão exercer suas próprias decisões de maneira habitual, ou pelo menos, não tanto quanto elas gostariam.



Os adolescentes se sentem mais seguros em casa, porque é o lugar onde eles podem se afirmar e tomar o tempo para relaxar, muitas vezes, como fazer coisas e como agir depende de suas emoções. No entanto, você pode recuperar o controle e fazer o seu filho ouvir você sem perder a voz do adulto e falar calmamente para que eles possam ouvir o conselho sem ter que fazê-lo através de um megafone.
Formas de fazer com que seu filho adolescente ouça você

Coloque a perspectiva

Gritar para chamar a atenção do seu filho não vai fazer que ele te escute . Em vez disso, é necessário retroceder e reconhecer que seu filho não tenta machucá-lo, ele está apenas agindo de acordo com sua idade. É necessário trabalhar com uma estratégia melhor. Se você tem que contar algo importante para o seu filho, evite os momentos em que ele está colado na tela. Além disso, peça que ele repita o que você acabou de dizer-lhe, para ter garantias que você foi entendido.

Mostre sua presença

Como você sabe, é fácil para seus adolescentes ignorar o que você diz. Mas ainda é muito mais complicado bloquear o pensamento de outras maneiras. Para que você ouça, às vezes um toque simples no ombro é suficiente para ajustar sua atenção ao que você está dizendo. Você também pode chamar sua atenção falando com ele com um bom senso de humor.

Não seja um eco

É muito importante que você evite ser um eco porque, além de não funcionar, você só fica com dor de garganta. Repetir uma e outra vez só levará seu filho a parar de ouvir o que eles dizem porque começam a pensar que não é importante. Você pode sentar-se ao lado dele e dizer-lhe que você lhe dirá as coisas uma vez e, se ele não responder corretamente, haverá consequências (previamente acordado).

Por exemplo, você pode dizer que você vai definir o temporizador por 3 minutos e, depois disso, você terá que desligar a televisão e dobrar roupas, por exemplo. Em vez disso, você também pode usar a recompensa: se você terminar todo o trabalho escolar e doméstico, você pode usar o computador 15 minutos antes do jantar.

E, claro, lembre-se, se você quiser que seu filho ouça você, você também deve ouvi-lo sempre que ele tiver algo para lhe dizer.





MOMENTO DE REFLEXÃO


“Não é fácil encontrar a felicidade em nós mesmos e é impossível encontrá-la em outro lugar.” (Agnes Repplier).

Uma casa nova, uma piscina nos fundos, dois belos carros na garagem e meu primeiro filho a caminho.

Faltavam apenas alguns dias para eu dar à luz o meu primeiro filho quando uma conversa com meu marido abalou o mundo em que eu vivia.
- Eu quero estar presente para o bebê, mas acho que não te amo mais - ele falou.
Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo! Ele se afastara de mim durante a gravidez, mas eu relacionara isso ao seu medo e preocupação em se tornar pai.
Enquanto eu o sondava em busca de explicações, ele me contou que tivera um caso cinco anos antes e desde então não sentia a mesma coisa por mim. Pensando apenas no meu bebê e querendo salvar meu casamento, disse-lhe que podia perdoá-lo e que queria consertar as coisas entre nós.
Aquela última semana antes do nascimento de meu filho foi um passeio emocional numa montanha-russa. Estava tão animada com o bebê, com tanto medo de estar perdendo meu marido e sentindo-me tão culpada, às vezes, pois achava que era culpa do bebê isso tudo estar acontecendo.
John nasceu numa sexta-feira de julho. Era tão lindo e inocente. Não fazia ideia do que estava acontecendo no mundo de sua mãe. Estava com quatro semanas quando descobri o verdadeiro motivo do afastamento de seu pai. Não apenas ele tivera um caso cinco anos antes, mas começara a ter um caso durante minha gravidez, e continuava a ter.
Então, quando ele estava com cinco semanas, John e eu abandonamos a casa nova, a piscina e todos os meus sonhos desfeitos para trás. Mudamos para um apartamento do outro lado da cidade.
Não sabia que existia depressão tão profunda quanto a que eu entrei. Nunca havia experimentado nada igual à solidão de passar uma hora depois da outra sozinha com uma criança recém-nascida.
Alguns dias aquela responsabilidade toda me esmagava e eu tremia de medo. A família e os amigos estavam lá para ajudar, mas, ainda assim, havia muitas horas cheias de pensamentos a respeito de sonhos desfeitos e desespero.
Eu chorava com frequência, mas me assegurei de que John nunca me visse chorando. Estava determinada a não deixar que isso o afetasse. De algum lugar dentro de mim eu sempre encontrava um sorriso para ele.
Os primeiros três meses da vida de John passaram num borrão de lágrimas. Voltei ao trabalho e tentei esconder de todo mundo o que estava acontecendo. Tinha vergonha, ainda que não soubesse por quê.
Cheguei ao fundo do poço num domingo de manhã, quando John estava com quatro meses. Acabara de ter outra discussão emocional com meu marido e ele saíra como um furacão do meu apartamento. John estava dormindo em seu berço e me peguei sentada no chão do banheiro, encolhida como uma bola, balançando para frente e para trás. Ouvi-me dizendo em voz alta: "Eu não quero mais viver." Depois de dizer isso, o silêncio foi arrebatador.
Acredito que Deus esteve comigo naquele dia. Após dizer aquilo, fiquei sentada em silêncio, deixando as lágrimas correrem pelo meu rosto. Não sei quanto tempo se passou, mas de algum lugar de dentro de mim surgiu uma força que eu não havia sentido antes. Decidi naquele momento tomar o controle da minha vida. Não iria mais dar ao meu marido o poder de afetar minha vida de uma forma tão negativa.
Percebi que, ao prestar tanta atenção em suas fraquezas, estava permitindo que aquelas fraquezas arruinassem a minha vida.
Naquele mesmo dia, arrumei uma mala para mim e John e fui passar o fim de semana na casa do meu irmão. Era a primeira viagem que fazia sozinha com John e me senti tão forte e independente! Lembro-me de que durante a viagem de duas horas eu ri, conversei e cantei para John por todo o caminho.
Foi durante esta viagem que percebi como meu filho fora meu “salvador” durante todos aqueles meses. Saber que ele estava lá todos os dias e que precisava de mim me mantivera viva e me dera uma razão para me levantar todas as manhãs.
Que bênção ele era na minha vida!
Daquele dia em diante, decidi concentrar-me na confiança e na força que me fizeram levantar do chão do banheiro. Ter mudado minha atenção para pensamentos tão positivos transformou a minha vida. Senti vontade de rir novamente e de estar na companhia dos outros pela primeira vez em meses. Iniciei o processo de descobrir o indivíduo que mantive escondido dentro de mim durante tanto tempo - um processo que ainda estou apreciando.
Comecei a fazer terapia logo depois de John e eu termos nos mudado da casa, e continuei com ela durante vários meses depois do dia em que cheguei ao fundo do poço.
Quando não senti mais necessidade de ter seu apoio e aconselhamento, lembrei-me da última pergunta que minha terapeuta me fez antes que eu saísse de seu consultório naquele dia:
- O que você aprendeu? - ela perguntou. Não hesitei em responder:
- Aprendi que minha felicidade tem que vir de dentro.

É esta lição de que me lembro todos os dias e que desejo partilhar com os outros. Cometi o erro, na minha vida, de basear minha identidade em meu casamento e em todas as coisas materiais que cercavam a relação.
Aprendi que sou responsável por minha própria vida e felicidade. Quando centralizo minha vida em outra pessoa e tento construir minha vida e minha felicidade em volta daquela pessoa, não estou vivendo de verdade. Para viver de verdade preciso deixar que o espírito dentro de mim seja livre e regozije-se em sua singularidade.
É neste estado de ser que o amor de outra pessoa se torna uma alegria e não algo que temos medo de perder.
Que o seu espírito seja livre e voe alto!

(Laourie Waldron)

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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