domingo, 1 de julho de 2018

Terça-feira 31/07/2018

Terça-feira, 31 de julho de 2018

"Maior que estar presente em DEUS é a honra de poder servi-lo"




EVANGELHO DO DIA
Mt 13,36-43


O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus
Glória a vós Senhor



Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.
E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem;
O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno;
O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.
Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.
E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.





Palavras da Salvação
Glória a vós Senhor




MOMENTO DE REFLEXÃO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Aprendemos na escola que cargas positivas atraem negativas e vice-versa, consequentemente as que têm polaridades iguais se repelem mutuamente. Segundo a lei da gravitação universal, um corpo de maior massa tende a trazer para si outro de menor massa, sendo assim explicado porque rodamos em torno do sol. Dentro do nosso planeta, nosso mundo, (…) positivos ou negativos, não importa, somos atraídos por algo bem maior que nós todos.
“(…) E quando eu for levantado da terra, atrairei todos os homens a mim”. (João 12, 32)
É importante diferenciar esse pensamento inicial do que é apregoado como “lei da atração”, que não é a de Newton, mas a que nada mais é que uma forma de encarar a vida como não dependêssemos de nada, a não ser de nosso pensamento, para ter um determinado sucesso. Nessa dita “lei da atração”, seus adeptos procuram atrair coisas que lhes favoreçam no sentido financeiro, sendo que o próprio site oficial do livro caracteriza isso.
“(…) O homem não é fruto da sorte, nem de um conjunto de circunstâncias, nem de determinismos, nem de interações físico-químicas; é um ser que goza de uma liberdade que, levando em conta sua natureza, transcende-a e é o sinal do mistério de alteridade que o habita!”. (Bento XVI: Por uma Ciência com Consciência / Academia de Ciências de Paris-2008)
Preciso aprender a reconhecer que existe algo maior que mim mesmo. Algo que me atrai constantemente para Ele e por mais forte que seja minha vontade de fugir, sua infinita “massa” me atrai. Vemos pessoas céticas, agnósticas, com formações puramente científicas, passarem a vida a procurar a não existência dessa força que nos atrai. Pessoas renomadas, conceituadas, estudadas sendo atraídas sem saber, atraídas pelo mistério da fé que temos e que passam a vida semeando o joio sem saber, que também, o Senhor os fez grão de trigo.
Charles Darwin um dia disse que “Devo dizer-vos que em vosso livro Pretensões da Ciência expressastes a minha profunda convicção, e mesmo mais eloqüentemente do que eu saberia fazê-lo, isto é, que o universo não é e nem pode ser obra do acaso”; Isaac Newton refletiu assim: “Esta elegantíssima coordenação do sol, das estrelas, dos planetas e dos cometas não pode ter outra origem que o plano e o império do Ser dotado de inteligência e de poder, que tudo domina, não como alma do mundo, mas como o Senhor de todas as coisas, eterno, infinito, onipotente, onisciente”.
Onde eu entro nesse contexto?
Muito maior que nós mesmos e de nossos entendimentos (pensamentos e atitudes) habita algo maior que cabe dentro de um menor. Como entender um Deus tão grande que habita num ser tão pequeno como nós. São João evangelista, creio eu, deve ter pensado por longos anos para no fim explicar que Deus é Amor (I João 4, 8). E quando nos permitimos a nos descobrir, segundo Paulo, revelamos a imensidão de um Deus tão grande (II Coríntios 3 18); passamos a refletir algo que atrai as pessoas, não pelo que sou, mas por aquilo que acredito que habita em nós. Sem querer descubro que o reino de Deus habita em mim. “(…) Então o povo de Deus brilhará como o sol no Reino do seu Pai”.
“(…) O amor permite sair de si mesmo para descobrir e reconhecer o outro; ao abrir-se à alteridade, afirma também a identidade do sujeito, pois o outro me revela a mim mesmo”. (Bento XVI: Por uma Ciência com Consciência / Academia de Ciências de Paris-2008)
A ciência moderna ainda não respondeu sobre a “atração” do amor; ainda não respondeu sobre a “força gravitacional” que nos ter fé (…). O criador da Teoria Quanta, Max Plank, disse: “(…) Deus está no ponto de chegada de toda reflexão.”
O Senhor saiu novamente e semeou sementes boas de trigo.
Um imenso abraço fraterno.




COMPORTAMENTO


Dicas para resolver problemas com mais facilidade
Vale refletir sobre como tornar a vida mais tranquila resolvendo com habilidade e rapidez os problemas que nos aparecem.
Suely Buriasco


Claro que não existe fórmula mágica, cada um precisa encontrar a sua maneira de resolver seus problemas. Lembrando esse pensamento de Carl Jung: "O sapato que se ajusta a um homem aperta o outro; não há nada para a vida que funcione em todos os casos".
No entanto, quando estamos envolvidos emocionalmente nos problemas, muitas vezes, temos dificuldade de encontrar um raciocínio lógico que nos dirija para ações construtivas. Foi assim que pensei em apresentar algumas dicas gerais que podem facilitar a reflexão necessária para cada pessoa encontrar suas próprias alternativas.
Vamos a elas:

1. Aceite o problema
Esse é o primeiro passo. Afinal, como resolver algo que você ainda nega? Enquanto resistimos a aceitar que o problema existe, desperdiçamos grande energia e, pior, alimentamos ainda mais seu prejuízo. Direcione suas energias de forma a encontrar alternativas positivas para resolver as questões da melhor forma possível.

2. Identifique a amplitude do problema
Preocupações acabam por distorcer a amplitude das situações difíceis. Tente não alimentar pensamentos negativos sobre o assunto. A mente, nesses casos, pode se confundir aumentando a extensão do problema. Tente ser mais racional e analise melhor a situação.

3. Procure novos conhecimentos
Conhecer melhor a questão pode diminuir a ansiedade e a insegurança para o enfrentamento do desafio que se apresenta na sua vida. É muito interessante colher subsídios que ajudem você a refletir com mais clareza. O conhecimento afasta o medo em torno de um problema.

4. Tenha sempre um plano "B"
Você não sabe o que realmente funcionará antes de tentar. O que pode parecer uma boa solução na teoria, pode não funcionar na prática. Então, foco na solução para criar mais alternativas. Se a primeira não funcionar, experimente outra e assim por diante. Não se esqueça que o abecedário não termina na letra "B" e continue criando opções.

5. Afaste o dever de estar certo
Estar totalmente certo em tudo o tempo todo é um grande desperdício de energia, até porque isso é impossível. Liberte-se dessa carga e, certamente, sua mente estará mais preparada para encontrar a solução que você precisa. A necessidade de estar certo pode fazer você desconsiderar soluções que são exatamente as que você precisa.

6. Use a Lei de Parkinson
Já ouviu o ditado: "O trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para a sua realização". Essa é a Lei de Parkinson que você pode usar a seu favor colocando urgência nas suas ações. Quem tem muito tempo, não tem tempo para nada. Pare de procrastinar, concentre sua mente no sentido de procurar soluções e aja.

7. Aproveite a experiência
Você pode desenvolver algo de positivo para a sua vida aproveitando as lições que as dificuldades apresentam. Quando vencemos um desafio nos tornamos mais fortes e preparados para os novos desafios que virão. E mesmo quando, de alguma forma, somos vencidos, a experiência também pode ser de grande valia para as nossas vidas. Aproveite as dificuldades e cresça com elas.

Vale lembrar que muitos de nossos problemas são criados por nós mesmos. Por isso você pode se poupar sendo mais proativo, pensando antes de falar e tentando relevar o que for possível. Muitos problemas estão de alguma forma relacionados com outras pessoas, então uma boa maneira de criar menos problemas é melhorar suas habilidades sociais.




MOMENTO DE REFLEXÃO


Certa vez, Nossa Senhora, com o Menino Jesus nos braços, desceu à terra para visitar um mosteiro. Os monges ficaram muito felizes com a visita.

Organizaram uma fila e, um a um, ao se aproximar, prestava a sua homenagem. Um recitava uma poesia feita por ele, outro mostrava uma pintura, outro cantava uma música de sua autoria, houve um que recitou de cor a lista dos livros da Bíblia etc.

No final da fila, estava um monge muito simples e humilde, que ainda não tivera chance nem de aprender a ler. Os colegas ficaram preocupados, com medo de ele dar fora, comprometendo a imagem do mosteiro. Quiseram até convencê-lo a sair da fila. Mas ele fez questão de prestar sua homenagem ao Menino Jesus e à sua mãe.
Quando chegou a sua vez, ele não disse nada. Apenas pegou cinco laranjas que trazia nos bolsos e começou a jogá-las para cima e pegá-las todas, sem deixar nem uma cair no chão. Isso em meio a belos gestos de malabarismo.
Aquele monge havia trabalhado em um circo antes de entrar no convento, e foi lá que aprendera essas coisas.
E sabe o que aconteceu? O Menino Jesus riu e bateu palmas, coisa que não fizera em nenhuma das apresentações anteriores.
No final, Maria Santíssima estendeu os braços e ofereceu o Filho para ele pegar um pouquinho, coisa que não havia feito com nenhum dos outros monges.
A ciência e os conhecimentos são importantes, mas muito mais importantes são as nossas ações e os nossos gestos de amor, mesmo que esses gestos sejam feitos unicamente para divertir o nosso próximo, fazendo-o rir.
A Encarnação aconteceu graças à obediência de duas pessoas: Do Filho eterno do Pai, que disse: “Eis que venho, ó Pai, para fazer a vossa vontade (Sl 39,8). E da sua Mãe, que disse: “Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim conforme a tua palavra” (Lc 1,38).






UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.






Segunda-feira 30/07/2018

Segunda-feira, 30 de julho de 2018

"Solidão não se cura com a presença dos outros, se cura com amor próprio."




EVANGELHO DO DIA
Mt 13,31-35


O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus
Glória a vós Senhor


E contou-lhes outra parábola: "O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo.
Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se a maior das hortaliças e se transforma numa árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos".
E contou-lhes ainda outra parábola: "O Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou fermentada".
Jesus falou todas estas coisas à multidão por parábolas. Nada lhes dizia sem usar alguma parábola,
cumprindo-se, assim, o que fora dito pelo profeta: "Abrirei minha boca em parábolas, Proclamarei coisas ocultas Desde a criação do mundo".




Palavras da Salvação
Glória a vós Senhor




MOMENTO DE REFLEXÃO
Pe. Antonio Queiroz


Não convém que um profeta morra fora de Jerusalém.
O Evangelho de hoje tem duas partes: 1) A hostilidade de Herodes para com Jesus. 2) Palavras duras de Jesus contra Jerusalém.
Jesus estava a caminho para Jerusalém, cujo governador era Herodes, quando um grupo de fariseus lhe diz: “Tu deves ir embora daqui, porque Herodes quer te matar”.
Já havia matado João Batista, e agora tenta desfazer-se de Jesus, intimidando-o, para que se afastasse do seu território. Herodes tinha medo de os profetas, com a sua influência sobre o povo, desestabilizarem o seu poder e o seu prestígio.
Mas Jesus é um profeta corajoso. Ele responde: “Ide dizer a essa raposa: eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia terminarei o meu trabalho... Porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém”. Foi uma referência à sua ressurreição, três dias após a sua morte. Ele disse, em outras palavras, que seu compromisso é com Deus Pai e com mais ninguém, e que não são ameaças que vão mudar o seu trabalho.
“Não convém que um profeta morra fora de Jerusalém.” Por quê? Porque Jerusalém, no Antigo Testamento sempre foi palco dos grandes acontecimentos religiosos, partidos tanto da bondade de Deus como da maldade do povo.
“Jerusalém, Jerusalém! Tu que matas os profetas...” Jesus se refere à recusa do povo em receber os enviados de Deus. “Eis que vossa casa ficará abandonada”. É uma referência à destruição de Jerusalém, acontecida anos depois. São ameaças proféticas que não deixam de ser mais um convite ao povo para a conversão.
Jesus não procurou a morte, mas também não correu dela. Ele não queria morrer – como qualquer ser humano não quer morrer – e sim viver o máximo possível aqui na terra para fazer o bem e consolidar o Reino de Deus. Mas quando colocaram a morte no seu caminho, ele não arredou o pé, ele não arreda o pé da missão que recebera do Pai.
Quando S. Pedro, diante do perigo da condenação de Jesus em Jerusalém, sugeriu a ele que não fosse para lá, Jesus lhe deu uma resposta pesada: “Vai para trás de mim, satanás! Tu estás sendo para mim uma pedra de tropeço, pois não tens em mente as coisas de Deus, e sim as dos homens!” (Mt 16,23). “Coisas de Deus” é fazer a vontade de Deus, confiando nele e arriscando até a vida terrena. “Coisas dos homens” é querer salvar a vida terrena, mesmo que se afaste um pouco da vontade de Deus. Jesus caminhava para Jerusalém porque fazia parte da sua missão recebida do Pai.
Que bom se nós fôssemos assim! “Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus” (Fl 2,5).
“Se alguém quer me seguir, tome a sua cruz...” (Mc 8,34).
“Jesus Cristo me deixou inquieto, com as palavras que ele proferiu. Nunca mais eu pude olhar o mundo sem sentir aquilo que Jesus sentiu” (Música do Pe. Zezinho).
Vamos colocar a busca da vontade de Deus acima de tudo na nossa vida.
Havia, certa vez, um padre que tinha em seu quintal uma seriema. E a casa paroquial ficava ao lado da igreja. Esta seriema cantava cada vez que se tocava o sino chamando o povo para a Missa. O interessante é que, em outros momentos, podiam tocar o sino à vontade que ela não cantava. Mas, tocou para a Missa, pronto, ela cantava. E cantava alto, como que querendo ajudar o sino a chamar o povo.
Deus criou o mundo em perfeita harmonia. Até os animais obedecem a Deus e “querem” que nós lhe obedeçamos. Que, devido à nossa desobediência, Jesus não tenha de dizer a nós o que disse a respeito de Jerusalém: “Jerusalém, Jerusalém! Tu que matas os profetas... Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintinhos debaixo das asas, mas tu não quiseste!”
A firmeza de Maria Santíssima, cujo coração foi transpassado pela espada de dor, seja para nós um exemplo e um incentivo. Santa Mãe das Dores, rogai por nós.
Não convém que um profeta morra fora de Jerusalém.




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Mais vale se sujar um pouco andando que morrer sentado
Professor Luiz Marins


 Os dias atuais de extrema mudança e competitividade exigem nosso total envolvimento e comprometimento com as coisas e com as causas da empresa. Assim, é preciso que não nos economizemos em nossa capacidade de participar dos programas e projetos de qualidade, produtividade, agressão ao mercado, campanhas de vendas e outras atividades.
 Há pessoas que não se envolvem, não se comprometem, com a idéia falsa e errônea de que não se envolvendo e não se comprometendo ficam isentas de problemas. Nada mais falso! Pessoas que preferem "morrer sentadas" com medo de participar e com medo de "se sujar" ficam à margem do caminho, nunca são promovidas e são vistas como não-comprometidas.
 As pessoas de sucesso são as que não têm medo de se comprometer com as causas e coisas da empresa e as que compreendem que o sucesso exige de nós a coragem para correr riscos, para assumir posições, para defender pontos de vista. Com medo de se sujar, os fracassados não falam, não emitem opinião, criticam pelas costas, evitam as reuniões e por isso são fracassados. A diferença fundamental entre ganhadores e perdedores está na medida do comprometimento, do envolvimento, da participação e da capacidade de fazer, empreender e às vezes sujar-se.
 Nesta semana, gostaria que você pensasse sobre isto. Você é um ganhador ou um perdedor? Você participa, dá sua opinião, prontifica-se a correr riscos pela empresa? Ou é do tipo que prefere "morrer sentado" mas "puro", não se envolvendo e não se comprometendo?
 Lembre-se: "Mais vale se sujar um pouco andando que morrer sentado!"
 Boa Semana. Sucesso!



MOMENTO DE REFLEXÃO


Certa vez, um homem perdeu um saco de moedas. Ele ficou desesperado, e percorreu a vizinhança dizendo: “Se alguém achar um saco de moedas, é meu”.
Horas depois, um rapaz o procurou com o saco de moedas nas mãos. O homem olhou e viu logo: É esse mesmo. E ele sabia quantas moedas havia dentro do saco: Quatrocentas moedas.
Mas o homem pensou consigo: Vou dizer que havia quinhentas, assim fico livre de dar uma gorjeta para este moço.
Pegou o saco e disse: “Muito obrigado. Você encontrou o meu saco de moedas. Vou contar para ver se estão todas aqui. Havia quinhentas moedas neste saco”.
Contou e só encontrou quatrocentas. Então disse ao rapaz: “Não há problema. O importante é que você achou. Muito obrigado”.
O rapaz saiu dali, mas logo pensou: Passei por ladrão. O meu nome é limpo aqui no bairro, e logo todo mundo vai ficar sabendo disso, e pensar que fiquei com cem moedas. Então foi ao juiz e expôs o caso.
O juiz mandou chamar o homem que ficou com o saco de moedas, e mandou que as trouxesse. O homem veio e o juiz lhe perguntou:
“Quantas moedas havia no saco que o senhor perdeu? Ele respondeu: “Quinhentas”. “E quantas estavam neste saco que o rapaz lhe entregou?” perguntou o juiz. Ele respondeu: “Quatrocentas”. “Então não é o seu”, disse o juiz. “Pode devolver ao moço o saco de moedas. Quando aparecer o dono, ele o entregará”.
Jesus é a verdade, e quem quer segui-lo deve também dizer sempre a verdade. O mentiroso acaba se dando mal, porque mentira tem perna curta. “A verdade vos libertará” (Jo 8,32). O melhor é administrar bem as nossas moedas aqui da terra, para, com elas, ganhar a grande moeda que é o Céu.





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





Sábado 28/07/2018

Sábado, 28 de julho de 2018

"A bondade é o único investimento que nunca vai à falência."




EVANGELHO DO DIA
Mt 13,24-30

O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus
Glória a vós Senhor


Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo.
Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi.
Quando o trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu.
"Os servos do dono do campo dirigiram-se a ele e disseram: ‘O senhor não semeou boa semente em seu campo? Então, de onde veio o joio? ’
" ‘Um inimigo fez isso’, respondeu ele. "Os servos lhe perguntaram: ‘O senhor quer que vamos tirá-lo? ’
"Ele respondeu: ‘Não, porque, ao tirar o joio, vocês poderão arrancar com ele o trigo.
Deixem que cresçam juntos até à colheita. Então direi aos encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e amarrem-no em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no no meu celeiro’ ".



Palavras da Salvação
Glória a vós Senhor



MOMENTO DE REFLEXÃO
Pe. Antonio Queiroz

Não arranqueis o joio! Pode acontecer que arranqueis também o trigo.
Nesta parábola do joio e do trigo, Jesus nos explica por que existem pessoas más e tanta maldade no mundo. Não é obra dele, e sim do maligno.
E ele nos orienta como agir. Não se trata de destruir os maus, mas de conviver junto, porque assim quem sabe eles se convertem e se tornam bons.
Como Deus é bom! Chega a arriscar a vida dos seus, para salvar os seus inimigos.
Alguns dizem, ao ver tanta maldade no mundo: “Será que Deus não está vendo?” Está vendo sim. Só que ele não é cruel como nós, que queremos logo destruir os adversários.
Quantos inocentes sofrem, porque as pessoas se julgam logo com a razão e nem querem dialogar e esclarecer os fatos e as motivações!
O profeta Jonas queria destruir Nínive, mas Deus deu uma chance para a cidade e ela se converteu. No fim do livro, com a história da mamoneira, fica claro que Jonas é que era preconceituoso. Veja a irritação de Jonas, quando viu o povo convertido: “Ah, Senhor! Não era isso mesmo o que eu dizia quando estava na minha terra? Foi por isso que eu corri, tentando fugir para Társis, pois eu sabia que é um Deus bondoso demais, sentimental, lerdo para ficar com raiva, de muita misericórdia e tolerante com a injustiça” (Jn 4,2).
Um dia, um povoado de samaritanos não quis hospedar Jesus e os Apóstolos, porque estavam indo para Jerusalém. Tiago e João disseram a Jesus: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu, para que os destrua?” (Lc 9,54). Jesus os repreendeu. A partir daí, os colegas começaram a chamar os dois de “boanerges”, que significa “filho do trovão”.
Nós não queremos ser filhos do trovão com os maus, mas também deixá-los continuar fazendo o mal. “Irmãos, praticai o bem, e não vos deixeis levar pelo mal” (SP).
Era assim que Jesus agia, conforme disse S. Mateus: “Ele não quebrará o caniço rachado, nem apagará a mecha que ainda fumega” (Mt 12,20). A diferença entre Comunidade e seita é que a seita se isola dos maus, enquanto a Comunidade é aberta, ela se mistura, como o fermento, cuja parábola está também no Evangelho de hoje.
Todas as pessoas tem um fundo bom, que é a parte criada por Deus. É para esse fundo bom que devemos olhar, para amar os maus. “Enquanto todos dormiam veio o inimigo...” Queremos ser bom fermento no mundo, para transformá-lo. “Não temas as trevas, se trazes dentro de ti a luz.”
E Jesus termina com uma frase muito bonita e consoladora: “Então, os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai”.
Queremos agradecer a Deus a paciência que tem conosco, não nos arrancando quando somos joio. Porque, diante dele, ninguém é santo nem justo, todos somos pecadores e não merecemos o seu amor.
Sândalo é uma planta aromática e medicinal. À medida que o machado a corta, ela vai exalando mais e mais seu aroma, perfumando até mesmo a ferramenta que a fere. Por isso o sândalo é metáfora do ser cristão, que paga o mal com o bem. Os mártires nos deram esse belíssimo exemplo. Por exemplo, Santa Maria Goretti.
Nós queremos dar testemunho a todos, também aos maus, convidando-os à conversão. Que Maria Santíssima nos ajude!
Não arranqueis o joio! Pode acontecer que arranqueis também o trigo.



CASA, LAR E FAMÍLIA

Pais superprotetores criam filhos inseguros

Afinal de contas, o que é superproteção?

Não podemos confundir proteção com superproteção. A proteção é saudável e vital aos filhos, enquanto a superproteção é algo danoso, pois superproteger é ir além da satisfação das necessidades e cuidados necessários.
Cuidados excessivos, se não dosados e equilibrados, podem virar uma síndrome obsessiva, o que pode afetar o relacionamento e o sistema familiar.
Desta forma, superproteger é viver pelo filho. É impossibilitar o seu próprio desenvolvimento, falar por ele, decidir por ele, solucionar os seus problemas. É anular a sua autonomia, e de certa forma, aprisioná-lo em suas próprias escolhas, decisões e frustrações.
Podemos definir a superproteção como um movimento contrário à educação para a independência e liberdade.
A superproteção é uma privação da tentativa de acerto e também de erro. Assim como também, uma privação do crescimento, das escolhas e do desenvolvimento.
Obviamente, pais superprotetores estão cheios de boas intenções, mas superproteger os filhos é uma maneira brutal de paralisá-los.
Barrar o seu filho constantemente, privá-lo de qualquer frustração, não permitir que ele tente, faça e erre de vez quando, transmite pra ele a mensagem de que ele é incapaz, que não consegue, e que não é bom o suficiente.
E isso pode ser extremamente prejudicial, pois pode torná-lo demasiadamente inseguro.

Como saber se eu estou superprotegendo o meu filho?
Vou dar três exemplos de alguns comportamentos, e se você os replica, considero importante uma avaliação, com cautela, sobre eles.
1) Medo constante de que algo ruim vai acontecer ao seu filho
Muitos pais usam frases como: “o mundo anda tão perigoso”; “hoje em dia, todo cuidado é pouco”; “do jeito que as coisas estão, a gente precisa ter precaução”, para justificar uma preocupação e um medo constante e muitas vezes, desproporcional aos fatos.
É claro que você precisa cuidar e proteger o seu filho. Você não deve ser negligente, de forma alguma, porém também não pode querer controlar o seu filho, o tempo todo, sufocando-o e impedindo-o de crescer e de se desenvolver. Isso é obsessão.

Exemplo: Lucas* tem onze anos e sua turma irá fazer uma excursão de estudos para um museu em uma cidade vizinha. Os professores irão acompanhar os estudantes. Todos os seus colegas já confirmaram presença, e Lucas quer muito ir, porém seus pais o proíbem, pois consideram muito perigoso, e tem medo de que algo aconteça a ele.
Lucas insiste, pois a prova será sobre a experiência no Museu e valerá nota, mas os pais não mudam de ideia, e Lucas, será o único a ter que ficar em casa.
Lucas nunca pôde ir a nenhuma excursão da escola, nem tampouco em aniversários ou na casa dos amigos.
Neste caso, os pais, por querer controlá-lo e por medo, acabam prejudicando Lucas de várias formas, pois além de ser prejudicado na escola, ele acaba sendo excluído, o que afeta e muito a sua vida, o seu desenvolvimento pessoal e as suas relações.

2) Tratar o seu filho de uma forma que não corresponde com a sua idade
Quando o seu filho é um bebê, ele necessita totalmente de seus cuidados para sobreviver. Ou seja, ele não tem autonomia, ele é uma extensão de você. É você que alimenta, dá banho e cuida das suas necessidades básicas.
Conforme ele vai crescendo, ele vai se desvinculando de você e vai se reconhecendo e aprendendo a se colocar e a se impor como indivíduo no mundo.
É natural, que conforme os anos passem, ele obtenha, gradativamente, autonomia. Autonomia para escolher, decidir e se responsabilizar.
Na superproteção, esse desenvolvimento da autonomia não acontece. É comum ver pais que infantilizam os filhos, e isso pode ser visto em situações como:
Modo de falar – Muitas vezes os pais falam de maneira infantilizada, ou seja, falam com o filho como se ele ainda fosse um bebê. Fazem vozinhas de criança ou usam palavras erradas, propositalmente.
Exemplo: “Amozi da mamãe, vem ati com a mamãe” – que significa: “Amor da mamãe, vem aqui com a mamãe”.
Ações – Os pais não permitem que o filho execute determinadas tarefas sozinho, sendo que ele já tem idade e aptidão suficiente para resolvê-las.
Exemplo: João* tem quinze anos e sua mãe o leva para a escola, todos os dias. Ele já tem idade suficiente para atravessar a rua e ir para a sala de aula sozinho, mas a sua mãe insiste em acompanhá-lo até a porta da sua sala, pois é demasiadamente preocupada com a sua segurança.

3) Medo excessivo de que o seu filho se machuque brincando
As crianças precisam brincar. Muitas vezes, inclusive, é através da brincadeira, que elas se relacionam com o mundo.
Porém, em algum momento, elas irão se machucar. E isso é completamente normal. Um arranhão daqui, um joelho roxo dali, são coisas absolutamente esperáveis de uma criança. E isso não é o fim do mundo!
É claro que os pais precisam estar atentos e devem estipular locais, horários e espaços para a brincadeira das crianças, e dependendo da idade, é muito importante que tudo isso seja feito com a vistoria de um adulto, porém não dá pra exagerar nas medidas preventivas e nos cuidados exagerados.
Não dá pra isolar a criança em uma bolha, é saudável que ela tenha contato com outras crianças e também com outros espaços e objetos.

Você quer um exemplo disso? Eu!

Quando eu era criança, eu vivia com os meus joelhos roxos. Eu caía de roller, de bicicleta e às vezes, caia por nada! Eu gostava de me aventurar, de correr e de explorar.
Tenho cicatrizes até hoje em meus joelhos que me rendem boas memórias e adivinhem: eu ainda estou aqui!

Crianças são cientistas – Permita-as explorar e questionar!
Além do amor incondicional dos pais, do carinho e atenção, as crianças necessitam de critérios claros e consequências para os seus atos.
As crianças precisam de limites. Eles influenciam na tomada de decisões, e delimitam o que é direito delas, e o que é direito dos outros. Eles estabelecem uma barreira, do que pode e do que não deve ser feito.
As crianças precisam, gradativamente, ter a liberdade de fazer as coisas por si mesmas, de resolver os seus próprios problemas e arcar com as consequências de seus próprios atos. Isso fará com que elas cresçam mais seguras e desenvolvam a capacidade de aprender a partir de suas próprias vivências, inclusive com os seus próprios erros.

Se os pais não permitem que a criança se responsabilize por seus próprios atos e tenha a liberdade de agir e errar, ou seja, se eles sempre resolvem os seus problemas ou acabam interferindo para que a criança não sofra a consequência de seus próprios atos, na verdade, eles não estão ajudando. Ao contrário, estão atrapalhando e atrasando o seu desenvolvimento e amadurecimento.
Vou dar um exemplo: Chanel* não gosta de fazer os deveres de casa, e para que ela não seja punida na escola, a mãe acaba fazendo os seus deveres. Neste caso, a mãe não está permitindo que a filha arque com as consequências de seus atos para que ela não sofra nenhum dano e não tenha nenhuma punição.
A mãe de Chanel não está a ajudando. Pode ser que esteja ajudando se analisarmos as tarefas como algo  isolado, mas não no que se refere ao contexto, em si.
O que a mãe está fazendo, nada mais é do que reforçar a irresponsabilidade da filha, o que em longo prazo, pode ter consequências desastrosas.
Crianças precisam aprender a ser responsáveis e também a lidar com a frustração de precisar fazer o que não gostam. Elas não devem (e não podem) fazer só o que gostam ou só o que querem, simplesmente porque são crianças.

Crianças sem limites são adultos sem limites.
Não despeje as suas frustrações no seu filho – Permita que ele seja imperfeito!
Seu filho não é o melhor. Ele não é o mais bonito, o mais inteligente e nem o mais talentoso. Ele provavelmente não é um gênio, e muito menos, um filho perfeito.
E por mais que você o veja desta forma, o mundo não o verá com olhos tão amorosos e admirados quanto os seus – e ao invés de bajulá-lo, você precisa amá-lo e ensiná-lo a lidar com isso, a trabalhar, aceitar e conseguir enxergar os seus pontos fracos, assim como também a impulsionar os seus pontos fortes.
Nem sempre ele será o destaque, e por mais que você faça tudo o que estiver ao seu alcance, por mais que você o eduque e lhe dê amor e amparo, ele vai errar. Ele vai falhar e vai te desapontar. E você precisa aprender a lidar com isso.
Você não pode se sentir culpado pelas falhas e fracassos do seu filho. Não deve se punir mentalmente e nem se culpar quando o seu filho erra. O erro faz parte do processo, do aprendizado e desenvolvimento.

Os erros deles não seu seus. A falha não é sua. Permita que ele se responsabilize!

Eu tenho certeza, que ao longo da sua vida, você aprendeu muito com os seus erros, certo? Inclusive talvez mais do que com os próprios acertos. Permita que o seu filho também erre e aprenda com as suas próprias escolhas. Permita que ele mesmo trace o seu caminho!
Ande ao lado dele, mas não na frente. Permita que ele escolha o seu caminho. Estenda a sua mão, mas com a suavidade do amparo e não com a brutalidade de anulação do poder de escolha de sua própria trajetória.
Dar tudo o que você não teve para o seu filho, pode ser severamente danoso! 
Quantas vezes você já ouviu algum pai dizendo que quer dar tudo o que ele não teve, para o seu filho? Eu muitas.
Obviamente está explícito na fala de pais que replicam esta frase, vários tipos de falta. E por terem uma falta, querem compensar com a presença (física, financeira, etc) na vida do filho. Porém se não dosada, essa presença pode ser “esmagadora”.
A superproteção entra aí, muitas vezes, como uma forma de suprir essa falta. E é aí que reside o problema. Pais superprotetores são pais controladores.

Superproteção é um excesso de proteção. E o excesso sufoca.

Filhos de pais superprotetores frequentemente se tornam inseguros, inquietos ou introspectivos demais, medrosos, com dificuldade de socialização, revoltados ou agressivos.
É fundamental dar suporte, apoio, carinho e condições favoráveis para o seu filho, porém controlar ele demais, invadir o seu espaço e tomar decisões por ele, além de causar danos diretos, muitas vezes, o distancia da família (física ou emocionalmente).
Tudo isso pode ser evitado com uma proteção cuidadosa, mas equilibrada. Sem o peso de você ter que dar tudo o que não teve, porque talvez as necessidades dele sejam outras. Sem o peso de ele ser o que você não conseguiu ser, ou chegar ao lugar aonde você não chegou. Sem culpa. Sem controle exagerado. Sem obsessão.

*P.S.: Seu filho não é uma extensão de você e ele não precisa realizar os seus sonhos ou os seus desejos.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Num mosteiro vivia um monge perfeito. Observava o silêncio, jejuava, era pontual em tudo. Todos diziam que, ao morrer, ele iria para o céu, com sapato e tudo. Um dia, já velhinho, ele achou que era chegado o momento de partir e foi escalando a alta montanha, até chegar às portas do céu. Bateu, bateu e nada. A porta não se abriu. Ficou decepcionado. Resolveu voltar ao mosteiro e fez mais um ano de jejum, oração, silêncio... No final do ano, estava tão fraco de jejuar que quase não conseguiu subir aquela ladeira até as portas do céu. Bateu, bateu e nada.
Nosso monge ficou muito triste. “Eu fiz tudo para me salvar”, dizia. “O que será que falta ainda?” Pensou, pensou e, de repente, lembrou-se de que o último monge que havia chegado ao mosteiro falara que hoje quem não prega o Evangelho, não pode mais se salvar. Imediatamente, voltou para a terra e pegou o primeiro navio que partia para a África. No primeiro porto, já desceu e começou a pregar. Mas era um país muçulmano e mandaram-no de volta para o navio. Ele não desanimou e acabou encontrando um povo mais acolhedor para quem começou a pregar. Trabalhava e falava com tanto entusiasmo que, ao final de um ano, quase todos haviam aderido ao Cristianismo.
Voltou ao paraíso e, com todo o ardor missionário, bateu na porta. Voltou a bater e nada. Aquela porta parecia mesmo emperrada. “Mas fiz tudo certo e preguei o Evangelho. O que falta para me salvar?” Sentou, pensou, pensou e lembrou que um dia, lá nas missões, alguém lhe falara que havia mais uma coisa nova na Igreja: “Quem não trabalha para os pobres, não se salva mais”. Ele voltou para a terra e inscreveu-se como voluntário num grande hospital. Foi cuidar daqueles que estão nas enfermarias, os mais pobres, dos pobrezinhos que ficam ali jogados. Dia e noite, esteve aí, acudindo a um, falando com o outro, consolando um terceiro.
Passado mais um ano, resolveu voltar a subir aquela ladeira. Estava tão cansado que quase não conseguiu chegar. Mas havia feito a última coisa que lhe faltava para se salvar. Bateu, bateu e nada. Reuniu todas as forças. Bateu, bateu e nada.
Só uma coisa faltava
Sentou numa pedra, muito triste. Pensou, pensou e não conseguia encontrar resposta. “Eu fiz tudo para me salvar. Acho que até fiz mais do era preciso. Eu tinha que me salvar!”. De repente olhou para o lado e viu uma criança brincando. A criança olhou para ele, sorriu e perguntou: “Quer brincar comigo?”. Então ele esqueceu tudo, inclusive a sua salvação eterna e foi brincar com ela. Logo a seguir, escutou um barulho. Olhou para o lado e viu que a porta estava se abrindo. Pela primeira vez, estava fazendo algo gratuitamente, por amor, sem pensar na recompensa, sem pensar na sua salvação eterna. E a porta abriu-se.
"Eu não quero amontoar méritos para o céu. Quero trabalhar somente pelo vosso amor; quero ser vossa alegria e consolar o vosso Sagrado Coração”. (Teresa de Lisieux).






UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.