domingo, 1 de julho de 2018

Segunda-feira 23/07/2018

Segunda-feira, 23 de julho de 2018


"Sou um só, mas ainda assim sou um.  Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."  (Edward Everett Hale)



EVANGELHO DO DIA
Mt 12,38-42


O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus
Glória a vós Senhor



Então alguns dos fariseus e mestres da lei lhe disseram: "Mestre, queremos ver um sinal miraculoso feito por ti".
Ele respondeu: "Uma geração perversa e adúltera pede um sinal miraculoso! Mas nenhum sinal lhe será dado, exceto o sinal do profeta Jonas.
Pois assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre de um grande peixe, assim o Filho do homem ficará três dias e três noites no coração da terra.
Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração e a condenarão; pois eles se arrependeram com a pregação de Jonas, e agora está aqui o que é maior do que Jonas.
A rainha do Sul se levantará no juízo com esta geração e a condenará, pois ela veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, e agora está aqui o que é maior do que Salomão.



Palavras da Salvação
Glória a vós Senhor



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz ( In Memorian)
     

No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração.
Este Evangelho começa dizendo que alguns mestres da Lei e fariseus pediram a Jesus um sinal, uma prova de que ele era o enviado de Deus, o Messias. Jesus lhes responde dizendo claro: “Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas”.
E Jesus mesmo explica em que consiste o sinal de Jonas: “Assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noite no seio da terra”. Trata-se, portanto, da ressurreição de Jesus, a prova maior de que ele é o enviado de Deus.
Jonas, como sabemos, foi atirado no mar, em seguida uma baleia o engoliu, e três dias depois a baleia o vomitou vivo na praia (Cf Jn 1,15.2,1-11). Os habitantes de Nínive, que até aquele momento não queriam ouvi-lo, ficaram assustados e a cidade em peso de converteu (Cf Jn 3,5-9).
A ressurreição de Jesus, três dias após ser enterrado, foi um portento parecido. Mas foi também uma prova da radicalização da incredulidade dos judeus, pois mataram o Filho de Deus!
De fato, não tinha cabimento pedir sinal a Jesus, pois ele fazia milagres todos os dias. Só quem era cego não via. Acontece que a nossa fé é proporcional à nossa fidelidade. Quem não segue os mandamentos de Deus, fica como que cego e acaba perdendo a fé. Quanta gente deixa a Igreja, inventando mil motivos, mas no fundo é porque entrou numa situação permanente de pecado!
Jesus lembra também o exemplo bonito da Rainha de Sabá: Ao ficar sabendo da sabedoria de Salomão, ela veio de tão longe para ouvi-lo
(Cf 1Rs 10,1-10). E Jesus, muito maior que Salomão, estava ali no meio daquele povo, e não o escutavam! Por isso, “no dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração e a condenará”.
“Uma geração má e adúltera busca um sinal.” Geração má porque praticavam obras más. Adúltera porque traíram a aliança com Deus, que na Bíblia é comparada com o matrimônio. Esses procedimentos – maldade e adultério – endurecem o nosso coração para o amor a Deus e ao próximo, e nos levam a perder a fé.
A “geração má e adúltera” torna-se presa fácil das seitas. Se a nossa vida prática não segue o que acreditamos, passamos a acreditar naquilo que combina com a nossa vida prática. É a necessidade que temos de coerência entre as várias dimensões da nossa pessoa: intelectual, física, espiritual...
Logo que Jesus morreu, o centurião disse: “Este era verdadeiramente Filho de Deus!” (Mt 27,54). “Era” porque já está morto, e não mais será“uma brasa na nossa cabeça”. Que nós não cheguemos a esse ponto, de só “acordar” depois que cometemos um pecado grande, como foi este de matar o Filho de Deus! Que o bom Deus arranque o nosso coração de pedra e coloque no lugar um coração de carne, mais sensível aos sinais que ele nos manda.
A nossa desobediência a Deus começa com pequenas infidelidades. Se não as combatemos, elas vão crescendo e, de repente, caímos num pecado grande, sem às vezes nem perceber, como as autoridades do País de Jesus, que o mataram sem nem perceber o pecado que faziam.
“Josué disse ao povo: Não podeis servir ao Senhor, pois ele é um Deus santo, um Deus ciumento, que não suportará vossas transgressões e pecados” (Js 24,19).
“Quem acolhe e observa os meus mandamentos, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14,21). Deus se manifesta a quem observa os seus mandamentos. Por outro lado, Deus esconde o seu rosto de quem lhe desobedece.
“Assim como o corpo sem o espírito é morto, assim também a fé, sem a prática, é morta” (Tg 2,26). Uma fé sem boas obras vai definhando, e acaba desaparecendo.
Maria Santíssima foi sempre obediente aos mandamentos de Deus. Por isso sua fé era grande. “Bem-aventurada aquela que acreditou!”
No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração.



MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Mais rotinas, menos campanhas
Escrito por Luiz Marins



Sem "campanha" o Brasil não anda. Vivemos de campanha em campanha. Para cada problema uma campanha. Termina a campanha e nenhuma rotina se estabelece. O problema retorna. Nova campanha.
 Para vacinar o gado, campanha nacional de erradicação da febre aftosa. Para vacinar as crianças, campanha nacional de vacinação. Dia "D" da campanha nacional contra a dengue e até campanha nacional pela ética na política(sic)!
 Para o vendedor vender, campanha de incentivo de vendas. Acidentes do trabalho se resolve com SIPATs e campanhas de prevenção de acidentes. A solução para o baixo uso do cinto de segurança? Nova campanha pelo uso do cinto.                                                    
 Até quando viveremos de campanha? Sem campanha a dengue volta, a aftosa ataca, os operários se acidentam, as crianças morrem.
 Quando ficaremos adultos o suficiente para entender que a vida exige rotinas, disciplina, padrões que têm que ser simplesmente mantidos sempre, todos os dias, sem campanha?
 Essa nossa indisciplina e indisposição à rotina, ao estabelecimento de padrões e cumprimento de normas está nos infelicitando, a todos, sem exceção. Ninguém ganha com essa nossa pseudo-criatividade onde nada é mantido, seguido.
 Temos em todos os lugares e instituições e até em empresas milhares de "agentes de mudança" que se orgulham disso. Mas estamos precisando de "agentes de continuidade", agentes de cumprimento de rotinas básicas, agentes de consistência e permanência de coisas que simplesmente não devem e não podem mudar.
 Essa "cultura de campanha" está fazendo com que ninguém cumpra sua obrigação como um dever ético ou mesmo moral. O vendedor só vende se tiver uma "campanha de incentivos" para vender tal e qual produto. A camareira só limpa a arruma o quarto do hotel se tiver uma campanha de premiação pela melhor camareira. O garçom só faz a barba e toma banho se o restaurante fizer uma "campanha pela boa aparência". A ausência de cumprimento de rotinas extrapolou para um sistema de quase-corrupção no qual as pessoas só fazem as coisas se forem "incentivadas" por uma campanha ou, talvez, uma forma exótica de propina para que sua "boa vontade" o faça cumprir o que é de sua profissão e, portanto, seu dever.
 Vi, atônito, um grande hospital fazer campanha para que médicos e enfermeiras lavem suas mãos, pois só isso diminuiria 30% da infecção hospitalar, dizia o cartaz! Se médicos precisam de campanha para lavar as mãos num hospital, o nosso problema é muito maior do que eu imaginava!
 Mais rotina, menos campanha! Ou vamos assistir absurdos ainda maiores como campanhas para que a Polícia cuide da segurança pública; campanha para que professores ensinem seus alunos; campanha para que vigias noturnos mantenham-se acordados durante a noite em seu trabalho; campanha para que juízes julguem com isenção e governantes governem com honestidade.
 Pense nisso. Sucesso. E não "lave as mãos" para mais este problema nacional.



MOMENTO DE REFLEXÃO


Certa vez, um raio de uma bicicleta resolveu abandonar o seu trabalho. Ele pensou: São tantos raios ao meu lado, todos presos no eixo e segurando a roda, um a menos não vai fazer falta. E foi embora.
Mas aquele raio estava enganado. O dono da bicicleta colocou a sua filha na garupa e foi levá-la à escola. A estrada era esburacada e cheia de pedras. No caminho, a roda entortou, os dois caíram e se machucaram.
Todas as funções na Comunidade são importantes. Ela é como um time de futebol. É o time de Cristo. Não há ninguém que não tenha recebido uma função específica.





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...



E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




Nenhum comentário:

Postar um comentário