Sábado, 28
de julho de 2018
"A
bondade é o único investimento que nunca vai à falência."
EVANGELHO
DO DIA
Mt 13,24-30
O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo +
segundo Mateus
Glória a vós
Senhor
Jesus lhes
contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que
semeou boa semente em seu campo.
Mas enquanto
todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi.
Quando o
trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu.
"Os
servos do dono do campo dirigiram-se a ele e disseram: ‘O senhor não semeou boa
semente em seu campo? Então, de onde veio o joio? ’
" ‘Um
inimigo fez isso’, respondeu ele. "Os servos lhe perguntaram: ‘O senhor
quer que vamos tirá-lo? ’
"Ele
respondeu: ‘Não, porque, ao tirar o joio, vocês poderão arrancar com ele o
trigo.
Deixem que
cresçam juntos até à colheita. Então direi aos encarregados da colheita: Juntem
primeiro o joio e amarrem-no em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo
e guardem-no no meu celeiro’ ".
Palavras da
Salvação
Glória a vós
Senhor
MOMENTO DE REFLEXÃO
Pe. Antonio Queiroz
Não
arranqueis o joio! Pode acontecer que arranqueis também o trigo.
Nesta
parábola do joio e do trigo, Jesus nos explica por que existem pessoas más e
tanta maldade no mundo. Não é obra dele, e sim do maligno.
E ele nos
orienta como agir. Não se trata de destruir os maus, mas de conviver junto,
porque assim quem sabe eles se convertem e se tornam bons.
Como Deus é
bom! Chega a arriscar a vida dos seus, para salvar os seus inimigos.
Alguns
dizem, ao ver tanta maldade no mundo: “Será que Deus não está vendo?” Está
vendo sim. Só que ele não é cruel como nós, que queremos logo destruir os
adversários.
Quantos
inocentes sofrem, porque as pessoas se julgam logo com a razão e nem querem
dialogar e esclarecer os fatos e as motivações!
O profeta
Jonas queria destruir Nínive, mas Deus deu uma chance para a cidade e ela se converteu.
No fim do livro, com a história da mamoneira, fica claro que Jonas é que era
preconceituoso. Veja a irritação de Jonas, quando viu o povo convertido: “Ah,
Senhor! Não era isso mesmo o que eu dizia quando estava na minha terra? Foi por
isso que eu corri, tentando fugir para Társis, pois eu sabia que é um Deus
bondoso demais, sentimental, lerdo para ficar com raiva, de muita misericórdia
e tolerante com a injustiça” (Jn 4,2).
Um dia, um
povoado de samaritanos não quis hospedar Jesus e os Apóstolos, porque estavam
indo para Jerusalém. Tiago e João disseram a Jesus: “Senhor, queres que
mandemos descer fogo do céu, para que os destrua?” (Lc 9,54). Jesus os
repreendeu. A partir daí, os colegas começaram a chamar os dois de “boanerges”,
que significa “filho do trovão”.
Nós não
queremos ser filhos do trovão com os maus, mas também deixá-los continuar
fazendo o mal. “Irmãos, praticai o bem, e não vos deixeis levar pelo mal” (SP).
Era assim
que Jesus agia, conforme disse S. Mateus: “Ele não quebrará o caniço rachado,
nem apagará a mecha que ainda fumega” (Mt 12,20). A diferença entre Comunidade
e seita é que a seita se isola dos maus, enquanto a Comunidade é aberta, ela se
mistura, como o fermento, cuja parábola está também no Evangelho de hoje.
Todas as
pessoas tem um fundo bom, que é a parte criada por Deus. É para esse fundo bom
que devemos olhar, para amar os maus. “Enquanto todos dormiam veio o
inimigo...” Queremos ser bom fermento no mundo, para transformá-lo. “Não temas
as trevas, se trazes dentro de ti a luz.”
E Jesus
termina com uma frase muito bonita e consoladora: “Então, os justos brilharão
como o sol no Reino de seu Pai”.
Queremos
agradecer a Deus a paciência que tem conosco, não nos arrancando quando somos
joio. Porque, diante dele, ninguém é santo nem justo, todos somos pecadores e
não merecemos o seu amor.
Sândalo é
uma planta aromática e medicinal. À medida que o machado a corta, ela vai
exalando mais e mais seu aroma, perfumando até mesmo a ferramenta que a fere.
Por isso o sândalo é metáfora do ser cristão, que paga o mal com o bem. Os
mártires nos deram esse belíssimo exemplo. Por exemplo, Santa Maria Goretti.
Nós queremos
dar testemunho a todos, também aos maus, convidando-os à conversão. Que Maria
Santíssima nos ajude!
Não
arranqueis o joio! Pode acontecer que arranqueis também o trigo.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Pais
superprotetores criam filhos inseguros
Afinal de
contas, o que é superproteção?
Não podemos
confundir proteção com superproteção. A proteção é saudável e vital aos filhos,
enquanto a superproteção é algo danoso, pois superproteger é ir além da
satisfação das necessidades e cuidados necessários.
Cuidados
excessivos, se não dosados e equilibrados, podem virar uma síndrome obsessiva,
o que pode afetar o relacionamento e o sistema familiar.
Desta forma,
superproteger é viver pelo filho. É impossibilitar o seu próprio
desenvolvimento, falar por ele, decidir por ele, solucionar os seus problemas.
É anular a sua autonomia, e de certa forma, aprisioná-lo em suas próprias
escolhas, decisões e frustrações.
Podemos
definir a superproteção como um movimento contrário à educação para a
independência e liberdade.
A
superproteção é uma privação da tentativa de acerto e também de erro. Assim
como também, uma privação do crescimento, das escolhas e do desenvolvimento.
Obviamente,
pais superprotetores estão cheios de boas intenções, mas superproteger os
filhos é uma maneira brutal de paralisá-los.
Barrar o seu
filho constantemente, privá-lo de qualquer frustração, não permitir que ele
tente, faça e erre de vez quando, transmite pra ele a mensagem de que ele é
incapaz, que não consegue, e que não é bom o suficiente.
E isso pode
ser extremamente prejudicial, pois pode torná-lo demasiadamente inseguro.
Como saber
se eu estou superprotegendo o meu filho?
Vou dar três
exemplos de alguns comportamentos, e se você os replica, considero importante
uma avaliação, com cautela, sobre eles.
1) Medo
constante de que algo ruim vai acontecer ao seu filho
Muitos pais
usam frases como: “o mundo anda tão perigoso”; “hoje em dia, todo cuidado é
pouco”; “do jeito que as coisas estão, a gente precisa ter precaução”, para
justificar uma preocupação e um medo constante e muitas vezes, desproporcional
aos fatos.
É claro que
você precisa cuidar e proteger o seu filho. Você não deve ser negligente, de
forma alguma, porém também não pode querer controlar o seu filho, o tempo todo,
sufocando-o e impedindo-o de crescer e de se desenvolver. Isso é obsessão.
Exemplo:
Lucas* tem onze anos e sua turma irá fazer uma excursão de estudos para um
museu em uma cidade vizinha. Os professores irão acompanhar os estudantes.
Todos os seus colegas já confirmaram presença, e Lucas quer muito ir, porém
seus pais o proíbem, pois consideram muito perigoso, e tem medo de que algo
aconteça a ele.
Lucas
insiste, pois a prova será sobre a experiência no Museu e valerá nota, mas os
pais não mudam de ideia, e Lucas, será o único a ter que ficar em casa.
Lucas nunca
pôde ir a nenhuma excursão da escola, nem tampouco em aniversários ou na casa
dos amigos.
Neste caso,
os pais, por querer controlá-lo e por medo, acabam prejudicando Lucas de várias
formas, pois além de ser prejudicado na escola, ele acaba sendo excluído, o que
afeta e muito a sua vida, o seu desenvolvimento pessoal e as suas relações.
2) Tratar o
seu filho de uma forma que não corresponde com a sua idade
Quando o seu
filho é um bebê, ele necessita totalmente de seus cuidados para sobreviver. Ou
seja, ele não tem autonomia, ele é uma extensão de você. É você que alimenta,
dá banho e cuida das suas necessidades básicas.
Conforme ele
vai crescendo, ele vai se desvinculando de você e vai se reconhecendo e
aprendendo a se colocar e a se impor como indivíduo no mundo.
É natural,
que conforme os anos passem, ele obtenha, gradativamente, autonomia. Autonomia
para escolher, decidir e se responsabilizar.
Na
superproteção, esse desenvolvimento da autonomia não acontece. É comum ver pais
que infantilizam os filhos, e isso pode ser visto em situações como:
Modo de
falar – Muitas vezes os pais falam de maneira infantilizada, ou seja, falam com
o filho como se ele ainda fosse um bebê. Fazem vozinhas de criança ou usam
palavras erradas, propositalmente.
Exemplo:
“Amozi da mamãe, vem ati com a mamãe” – que significa: “Amor da mamãe, vem aqui
com a mamãe”.
Ações – Os
pais não permitem que o filho execute determinadas tarefas sozinho, sendo que
ele já tem idade e aptidão suficiente para resolvê-las.
Exemplo:
João* tem quinze anos e sua mãe o leva para a escola, todos os dias. Ele já tem
idade suficiente para atravessar a rua e ir para a sala de aula sozinho, mas a
sua mãe insiste em acompanhá-lo até a porta da sua sala, pois é demasiadamente
preocupada com a sua segurança.
3) Medo
excessivo de que o seu filho se machuque brincando
As crianças
precisam brincar. Muitas vezes, inclusive, é através da brincadeira, que elas
se relacionam com o mundo.
Porém, em
algum momento, elas irão se machucar. E isso é completamente normal. Um
arranhão daqui, um joelho roxo dali, são coisas absolutamente esperáveis de uma
criança. E isso não é o fim do mundo!
É claro que
os pais precisam estar atentos e devem estipular locais, horários e espaços
para a brincadeira das crianças, e dependendo da idade, é muito importante que
tudo isso seja feito com a vistoria de um adulto, porém não dá pra exagerar nas
medidas preventivas e nos cuidados exagerados.
Não dá pra
isolar a criança em uma bolha, é saudável que ela tenha contato com outras
crianças e também com outros espaços e objetos.
Você quer um
exemplo disso? Eu!
Quando eu
era criança, eu vivia com os meus joelhos roxos. Eu caía de roller, de
bicicleta e às vezes, caia por nada! Eu gostava de me aventurar, de correr e de
explorar.
Tenho
cicatrizes até hoje em meus joelhos que me rendem boas memórias e adivinhem: eu
ainda estou aqui!
Crianças são
cientistas – Permita-as explorar e questionar!
Além do amor
incondicional dos pais, do carinho e atenção, as crianças necessitam de
critérios claros e consequências para os seus atos.
As crianças
precisam de limites. Eles influenciam na tomada de decisões, e delimitam o que
é direito delas, e o que é direito dos outros. Eles estabelecem uma barreira,
do que pode e do que não deve ser feito.
As crianças
precisam, gradativamente, ter a liberdade de fazer as coisas por si mesmas, de
resolver os seus próprios problemas e arcar com as consequências de seus
próprios atos. Isso fará com que elas cresçam mais seguras e desenvolvam a
capacidade de aprender a partir de suas próprias vivências, inclusive com os
seus próprios erros.
Se os pais
não permitem que a criança se responsabilize por seus próprios atos e tenha a
liberdade de agir e errar, ou seja, se eles sempre resolvem os seus problemas
ou acabam interferindo para que a criança não sofra a consequência de seus
próprios atos, na verdade, eles não estão ajudando. Ao contrário, estão
atrapalhando e atrasando o seu desenvolvimento e amadurecimento.
Vou dar um
exemplo: Chanel* não gosta de fazer os deveres de casa, e para que ela não seja
punida na escola, a mãe acaba fazendo os seus deveres. Neste caso, a mãe não
está permitindo que a filha arque com as consequências de seus atos para que
ela não sofra nenhum dano e não tenha nenhuma punição.
A mãe de
Chanel não está a ajudando. Pode ser que esteja ajudando se analisarmos as tarefas
como algo isolado, mas não no que se
refere ao contexto, em si.
O que a mãe
está fazendo, nada mais é do que reforçar a irresponsabilidade da filha, o que
em longo prazo, pode ter consequências desastrosas.
Crianças
precisam aprender a ser responsáveis e também a lidar com a frustração de
precisar fazer o que não gostam. Elas não devem (e não podem) fazer só o que
gostam ou só o que querem, simplesmente porque são crianças.
Crianças sem
limites são adultos sem limites.
Não despeje
as suas frustrações no seu filho – Permita que ele seja imperfeito!
Seu filho
não é o melhor. Ele não é o mais bonito, o mais inteligente e nem o mais
talentoso. Ele provavelmente não é um gênio, e muito menos, um filho perfeito.
E por mais
que você o veja desta forma, o mundo não o verá com olhos tão amorosos e
admirados quanto os seus – e ao invés de bajulá-lo, você precisa amá-lo e
ensiná-lo a lidar com isso, a trabalhar, aceitar e conseguir enxergar os seus
pontos fracos, assim como também a impulsionar os seus pontos fortes.
Nem sempre
ele será o destaque, e por mais que você faça tudo o que estiver ao seu
alcance, por mais que você o eduque e lhe dê amor e amparo, ele vai errar. Ele
vai falhar e vai te desapontar. E você precisa aprender a lidar com isso.
Você não
pode se sentir culpado pelas falhas e fracassos do seu filho. Não deve se punir
mentalmente e nem se culpar quando o seu filho erra. O erro faz parte do
processo, do aprendizado e desenvolvimento.
Os erros
deles não seu seus. A falha não é sua. Permita que ele se responsabilize!
Eu tenho
certeza, que ao longo da sua vida, você aprendeu muito com os seus erros,
certo? Inclusive talvez mais do que com os próprios acertos. Permita que o seu
filho também erre e aprenda com as suas próprias escolhas. Permita que ele
mesmo trace o seu caminho!
Ande ao lado
dele, mas não na frente. Permita que ele escolha o seu caminho. Estenda a sua
mão, mas com a suavidade do amparo e não com a brutalidade de anulação do poder
de escolha de sua própria trajetória.
Dar tudo o
que você não teve para o seu filho, pode ser severamente danoso!
Quantas
vezes você já ouviu algum pai dizendo que quer dar tudo o que ele não teve,
para o seu filho? Eu muitas.
Obviamente
está explícito na fala de pais que replicam esta frase, vários tipos de falta.
E por terem uma falta, querem compensar com a presença (física, financeira,
etc) na vida do filho. Porém se não dosada, essa presença pode ser
“esmagadora”.
A superproteção
entra aí, muitas vezes, como uma forma de suprir essa falta. E é aí que reside
o problema. Pais superprotetores são pais controladores.
Superproteção
é um excesso de proteção. E o excesso sufoca.
Filhos de
pais superprotetores frequentemente se tornam inseguros, inquietos ou
introspectivos demais, medrosos, com dificuldade de socialização, revoltados ou
agressivos.
É
fundamental dar suporte, apoio, carinho e condições favoráveis para o seu
filho, porém controlar ele demais, invadir o seu espaço e tomar decisões por
ele, além de causar danos diretos, muitas vezes, o distancia da família (física
ou emocionalmente).
Tudo isso
pode ser evitado com uma proteção cuidadosa, mas equilibrada. Sem o peso de
você ter que dar tudo o que não teve, porque talvez as necessidades dele sejam
outras. Sem o peso de ele ser o que você não conseguiu ser, ou chegar ao lugar
aonde você não chegou. Sem culpa. Sem controle exagerado. Sem obsessão.
*P.S.: Seu
filho não é uma extensão de você e ele não precisa realizar os seus sonhos ou
os seus desejos.
MOMENTO
DE REFLEXÃO
Num mosteiro
vivia um monge perfeito. Observava o silêncio, jejuava, era pontual em tudo.
Todos diziam que, ao morrer, ele iria para o céu, com sapato e tudo. Um dia, já
velhinho, ele achou que era chegado o momento de partir e foi escalando a alta
montanha, até chegar às portas do céu. Bateu, bateu e nada. A porta não se
abriu. Ficou decepcionado. Resolveu voltar ao mosteiro e fez mais um ano de
jejum, oração, silêncio... No final do ano, estava tão fraco de jejuar que quase
não conseguiu subir aquela ladeira até as portas do céu. Bateu, bateu e nada.
Nosso monge
ficou muito triste. “Eu fiz tudo para me salvar”, dizia. “O que será que falta
ainda?” Pensou, pensou e, de repente, lembrou-se de que o último monge que
havia chegado ao mosteiro falara que hoje quem não prega o Evangelho, não pode
mais se salvar. Imediatamente, voltou para a terra e pegou o primeiro navio que
partia para a África. No primeiro porto, já desceu e começou a pregar. Mas era
um país muçulmano e mandaram-no de volta para o navio. Ele não desanimou e
acabou encontrando um povo mais acolhedor para quem começou a pregar.
Trabalhava e falava com tanto entusiasmo que, ao final de um ano, quase todos
haviam aderido ao Cristianismo.
Voltou ao
paraíso e, com todo o ardor missionário, bateu na porta. Voltou a bater e nada.
Aquela porta parecia mesmo emperrada. “Mas fiz tudo certo e preguei o
Evangelho. O que falta para me salvar?” Sentou, pensou, pensou e lembrou que um
dia, lá nas missões, alguém lhe falara que havia mais uma coisa nova na Igreja:
“Quem não trabalha para os pobres, não se salva mais”. Ele voltou para a terra
e inscreveu-se como voluntário num grande hospital. Foi cuidar daqueles que
estão nas enfermarias, os mais pobres, dos pobrezinhos que ficam ali jogados.
Dia e noite, esteve aí, acudindo a um, falando com o outro, consolando um
terceiro.
Passado mais
um ano, resolveu voltar a subir aquela ladeira. Estava tão cansado que quase
não conseguiu chegar. Mas havia feito a última coisa que lhe faltava para se
salvar. Bateu, bateu e nada. Reuniu todas as forças. Bateu, bateu e nada.
Só uma coisa
faltava
Sentou numa
pedra, muito triste. Pensou, pensou e não conseguia encontrar resposta. “Eu fiz
tudo para me salvar. Acho que até fiz mais do era preciso. Eu tinha que me
salvar!”. De repente olhou para o lado e viu uma criança brincando. A criança
olhou para ele, sorriu e perguntou: “Quer brincar comigo?”. Então ele esqueceu
tudo, inclusive a sua salvação eterna e foi brincar com ela. Logo a seguir,
escutou um barulho. Olhou para o lado e viu que a porta estava se abrindo. Pela
primeira vez, estava fazendo algo gratuitamente, por amor, sem pensar na
recompensa, sem pensar na sua salvação eterna. E a porta abriu-se.
"Eu não
quero amontoar méritos para o céu. Quero trabalhar somente pelo vosso amor;
quero ser vossa alegria e consolar o vosso Sagrado Coração”. (Teresa de
Lisieux).
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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