Quarta-feira, 27 de março de 2019
“Você não pode evitar que os
problemas batam à sua porta, mas não há necessidade de oferecer-lhes uma
cadeira” (Joseph Joubert)
EVANGELHO DE HOJE
Mt 5,17-19
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Glória a vós Senhor!
"Não pensem
que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir.
Digo-lhes a
verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a
menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra.
Todo aquele que
desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros
a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus; mas todo aquele que praticar
e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos céus.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson
Ferreira
1o Aprender; 2o
Praticar; 3o Ensinar.
A lição que Jesus quer nos fazer
entender hoje é tão clara e direta, que não deixa margem para más
interpretações. Na primeira parte, Ele diz que não veio para abolir a Lei e os
Profetas, mas para dar-lhes pleno cumprimento. Qual o motivo que levou Jesus a
dizer isso? Provavelmente alguns de seus posicionamentos e interpretações da
Lei e dos Profetas eram diferentes do que os doutores da lei e os fariseus
ensinavam na época. Um dos exemplos é o descanso obrigatório do dia de sábado,
que começou como uma forma de repouso merecido pela semana de trabalho, mas que
foi levado a extremos que beiravam a insanidade. Quando algum doente era
apresentado a Jesus em dia de sábado, todos ficavam tensos pela iminência de
Jesus "trabalhar" no dia que era destinado ao descanso.
Há duas semanas eu adoeci e fui levado
ao hospital. Não era nada grave, apenas uma crise de sinusite, mas que me
deixava com uma dor de cabeça inquietante. O atendimento no hospital foi bem
ruinzinho, mas como eu estava com muita dor e mal estar, o atendimento
tornou-se muito pior. O aparente descaso e indiferença ao sofrimento dos
pacientes por parte dos médicos, enfermeiros e técnicos fez com que eu
lembrasse daquela que a Bíblia Ave Maria chama de "a Regra de Ouro":
FAZE PELO TEU PRÓXIMO O QUE GOSTARIAS QUE ELE FIZESSE POR TI. E Jesus conclui
assim: "Nisso se resumem a Lei e os Profetas." Tudo bem que um hospital
não é um comércio, no qual o médico ou o enfermeiro vão ganhar uma boa comissão
se atenderem os pacientes com a mesma atenção de um vendedor numa loja de
jóias... mas nem por isso precisam tratá-los como se fossem culpados por
aumentar o trabalho deles. É por isso que, hoje em dia, as faculdades da área
de saúde estão insistindo tanto na humanização dessa nova geração de
profissionais desde o primeiro ano da graduação. Fica então o recado a todos os
que atendem pessoas doentes: ponha-se no lugar do seu paciente e pense como
gostaria de ser tratado. Lembre-se que ou você já passou ou vai precisar passar
por um hospital um dia (como paciente)...
A segunda lição diz respeito ao
cumprimento da Lei. E o detalhe que vai encerrar essa reflexão é a consideração
de Jesus sobre PRATICAR e ENSINAR. Observe que não é ENSINAR e PRATICAR... Quem
quer ENSINAR, antes deve PRATICAR a Lei, ou a "Regra de Ouro", que
diferencia a nós, cristãos, das outras religiões, já que nós devemos seguir
essa regra INCLUSIVE com as pessoas que não merecem!
jailsonfisio@hotmail.com
CURIOSIDADE
10 curiosidades sobre a Páscoa
1. A
origem da palavra "Páscoa" é hebraica. Vem de "Pessach",
que significa "Passagem". Comemora um marco na história do povo
judeu: a travessia do mar Vermelho ao se libertar de um longo período de
escravidão no Egito. Com este sentido, a Páscoa foi instituída no ano de 1513
a.C. Antes disso, a data era utilizada pelos povos que habitavam a bacia do
Mediterrâneo para prestar sacrifícios de gratidão aos deuses pela colheita, que
ocorria na primeira lua cheia da primavera.
2.
Os católicos acreditam que a ressurreição de Cristo ocorreu próximo ao
equinócio da primavera no hemisfério norte, em um dia de lua cheia. Por isso,
em 325 d.C., o Concílio de Niceia estabeleceu que a festividade sempre cairia
no primeiro domingo depois que ambos os eventos ocorressem. Com a introdução do
calendário gregoriano em 1582, o cálculo da data passou a ser feito pelo
calendário lunar, cujo mês tem 22 dias. A Páscoa é celebrada desde então no
primeiro domingo depois da lua cheia eclesiástica pós-equinócio, que sempre
acontece entre os dias 22 de março e 25 de abril.
3. É
a partir da Páscoa que todas as outras datas do calendário são estabelecidas.
Os cristãos passaram a festejá-la no primeiro domingo depois da primeira lua
cheia do outono (no hemisfério sul). Dois dias antes do domingo de Páscoa é a
Sexta-Feira Santa. Quarenta dias antes é a Quarta-Feira de Cinzas e, portanto,
43 dias antes, o Carnaval.
4.
Na tradição cristã, Jesus foi crucificado e sepultado numa sexta-feira, mas
ressuscitou na madrugada do domingo. O domingo anterior ao dia da Páscoa é o
domingo de Ramos, quando se celebra a entrada de Jesus em Jerusalém.
5.
No Hemisfério Norte, a Páscoa é comemorada no início da primavera e também
celebra o fim do inverno, a volta da vida. Segundo o historiador Venerável Bede,
do século 8, o próprio nome inglês para a celebração, Easter, deriva de Eostre,
deusa anglo-saxã do amanhecer. Ambas as palavras representam o renascimento:
depois da escuridão, a restauração.
6. O
Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa. A data recebeu este nome em
referência ao trecho bíblico que narra a visita de Jesus Cristo a Jerusalém
poucos dias antes de sua crucificação. Ao saber que Cristo estava próximo da
cidade, a população cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para
recebê-lo. Ele entrou no lugar no dia seguinte, montado em um jumento, e foi
recebido com o abanar de folhagens e os clamores de "Rei dos Judeus",
"Hosana ao Filho de Davi" e "Salve o Messias". A
manifestação causou muita inveja nos poderosos da região, que começaram a se
organizar para condenar Jesus à morte.
7.
Com a crucificação e ressurreição de Jesus Cristo, a Páscoa ganhou um terceiro
significado: a passagem da morte para a vida. Os cristãos utilizam a
comemoração para relembrar a imolação do Filho de Deus, que com seu sacrifício
livrou os homens dos pecados. A libertação, que para os judeus foi física, se
tornou também espiritual.
8. A
Páscoa judaica, ou Pessach, é comemorada no 14º dia de Nissan (mês do
calendário lunar, que é o seguido pelos judeus). Diferentemente da Páscoa
cristã, a festa relembra a libertação dos hebreus de um longo período de
escravidão no Egito. Uma série de rituais marcam a festa, celebrada durante 8
dias. Entre eles figura o Seder, um banquete no qual é recontada toda a história
da fuga do Egito. Esta refeição inclui uma série de alimentos com função
simbólica.
9. O
costume de se trocar ovos na Páscoa começou nos primórdios da tradição da data.
Mas a substituição dos ovos de verdade pelos de chocolate veio só no século 19,
primeiramente na Alemanha. O ovo é um símbolo de nascimento, de renovação da
vida - o mote da celebração da Páscoa.
10. Alguns cristãos ortodoxos que rejeitam a
tradição dos ovos de chocolate na Páscoa, pelo caráter pagão que a festa acabou
adquirindo.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Disse um poeta um
dia, fazendo referência ao mestre amado:
"O berço que
Ele usou na estrebaria, por acaso era dEle?
- Era emprestado!
E o manso
jumentinho, em que, em Jerusalém, chegou montado e palmas recebeu pelo caminho,
por acaso era dEle?
- Era emprestado!
E o pão - o suave
pão que foi, por seu amor, multiplicado, alimentando toda a multidão, por acaso
era dEle?
- Era emprestado!
E os peixes que
comeu, junto ao lago e ficou alimentado, esse prato que usou por acaso era
dEle?
- Era emprestado!
E o famoso
barquinho? aquele barco em que ficou sentado, mostrando à multidão qual o
caminho, por acaso era dEle?
- Era emprestado!
E o quarto em que
ceou ao lado dos discípulos, ao lado de Judas, que o traiu, de Pedro, que o
negou, por acaso era dEle?
- Era emprestado!
E o local tumular,
que depois do calvário, foi usado e de onde havia de ressuscitar, o túmulo era
dEle?
Era emprestado!
Enfim, nada era
dEle!
Mas, a coroa que
Ele usou na cruz e a cruz que carregou.. e onde morreu, essas eram, de fato, de
Jesus!"
Isso disse um
poeta, certo dia, numa hora de busca da verdade, mas, não aceito essa filosofia
que contraria a própria realidade....o berço, o jumentinho, o suave pão, os
peixes, o barquinho, o quarto e a sepultura, eram dEle a partir da criação,
"Ele os
criou" - assim diz a Escritura....
Mas a cruz que Ele
usou a rude cruz, a cruz negra e mesquinha onde meus crimes todos expiou, essa
não era dEle,
Essa cruz era
minha!
Gióia
Junior
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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