terça-feira, 12 de março de 2019

Sexta-feira 15/03/2019

Sexta-feira, 15 de março de 2019



Não se preocupe. De todas as atividades humanas, preocupar-se, é a menos produtiva.





EVANGELHO DE HOJE
Mt 5,20-26



- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Glória a vós Senhor!



Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.
Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

Vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão.
Neste Evangelho, Jesus nos pede com veemência que nos reconciliemos com todos. Reconciliação é o perdão levado à prática, um perdão mais profundo e duradouro.
“Quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares que teu irmão tem alguma mágoa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão.” Isso porque “tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25). Deus não quer receber dois tratamentos de nós: a ele presente no altar e a ele presente no nosso irmão.
O amor fraterno e a reconciliação são condições prévias para um culto autêntico a Deus. Por isso, o sacramento da confissão está orientado para a Eucaristia, ela mesma tem, no início, o ato penitencial. “Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para participar dignamente dos santos mistérios”, diz o presidente da celebração, antes do ato penitencial. “Amar a Deus e ao próximo vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios” (Mc 12,33). Entretanto, é uma tentação constante para nós a separação entre o culto e o amor fraterno, o rito e a prática da justiça. Inclusive a expressão popular “católico praticante” não inclui a caridade e sim o culto.
“Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus.” Jesus se refere ao conceito de santidade que tinham os chefes judaicos. Aquele jeito de buscar a santidade, diz Jesus, não alcança o nível requerido para pertencer ao Reino de Deus, porque é muito formalista, é exterior, e não vai à raiz, às atitudes, ao coração.
“Vós ouvistes o que foi dito: Não matarás... Eu porém vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo.” Na verdade, Jesus não mudou as Leis antigas, apenas mudou a maneira de interpretá-las. Ele olha o espírito da Lei. “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para levá-las ao seu pleno cumprimento” (Mt 5,17).
As Leis do Antigo Testamento vieram de Deus, que é nosso Pai amoroso. Devemos ir além das palavras, da letra, e chegar ao espírito da Lei, isto é, à intenção do legislador ao dar a Lei. Quando amamos uma pessoa, nós lemos no coração dela o que suas palavras não conseguem expressar. Jesus fazia isso ao ler o Antigo Testamento. E nós também devemos fazer em relação a toda a Bíblia e a todas as leis.
Por exemplo, olhando o mandamento: “Não matarás”, nós percebemos que o que Deus quer é que não façamos mal nenhum ao próximo, inclusive não xingá-lo nem nos encolerizar com ele.
Deus é um grande pedagogo. Ele respeita a lei do crescimento, que está na natureza humana. Antes de dar uma lei mais forte, ele dá uma mais fraca, como escada, como treinamento, para a pessoa chegar até ao que ele realmente quer.
“Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal.” Todos nós estamos caminhando rumo ao tribunal de Deus, junto com parceiros e adversários. Cada dia que amanhece é uma nova chance que Deus nos dá para nos reconciliarmos com os adversários, porque, quando estivermos diante do tribunal de Cristo, não haverá mais tempo de reconciliação. E lá no céu não entram inimigos nem adversários um do outro! Lá só entra quem estiver unido e unida a todos, sem exceção.
Com a vida eterna não se brinca. Não podemos deixar para amanhã a solução de problemas que podem interferir no nosso julgamento final!
“Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo”. É uma referência indireta ao Purgatório, onde ficarão por um tempo as pessoas que eram boas na terra, mas morreram com dívidas com Deus, isto é, com desuniões não reconciliadas, com Deus ou com o próximo. No céu só entra gente totalmente santa. Entretanto, “Deus não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva” (1ª Leitura). O Purgatório é mais um sinal do grande amor de Deus por nós. Ele nos quer todos junto dele eternamente, por isso descobriu um jeito de o conseguir: criando um estágio de purificação após a nossa morte. Assim, fica salva também a sua justiça que é infinita.
Em relação à Campanha da Fraternidade, desejamos que o nosso mundo seja o mundo de Deus e o mundo dos homens, não o mundo da riqueza e dos bens econômicos. O que o pobre come? E o rico? Onde o pobre mora? E o rico? Quanto mais dinheiro acumulado, mais privilégios.
Havia, certa vez, uma senhora que gostava de, no jantar, em vez de cozinhar, fazer um lanche para o esposo e o filho de dez anos. Em um desses lanches, depois de um dia de muito trabalho, ela colocou na mesa torradas bastante queimadas. O homem pegou a sua torrada, sorriu para a esposa e perguntou ao menino como tinha sido o seu dia na escola. Enquanto isso, ele pegava pedaços de torrada, passava margarina e comia.
Terminados os trabalhos do fogão, a mãe veio e pediu desculpas por haver queimado as torradas. O esposo respondeu: “Amor, eu adoro torrada queimada”.
Mais tarde, naquela noite, antes de dormir o garoto perguntou ao pai, longe da mãe, se ele gostava realmente de torrada queimada. Ele abraçou o filho e disse: “Companheiro, sua mãe teve hoje um dia de trabalho muito pesado e estava cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. Precisamos aceitar as falhas alheias, relevando as diferenças entre um e outro. As pessoas se esquecem do que lhes dizemos, mas nunca se esquecem do modo como as valorizamos e acolhemos.
A mãe não costuma guardar rancor dos filhos, nem se vingar deles, porque ela é símbolo do amor de Deus. Que Maria Santíssima, a Mãe das mães, nos ajude a nos reconciliarmos com todos.
Vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão.







CULINÁRIA

Fettuccine Alfredo
Ingredientes –

500 gramas de fettuccine (massa fresca)
200 gramas de manteiga
1 concha da água de cozimento do fettuccine
400 gramas de queijo parmesão ralado no ralo fino
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo –

Em uma panela alta, com água fervente salgada em abundância, cozinhe 500 gramas de fettuccine (massa fresca por 2 minutos).
Em um prato de servir, coloque 200 gramas de manteiga, 1 concha da água de cozimento do fettuccine, sal e pimenta-do-reino a gosto. Adicione o fettuccine cozido e, aos poucos, 400 gramas de queijo parmesão ralado no ralo fino. Misture muito bem, até que os ingredientes estejam incorporados, e a mistura de manteiga e queijo vire um molho cremoso. Sirva a seguir.



Risoto Cacio e Pepe


Ingredientes -
400 gramas de queijo parmesão Parmigiano Reggiano picado grosseiramente
4 xícaras (chá) de água

Ingredientes -
3 xícaras (chá) do caldo de parmesão
1 colher (sopa) de manteiga sem sal
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 xícara (chá) de arroz arbóreo
1/4 xícara (chá) de creme de parmesão
pimenta-do-reino moída a gosto
folhas de salsa para decorar

Modo de Preparo -
Em uma panela pequena em fogo médio, misture 400 gramas de queijo parmesão Parmigiano Reggiano picado grosseiramente com 4 xícaras (chá) de água. Quando o queijo começar a ficar elástico, retire a panela do fogo e deixe esfriar. Assim que estiver frio, repita a operação mais uma vez. Depois de esfriar, novamente refrigere o caldo por 8 horas na geladeira.
No dia seguinte, o caldo deve estar separado em três camadas: creme na parte de cima, líquido no meio e sólido no fundo. Remova a cobertura cremosa com cuidado e reserve (esse é o creme de parmesão). Coe o restante, descartando os sólidos. Esse caldo coado é o caldo de parmesão.

Modo de Preparo –

Em uma panela pequena aqueça 3 xícaras (chá) do caldo de parmesão em fogo médio e reserve.
Em uma outra panela, aqueça a manteiga sem sal em fogo médio, junte 1 cebola pequena picada e 1 dente de alho picado e cozinhe mexendo sempre até amolecer (+/- 3 minutos). Adicione 1 xícara (chá) de arroz arbóreo e cozinhe por mais 2 minutos. Adicione o caldo de parmesão em conchas, só adicionando a próxima concha quando a anterior tiver sido absorvida totalmente, mexendo sempre. Deixe cozinhando por cerca de 20 minutos, até o arroz ficar macio e cremoso.
Distribua ¼ xícara (chá) de creme de parmesão e a pimenta-do-reino moída a gosto. Enfeite o prato com as folhas de salsa.






MOMENTO DE REFLEXÃO



Esta é uma história contada em uma carta por Kyaw Balay, nosso ex-departamental de educação, na Birmânia.

Bem longe, no alto das montanhas de Chin, abriram uma escola numa certa vila. As crianças sentiam-se muito felizes por poderem vir às aulas, e logo estavam assistindo à Escola Sabatina e cantando pela vila afora, os hinos que ali aprenderam.

Entretanto, as pessoas mais velhas não gostaram daquilo. “Não queremos que nossas crianças se tornem adventistas”, diziam eles. E tiraram seus filhos da escola. Mas elas ainda vinham à Escola Sabatina. Os mais velhos estavam alarmados. Ameaçaram algumas, e bateram em outras, mas mesmo assim, ainda vinham à Escola Sabatina.

Então o líder dos que se opunham, o tio Tha Doo, ficou curioso e disse de si para si:

“O que será que faz com que estas crianças tenham tanta vontade de ir à Escola Sabatina?” Começou a perguntar; começou a escutar; começou a ler sua Bíblia. Recebeu estudos bíblicos do professor e foi batizado.

Então sua esposa, a tia Tha Doo, ficou muito zangada. Ofendeu-o com palavrões; passou a cozinhar apenas carnes imundas para ele; tio Tha Doo, porém, nunca se irritou. Foi sempre paciente e bondoso. Quando a mesa estava posta com carnes imundas, ele comia apenas arroz com sal; e quando o chamava de nomes feios, ele se limitava a sorrir e dizia:

— Por favor, leia sua Bíblia com cuidado, e verá que é verdade.

Logo tia Tha Doo ficou curiosa e disse de si para si: “O que está acontecendo com ele? O que o faz tão bondoso e paciente? Deve ser pelo que lê na Bíblia. Acho que vou ler um pouco e ver.” E agora ela é diferente!

Bondosa e paciente, ela está recebendo estudos bíblicos. E o povo da vila está ficando curioso. Estão só imaginando o que terá acontecido à tia Tha Doo.

E verdade. Quando o Espírito de Deus repousa sobre uma pessoa, ela se torna diferente, e todos notam. Está o Espírito de Deus repousando sobre você? Alguém já notou?








UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...



E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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