terça-feira, 12 de março de 2019

Sexta-feira 08/03/2019

Sexta-feira, 08 de março de 2019



“Primeiro a chuva, depois o arco-íris. Acostume-se com essa ordem!”





EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,14-15



- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Glória a vós Senhor!



Então, chegaram ao pé dele os discípulos de João, dizendo: Por que jejuamos nós e os fariseus muitas vezes, e os teus discípulos não jejuam?
E disse-lhes Jesus: Podem porventura andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? Dias, porém, virão, em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Queiroz (In Memorian)


Dias virão em que o noivo lhes será tirado, e então jejuarão.
Este Evangelho narra a pergunta que os discípulos de João Batista fizeram a Jesus: “Por que razão nós e os fariseus praticamos o jejum, mas os teus discípulos não?” – e a resposta de Jesus. Jesus compara a sua presença física na terra com uma festa de casamento, durante a qual ninguém fica de luto nem jejua.
Jesus está se referindo à comparação que os profetas fazem entre a aliança de Deus com o seu povo e o casamento. Veja o que diz o profeta Oséias: “Naquele dia, ela (a família do Povo de Deus) passará a chamar-me de “meu marido” e não mais de “meu Baal”... Afastarei desta terra o arco, a espada e a guerra, e todos poderão dormir em segurança. Eu me caso contigo para sempre, casamos conforme a justiça e o direito, com amor e carinho” (Os 1,18-20). A presença do Messias na terra foi a festa do casamento “para sempre”, isto é, uma aliança eterna.
O jejum praticado pelos judeus tinha um sentido de preparação para a chegada do Messias e do Reino de Deus. Como que os discípulos de Jesus iam praticar esse jejum, se o Messias já estava com eles?
Mas “dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão”. Trata-se do nosso jejum, o jejum dos discípulos de Jesus, desde o dia em que Jesus subiu para o céu. É um sentido muito amplo de jejum, significando todas as perseguições, sofrimentos e privações dos cristãos por causa do seguimento de Jesus.
Precisamos dominar as nossas más inclinações e corrigir os nossos defeitos. Libertar-nos da ira, da soberba, da avareza, do erotismo, da inveja, da gula, da preguiça, aprender a perdoar ou pedir perdão, voltar a conversar depois de um atrito... Nós só conseguimos libertar-nos desses vícios e defeitos, se nos exercitarmos, inclusive com jejum.

Existe ainda outro tipo de jejum muito importante: O jejum dos olhos. Há cenas que nos fazem mal, incitam-nos à violência, ao ódio, à desordem, à luxúria... Quantos filmes e revistas nos conduzem a isso! “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”, disse Jesus. Vigiar é, entre outras coisas, praticar o jejum dos olhos.
Muitos padres dão aos jovens o seguinte conselho: “Você sentiu sede? Não beba logo a água, mas espere cinco minutos. Recebeu uma carta? Não abra logo, mas espere cinco minutos.” É um ótimo treinamento do domínio sobre os impulsos naturais do nosso corpo. Os nossos instintos são cegos. Tanto podem levar-nos ao bem como ao mal. Se nós não os dominarmos, ai de nós, e daqueles que convivem conosco!
Existe ainda o jejum do espírito: O controle das palavras, do afeto, do humor, da disposição para o trabalho, o domínio das emoções... Saber dar um abraço quando sentimos vontade de fazer o contrário, ou saber engolir seco e não dizer nada, quando a vontade seria de dizer algo muito pesado.
As pessoas são capazes de fazer grandes sacrifícios pelo seu amado ou por sua amada. Os que amam a Deus devem fazer a mesma coisa por ele. Por isso que os santos diziam que para eles a cruz era doce como o mel; foi treinamento.
O amor de mãe é o mais belo retrato do amor de Deus por nós. “Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas? Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei!" (Is 49,15). Que o nosso amor a Deus nos leve também a fazer tudo o que for necessário e útil para não perdê-lo.
Campanha da fraternidade. O objetivo da campanha é sensibilizar-nos a usar os meios que temos para diminuir a violência e promover a cultura da paz. Também denunciar os crimes contra a ética e a economia nas gestões públicas, assim como combater a mentalidade de combater a violência com a violência.
Não é cristã nem correta a idéia de separação da sociedade em dois grupos: bandidos e não bandidos, vendo a si mesmo como não bandido. Todos os cento e dez milhões de brasileiros pensam assim, isto é, se colocam a si mesmos como não bandidos. “Aquele que não tiver pecado, atire a primeira pedra”.
Certa vez, foi feito um concurso de pinturas para representar a paz. O quadro que ganhasse ia ser premiado com um alto valor de dinheiro.
Apareceram os quadros mais diversos. Um trazia uma pomba, a pomba da paz. Outro, uma flor belíssima molhada de orvalho. Outro uma paisagem bonita, dando sensação de silêncio, e apenas uma leve brisa roçando o jardim. E muitos outros.
Mas o que ganhou trazia uma cachoeira muito perigosa, em cima da qual havia um galho de árvore. Neste galho estava um pássaro cantando.
Realmente, a paz verdadeira é aquela que se consegue no meio da luta e da turbulência da vida, sem fugir da situação. Só quem se exercita no domínio de si mesmo pode manter a paz em momentos de forte conflito ou agressão.
Maria Santíssima é a mulher forte que enfrentou situações difíceis, como a fuga para o Egito, e a morte do Filho na cruz. Sinal de que ela se exercitava no auto domínio. Santa Maria, rogai por nós!
Dias virão em que o noivo lhes será tirado, e então jejuarão.






CULINÁRIA

Bolo de Mandioca com Requeijão

Ingredientes
2 ovos
125 g (½ xícara de chá + 1 colher de sopa) de margarina derretida
190 g (1 xícara de chá) de açúcar cristal
60 ml (¼ xícara de chá) de leite de coco
40 g (1/3 xícara de chá) de queijo minas curado ralado
30 g (1/3 xícara de chá) de coco ralado
500 g (3 xícaras de chá) de mandioca descascada e picada
½ colher (chá) de fermento em pó
1 copo (200 g) de requeijão

Modo de Preparo
Em um liquidificador coloque os ovos, a manteiga derretida, o açúcar cristal, o leite de coco, o queijo minas, o coco ralado e bata bem. Depois acrescente, aos poucos, a mandioca picada e dê leve pulsadas. Acrescente o fermento e pulse novamente.
Transfira para uma forma de bolo inglês (23 cm X 9 cm X 6 cm de altura) untada, coloque metade da massa do liquidificador, depois despeje 1 copo de requeijão cremoso, cubra com o restante da massa e leve ao forno por 1 hora a 180 º C. Espere amornar, desenforme e sirva em seguida.



Costela com Batatas Assadas



Ingredientes –

3 cenouras em rodelas grossas
5 cebolas cortadas
1 peça de costela de porco inteira
Sal e pimenta-do-reino
1 maço de cada erva: tomilho, sálvia e alecrim
500ml de tucupi
Melaço de cana

Modo de Preparo
Em uma forma, coloque a cebola e a cenoura, formando uma cama para a costela.
Coloque a costela por cima da cenoura e cebola, e tempere com sal e pimenta-do-reino.
Em seguida, acrescente as ervas em cima da costela.
Ponha o tucupi na lateral da costela, para não tirar o tempero da costela.
Se precisar, complete com água, de forma que a costela fique envolta nesse líquido quase até a superfície.
Cubra com papel alumínio e levar ao forno por 2 horas e meia, na temperatura de 180°.
Depois, retire o papel alumínio, passe melaço de cana em cima da costela e leve novamente ao forno até dourar (entre 15 e 30 minutos).
Ingredientes - Batatas Assadas
5 batatas
Sal e pimenta-do-reino
Alecrim
Azeite
Olha a suculência dessas batatas temperadas com alecrim, azeite sal e pimenta-do-reino — Foto: Fabiano Battaglin/Gshow Olha a suculência dessas batatas temperadas com alecrim, azeite sal e pimenta-do-reino — Foto: Fabiano Battaglin/Gshow
Olha a suculência dessas batatas temperadas com alecrim, azeite sal e pimenta-do-reino — Foto: Fabiano Battaglin/Gshow


Modo de Preparo
Lave bem as batatas e corte em 4 partes. Depois, coloque as batatas em uma forma. Tempere com sal, pimenta-do-reino e coloque alguns ramos de alecrim para aromatizar a batata.
Coloque o azeite e feche a forma com papel alumínio. Leve ao forno por 20 minutos ou até que as batatas estejam cozidas. Retire o papel alumínio e deixar dourar.





MOMENTO DE REFLEXÃO



O Pastor A. V. Olson costumava contar uma história de como Deus tomou as rédeas em Suas mãos, em um dos países europeus no início da década de 30, quando era presidente da Divisão Sul-Européia.

Nesse país, a Igreja Ortodoxa Grega era a igreja do Estado, e os adventistas eram sempre perseguidos. Estes só gozavam de relativa liberdade, quando o gabinete do governo era composto por homens educados nos países ocidentais da Europa.

Uma vez o rei nomeou o arcebispo da igreja do Estado para primeiro-ministro, o qual chamou um número de bispos e sacerdotes para compor seu gabinete. Imediatamente fizeram um decreto de que, num determinado dia, todas as igrejas e escolas adventistas deveriam ser fechadas. A Casa Publicadora seria confiscada e todos os pastores e colportores seriam presos. Não seria permitido aos adventistas visitarem-se mutuamente em seus lares, ou encontrarem-se nas ruas.

Eles estavam decididos a destruir nosso trabalho. Em vão nossos líderes foram ver alguns dos membros do gabinete. Foram até mesmo visitar o próprio primeiro-ministro. Ele, porém, disse:
— Faz muito tempo que venho tentando destruir os adventistas. Agora chegou o tempo, e nós o faremos.

Nossos obreiros avisaram a Associação Geral, que proclamou um dia de jejum e oração ao redor do mundo. E, naquele sábado, do qual muitos dos nossos avós se lembram, todos os adventistas em todos os lugares, imploraram a Deus, com jejum e oração, que livrasse Sua obra de ser destruída naquele lugar.

Deus ouviu aquela oração. Poucas noites antes do cumprimento do decreto, o primeiro-ministro foi para a cama para dormir — e nunca mais acordou! Deus derramou sobre ele Sua vingança e o removeu do poder. O novo primeiro-ministro compôs um novo gabinete, e a primeira coisa que fizeram, foi anular o decreto de destruir os adventistas.

Deus tem poder. Eu gostaria que tivéssemos mais dias de jejum e oração em favor dos nossos obreiros. E você?




- Extraído de Eric B. Hare, Começando Com Deus, Inspiração Juvenil de 1987.






UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...



E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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