Sábado, 06 de abril de 2019
"Perdoe e esqueça. Quando
você enterra um cão raivoso, nunca deixa a cauda dele de fora.” (Charles H.
Spurgeon)
EVANGELHO DE HOJE
Jo 7,40-53
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!
Ouvindo as suas
palavras, alguns dentre o povo disseram: "Certamente este homem é o
Profeta".
Outros disseram:
"Ele é o Cristo". Ainda outros perguntaram: "Como pode o Cristo
vir da Galiléia?
A Escritura não diz
que o Cristo virá da descendência de Davi, da cidade de Belém, onde viveu Davi?
"
Assim o povo ficou
dividido por causa de Jesus.
Alguns queriam
prendê-lo, mas ninguém lhe pôs as mãos.
Finalmente, os
guardas do templo voltaram aos chefes dos sacerdotes e aos fariseus, os quais
lhes perguntaram: "Por que vocês não o trouxeram? "
"Ninguém
jamais falou da maneira como esse homem fala", declararam os guardas.
"Será que
vocês também foram enganados? ", perguntaram os fariseus.
"Por acaso
alguém das autoridades ou dos fariseus creu nele?
Não! Mas essa ralé
que nada entende da lei é maldita".
Nicodemos, um
deles, que antes tinha procurando Jesus, perguntou-lhes:
"A nossa lei
condena alguém, sem primeiro ouvi-lo para saber o que ele está fazendo? "
Eles responderam:
"Você também é da Galiléia? Verifique, e descobrirá que da Galiléia não
surge profeta".
Então cada um foi
para a sua casa.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe.
Antônio Queiroz CSsR
Porventura o
Messias virá da Galiléia?
Este Evangelho
mostra que o povo estava dividido a respeito de Jesus: uns achavam que ele era
um profeta, ou até o Messias, e outros objetavam, pelo fato de ele ser galileu:
“Da Galiléia não surge profeta”. Também a cidade dele era vista com
preconceito: “De Nazaré pode sair algo de bom?”.
Preconceito, como a
própria palavra diz, é um conceito formado antecipadamente, sem maior
ponderação ou conhecimento da pessoa, baseado em fatores externos a ela. É um
prejulgamento. A pessoa preconceituosa baseia-se nas aparências, e forma já o
seu julgamento sobre a pessoa.
Entre nós, há
preconceito entre Estados, entre cidades, entre pessoas que tem a pele de outra
cor, entre os que têm estudo e os que não têm, até entre os que moram na cidade
e os que moram na roça. Quanta gente sofre por causa do preconceito!
Nós cristãos não
devíamos ter preconceito de ninguém, pois o batismo nos igualou a todos. “Vós
todos sois filhos de Deus... Vós todos que fostes batizados em Cristo, vos
revestistes de Cristo... Não há mais judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou
mulher, pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,26-28).
O preconceito é um
tabu difícil de combater, porque ele cega a pessoa. Veja a resposta que deram a
Nicodemos, que tentou combater o preconceito contra Jesus, foi também atacado:
“Também tu és galileu, porventura? Vai estudar...”
O encontro do
humano com o divino na pessoa de Jesus é paradoxal. É o encontro do relativo
com o absoluto, do imperfeito com o perfeito, do limitado com o absoluto. A
humanidade nunca entendeu direito, nem assimilou esse encontro. Houve épocas na
história em que divinizavam tanto a Jesus que sacrificavam a sua humanidade, e
houve épocas contrárias.
Também a Igreja
carrega em si esse paradoxo, pois ela é, ao mesmo tempo, humana e divina, santa
e pecadora. Há pessoas que querem fazer dela um grande movimento social no
mundo. Outro, ao contrário, a espiritualizam demais, distanciando-a da vida
humana do dia a dia. Inclusive o padre, muitos querem que ele viva só na
sacristia, outros querem que ele viva só na rua, envolvendo-se no temporal e
nos problemas sociais.
Conta-se que Santo
Afonso Maria de Ligório, o fundador dos missionários redentoristas, no final de
sua vida ficou acamado durante um tempo.
Um dia ele pediu ao
Irmão que cuidava dele que o levasse até a capela. O Irmão lhe disse: “Não
precisa! Jesus está em toda parte, e está aqui neste quarto também”. O velho
bispo respondeu: “Sim, ele está aqui. Mas lá na capela ele está fisicamente
presente, na eucaristia, e eu quero visitá-lo”. E o Irmão teve de levá-lo, na
cadeira de rodas, até a capela.
Vendo o Evangelho
de hoje, nós pesamos: se eu estivesse lá, não ia desprezar Jesus. Mas o mesmo
Jesus que estava lá está em todas as nossas igreja, na eucaristia. Que não o
desprezemos!
Campanha da
fraternidade. O meio ambiente e a natureza também têm sido alvo de violência. A
exploração econômica sem critérios, a situação em que se encontram as
florestas, a poluição dos rios e das águas em geral, a contaminação do ar, a
extinção de espécies vegetais e animais são resultantes da ação predatória dos
seres humanos e sintomas de grave doença que avança sobre nossa civilização.
Hoje, estamos
sofrendo sérias conseqüências das ações contra o meio ambiente como o efeito
estufa, o aquecimento global, a indisponibilidade cada vez maior de água
potável e o aumento dos diversos tipos de poluição nas grandes cidades. Tudo
isso gera medo crescente em relação ao futuro e ao agravamento dessas
conseqüências. O próprio planeta torna-se inseguro para todos.
Maria Santíssima
viveu numa sociedade que tinha vários preconceitos contra a mulher, a qual
tinha de ser caseira e não podia nem falar em público. Ela, porém, passou por
cima de tudo isso. Que ela nos ajude a vencer os preconceitos e a entender o
seu Filho como ele realmente é: verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Porventura o Messias virá da Galiléia?
CASA, LAR E FAMÍLIA
Como assar Castanha de Caju
Para
assar castanhas, é necessário quatros pedras, do mesmo tamanho, para serem
perfiladas duas na frente e duas a trás, e com isso for uma trempi, que é uma
forma de fogão, após fazer a trempi. É necessário à lenha, de preferência lenha
de angico, que queima por mais tempo, e faz pouca fumaça, e depois colocar a
lenha dentro da trempi, fazer o fogo. Após o fogo pronto, pegar o frande, que é
uma caixa quadrada, feita de lata de ferro, e cheia de furos como uma peneira,
então é só colocar as castanhas tiradas do caju, no frande e assar, o furo do
frande serve, para que a castanha crua tenha um contato direto com o fogo. Pois
a castanha, em contato direto com o fogo, a castanha crua solta um óleo
inflamável, e com isso as castanhas pegam fogo.
E
quando a castanha tiver, pegando fogo, a pessoa que tiver assando tem que
mexer, com um pedaço de madeira, para que as castanhas, não assem de um lado
só, e também tem que ficar atento, para que as castanhas não queimem, pois
quando as castanhas estiverem douradas, já estão no ponto para serem tiradas.
Para tirar as castanhas do frande, quando tiverem assadas é muito simples, é só
pegar a mesma madeira, que está sendo usada para mexer, e virar o frande na
areia, e para apagar o fogo das castanhas, é só jogar areia por cima.
E
depois de assar a castanha, vem o processo de quebrar a castanha, para quebrar
a castanha é necessário: duas pedras pequenas, uma servira de apoio para a
castanha, e a outra pedra, servira para a pessoa que tiver quebrando a castanha,
bata na castanha que estará apoiada, na outra pedra até que a castanha quebre.
Após quebrar a castanha é só retirar, o miolo, pois só o miolo é que serve para
o consumo, e depois de fazer tudo isso, as mãos de quem tiver quebrando a
castanha ficara toda preta, e essa sujeira preta é muito difícil de retirar,
das mãos, mas para retirar essa sujeira, é só passar o caju nas mãos que a
sujeira sai.
Depois
de fazer todos esses processos, de assar e quebrar a castanha, vem o melhor da
festa, que é saborear, a verdadeira castanha de caju do Nordeste.
Solange Monteiro dos Santos
Fonte:
http://www.indiosonline.org.br/blogs/index.php?blog=5&p=415&more=1&c=1
MOMENTO DE REFLEXÃO
Certa vez, uma
família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. Sendo naturalmente
lentas, levaram um bom tempo preparando-se para o passeio. Seis meses após a
decisão, acharam o lugar ideal.
Ao desembalarem a
cesta do piquenique, descobriram que faltava o sal. Então designaram a
tartaruga mais nova, por ser mais rápida, a voltar à sua casa e trazer o sal.
A jovem tartaruga
concordou em ir, mas com uma condição: Que ninguém comeria nada antes que ela
retornasse.
Mais seis meses se
passaram, e a pequena ainda não tinha retornado. Ao sétimo mês, a tartaruga
mais velha, já não suportando a fome, desembrulhou um sanduíche.
Nessa hora, a jovem
tartaruga saiu de trás de uma moita e gritou: “Viram? Eu sabia que vocês não
iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal!”
O egoísmo atrapalha
o bom uso dos nossos talentos. Quantas vezes desperdiçamos o nosso tempo na
preocupação exagerada em fiscalizar o que os outros estão fazendo ou o que
dizem de nós.
“O pior dos problemas é que ninguém tem nada
com isso” (Mário Quintana).
Maria Santíssima
usou e desenvolveu muito bem os seus talentos, especialmente o de Mãe. Que ela
interceda por nós junto do seu Filho, a fim de que usemos bem os nossos
talentos.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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