terça-feira, 2 de abril de 2019

Sábado 13/04/2019

Sábado, 13 de abril de 2019



"Deus quer, o homem sonha, a obra nasce."(Fernando Pessoa)






EVANGELHO DE HOJE
Jo 11,45-56



- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!



Naquele tempo, 45muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele. 46Alguns, porém, foram ter com os fariseus e contaram o que Jesus tinha feito. 47Então os sumos sacerdotes e os fariseus reuniram o Conselho e disseram: “Que faremos? Este homem realiza muitos sinais. 48Se deixamos que ele continue assim, todos vão acreditar nele, e virão os romanos e destruirão o nosso Lugar Santo e a nossa nação”.

49Um deles, chamado Caifás, sumo sacerdote em função naquele ano, disse: “Vós não enten­deis nada. 50Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira?” 51Caifás não falou isso por si mesmo. Sendo sumo sacerdote em função naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. 52E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos. 53A partir desse dia, as autoridades judaicas tomaram a decisão de matar Jesus.

54Por isso, Jesus não andava mais em público no meio dos judeus. Retirou-se para uma região perto do deserto, para a cidade chamada Efraim. Ali permaneceu com os seus discípulos. 55A Páscoa dos judeus estava próxima. Muita gente do campo tinha subido a Jerusalém para se purificar antes da Páscoa. 56Procuravam Jesus e, ao reunirem-se no Templo, comentavam entre si: “Que vos parece? Será que ele não vem para a festa?”




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR


E também para reunir na unidade os filhos de Deus dispersos.
Este Evangelho narra a decisão final dos chefes, de matar Jesus. Eles fazem uma submissão da fé à política: “Se deixarmos que ele continue assim... virão os romanos...” E o sumo sacerdote Caifás lavra a sentença: “É melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação inteira”.
O evangelista João interpreta: “Caifás profetizou que Jesus ia morrer pela nação. E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos”. De fato, a morte de Jesus reuniu, numa só Igreja, os filhos de Deus dispersos pelo mundo inteiro. A santa Igreja reúne cristão de todas as raças e culturas. Por isso a chamamos católica que significa universal. E isto não é mais que um começo, ou uma figura da união em Cristo de toda a humanidade, no final dos tempos.

Os cristãos são os primeiros chamados por Deus a “reunir os filhos de Deus dispersos”. Entretanto, a manipulação de fatos, a opressão, as ideologias e o pecado tentam impedir que a humanidade se agrupe num só rebanho em torno de Cristo. Acontece uma luta, e a cada momento surgem novos adversários para os cristãos. Entretanto, a ação perseverante e não violenta, o espírito de reconciliação e a oração fazem com que o projeto de Cristo avance no mundo. Este é um ideal que empolga os cristãos, especialmente os jovens
Jesus congregará, com sua morte, os filhos de Deus provenientes de todos os pontos cardeais, formando o novo Povo de Deus. Esta é a eficácia da morte de Jesus na cruz, que foi decidida pelas autoridades, no Evangelho de hoje.
No projeto de Jesus, a vida surge da cruz. É a cruz da dor, da doença, das humilhações e perseguições... Mas atrás da cruz brilha uma luz que ilumina o universo inteiro. “Os judeus pedem sinais, os gregos buscam sabedoria. Nós, porém, proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” (1Cor 1,22-23).
Humanamente, a cruz é o contrário das aspirações humanas. Mas, iluminada por Cristo, ela aparece como algo que transborda, supera a morte e leva à ressurreição.
Havia, certa vez, num campo, uma lebre. Ela era bonita e vivia feliz, saltitando no descampado. Um dia, ela viu um caçador com uma arma de fogo. Sentiu medo, correu o quanto pôde e escondeu-se atrás de uma moita de capim. O caçador procurou, procurou... não a viu mais e foi-se embora.
Mas a lebre resolveu comer aquela moita de capim. No dia seguinte, lá estava o caçador novamente. Como não havia mais moita de capim, o caçador deu um tiro e ela morreu.
Deus nos dá oportunidades para nos libertarmos do caçador que é satanás. A quaresma é como uma moita de capim, pois vem cada ano nos proteger da rotina do pecado. Não vamos devorá-la, vivendo-a como um tempo igual aos outros.
Vamos reconhecer os nossos pecados, pois eles ajudaram a crucificar Jesus. Não nos interessam agora os pecados dos fariseus e mestres da Lei, mas os nossos, os quais queremos extirpar de uma vez, iniciando uma vida nova.

O mistério da cruz revela o significado mais profundo do amor: nada para si, tudo para os outros. De fato, a cruz mostra o que foi a vida de Jesus: renúncia a tudo para ser para todos. Esta renúncia só pode ser entendida a partir do esvaziamento da condição divina do Verbo (cf. Fl 2,5-11), para assumir em tudo a condição humana. Jesus nunca procurou para si algum tipo de favorecimento pessoal. Quando nasceu, foi colocado em uma manjedoura por não haver lugar para ele na hospedaria (cf. Lc 2,1-7). Jesus não realiza nenhum milagre em benefício próprio, nem mesmo no momento de fome no deserto, por ocasião das tentações (cf. Lc 4,2-4), nem quando lhe falta onde reclinar a cabeça (cf. Lc 9,58). No alto da cruz, Jesus não tem praticamente nada que seja seu. Suas vestes, tecidas por sua mãe. É por isso que Jesus diz com autoridade: “Quem quiser ser meu discípulo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lc 9,23). Sem a renúncia, a pessoa não consegue viver o mistério da cruz. Para ser discípulo de Jesus, é necessário ter os mesmos sentimentos dele (cf. Fl 2,5). Somente haverá paz e segurança quando este valor pascal for descoberto e vivido por todos.
Maria colaborou de perto nessa reunião dos filhos de Deus dispersos. Que ela nos ajude a colaborar também.
E também para reunir na unidade os filhos de Deus dispersos.



                                                     




CASA, LAR E FAMÍLIA

Orientações sobre o que colocar na lava-louça

Hoje em dia, a maioria dos itens podem ser colocados na lava-louça. Porém, em caso de dúvida, essas orientações podem ajudar a decidir.

Vidros

A maioria dos vidros comuns e travessas que vão ao forno, como Pyrex, pode ser lavada na lava-louças. Cristais, no entanto, não devem ser colocados, a não ser que contenham a inscrição de próprios para lava-louça.

Pratos

A maioria dos pratos vendidos atualmente podem ser colocados na lava-louça. As porcelanas finas, em geral, possuem sob a decoração uma camada de verniz e, por isso, também são seguras para a lava-louças. Caso você tenha alguma dúvida, verifique se o item contém a inscrição "Próprio” para lava-louça", ou consulte o fabricante.

Talheres

Talheres de aço inoxidável e prata em geral podem ser usados na lava-louça, porém você deve tomar as seguintes precauções:
Enxágue os alimentos ácidos e o sal antes de colocar na lava-louça, pois o contato direto e prolongado com esses elementos pode manchar seus talheres.
Ao carregar a cesta de talheres, evite sobrecarregá-la para garantir que a água enxágue todas as superfícies. Isso assegura que cada peça seja corretamente lavada, enxaguada e seca.
Evite derramar o detergente da lava-louça diretamente sobre seus talheres, pois isto pode provocar corrosão.
Retire os talheres logo após o final do ciclo para evitar que eles sejam deixados em uma atmosfera úmida, o que pode provocar corrosão ou ferrugem. Isto se aplica especialmente a talheres de prata.
Não misture prata e aço inoxidável na mesma cesta.
Os objetos com cabos de madeira ou osso não devem ser colocados na lava-louça.
Objetos antigos poderão ter cabos colados. Por isso, lave esses itens à mão.

Plásticos

Apenas os plásticos indicados para lava-louça devem ser colocados.

Panelas

As panelas de aço inoxidável podem ser colocadas na lava-louça sem problemas. As panelas com pegadores de madeira são melhores lavadas à mão. No caso de panelas que contêm
alumínio, consulte o fabricante, pois nem todas são recomendadas para lavagem em lava-louça automáticas.

Fonte:http://www.finishinfo.com.br/OqueColocarNaLavaLouca.php







MOMENTO DE REFLEXÃO



Certa vez, a beleza e a feiura encontraram-se numa praia. As duas resolveram tomar banho. Tiraram suas roupas e puseram-se a nadar nas águas azuis e belas.
Após um tempo, a feiura voltou à praia, vestiu-se com os trajes da beleza e foi-se embora.
Minutos depois, a beleza também resolveu sair. Como não encontrou suas roupas, vestiu-se com as roupas da feiura, seguindo o seu caminho.
Daí para frente, as pessoas confundiram e não sabiam mais distinguir qual das duas era a beleza e qual era a feiura.
A roupa, ou a aparência, não é o mais importante em nós. Nem a cor da nossa pele, a cultura, ou a quantidade de bens que possuímos, nos distingue.
O que vale é o fato de sermos filhos e filhas de Deus, o que nós iguala a todos. Por isso, devemos tratar as pessoas igualmente, sem discriminar ninguém.
A mãe vê seus filhos todos iguais, e quer que os oprimidos sejam libertados. Que a nossa Mãe do Céus nos liberte, tanto das correntes como dos preconceitos.





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...



E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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Cortesia
www. yahoo.com


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