Sábado, 13 de abril de 2019
"Deus quer, o homem sonha,
a obra nasce."(Fernando Pessoa)
EVANGELHO DE HOJE
Jo 11,45-56
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Glória a vós Senhor!
Naquele tempo,
45muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera,
creram nele. 46Alguns, porém, foram ter com os fariseus e contaram o que Jesus
tinha feito. 47Então os sumos sacerdotes e os fariseus reuniram o Conselho e
disseram: “Que faremos? Este homem realiza muitos sinais. 48Se deixamos que ele
continue assim, todos vão acreditar nele, e virão os romanos e destruirão o
nosso Lugar Santo e a nossa nação”.
49Um deles, chamado
Caifás, sumo sacerdote em função naquele ano, disse: “Vós não entendeis nada.
50Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo do que perecer a nação
inteira?” 51Caifás não falou isso por si mesmo. Sendo sumo sacerdote em função
naquele ano, profetizou que Jesus iria morrer pela nação. 52E não só pela
nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos. 53A partir desse
dia, as autoridades judaicas tomaram a decisão de matar Jesus.
54Por isso, Jesus
não andava mais em público no meio dos judeus. Retirou-se para uma região perto
do deserto, para a cidade chamada Efraim. Ali permaneceu com os seus
discípulos. 55A Páscoa dos judeus estava próxima. Muita gente do campo tinha
subido a Jerusalém para se purificar antes da Páscoa. 56Procuravam Jesus e, ao
reunirem-se no Templo, comentavam entre si: “Que vos parece? Será que ele não
vem para a festa?”
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe.
Antônio Queiroz CSsR
E também para
reunir na unidade os filhos de Deus dispersos.
Este Evangelho
narra a decisão final dos chefes, de matar Jesus. Eles fazem uma submissão da
fé à política: “Se deixarmos que ele continue assim... virão os romanos...” E o
sumo sacerdote Caifás lavra a sentença: “É melhor um só morrer pelo povo do que
perecer a nação inteira”.
O evangelista João
interpreta: “Caifás profetizou que Jesus ia morrer pela nação. E não só pela
nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos”. De fato, a morte de
Jesus reuniu, numa só Igreja, os filhos de Deus dispersos pelo mundo inteiro. A
santa Igreja reúne cristão de todas as raças e culturas. Por isso a chamamos
católica que significa universal. E isto não é mais que um começo, ou uma
figura da união em Cristo de toda a humanidade, no final dos tempos.
Os cristãos são os
primeiros chamados por Deus a “reunir os filhos de Deus dispersos”. Entretanto,
a manipulação de fatos, a opressão, as ideologias e o pecado tentam impedir que
a humanidade se agrupe num só rebanho em torno de Cristo. Acontece uma luta, e
a cada momento surgem novos adversários para os cristãos. Entretanto, a ação
perseverante e não violenta, o espírito de reconciliação e a oração fazem com
que o projeto de Cristo avance no mundo. Este é um ideal que empolga os
cristãos, especialmente os jovens
Jesus congregará,
com sua morte, os filhos de Deus provenientes de todos os pontos cardeais,
formando o novo Povo de Deus. Esta é a eficácia da morte de Jesus na cruz, que
foi decidida pelas autoridades, no Evangelho de hoje.
No projeto de
Jesus, a vida surge da cruz. É a cruz da dor, da doença, das humilhações e
perseguições... Mas atrás da cruz brilha uma luz que ilumina o universo
inteiro. “Os judeus pedem sinais, os gregos buscam sabedoria. Nós, porém,
proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os
pagãos” (1Cor 1,22-23).
Humanamente, a cruz
é o contrário das aspirações humanas. Mas, iluminada por Cristo, ela aparece
como algo que transborda, supera a morte e leva à ressurreição.
Havia, certa vez,
num campo, uma lebre. Ela era bonita e vivia feliz, saltitando no descampado.
Um dia, ela viu um caçador com uma arma de fogo. Sentiu medo, correu o quanto
pôde e escondeu-se atrás de uma moita de capim. O caçador procurou, procurou...
não a viu mais e foi-se embora.
Mas a lebre
resolveu comer aquela moita de capim. No dia seguinte, lá estava o caçador
novamente. Como não havia mais moita de capim, o caçador deu um tiro e ela
morreu.
Deus nos dá
oportunidades para nos libertarmos do caçador que é satanás. A quaresma é como
uma moita de capim, pois vem cada ano nos proteger da rotina do pecado. Não
vamos devorá-la, vivendo-a como um tempo igual aos outros.
Vamos reconhecer os
nossos pecados, pois eles ajudaram a crucificar Jesus. Não nos interessam agora
os pecados dos fariseus e mestres da Lei, mas os nossos, os quais queremos
extirpar de uma vez, iniciando uma vida nova.
O mistério da cruz
revela o significado mais profundo do amor: nada para si, tudo para os outros.
De fato, a cruz mostra o que foi a vida de Jesus: renúncia a tudo para ser para
todos. Esta renúncia só pode ser entendida a partir do esvaziamento da condição
divina do Verbo (cf. Fl 2,5-11), para assumir em tudo a condição humana. Jesus
nunca procurou para si algum tipo de favorecimento pessoal. Quando nasceu, foi colocado
em uma manjedoura por não haver lugar para ele na hospedaria (cf. Lc 2,1-7).
Jesus não realiza nenhum milagre em benefício próprio, nem mesmo no momento de
fome no deserto, por ocasião das tentações (cf. Lc 4,2-4), nem quando lhe falta
onde reclinar a cabeça (cf. Lc 9,58). No alto da cruz, Jesus não tem
praticamente nada que seja seu. Suas vestes, tecidas por sua mãe. É por isso
que Jesus diz com autoridade: “Quem quiser ser meu discípulo, renuncie a si
mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Lc 9,23). Sem a renúncia, a pessoa não
consegue viver o mistério da cruz. Para ser discípulo de Jesus, é necessário
ter os mesmos sentimentos dele (cf. Fl 2,5). Somente haverá paz e segurança
quando este valor pascal for descoberto e vivido por todos.
Maria colaborou de
perto nessa reunião dos filhos de Deus dispersos. Que ela nos ajude a colaborar
também.
E também para
reunir na unidade os filhos de Deus dispersos.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Orientações sobre o que colocar na lava-louça
Hoje
em dia, a maioria dos itens podem ser colocados na lava-louça. Porém, em caso
de dúvida, essas orientações podem ajudar a decidir.
Vidros
A
maioria dos vidros comuns e travessas que vão ao forno, como Pyrex, pode ser
lavada na lava-louças. Cristais, no entanto, não devem ser colocados, a não ser
que contenham a inscrição de próprios para lava-louça.
Pratos
A
maioria dos pratos vendidos atualmente podem ser colocados na lava-louça. As
porcelanas finas, em geral, possuem sob a decoração uma camada de verniz e, por
isso, também são seguras para a lava-louças. Caso você tenha alguma dúvida,
verifique se o item contém a inscrição "Próprio” para lava-louça", ou
consulte o fabricante.
Talheres
Talheres
de aço inoxidável e prata em geral podem ser usados na lava-louça, porém você
deve tomar as seguintes precauções:
Enxágue
os alimentos ácidos e o sal antes de colocar na lava-louça, pois o contato
direto e prolongado com esses elementos pode manchar seus talheres.
Ao
carregar a cesta de talheres, evite sobrecarregá-la para garantir que a água
enxágue todas as superfícies. Isso assegura que cada peça seja corretamente
lavada, enxaguada e seca.
Evite
derramar o detergente da lava-louça diretamente sobre seus talheres, pois isto
pode provocar corrosão.
Retire
os talheres logo após o final do ciclo para evitar que eles sejam deixados em
uma atmosfera úmida, o que pode provocar corrosão ou ferrugem. Isto se aplica
especialmente a talheres de prata.
Não
misture prata e aço inoxidável na mesma cesta.
Os
objetos com cabos de madeira ou osso não devem ser colocados na lava-louça.
Objetos
antigos poderão ter cabos colados. Por isso, lave esses itens à mão.
Plásticos
Apenas
os plásticos indicados para lava-louça devem ser colocados.
Panelas
As
panelas de aço inoxidável podem ser colocadas na lava-louça sem problemas. As
panelas com pegadores de madeira são melhores lavadas à mão. No caso de panelas
que contêm
alumínio,
consulte o fabricante, pois nem todas são recomendadas para lavagem em lava-louça
automáticas.
Fonte:http://www.finishinfo.com.br/OqueColocarNaLavaLouca.php
MOMENTO DE REFLEXÃO
Certa vez, a beleza
e a feiura encontraram-se numa praia. As duas resolveram tomar banho. Tiraram
suas roupas e puseram-se a nadar nas águas azuis e belas.
Após um tempo, a feiura
voltou à praia, vestiu-se com os trajes da beleza e foi-se embora.
Minutos depois, a
beleza também resolveu sair. Como não encontrou suas roupas, vestiu-se com as
roupas da feiura, seguindo o seu caminho.
Daí para frente, as
pessoas confundiram e não sabiam mais distinguir qual das duas era a beleza e
qual era a feiura.
A roupa, ou a
aparência, não é o mais importante em nós. Nem a cor da nossa pele, a cultura,
ou a quantidade de bens que possuímos, nos distingue.
O que vale é o fato
de sermos filhos e filhas de Deus, o que nós iguala a todos. Por isso, devemos
tratar as pessoas igualmente, sem discriminar ninguém.
A mãe vê seus
filhos todos iguais, e quer que os oprimidos sejam libertados. Que a nossa Mãe
do Céus nos liberte, tanto das correntes como dos preconceitos.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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