Quinta-feira, 06 de
Fevereiro de 2020
"A
saúde é o resultado não só de nossos atos, como também de nossos
pensamentos." (Mahatma Gandhi)
EVANGELHO
DE HOJE
Mc 6,7-13
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Marcos
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, 7Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes
poder sobre os espíritos impuros. 8Recomendou-lhes que não levassem nada para o
caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
9Mandou
que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10E Jesus disse
ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum
lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a
poeira dos pés, como testemunho contra eles!” 12Então os doze partiram e
pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demônios e curavam
numerosos doentes, ungindo-os com óleo.
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO
DO EVANGELHO
Padre Antonio
Queiroz
Começou
a enviá-los.
Este Evangelho narra o envio dos doze
Apóstolos. Por ocasião da escolha deles, o texto diz: “Ele (Jesus) constituiu
então doze, para que ficassem com ele e para que os enviasse a anunciar a Boa
Nova” (Mc 3,14). Eles ficaram um bom tempo com Jesus, escutaram seus
ensinamentos e viram suas ações; chega agora o momento de uma nova etapa no
discipulado: a missão.
O envio dois a dois dá sentido
comunitário à missão apostólica.
Os profetas da época tinham também
discípulos, mas o estilo era diferente. O profeta se sentava, os discípulos
ficavam em volta e ele ensinava. Jesus, ao contrário, é um profeta itinerante.
Seus discípulos o acompanhavam e ele ensinava o povo, pregava a conversão,
enfrentava situações difíceis, curava os doentes, expulsava demônios... Agora
os discípulos são chamados a fazer o mesmo. A missão dos Apóstolos aparece
assim como um prolongamento da missão de Cristo.
Ao enviá-los Jesus deu-lhes umas
instruções concretas. “Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a
não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura”. O missionário
deve trabalhar em total pobreza e desprendimento. Libertos de bagagens, eles
ficam mais livres, desinstalados e disponíveis para a missão confiada. Esse
“como” pregar é o principal testemunho profético.
“Quando entrardes numa casa, ficai ali
até vossa partida.” Esta é a conseqüência da situação de pobreza e de desapego
do missionário: fica fácil hospedar e ser hospedado pelo povo, e não precisa
ficar mudando de casa em casa.
O nosso testemunho cristão é como uma
medalha que tem dois lados. De um lado é a nossa palavra e a nossa aparência;
do outro está a nossa vida real, como vivemos no dia-a-dia e o que carregamos
conosco. Esses dois testemunhos se completam, e o povo tem ocasião não só de
ouvir o Evangelho, mas de ver como ele é vivido. “A palavra convence, o exemplo
arrasta”. “O meio é a mensagem”. As nossas atitudes falam mais fundo do que as
nossas palavras.
“Então os doze partiram e pregaram que
todos se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes.”
Os profetas da época viviam escondidos do povo, e não se preocupavam em curar
doentes. Para Jesus, esse cuidado com o homem todo, alma e corpo, é o sinal de
que o Reino de Deus está perto.
“Se em algum lugar não vos receberem,
nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como
testemunho contra eles!” Sacudir a poeira dos pés para não levar frustração. O
missionário fica contente diante da porta que lhe abre, mas tranqüilo diante da
que se fecha; por isso é capaz de assumir a incompreensão dos evangelizandos.
Como uma prevenção contra o triunfalismo, Jesus prepara os seus enviados para o
possível fracasso da sua missão. A tarefa deles é semear, não colher. O êxito
não está garantido, porque o Evangelho é oferta gratuita, não imposição.
Tudo isso vale para todos nós
cristãos, que no batismo recebemos a missão profética.
Nas entrelinhas dessas normas
concretas nós vemos um estilo apostólico, que foi o do próprio Jesus: pobreza
para a liberdade, desinstalação para a disponibilidade e entrega para o serviço
do Evangelho, visando o Reino de Deus.
Havia, certa vez, um rapaz que morava
perto do mar. Ele gostava de andar na praia, pra lá e pra cá, refletindo sobre
seus problemas. Quando ele voltava, via na areia sempre rastos de duas pessoas.
Ele pensava: que bom, Cristo caminha comigo!
Um dia, ele estava passando por uma
crise muito forte, um sofrimento muito grande, e foi caminhar na praia. Ao
voltar, viu rastos apenas de uma pessoa.
Ele disse para o amigo: “Ô Jesus,
justamente no meu momento mais difícil, o Senhor me abandona?
Jesus respondeu: “Não, meu irmão, você
está enganado. Esse rasto que você vê é meu. É que, nas suas horas mais
difíceis, eu o carrego nos meus braços!”
“Ide fazer discípulos entre todas as
nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes
a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias,
até o fim dos tempos” (Mt 28,19-20). Jesus não falha neste seu compromisso,
especialmente nas horas mais difíceis de seus enviados.
Maria Santíssima é a Rainha dos
missionários, de ontem e de hoje, pois ela, atendendo ao chamado de Deus Pai,
gerou Jesus para nós. Que ela nos ajude a cumprir bem a nossa missão profética.
Começou a enviá-los.
MUNDO ANIMAL
A importância dos
passeios
Por Cassia Rabelo
Cardoso dos Santos, adestradora da Cão Cidadão.
Quando se fala em ter a companhia de um cão, a
maioria das pessoas sabe da importância dos passeios para o bem-estar do pet.
Mas, há ainda muitos que entendem que o cão não precisa sair, já que tem uma
bela área na casa para se exercitar, correr e farejar. Ou ainda, há aqueles que
convivem com cães pequenos, que moram em apartamento, e acreditam que eles não
precisariam dar uma espiada na rua, pois as brincadeiras em casa seriam
suficientes. Além disso, as patas e pelos voltariam sempre sujos… Muitos, por
outro lado, mesmo levando os cães à rua, o fazem rapidamente, apenas uma
pequena “voltinha” no quarteirão, suficiente para alívio das necessidades
fisiológicas.
O passeio para o cachorro tem grande importância
para a sua saúde física e mental. O cão é um animal social, que “enxerga” o
mundo através do olfato. Assim, sair à rua significa acesso a um mundo de
cheiros, que irá estimulá-lo mentalmente, evitando, assim, o tédio de uma vida
confinada entre quatro paredes. Tente se imaginar dentro de casa, sem qualquer
oportunidade de ir ao shopping, restaurantes ou cinema. Nada bom, não? Pois é,
os cães também preferem uma vida mais interessante e com acesso ao mundo
exterior! Nesse sentido, nunca é demais lembrar que faz parte da natureza deles
andar, cheirar e explorar o mundo.
Além disso, o cão que passeia regularmente,
frequentando parques, praças e ruas, tem oportunidade de encontrar outros
peludos, o que aumentará a probabilidade dele ser extremamente sociável.
O passeio também auxilia o cão a gastar energia,
tornando-o menos sedentário. Ao passear, o cão está praticando atividade
física, se exercitando, o que traz muitos benefícios fisiológicos, além de
evitar a obesidade e suas consequências maléficas.
Como ocorre com os humanos, cães até então
sedentários precisarão de algum tempo para adquirir resistência e aguentar
passeios mais longos. Assim, de início, os passeios devem ser mais curtos e
menos intensos, com aumento gradual do esforço. Na dúvida, é sempre bom ter a
opinião de um médico veterinário de confiança.
Finalmente, para garantir a segurança, é muito
importante que o cão sempre seja conduzido na guia, especialmente nos grandes
centros urbanos. Nunca é totalmente seguro deixar o cachorro caminhar sem guia,
mesmo em ruas ou bairros tranquilos, pois graves acidentes podem ocorrer.
Lembre-se também que todo cão deve sempre ter em sua coleira uma placa de
identificação, com o seu nome, nome do dono e telefone para contato. Essa
medida simples pode evitar a tristeza de perder o peludo.
Fonte: The Pet
News.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Uma das coisas mais difíceis no mundo é ter um
coração puro.
Podemos ter corações amáveis, gentis e abertos aos
outros, mas puros e cheios de amor desinteressado... quanto trabalho ainda deve
ser feito, quanta renúncia, quanta aceitação e quanta doação!
Não podemos
negociar com Deus, fazer isso em troca daquilo, agir de uma certa forma para
obter algum tipo de recompensa.
O amor é
gratuito e nossa dedicação a Deus ou aos outros não deve depender do que
obtemos de volta.
Aquilo que
sai da nossa alma e do nosso coração devem ser ofertas, livres de quaisquer
condições.
Deus nos dá
em retorno?
Certamente,
porém não como paga, mas como resultado da confiança que depositamos nEle.
Não somos
bons quando damos de nós aos outros, nem quando fazemos caridade, nem mesmo
quando abandonamos nossa vida por alguém que carece da nossa ajuda.
Somos bons
quando as coisas, gestos e palavras saem do nosso coração como uma flecha e não
ficamos observando se ela vai voltar.
Somos bons
quando não contamos que nosso irmão tem mais que nós e nos sentimos ofendidos,
quando o bem e a felicidade do outro passam a ser nosso bem e felicidade
também.
Erram as
pessoas que acham-se boas quando doam de si. isso é orgulho.
Geralmente
elas dão do que lhes sobra e seus objetivos são tornarem-se pessoas melhores.
Fazem por si no fim das contas, não pelos outros.
O caminho
para o Alto é muito longo e a porta de entrada é estreita.
Os que
acham que já estão na metade do caminho, certamente nem começaram ainda a
subir.
É Deus quem
nos eleva e precisamos dizer muitos "não" e muitos "sim"
até que alcancemos um pedacinho do céu.
Amar demais
aqui e odiar ali, anula o amor; escolher os que perdoamos é o mesmo que não
perdoar ninguém, pois nosso coração continua com manchas.
O amor tem
olhos fechados e é o maior de todos os dons, distribuído a todos na face da
terra.
Mas segundo a Bíblia, há os que plantam, os que
colhem, os que multiplicam e os que escondem.
Podemos fazer todos os bens do mundo, regar os
jardins dos que precisam e oferecer-lhes nosso melhor sorriso, mas ainda assim
não teremos começado nosso caminho se negamos a palavra a um irmão, se os
ressentimentos corroem nosso coração, se contamos cada ato que realizamos.
Deus não precisa dos nossos gestos vazios,
Ele apenas pede um coração sincero.
Aquele que sabe e reconhece não ser perfeito, mas
abre-se a cada dia ao próximo, ao distante e tem por meta fazer o bem.
Deus ama a todos indistintamente, mas os que
aprenderam o que é compartilhar, compreenderam melhor os preceitos do Seu
coração.
E esses provam plenamente da
Sua Graça.
UM ABENÇOADO DIA
PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe guarde
serenamente
na palma de Suas
mãos.
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