sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Terça-feira 18/02/2020


Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2020


“O que nós temos é o presente de Deus a nós. O que nos tornamos é nosso presente a Deus.” (Eleanor Powell)





EVANGELHO DE HOJE
Mc 8,14-21


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus, segundo Marcos
Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 14os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15Então Jesus os advertiu: “Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes”.
16Os discípulos diziam entre si: “É porque não temos pão”. 17Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: “Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18Tendo olhos, não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?”
Eles responderam: “Doze”. 20Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: “Sete”. 21Jesus disse: “E ainda não compreendeis?”


Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

Tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes.
Este Evangelho que Jesus e os discípulos estavam na barca, e os discípulos estavam preocupados porque tinham se esquecido de levar pão. “Jesus falou: Tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes”. Eles pensaram que Jesus estava falando do fermento material. Jesus os repreendeu. Lembrou-lhes que no dia anterior havia multiplicado pães para uma multidão, e disse: “Tendo olhos, não vedes, e tendo ouvidos, não ouvir?”
Tanto os fariseus como Herodes buscavam exageradamente a própria segurança, sem confiar em Deus. E essa busca se transformava em ganância, que gera a exploração do próximo, a desunião etc. Como os fariseus e Herodes pertenciam à classe alta, o seu exemplo de vida atuava na sociedade como o fermento, isto é, transformava toda a massa.
Nós passamos a vida preocupados com o pão material, e nos esquecemos de nos dedicar mais às coisas de Deus. O cristão não se preocupa demais com as coisas materiais, sabendo que Deus é Pai providente. Por isso não acumulam bens, e substituem o comércio pela gratuidade e a concentração pela partilha.
Na visita de Jesus aos seus amigos Marta, Maria e Lázaro, Marta cometeu um erro semelhante. Ao invés de ouvir Jesus, como sua irmã, ficou atarefada na preparação de comida e pouso para os queridos visitantes. E Jesus deu bronca: “Marta, Marta! Tu te preocupas com tantas coisas, mas uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.
Os três grandes pecados do mundo são a concupiscência da carne, a cobiça dos olhos e a soberba da vida. Todos provêm da falta de fé, e são as raízes de todos os pecados que cometemos (Cf 1Jo 2,15-16).
O “fermento dos fariseus e o fermento de Herodes” era a preocupação exagerada pela própria segurança e sobrevivência, esquecendo-se de confiar mais em Deus, e obedecer-lhe servindo ao próximo.
O milagre da multiplicação dos pães aconteceu exatamente quando Jesus e os discípulos fizeram o contrário dos fariseus e de Herodes: repartiam com os outros o pouco que tinham.
Os fariseus tinham uma maneira de ser religioso muito comum em todos os tempos: praticar a religião egoísticamente, sem viver no amor. E sendo, tanto os fariseus como Herodes, gente importante na sociedade, os Apóstolos corriam sério perigo de ir na onda deles, o que já estava começando a acontecer naquela preocupação com o esquecimento dos pães.
Os fariseus estavam dispostos a servir a Deus; mas Deus, em troca, devia reconhecer os méritos deles e premiá-los. Esta é a mentalidade da maioria das seitas atualmente, torcendo para o inverso a frase de S. Francisco em sua oração: “É dando que se recebe”.
O fariseu evita o trato simples com os demais, por medo de que descubram seus sentimentos. Ele sabe que tem as mesmas fraquezas, apesar de ser praticante da Lei. Mas não tem a chave da superação dos próprios defeitos, que é a oração humilde. Não lhe resta, portanto, outro caminho senão salvar as aparências, através de uma conduta externa irrepreensível.
A Irmã Dulce nasceu em Salvador – BA, em 1914. Como jovem, formou-se em enfermagem. Com dezoito anos entrou na Congregação das Irmãs da Caridade, onde se tornou Irmã em 1932.
Dois anos depois, ela estava caminhando na vila Ilha dos Ratos, periferia de Salvador, e um menino lhe pediu ajuda. Conversando com o garoto, ela viu que ele não tinha onde morar. Olhou de lado, viu um barraca abandonado, arrombou a porta e colocou a criança dentro.
No dia seguinte, ela voltou ao local para ver como estava o menino. Uma velhinha que sofria de câncer e um deficiente físico lhe pediram ajuda. Como os dois não tinham onde morar, Irmã Dulce os colocou junto com o menino no barraco.
Apareceu o dono do barraco reivindicando a posse, e a Irmã levou os três para um mercado de peixe desativado. Ali, como espaço era maior, o grupo cresceu. Mas o prédio pertencia à prefeitura e o prefeito foi implacável: mandou a Irmã embora de lá.
Ela conseguiu licença da madre superiora e transformou o galinheiro do convento em albergue. E assim foi. Nada desanimava a Irmã.
Numa noite, em 1952, ela ouviu o barulho forte na rua. Foi até a janela e viu que um ônibus e um bonde tinham colidido. Correu ao local, pegou um caixote, subiu em cima e quebrou o vidro da janela do ônibus, salvando doze pessoas. Seu hábito ficou toda chamuscado. Resumindo, a Ir Dulce foi uma bênção para os pobres de Salvador. Está em processo de beatificação.
Esta não foi contaminada pelo fermento dos fariseus.
Maria Santíssima não acumulava bens para si, nem procurava dar uma aparência melhor do que ela era realmente. Mesmo não tendo pecado, era humilde e se reconhecia indigna dos favores divinos. Que ela nos ajude no testemunho da verdade, da humildade e da transparência, da confiança em Deus e do serviço aos irmãos.
Tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes.



COMPORTAMENTO

Usar um telefone celular para acalmar uma criança impede que ela aprenda a acalmar a si mesma
Revista Pazes

Com informações de UPSOCL
Os impactos da tecnologia na formação das crianças e dos adolescentes na contemporaneidade tem sido, já há algum tempo, abordados por diversos ângulos e são vários os aspectos positivos a se ressaltar, quando a tecnologia é empregada no processo educacional da maneira correta. No entanto a sua má utilização poderá impactar as próximas gerações de maneira extremamente negativa.
Entre os impactos negativos a que a má utilização da tecnologia nos sujeita, estão aqueles que dizem respeito ao entrave no desenvolvimento da inteligência emocional das crianças.
Frequentemente, a fim de fazer cessar depressa o choro de uma criança, pais cedem à tentação de, simplesmente, dar à ela um tablet ou algo do gênero para fazer com que a criança se entretenha. O que se reforça com essa prática é a incapacidade da criança de lidar devidamente com os próprios afetos.
Um artigo recentemente veiculado pelo jornal Aleteia exprime bem o que tem se tornado, no quotidiano familiar, os aparelhos celulares e tablets: doces eletrônicos.
«É uma maneira de dizer à criança: “ Acreditamos que você não pode fazer nada além de tomar o doce para se acalmar. Você nos deixa em paz e nós mostramos novamente que você não pode se divertir ou se acalmar . A criança poderia responder: “Você não me ensinou ”
«A mãe, que não pegou o celular porque quase não era usado, olhou-o com mais ou menos atenção, mas sorria sempre que a criança buscava aprovação nos olhos (…) Então a criança entrava no consultório do pediatra e tantas novidades. Eles saíram em êxtase.
Os carrinhos de criança em miniatura voltaram à bolsa da mãe e a criança saiu do escritório tão feliz. A mãe acreditava firmemente que a criança só se divertia porque recebera aulas de auto-relaxamento em casa. E se os carrinhos o cansassem, ele pegava um papel e alguns lápis da bolsa (um pouco como Mary Poppins) e colocava a criança para desenhar ».
A bem da formação de gerações futuras mais aptas para lidar com as frustrações e sofrimentos inerentes à vida, é imprescindível repensarmos o valor que, no trato com as crianças, temos a essas ferramentas em detrimento do bom e velho diálogo, este sim sempre útil em qualquer circunstância.



MOMENTO DE REFLEXÃO

As pessoas maduras não se abalam por causa de comentários indelicados de outras pessoas.
De vez em quando as pessoas dizem coisas para nos testar e fazem comentários do tipo: "você não trabalha duro!" ou "você come demais!" ou ainda "todo mundo sabe que você casou com ele por dinheiro!". Às vezes, essas coisas são ditas por inveja, mas com frequência, são ditas para provocar uma reação.
Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e, ou não dizer nada, ou concordar com a pessoa.
Assim sendo, da próxima vez que seu vizinho o vir em seu carro novo e disser: "você não trabalha quase nada e, ainda assim, eles lhe pagam uma fortuna!", simplesmente sorria e responda: "não é maravilhoso?".
Você não tem de explicar nada sobre suas responsabilidades e sobre o tempo que fica "ralando" no trabalho.
Não precisa justificar. Apenas sorria e deixe isso para lá.
Quando a sua cunhada observar coisas do tipo: "você está sempre tirando férias!", concorde com ela.
Diga: "sim, adoro tirar férias!". Se o seu primo disser: "puxa, você deve ter gasto uma nota nessa piscina", sorria e fale: "pode apostar que sim. É que detesto piscinas baratas"!
Não se deixe perturbar.
Você não vai ganhar nada discutindo com seu primo, sua cunhada, seu vizinho ou com quem quer que seja. Quando encontrar com pessoas assim, concorde com elas de uma maneira gentilmente natural.
Se você começar a tentar se defender, estará frito.
Em poucas palavras: somente pessoas que "pensam pequeno" fazem comentários desagradáveis; e somente pessoas que também "pensam pequeno" se ofendem.

Seja alguém que "pensa grande".~







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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