Sábado
16/08/2025
“A
exigência de ser amado é a maior das pretensões.” (Friedrich Nietzsche)
EVANGELHO DE HOJE
Mt 19,13-15
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
Naquele
tempo, 13levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e
fizesse uma oração. Os discípulos, porém, as repreendiam. 14Então Jesus disse:
“Deixai as crianças e não as proibais de vir a mim, porque delas é o Reino dos
Céus”. 15E depois de impor as mãos sobre elas, Jesus partiu dali.
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira
No Evangelho de hoje dois pontos
me chamam atenção. O primeiro é o fato das crianças se sentirem atraídas por
Jesus a ponto de provocar um tumulto que os próprios discípulos acharam
necessário intervir, para depois serem repreendidos pelo Mestre. Este é um
ponto que eu considero interessante porque se prestarmos atenção, veremos que
são pouquíssimas as pessoas que têm esse “magnetismo” com as crianças. E as
características em comum nessas pessoas são: a doçura, a simplicidade, o
sorriso constante, a paciência, a alegria, a jovialidade, a espontaneidade...
Em todos os lugares por onde Jesus passava, multidões vinham ouvi-lo, e as
crianças vinham espontaneamente para que Ele impusesse suas mãos e orasse por
elas. E Jesus se deleitava com isso. Nos quadros que tentam retratar essa cena,
Jesus sempre está sentado, com um olhar sereno, com cada mão sobre a cabeça de
uma criança super-comportada, e mais umas 3 crianças esperando pacientemente a
sua vez... Se eu fosse pintar um quadro da forma como imagino que aconteceu,
seria com dezenas de crianças correndo, pulando, gritando, brincando e fazendo
a maior festa em torno de Jesus, que se divertia com elas, enquanto alguns
discípulos tentavam, em vão, controlar a bagunça... Jesus sempre ensinou pelo
exemplo e pelas palavras. Se Ele dizia que para entrar no Reino dos Céus,
deveríamos ser como crianças, então Ele próprio se fazia criança,
principalmente quando estava entre crianças.
O segundo aspecto que me fez refletir foi um questionamento para tentar
entender melhor a psicologia de Jesus: Por que Ele deu tanta importância às
crianças, a ponto de dizer que o Reino de Deus é delas, e para quem se faz como
elas? O que Jesus via nas crianças, para chegar a dizer isso? Já ouvimos muitos
dizerem que a criança é espontânea; que pode ficar com raiva, mas no minuto
seguinte já faz as pazes e esquece; que não vê malícia em nada; dentre tantas
outras características... Qual a experiência de Jesus com as crianças? O que
Jesus realmente queria transmitir aos discípulos?
Na leitura da terça-feira, os discípulos queriam saber quem era o maior
no Reino dos Céus. Jesus pegou uma criança e disse: “O maior no Reino dos Céus
é quem se faz pequeno como esta criança.” Aí está uma parte da resposta aos
questionamentos... As crianças já têm seu lugar garantido no Reino dos Céus,
mas quando elas crescem, aos poucos vão perdendo as características de criança...
A inocência vai, aos poucos, ficando pelo caminho... A espontaneidade, a
verdade, a alegria, aos poucos vão dando lugar às máscaras que colocamos para
nos “protegermos” uns dos outros... E vamos ficando, cada vez mais, na
defensiva...
Talvez a característica mais importante da criança que Jesus falava é a
de estar sempre pronta para aprender o que lhe é ensinado. Como um livro
aberto, sem preconceitos... Talvez seja assim que Jesus quer que sejamos...
como crianças que confiam plenamente no que o Pai lhe ensina, e que se jogam
nos braços do Pai com 100% de certeza de que Ele não nos deixará cair no chão. (jailsonfisio@hotmail.com)
MOMENTO DE REFLEXÃO
Um
membro de um determinado grupo ao qual prestava serviços regularmente, sem
nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades.
Após
algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito
fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira,
onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando
a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande
cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.
O
líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No
silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno
das achas de lenha, que ardiam.
Ao
cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram.
Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas,
empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e
imóvel.
O
anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a chama da
brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo
apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz,
agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma
espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma
palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois
amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão
frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente
ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em
torno dele.
Quando
o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
-
Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do
grupo. Deus te abençoe!
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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