Segunda-feira
25/08/2025
“O
tempo não cura. Faz você aprender.”
EVANGELHO DE HOJE
Mt 23,13-22
— O
Senhor esteja convosco.
—
Ele está no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus
—
Glória a vós, Senhor!
“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Fechais
aos outros o Reino dos Céus, mas vós mesmos não entrais, nem deixais entrar
aqueles que o desejam. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Percorreis o
mar e a terra para converter alguém, e quando o conseguis, o tornais merecedor
do inferno, duas vezes mais do que vós. Ai de vós, guias cegos! Dizeis: ‘Se
alguém jura pelo Santuário, não vale; mas se alguém jura pelo ouro do
Santuário, então vale!’ Insensatos e cegos! Que é mais importante, o ouro ou o
Santuário que santifica o ouro? Dizeis também: ‘Se alguém jura pelo altar, não
vale; mas, se alguém jura pela oferenda que está sobre o altar, então vale!’
Cegos! Que é mais importante: a oferenda ou o altar que santifica a oferenda?
De fato, quem jura pelo altar jura por ele e por tudo o que está sobre ele. E
quem jura pelo Santuário jura por ele e por Deus, que habita no Santuário. E
quem jura pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está sentado.”
Palavra
da Salvação
Glória
a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Gostaria de prender sua atenção na colocação de Jesus sobre o que fazem
as pessoas: “(…) Se alguém jurar pelo Templo, não é obrigado a cumprir o
juramento. Mas, se alguém jurar pelo ouro do Templo, então é obrigado a cumprir
o que jurou.” Tolos e cegos! Qual é mais importante: o ouro ou o Templo que
santifica o ouro? Vocês também ensinam isto: “Se alguém jurar pelo altar, não é
obrigado a cumprir o juramento. Mas, se jurar pela oferta que está no altar,
então é obrigado a cumprir o que jurou”…
Mais do que estar muito bravo com a hipocrisia, Jesus demonstrava
nitidamente decepção com que se apegavam aqueles que se diziam seguidores das
leis. Isso ainda acontece muito hoje.
Alguém já se pôs nu lugar daquele que resolve voltar ou se arrepender de
algo, mas ao dar o primeiro passo da volta pensa duas vezes como será recebido
(a)? Quantas pessoas conheço que trocaram de religião ou de comunidade em
virtude dos “santos” que o receberam no seu retorno?
Aprendi ao longo dos anos na RCC e ao participar do Seminário de Vida no
Espírito, que há algo maravilhoso em uma das palestras ou ensinamentos chamados
“o pecado e a salvação”. Afirmo e digo que esse seminário deveria ser feito por
todas as pessoas, pastorais ou movimentos e em especial essa palestra. Nesta
palestra, em especial, tomamos noção que o pecado pode nos afligir ao ponto de
fecharmos os olhos para Deus e para sua bondade em nos perdoar, mas o que me
toca nessa palestra é que sim pecamos, mas muito maior que nossos erros é a
vontade gritante do Pai em nos ter de volta… Ou seja, maior que o pecado é o
amor de Deus.
As pessoas erram. Você já errou e eu também e sempre na volta ou no
fundo do posso encontramos a mão segura de Deus a nos apoiar, mas a pergunta é:
E eu? Eu apoio? Eu ajudo a levantar?
Confesso que me entristeço quando vejo irmãos e irmãos cristãos, sejam
eles ou católicos ou evangélicos, caçando bruxas! Pessoas mal amadas e mal
resolvidas em suas vidas, que tristemente até andam com a bíblia ou terços nas
mãos, que dizem amar o templo, mas sim ao ouro que está lá depositado. Trazendo
a nossa realidade essa colocação, mais preocupados em ser um poço de falso
moralismo do que bons samaritanos.
Não devemos cansar de perseguir e denunciar o pecado, mas termos a
docilidade de acolher ao pecador. É triste ver que a vida dessas pessoas que
perseguem cristãos geralmente não é exemplo para ninguém e não seria difícil de
ver que elas não conheceram a Deus. Geralmente quase vivem na igreja,
perpetuam-se como coordenadores, perturbam as novas lideranças, não dão espaço
para a juventude e se possível for até celebrariam no lugar do padre se
pudessem…
O evangelho de hoje não é só para mim e sim para todo aquele que se
reveste do poder ou da balança da justiça ao invés do simples e bucólico cajado
do pastor. Se dizer cristão assim é ser superficial. O cristão que Deus quer
deve ir além disso.
“(…) Muitas vezes, temos dificuldades de ver a religião na sua
totalidade e, com isso, a reduzimos a alguns aspectos que julgamos mais
importantes, mas que são frutos na nossa subjetividade. O problema é que, na
maioria das vezes, nos prendemos ao que é acidental no plano da fé, como, por
exemplo, sinais externos ou formas de espiritualidade e nos esquecemos dos
valores que de fato são essenciais à nossa fé, seja no plano das verdades, seja
no campo da espiritualidade, seja no campo da moral ou da virtude, de modo que
a nossa religiosidade fica sendo superficial e unilateral, a religião que nós
queremos viver e não a religião que Deus quer que nós vivamos“. (Reflexão
segundo a CNBB)
Um imenso abraço fraterno.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Até
há pouco tempo, falar de perdão cabia de forma exclusiva aos religiosos. Dizer
a alguém que lhe seria melhor perdoar, conforme ensinou Jesus, parecia próprio
de quem vive fora da realidade. No entanto, na atualidade, perdoar tem se
tornado uma medida de
bom
senso. Pessoas não religiosas têm descoberto que perdoar é terapêutico.
O
Dr. Fred Luskin, diretor do projeto perdão, da Universidade de Stanford, em seu
livro "O poder do perdão", afirma que carregar a bagagem da amargura é muito tóxico. Nos estudos que
realizou com voluntários, constatou que a
ação de perdoar lhes melhorou os níveis de energia, de humor, a qualidade
do sono e a vitalidade física geral. Isso ocorre, explica, porque somos
programados para lidar com a tensão. Pode ser um alarme de incêndio, uma crise,
uma discussão mais acalorada.
Nessas
ocasiões, o corpo libera os hormônios do estresse - adrenalina e cortisol -
acelerando o coração, a respiração e fazendo a mente disparar. Ao mesmo tempo, a liberação de açúcar
estimula os músculos e os fatores de
coagulação aumentam no sangue. Se isso
for breve, como por exemplo um sobressalto na estrada por um quase acidente, é inofensivo. Contudo, a raiva e o ressentimento são como
acidentes que não têm fim. Transformam
em toxinas os hormônios que deveriam nos salvar. O efeito depressor do cortisol
no sistema imunológico está relacionado a doenças graves.
Ele
esgota o cérebro, causando atrofia celular e perda de memória. Ainda mais, provoca doenças
cardíacas por elevar a pressão sanguínea, os níveis de açúcar no sangue,
enrijecendo as artérias. É aí que entra
o perdão, que parece interromper a circulação desses hormônios, melhorando a nossa qualidade de vida.
Primeira
- concentre-se nos fatos da ofensa.
Quase
sempre quando nos sentimos ofendidos, nossa tendência é aumentar o que de fato
aconteceu. Acrescentamos os nossos sentimentos e tudo toma um volume muito
maior.
Segunda
- tente entender o que ocasionou a ofensa.
Por
vezes, somos nós mesmos os promotores dela, por algo que tenhamos dito ou
feito.
Mesmo
que não tenha sido nossa intenção ferir a outro, a forma como dizemos ou uma
atitude que tomemos em um momento delicado, pode levar a criatura a reagir mal,
agredindo.
Terceira
- focalize a natureza humana do agressor, não só a sua
atitude. Pense em que nós mesmos, no trato pessoal, em momentos de estresse, de cansaço, dizemos coisas que constituem
mais um desabafo.
Assim
pode ocorrer com o outro, porque na
terra somos todos ainda seres muito imperfeitos.
Quarta
- perdoe apenas para si mesmo. Ninguém mais.
Perdoe
em seu coração. Não é indispensável que você comunique o fato ao agressor.
Enfim,
lembre que perdoar de forma alguma significa que você concorda com a ofensa.
Muito menos que você deve permitir que o tratem
injustamente.
A
sabedoria de Jesus recomendou, há mais de 2000 anos: "amai os vossos
inimigos. Fazei o bem aos que vos odeiam. Orai pelos que vos perseguem e caluniam.
Perdoai
aos homens as faltas que cometerem contra
vós."
E
acentuou que nunca se deveria guardar mágoa.
Se
num momento de oferenda de nosso coração ao pai, nos lembrássemos de que alguém
tem algo contra nós, prescreveu Jesus que deveríamos, antes, nos reconciliar
com o adversário. O Mestre do amor e da
sensibilidade sabia porque dizia essas coisas. Os estudiosos de hoje estão
provando que ele tinha toda a razão.
(Baseado no
artigo “O poder do perdão”, de Lisa Collier Cool, e enviado por Ângela Maria
Crespo)
UM
ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ!
E
até que nos encontremos novamente,
que Deus
lhe guarde serenamente
na
palma de Suas mãos.
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