Quinta-feira
06 de Dezembro de 2018
“O
sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de
consertar o dano feito.” Rudney.
EVANGELHO DE HOJE
Mt
7,21.24-27
O Senhor esteja
convosco
Ele está no meio de
nós!
Proclamação do
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Glória vós Senhor!
Disse Jesus aos que o
ouviam: "Nem todos aqueles que me dizem: "Senhor, Senhor!",
entrarão no Reino dos céus, mas apenas os que fazem a vontade de meu Pai que
está nos céus. Todo aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática pode
comparar-se ao homem sensato que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu muita
chuva, vieram as cheias e os ventos sopraram com força contra aquela casa. Mas
ela não caiu, porque os seus alicerces estavam assentes na rocha. Porém, aquele
que ouve as minhas palavras e não as põe em prática pode comparar-se ao homem
insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu muita chuva, vieram as
cheias e os ventos sopraram com força contra aquela casa: ela caiu e ficou toda
desfeita."
Palavra da Salvação
Glória vós Senhor!
MEDITANDO O EVANGELHO
Pe.Antonio Queiroz (In Memorian)
Aquele que faz a vontade de meu Pai entrará
no reino dos céus.
Este Evangelho narra a belíssima parábola da
casa construída sobre a rocha. Jesus identifica por em prática a sua palavra
com por em prática a vontade de Deus Pai. Identifica também construir sobre a
rocha com entrar no Reino dos Céus. Fica clara a importância de praticarmos as
palavras de Jesus para podermos receber a salvação eterna. Em vez de fazer,
Jesus usa a expressão por em prática a vontade de Deus. Isso para deixar bem
claro que não basta também conhecermos ou até divulgarmos os mandamentos de
Deus.
“Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor,
entrará no Reino dos Céus.” A nossa salvação não depende da nossa oração. Ela é
meio. A nossa salvação depende mesmo é de por em prática as palavras de Jesus.
Também a nossa salvação não depende de
ouvirmos as palavras de Jesus, e sim, de a colocarmos em prática. Os dois que
constroem suas casas – um sobre a rocha e o outro sobre a areia – ouvem a
Palavra de Deus. De fato, hoje é muito fácil ouvir as palavras de Jesus, e
também de lê-las. Por isso, freqüentemente percebemos certa distância entre a
Palavra de Deus que ouvimos e a vida que levamos. Mas não nos importamos muito
com isso. Aí que mora o perigo.
Com esta parábola, Jesus derruba todas as
nossas desculpas e subterfúgios, e centraliza a nossa salvação no por em
prática as suas palavras.
No fundo, a parábola nos pega de cheio e nos
chama a todos de imprudentes, porque gostamos muito mais de ouvir a Palavra de
Deus do que de praticá-la. Ouvir é até gostoso, se for bem apresentada. Em
outras palavras, o que gostamos mesmo é de construir sobre a areia.
Quantas pessoas conseguem enganar os outros,
fazendo falcatruas em segredo. Mas cuidado: “Não há nada de oculto que um dia
não seja revelado”.
Olhando-nos com sinceridade, temos de
reconhecer que existe certa distância entre os ensinamentos de Jesus e a vida
que levamos. Apesar disso, continuamos ouvindo, ouvindo, ouvindo... e pouco nos
preocupando com a conversão de vida. Em outras palavras, continuamos
construindo sobre a areia. Portanto, se, após a nossa morte, nos sairmos bem no
Juízo, será por pura misericórdia de Deus.
Quem constrói uma casa sem alicerce é sem
juízo; além de jogar dinheiro fora, ainda arrisca a própria vida e da família.
O mesmo acontece com quem quer levar uma vida dupla, com dois comportamentos
diferentes: na sociedade e na igreja.
“Quem avisa amigo é.” Ao nos contar esta
parábola, Jesus mostrou que é nosso amigo, a fim de não termos surpresas
desagradáveis depois.
Que as pessoas, quando se referirem a nós,
não tenham de dizer como Jesus falava a respeito dos fariseus: “Sigam o que ele
ou ela fala, mas não imitem suas ações”.
Se a nossa casa tiver alguma rachadura, que a
reforcemos neste tempo do advento para que, quando Jesus chegar, ele não nos
chame de sem juízo.
Certa vez, um homem disse ao seu amigo: “Eu
tenho ido à igreja por trinta anos, ouvi uns três mil sermões, e não consigo me
lembrar de nem um. Estou preocupado com isso”.
O amigo respondeu: “Eu estou casado há trinta
anos. Durante este tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas trinta e duas
mil refeições para mim. Mas eu não consigo me lembrar do cardápio de nem uma.
Mas de uma coisa eu sei: todas elas me nutriram e me deram a força necessária
para eu fazer o meu trabalho. Se minha esposa não me tivesse dado essas
refeições, eu já teria morrido há muito tempo. Da mesma maneira, se você não
tivesse ouvido esses tantos sermões, hoje você seria um marginal”.
A Palavra de Deus é como a semente que,
quando semeada, cresce por si mesma. Basta não colocarmos obstáculos, que a
Palavra de Deus cresce e produz fruto em nós por si mesma, sem que percebamos.
O problema é que o maligno também semeia em nós a sua cizânia, e esta, devido
ao pecado que existe dentro de nós e no mundo, cresce mais rápido e tende a
abafar a Palavra de Deus.
“Feliz aquela que acreditou” – disse Santa Isabel
a respeito de Maria Santíssima - “pois o que lhe foi dito da parte do Senhor
será cumprido!” (Lc 1,45). Que a nossa Mãe do céu nos ajude a acreditar, de
corpo e alma, nas palavras do seu Filho.
Aquele que faz a vontade de meu Pai entrará
no reino dos céus.
MUNDO ANIMAL
Você
sabe identificar os diferentes tipos de latido?
Por Cassia Rabelo Cardoso dos Santos, adestradora,
consultora comportamental e membro do Grupo de Estudos Científicos da Cão
Cidadão.
Levante a mão um adestrador que nunca foi
contratado por um cliente cujo cão se mostrava um incrível e eufórico latidor!
Muitos, senão todos, já passaram por isso, mas será que, diante do problema
apresentado pelo cliente, somos coerentes com a aplicação do treino de
modificação comportamental para cada caso? Sabemos identificar corretamente o
gatilho da vocalização excessiva apresentada pelo cão?
Pesquisas recentes sugerem que os diferentes
latidos dos cachorros têm relação com situações específicas e podem ser um dos
meios de comunicação que os cães utilizam com o ser humano. Tanto que pessoas
que sequer tem convivência cotidiana com esses animais são capazes de
identificar corretamente os diferentes tipos de latidos emitidos em cada
situação.
Um comentário da Dra. Sophia Yin
A saudosa Dra. Sophia Yin chegou a analisar
cientificamente essa questão. Nesta matéria, ela comenta que nós, infelizmente,
não podemos afirmar que os cães latem para nos passar algum tipo de informação,
mas podemos sugerir que a variação dos latidos provavelmente reflete um estado
emocional interno do cão associado a uma situação específica.
Assim, o latido de um cachorro que vê um
estranho passando em frente ao seu território é bem diferente da vocalização de
um cão que está sozinho, isolado do convívio com o tutor. Essas diferenças
muitas vezes sutis entre um latido e outro seriam de grande importância para
passar informações tanto para outros cães quanto para humanos.
E os humanos “entendem” essa linguagem dos
latidos?
Ao discutir sobre o assunto, a Dra. Yin faz
referência em seu texto à equipe do Dr. Ádam Mikósi e vale lembrar aqui também
que recentemente o Alexandre nos trouxe informações sobre pesquisas
relacionadas aos latidos dos cães que foram citadas pelo Dr. Péter Pongrácz
(que também faz parte da equipe do Dr. Miklósi), no Fórum de Ciência Canina,
realizado na Itália.
Então, o GEC traz à tona um estudo realizado
por essa conceituada equipe de pesquisadores cujo objetivo seria testar a
capacidade dos seres humanos em identificar as diferentes informações que os
cães passam com seus latidos.
Como eles decodificaram essas informações
Os pesquisadores gravaram latidos de cães
Mudi, uma raça de pastoreio de origem húngara, em diferentes situações, e
recrutaram voluntários para interpretar essas vocalizações. Entre os voluntários, havia: 12 proprietários
de Mudi, 12 proprietários de outras raças de cães e 12 pessoas que não tinham
nem nunca tiveram um cão.
Essas pessoas ouviram os latidos gravados em
6 contextos comportamentais diferentes, com o cão: (1) diante de um estranho;
(2) treinando Schutzund; (3) percebendo que sairia para passear; (4) sendo
deixado sozinho; (5) vendo o dono com o brinquedo preferido; e (6) brincando.
Lembram do teste que fizemos na última reunião semanal? Pois é, os
pesquisadores fizeram algo semelhante durante a coleta de dados.
Os resultados
Os pesquisadores constataram que a maioria
dos latidos tem um importante significado emocional para os humanos, e os
resultados sugeriram que independentemente da experiência prévia com cães, os
humanos que se voluntariaram para essa pesquisa conseguiram avaliar muito bem
os estados emocionais dos animais em cada contexto.
Isso sugere que alguns tipos de latido podem
significar formas de comunicação com outra espécie (os seres humanos), uma
habilidade que teria sido desenvolvida ao longo do processo de domesticação dos
cães.
O que isso tem a ver com nosso trabalho?
Você é capaz de afirmar categoricamente que
um cão que late ao ser deixado sozinho adota esse comportamento como um dos
sintomas da ansiedade de separação? Será que ele não pode estar sendo
estimulado por ruídos de pessoas estranhas fora da casa? São questionamentos
importantes que justificam pedir para o cliente gravar as situações em que o
cão late excessivamente, para podermos tentar identificar o que provoca essa
vocalização e, assim, planejar o treinamento mais adequado.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Um
homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente.
Ele
não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas
produzia e vendia o melhor cachorro quente da região.
Ele
se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela
estrada, oferecia o seu produto em voz
alta e o povo comprava e gostava.
As
vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha.
Foi
necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de
fregueses.
E
o negócio prosperava e prosperava . . .
Seu
cachorro quente era o melhor!
Vencedor,
ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O
menino cresceu, e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente,
o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de
sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai :
-
Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e
não lê os jornais?
Há
uma grande crise no mundo.
A
situação do nosso País é crítica.
Está
tudo ruim.
O
Brasil vai quebrar.
Depois
de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou:
Bem,
se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão
e internet, e acha isto, então só pode estar com a razão!
Com
medo da crise, o pai procurou um Fornecedor de pão mais barato ( e é claro,
pior ).
Começou
a comprar salsichas mais barata ( que era, também, a pior ).
Para
economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido
pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas
essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e
chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que
antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor
Faculdade… quebrou.
O
pai, triste, então falou para o filho: - ‘Você estava certo, meu filho, nós
estamos no meio de uma grande crise. ‘e comentou com os amigos, orgulhoso:
-
‘Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da
crise …’
Aprendemos
uma grande lição :
Vivemos
em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado,
essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas
vidas.
O
texto original foi publicado em 24 de fevereiro de 1958 em um anúncio da Quaker
State Metais Co. Em novembro de 1990 foi divulgado pela agência ELLCE, de São
Paulo.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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