sábado, 1 de dezembro de 2018

Segunda-feira 03/12/2018

Segunda-feira 03 de Dezembro de 2018


"A água nunca discute com seus obstáculos, mas sempre os contorna."





EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,5-11


O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Glória vós Senhor!


Entrando Jesus em Cafarnaum, dirigiu-se a ele um centurião, pedindo-lhe ajuda.
6 E disse: "Senhor, meu servo está em casa, paralítico, em terrível sofrimento".
7 Jesus lhe disse: "Eu irei curá-lo".
8 Respondeu o centurião: "Senhor, não mereço receber-te debaixo do meu teto. Mas dize apenas uma palavra, e o meu servo será curado.
9 Pois eu também sou homem sujeito à autoridade e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz".
10 Ao ouvir isso, Jesus admirou-se e disse aos que o seguiam: "Digo a vocês a verdade: Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé.
11 Eu digo que muitos virão do oriente e do ocidente e se sentarão à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos céus.


Palavra da Salvação
Glória vós Senhor!





MEDITANDO O EVANGELHO
Pe.Antonio Queiroz


Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa junto com Abraão, Isac e Jacó.
Este Evangelho narra dois milagres de Jesus: A cura do empregado do oficial romano e a cura da sogra de S. Pedro. Jesus se admirou da fé do oficial, e a Igreja também admira, pois a frase dele nós dizemos na Missa, antes da comunhão: “Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a)”.
O oficial tinha uma convicção tão forte de que Jesus tem poder sobre as forças da natureza e as doenças, que lhe pediu uma palavra dali mesmo, sem ter o trabalho de ir até a sua casa.
Jesus quer e pode nos ajudar, e sua ajuda é sempre eficaz e vitoriosa. Mas quer que lhe manifestemos antes a nossa fé. Por isso quem tem fé nunca se apavora, seja qual for a situação, porque sabe que tem ao seu lado um amigo ultra poderoso.
Ter fé não significa que no passado a pessoa não tenha cometido pecados. Pode ter cometido, e muitos, pois isso não é obstáculo para a ação de Deus, contanto que haja arrependimento, conversão e boa vontade.
“Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa No Reino dos Céus, junto com Abraão, Isac e Jacó, enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora.” Diante de Deus, não existe povo, raça ou nação privilegiada. O povo de Israel era privilegiado enquanto tinha a missão de preparar a vinda do Messias. Mas depois que o Messias veio, acabaram os privilégios.
A todos igualmente Deus dá a graça da fé. Se a pessoa acolhe, Deus lhe dá a esperança e a caridade. Acolhidas essas três virtudes teologais, a pessoa recebe a salvação. A Igreja Católica, a única religião que Jesus fundou, nos ajuda a acolher e a viver a fé, a esperança e a caridade. A Igreja é o caminho mais curto e mais fácil da salvação. Aliás, o batismo já nos insere na Comunidade dos salvos em Cristo. Basta não perder essa graça.
A fé é o segredo da felicidade. Quem tem fé “tira de letra” todas as dificuldades e obstáculos que aparecem na vida. Quem tem fé sabe que uma doença, por mais grave que seja, para Deus é um grãozinho de areia.
A fé é uma graça que Deus dá a quem ele quer, do Oriente ou do Ocidente, do Norte ou do Sul, sem nenhuma restrição em relação à raça, ao país ou a qualquer outra distinção.
Quem tem fé faz como o oficial fez: vai atrás de Jesus, expõe o seu problema e acredita que Deus quer e pode solucionar. Por isso, quem tem fé não entra em pânico, não se revolta, não desilude, não alvoroça, não perde a alegria nem a esperança, mesmo nas situações mais desafiadores.
Ter fé é muito mais que acreditar com a cabeça; é acreditar com o corpo inteiro, jogando-se naquilo que crê. Mas, é claro, ter fé é seguir um caminho novo, traçado não por nós, mas por Deus para nós.
“A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vêem” (Hb 11,1). É caminhar “como se visse o invisível” (Hb 11,27).
O exemplo de Moisés, na travessia do Mar Vermelho nos esclarece bem sobre o que é fé: “Moisés estendeu o bastão sobre o mar, e durante a noite inteira o Senhor fez soprar sobre o mar um vento leste muito forte, fazendo recuarem as águas... E assim os hebreus puderam atravessar” (Ex 14,21-22). Dá impressão que no início as águas não se afastavam, mas Moisés continuou firme, com o seu bastão estendido. Deus quer que nós mostremos a fé nele, mesmo sem ver uma resposta imediata. Em vez de uma noite, ele pode demorar dias ou até anos para nos atender. Mas, se permanecermos com o nosso bastão estendido, ele se manifestará e, com toda a certeza, separará as águas.
O oficial disse a Jesus: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa...” Jesus lhe falou: “Vai! E seja feito como tu creste”. Naquele momento, o empregado ficou curado. A Palavra de Deus acolhida com fé tem uma força incrível. Mesmo à distância, ela transforma as pessoas e o mundo.
Uma realidade bonita que aparece nestes dois milagres de Jesus é que quem tem fé ama o trabalho. O empregado do oficial “sofria terrivelmente com uma paralisia”. Certamente um dos sofrimentos dele é porque não podia trabalhar. A sogra de Pedro, logo que foi curada, “levantou-se e pôs-se a servi-lo”. O trabalho é uma bênção de Deus. Poder trabalhar é poder servir. “Descubra a felicidade de servir”. Jesus trabalhava; ele era carpinteiro. E na vida pública Jesus continuou trabalhando, pois a atividade missionária é trabalho. Quem tem fé gosta de trabalhar, pois a fé sem obras é morta. Nós, que recebemos tanto da família e da sociedade, precisamos ajudá-las também, através do nosso trabalho. O trabalho é uma fonte de virtudes; já “a ociosidade é a mãe de todos os vícios”.
Certa vez, um noivo procurou o padre a fim de combinar o casamento. O vigário, que estava sentado no escritório terminando uns escritos, resolveu fazer-lhe umas perguntas. A primeira: “Você sabe religião?” O noivo respondeu: “Sei sim senhor”. O padre, enquanto escrevia, lhe perguntou: “Então me diga: quantos deuses há no céu?” O rapaz não sabia! O padrinho, que estava atrás dele, lhe fez o gesto de um dedo para cima. O moço disse logo para o padre: “Eu sei, senhor padre, há um Deus no céu”. O padre falou: “Muito bem. E quantas pessoas há em Deus?” Agora enroscou – pensou o moço – e olhou disfarçadamente para o padrinho. Este novamente levantou a mão para ele com três dedos levantados. O noivo disse: “Eu sei também, senhor padre, há três em pé e dois deitados”.
Para crescermos na fé, precisamos conhecer mais profundamente o catecismo e as verdades nas quais acreditamos! Senão a nossa fé pode ficar ingênua.
Isabel elogiou a fé da sua prima Maria Santíssima: “Feliz aquela que acreditou, pois aquilo que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!” (Lc 1,45). Maria nunca vacilou na fé, nem na hora mais difícil, que foi a cruz. Que ela nos ajude a crescer na fé, e também a amar o trabalho, pois assim cresceremos em todas as virtudes.
Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa junto com Abraão, Isac e Jacó.




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Eu tive um chefe que me dizia:
“Stavros, precisamos dar uma tacada.”
Tacada no caso era fechar um grande negócio.
Eu era novo e fui na dele. Acreditei que as coisas assim funcionavam e por adaptação fui moldando meus processos comerciais para dar tacadas.
E dei. Muitas. E claro, ganhei bastante dinheiro, o que de fato, somente reforçou a crença.
Mas eu precisava continuar dando tacadas para manter o padrão. E aí começaram os meus problemas.
Tacadas não são replicáveis. É como tentar repetir um gol de placa. Você pode fazer um golaço, ganhar o prêmio Puskás e depois voltar a obscuridade, tentando repetir a tacada que nunca vem.
Já vivi e vi esse filme muitas vezes.
E aí minha vida financeira era um eletrocardiograma. Conseguia dar tacada? Lá em cima. Acabavam os contratos e eu precisa de outra tacada que não vinha? Lá em baixo.
Passei, mais ou menos, duas décadas assim.
Foi um excelente aprendizado. Aprendi como conquistar clientes, como fechar grandes negócios, trabalhei para e com as maiores empresas do nosso país o que de fato muito me orgulho.
Mas vivia no fio da navalha. Meu legado operacional era zero. Se eu saísse da equação, não havia sistema operativo, não havia produto, nem escala, nada.
Resumindo, meu estilo de vida não me permitia desplugar da máquina e vivia em constante insegurança, salvo raros momentos em que pude juntar minha vida empresarial com minha vida corporativa, sendo funcionário.
Viver dando tacadas para os meus patrões os deixavam felizes. Dando tacadas para os meus negócios me deixava muito feliz. Dar tacadas é bom. Mas insustentável a médio prazo.
O problema não está em fechar grandes negócios, muito pelo contrário. O grande problema é montar uma vida financeira com base nesse procedimento.
Você não consegue replicar uma tacada. Toda ocasião demanda novas entregas e você não consegue padronizar quase nada, tendo que se reinventar para cada cliente. Sua operação vira uma colcha de retalhos e isso a longo prazo é nefasto.
Você fica refém de cada situação, pelo enorme investimento em viabilizá-la e mesmo depois essa situação sugará todas as suas energias a ponto de você se ver incapaz de buscar algo que seja replicável.
Não é um dilema binário, ou isso ou aquilo.
Mas começar a enfiar na estratégia modelos e processos que permitam que seu negócio entre em uma linha de produção é a maior tacada que você poderá dar para sua vida financeira.
E aí forçosamente temos que falar de produto e competitividade. Entram em cena sua estrutura de custos e uma visão muito pragmática de geração de valor, sob a perspectiva do seu segmento de mercado.
Uma nova engenharia. Saem de cena as tacadas e entram os processos modulares, móveis e adaptáveis para atender a uma parcela de mercado milimetricamente planejada para receber suas ofertas.
E você poderá, de vez em quando, sair da equação e ver sua máquina operando como relógio.
Alfaiatarias duram mais que alfaiates.

Stavros Frangoulidis




MOMENTO DE REFLEXÃO


Como saber por onde anda a minha ALMA, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?
Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão, agitação...
Parar e pensar em ALMA?
Tá louco?
Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver?
Exatamente ao encontro de nossa ALMA.
O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.
Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?
Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos ali, daqui há 1 hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...
Ufa! Quem aguenta?
Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida, por debaixo da vida.
Preocupados em nos servir da autocultura intelectual desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.
Sim, é claro que agrada a mentalidade materialista, que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.
Ainda alguns relegam devotos da passividade, ao asilo da esquisitice, do embuste, da insanidade mental.
Pois é exatamente neste asilo da quietude que nos encontramos com a nossa verdadeira face.
Onde somos apresentados ao nosso maior companheiro de jornada.
Aquele que nos dá o alimento espiritual, a paz e as respostas as nossas indagações.
A realidade se esquiva, em busca de uma simples posse, nas conquistas materiais, no ter, e ter e ter ainda mais, e nos distancia cada vez mais desse encontro profundo da divindade do nosso EU.
Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nesta vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta que é através do que não tocamos, nem cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.
A busca do sagrado, do profundo, do eterno...
No silêncio de nossa ALMA, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade da vida.
Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com o nosso âmago companheiro.
É por aí que anda a nossa ALMA!

Silvana Giudice






UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...



E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.


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