Sexta-feira, 12 de julho de 2019
“Para avaliar a importância real de uma pessoa, devemos pensar nos efeitos que sua morte produziria.” (François Gaston de Levis)
EVANGELHO DE HOJE
Mt 10,16-23
— O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16"Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. 17Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas.
18Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. 19Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. 20Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós.
21O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. 22Vós sereis odiados por todos, por causa de meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. 23Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel, antes que venha o Filho do Homem".
Palavra da salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Reafirmo: Ninguém disse que seria fácil manter a fé!
A sociedade e o tempo em que Jesus manifestou essas palavras eram cercados de medos. Um tempo onde primos, sobrinhos, netos, (…) eram chamados de filhos e irmãos. Um tempo onde já se vivia em cidades, mas que nos módulos básicos de convivência ainda carregavam a idéia de clãs, tribos, próximos…
Muitos filhos não tinham respeito por seus pais ao ponto de entregá-los, roubá-los, matá-los por causa de heranças, pastos, ovelhas, por nada. Uma época onde os adeptos de Jesus eram chamados de seguidores do “caminho”, pois ainda não havia a expressão “cristãos” ou cristianismo.
“(…) Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. E vós conheceis o caminho para ir aonde vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Jesus lhe respondeu: EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se me conhecêsseis, também certamente conheceríeis meu Pai; desde agora já o conheceis, pois o tendes visto”. (João 14, 3-6)
Esse “caminho” que Jesus ensinava trilhar ia de encontro com os valores da época. O “caminho” pregava que a vida não era centrada na busca do poder e sim da simplicidade; não criava reis ou seres de influencia, pregava o serviço ao próximo; não pregava o uso de holofotes, cargos, promoções para si, dizia não ao orgulho, a arrogância e a prepotência e incrivelmente não dizia nada de errado aos nossos olhos, mas então por que era tão perseguido? Será que algum de nós poderia dizer que o que pregavam era errado?
O intrigante é que ainda somos perseguidos por buscar o caminho.
Um imperador chamado Constantino I após “migrar” de deus em deus buscando conquistas e vitória se viu acuado diante de uma batalha que provavelmente não venceria. Em um sonho ele vê a imagem de uma cruz e nela escrito “IN HOC SIGNO VINCES“ ou simplesmente “sob esse símbolo vencerá”. Ao despertar pediu que fosse pintado nos escudos dos seus guerreiros uma cruz.
A batalha foi vencida e o imperador passou a “tolerar” os seguidores do caminho agora chamados de cristãos. Não há consenso histórico se o imperador de fato assumiu para si o cristianismo, pois também tolerava o paganismo, mas é claro que uma era de perseguições ficava para trás, pois alguém resolveu acreditar.
Ainda hoje, muita gente que persegue o cristianismo também pinta “os escudos com a cruz”, ou seja, são cristãos, mas não conseguem se ver longe das tentações e holofotes do mundo. Duro ver partidos políticos com siglas “cristãos” mas ainda são seduzidos pelo poder e influência; duro ver pessoas que se dizem cristãos e assinar com três pontinhos; duro ver um pecado simples ser maior do que a indiferença; duro ainda ver alguém fazer como Jacó e pular a frente das bênçãos de outro (hunf)…
Quem trabalha em comunidade precisa lutar também contra a intimidação dos pseudos-cristãos que se empenham em aparecer, buscar locais de destaque, coordenações… Somos seguidores do caminho e não dos passos que dão essas pessoas que um dia espero que também sonhem e mudem de atitude como Constantino
Se os “nossos” pararem de nos perseguir, e quando digo “nossos” digo todos que seguem o caminho (cristãos, sejam eles católicos, evangélicos,…), acredito que poderemos cumprir de fato o ultimo desejo de Cristo antes de subir aos céus. “Ide ao mundo e pregai o evangelho a toda criatura”.
Quem se sente afligido, perseguido, acuado… pode acreditar, tudo isso “faz parte” mas saiba que “IN HOC SIGNO VINCES“
Um imenso abraço fraterno. Bom fim de semana!
CULINÁRIA
Arroz com Doce de Leite
Ingredientes –
850 mililitros de leite
200 gramas de creme de leite em caixinha
200 mililitros de leite de coco
200 gramas de arroz arbóreo
50 gramas de açúcar
1 cravo
1 pau de canela
1 fava de baunilha
Modo de Preparo
Em uma panela coloque 850 mililitros de leite, 200 gramas de creme de leite em caixinha, 200 mililitros de leite de coco, 1 cravo, 1 pau de canela, 1 fava de baunilha e aqueça em fogo baixo por 5 minutos. Junte 50 gramas de açúcar, 220 gramas de arroz arbóreo e cozinhe por 35 minutos mexendo sempre. Apague o fogo e deixe esfriar.
Depois de frio, descarte o cravo, o pau de canela e a fava de baunilha. Sirva com doce de leite, queijo de cabra e coco queimado ralado grosso.
OBS: Se depois de frio ficar muito grosso, adicione 50 mililitros de leite.
Ingredientes - Doce de Leite Caseiro
4 litros de leite
500 gramas de açúcar
2 gramas de bicarbonato de sódio
Modo de Preparo - Doce de Leite Caseiro
Em uma panela, coloque 4 litros de leite, 500 gramas de açúcar, 2 gramas de bicarbonato de sódio e leve ao fogo baixo. Coloque um prato raso com o fundo virado para cima dentro da panela e cozinhe por 2 horas e 30 minutos.
Depois de 2 horas e 30 minutos, retire o prato de dentro da panela e deixe cozinhar por mais 30 minutos ou até reduzir. Apague o fogo e reserve.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Houve, certa vez, um incêndio numa floresta. Eram chamas enormes, destruindo tudo.
Um beija-flor ia até o córrego, enchia o biquinho de água, vinha voando bem alto e jogava a água em cima do fogo, para apagá-lo. E continuava nesse trabalho.
Um elefante viu a cena e zombou do beija-flor: “Você acha que, com esse pouquinho de água, vai conseguir apagar este fogo?” “Eu estou fazendo a minha parte”, respondeu o beija-flor. “Se cada um aqui fizer a sua, tenho certeza que apagaremos este incêndio”.
Diante dos grandes problemas do mundo, as pessoas costumam tomar três atitudes distintas. A primeira é acomodar-se. Eu não dou conta mesmo, por isso nem vou começar. Esta foi a atitude do elefante que, com a sua enorme tromba, poderia jogar muita água no incêndio.
A segunda atitude é revoltar-se. A pessoa fica triste e desiludida diante de tantos e tão grandes problemas, que são maiores do que ela. Alguns até se vingam em si mesmos, por exemplo, usando drogas.
E a terceira é dar o primeiro passo, por pequeno que seja, na esperança de que Deus entrará no meio, abençoará e maravilhas acontecerão. Esta foi a atitude do beija-flor. Não nos esqueçamos dos cinco pãezinhos que o Apóstolo André apresentou a Jesus, para alimentar cinco mil pessoas (Cf Jo 6,9).
Ao ouvir as palavras do anjo, Maria disse: “‘Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra’. E o anjo retirou-se” (Lc 1,38). Essa foi a melhor resposta vocacional de todos os tempos. Maria, mãe das vocações, rogai por nós.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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