quinta-feira, 4 de março de 2021

Sexta-feira 05/03/2021

 Sexta-feira, 05 de março de 2021

 

"Quando procurei o que restou de mim depois da tempestade, sabe o que encontrei? - Eu inteirinha!" (G.Fernandes)

 

 

 

EVANGELHO DE HOJE

Mt 21,33-43.45-46

 

 

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus

— Glória a vós, Senhor!

                                                                             

 

Escutem outra parábola: certo agricultor fez uma plantação de uvas e pôs uma cerca em volta dela. Construiu um tanque para pisar as uvas e fazer vinho e construiu uma torre para o vigia. Em seguida, arrendou a plantação para alguns lavradores e foi viajar. Quando chegou o tempo da colheita, o dono mandou alguns empregados a fim de receber a parte dele. Mas os lavradores agarraram os empregados, bateram num, assassinaram outro e mataram ainda outro a pedradas. Aí o dono mandou mais empregados do que da primeira vez. E os lavradores fizeram a mesma coisa. Depois de tudo isso, ele mandou o seu próprio filho, pensando: "O meu filho eles vão respeitar." Mas, quando os lavradores viram o filho, disseram uns aos outros: "Este é o filho do dono; ele vai herdar a plantação. Vamos matá-lo, e a plantação será nossa." Então agarraram o filho, e o jogaram para fora da plantação, e o mataram.

Aí Jesus perguntou: E agora, quando o dono da plantação voltar, o que é que ele vai fazer com aqueles lavradores?

Eles responderam: Com certeza ele vai matar aqueles lavradores maus e vai arrendar a plantação a outros. E estes lhe darão a parte da colheita no tempo certo. Jesus então perguntou: Vocês não leram o que as Escrituras Sagradas dizem? "A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas. Isso foi feito pelo Senhor e é uma coisa maravilhosa!" E Jesus terminou: Eu afirmo a vocês que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado para as pessoas que produzem os frutos do Reino. Os chefes dos sacerdotes e os fariseus ouviram as parábolas que Jesus contou e sabiam que ele estava falando a respeito deles. Por isso queriam prendê-lo, mas tinham medo da multidão porque o povo achava que Jesus era profeta.

www.paulinas.org.br/diafeliz

 

 

 

Palavra da Salvação

Glória a vós Senhor

 

 

 

 

MEDITAÇÃO DO EVANGELHO

Alexandre Soledade

 

Bom dia!

Tenho oportunidade de conversar com muita gente e durante essas conversas surgem tremendos desabafos que acabam me motivando ainda mais a continuar caminhando. São pessoas felizes, tristes, esperançosas, magoadas, vivendo turbulências, alguns jubilosos, mas as que mais me chamam a atenção são aquelas que são perseguidas, menosprezadas, deixadas num canto, não pelo sofrimento, mas por não terem feito nada de errado.

“(…) Felizes sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos céus. Pois foi deste modo que perseguiram os profetas que vieram antes de vós”. (Mateus 5, 11-12)

Sabemos que Jesus em sua inigualável sabedoria usava de situações e exemplos que transpunham as pessoas a se por no lugar da história e dela, a partir de uma opinião, traçar uma resposta ou conclusão.

Quem por ventura era o filho do dono da vinha?

Nossa fé nos faz acreditar que um dia Jesus voltará e de forma gloriosa, no entanto, e se Ele optar pelo vento suave e não pelo vendaval, conseguiremos vê-lo ou reconhecê-lo?

Quantas pessoas de nossa comunidade, serviço, faculdade também são assim. Trabalham, trabalham, se empenham, se prontificam, ajudam, dão suor, mas quando apontam uma situação nossa errada ou pelo menos equivocada são taxadas como “causadores de tumulto”, “sabichões”, (…). Fico imaginando o pobre filho do dono da vinha… Cheio de boas intenções, mas feriu o interesse daqueles que querem ficar com que não é deles.

E quando a justificativa é a experiência? O tempo de casa, comunidade? (hunf) Outra briga! E o vento sopra e mais uma vez não é ouvido pelo orgulho.

Acredito que os que têm mais tempo de casa deveriam ser os primeiros a denunciar o que é errado ou equivocado. A idéia de não querer se indispor já nos fez perder muitas lideranças. Devem ser ouvidos e não se calar. Conheço também muita gente que por falta de humildade e demasiadamente animado pela juventude (ou seria infantilidade) não se permite a ouvir, mas, ha de se convir, que devemos sempre abrir um precedente em todas as discussões: E SE ELE ESTIVER CERTO e EU ERRADO?

O vento sopra suave, mas se torna quase impossível ouvi-lo ou senti-lo quando gritamos.

Já presenciei reuniões que quase virou barraco; já presenciei também discussões homéricas por causa de uma coisa banal esquecida durante a missa; ah!! E aquelas discussões por causa da música, do glória, do ato penitencial… (risos). Tenho conhecidos que se tornaram especialistas em assistir a missa como se fosse aquele jogo dos sete erros (risos). Vão correndo na liturgia, no pároco, no bispo e se fosse fácil, até no papa, pra dizer aquilo que ninguém na missa percebeu e só ele (a), pois na verdade ainda não notou que , mais uma vez, não ouviu a palavra.

Já ia esquecendo… E os irmãos (inclusive eu já me peguei fazendo isso) que sentam pra ouvir a homilia ou reflexão ou a pregação do colega ou do sacerdote, só pra anotar as coisas erradas (ao seu entender) que são ditas no calor de uma emocionada fala? Descobri que quando fazemos isso estamos revelando um lado imaturo nosso que se sacia com o erro do outro, ou seja, quanto mais imaturos, mais procuramos defeitos nos outros para me sentir melhor que ele (a). Ah! É inveja mesmo! (risos)

Olha, se o filho do dono voltasse hoje pra ver como tratamos o que Ele nos confiou, poderia ter o mesmo fim que aqueles que são perseguidos.

Ouçamos mais os outros! Eles podem estar representando o Dono. Lembrem do evangelho de ontem…

“(…) Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite”. (Lucas 16, 31)

Um imenso abraço fraterno!

 

 

 

 

CULINÁRIA

 

Luxúria: Pasta à Pequinesca

 

INGREDIENTES

 

MOLHO BRANCO

 

6 xícaras (chá) de leite

 

200 g de lascas de pequi

 

Sal e noz-moscada a gosto

 

MOLHO VERMELHO

 

2 latas de tomate pelado com suco (800 g)

 

2 cebolas pequenas picadas

 

2 dentes de alho

 

20 folhas de manjericão fresco

 

5 pimentas dedo-de-moça

 

1⁄2 xícara (chá) de água

 

800 g de linguiça suína caseira local picante sem pele picada e frita

 

MONTAGEM

 

300 g de queijo muçarela fatiado

 

380 g de massa pré-cozida de lasanha

 

200 g de queijo parmesão ralado

 

10 castanhas de barú picadas

 

 

 

 MODO DE PREPARO

 

MOLHO BRANCO

 

1 - Numa panela em fogo médio coloque 6 xícaras (chá) de leite, 200 g de lascas de pequi e deixe ferver por 5 minutos tendo cuidando para não derramar. Retire do fogo e deixe amornar.

 

2 - Transfira o pequi cozido com o leite para o liquidificador e bata bem até formar um creme. Desligue o liquidificador, coloque o creme na panela, leve ao fogo tempere com sal e noz-moscada a gosto e misture até ferver e engrossar. Retire do fogo e reserve.

 

MOLHO VERMELHO

 

1 - Coloque num liquidificador 2 latas de tomate pelado com suco, 2 cebolas pequenas picadas, 2 dentes de alho, 20 folhas de manjericão fresco, 5 pimentas dedo de moça e bata bem até ficar homogêneo. Desligue o liquidificador e transfira para a panela.

 

2 - Adicione ao liquidificador ½ xícara (chá) de água e bata rapidamente para retirar o restante do molho que ficou no copo. Desligue o liquidificador e transfira o liquido para a mesma panela com o molho de tomate batido.

 

3 - Leve a panela ao fogo baixo semi-tampada e deixe ferver por +/- 20 minutos. Acrescente 800 g de linguiça suína caseira local picante sem pele picada e frita, misture, retire do fogo e reserve.

 

MONTAGEM

 

1 - Em ramequins individuais untados com azeite, coloque uma camada de molho branco de pequi, uma fatia de muçarela, cubra com massa de lasanha cozida, uma camada de molho vermelho com linguiça, cubra com massa de lasanha cozida. Repita o mesmo procedimento até terminarem os ingredientes, sendo a última camada de molho branco.

 

2 - Polvilhe o queijo parmesão ralado e castanhas barú picadas e leve para assar no forno alto praquecido a 200ºC por +/- 15 minutos ou até o queijo derreter e dourar. Retire do forno, decore com molho vermelho e pimentas dedos de moça. Sirva em seguida.

 

 

 

Churros de Parmesão

Receita com recheio salgado

 

 

INGREDIENTES

 

350 ml de água (1 xícara + 2/3 de xícara de chá)

2 colheres (sopa) de açúcar (30 g)

3 colheres (sopa) de manteiga (40 g)

Sal e pimenta-do-reino branca moída a gosto

250 g de farinha de trigo (1 xícara + ¾ de xícara de chá)

2 ovos

100 g de queijo parmesão ralado bem fino (1 xícara + ½ xícara de chá)

Queijo parmesão ralado bem fino para salpicar

 

 

 

 MODO DE PREPARO

 

Em uma panela coloque 350 ml de água, 2 colheres (sopa) de açúcar, 3 colheres (sopa) de manteiga, sal e pimenta-do-reino branca moída a gosto, leve ao fogo médio até ferver.

 

Diminua o fogo, adicione 250 g de farinha de trigo, mexendo sempre, por 5 minutos ou até desprender do fundo da panela.

 

Retire do fogo, transfira para uma batedeira com o batedor raquete, acrescente 2 ovos, um de cada vez, batendo sempre até ficar homogêneo.

 

Desligue a batedeira, acrescente 100 g de queijo parmesão ralado bem fino, ligue novamente a batedeira e bata até ficar uma massa lisa.

 

Coloque a massa em um saco de confeiteiro com o bico pitanga e vá apertando a massa em uma assadeira untada com óleo.

 

Em seguida, frite os churros até dourar. Retire e escorra em papel absorvente. Em seguida, passe no queijo parmesão ralado bem fino e sirva em seguida com requeijão

 

 

 

MOMENTO DE REFLEXÃO

 

 

Aconteceu num dia em que eu estava com minha filha no zoológico.

Vi uma avó com uma garotinha cujo rosto era salpicado de sardas vermelhas e brilhantes.

As crianças estavam esperando numa fila para que um artista pintasse suas faces com patinhas de tigre.

- Você tem tantas sardas que ele não vai ter onde pintar - um menino gritou na fila.

Sem graça, a menininha abaixou a cabeça.

A avó ajoelhou-se perto dela e disse:

- Adoro suas sardas!

- Mas eu detesto! A garotinha replicou.

- Quando eu era menina, sempre quis ter sardas, disse a senhora, passando o dedo pela face da neta. Sardas são tão bonitas!

A menina levantou o rosto:

- São mesmo?

- Claro - disse a avó. - Quer ver?

- Diga-me uma coisa mais bonita que sardas!

A garotinha, olhando para o rosto sorridente da senhora, respondeu suavemente:

- Rugas!

Aquele momento me ensinou para sempre que, se olharmos para os outros com os olhos do amor, não veremos o que possam ter de feio, apenas o que têm de bonito.

 

 

 

 

 

UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

 

E até que nos encontremos novamente,

que Deus lhe guarde serenamente

na palma de Suas mãos.

 

 

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