quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Sexta-feira 04/08/2017

Sexta-feira, 04 de Agosto de 2017


“Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.”




EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,35-10.1


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas. Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos:
- A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita.
Jesus chamou os seus doze discípulos e lhes deu autoridade para expulsar espíritos maus e curar todas as enfermidades e doenças graves.
Pelo contrário, procurem as ovelhas perdidas do povo de Israel. Vão e anunciem isto: "O Reino do Céu está perto." Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, dêem sem cobrar.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Queiroz


Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas.
Este Evangelho narra três coisas que Jesus fez, todas nascidas da sua compaixão pelo povo. 1) Ele percorre todas as cidades e povoados, ensinando o Evangelho e curando a todos os doentes. 2) Vendo as multidões, cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor, reclama da falta de operários e pede que rezemos nesse sentido. 3) Capacita os Apóstolos para a missão, orienta-os e os envia.
Hoje, as multidões são ainda mais numerosas e continuam faltando operários. Portanto, com toda certeza, Jesus continua compadecendo-se do povo abandonado. Que nós também sintamos compaixão e façamos aquilo que estiver ao nosso alcance para levar o povo a Jesus e Jesus ao povo.
“Pedi ao dono da messe que mande operários.” Isso todos podemos fazer. Se não o fizermos, com certeza estaremos ofendendo a Jesus. “Tende em vós os mesmos sentimentos de Jesus” (Fl 2,5).
De acordo com o plano de Deus, a salvação do mundo está em nossas mãos. É Deus que a realiza, mas através de nós. E Deus continua chamando pessoas e as capacitando para o trabalho de anunciar o nome de Jesus. Ele chama jovens, crianças e adultos. Chama idosos e até doentes. Porque ele é capaz de capacitar as pessoas a esse trabalho.
Como na parábola do samaritano, muitos passam ao lado mas continuam insensíveis à dor e ao abandono do próximo. Nem percebem que o fato de passarem ao lado já foi um chamado de Deus. Isto porque seu “deus” é outro: dinheiro, poder, prazer, fama...
“O mundo passando fome, passando fome de Deus, a decisão é tua.” No batismo nós ganhamos um tesouro preciosíssimo, e na crisma somos chamados a distribuí-lo. “Deus quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4).
Ao nos chamar, Deus nos dá também os meios de cumprir bem a nossa missão. Por isso, a desculpa de que não sabemos, ou não temos condições, é furada. Agora, Deus só mostra o passo seguinte para quem já deu o primeiro passo, por pequeno que seja. Se a pessoa fica sentada e não faz aquilo que pode, não vai sair dali nunca.
“Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel.” São os católicos afastados que nós devemos ir buscar primeiro.
“Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios.” O cristão imita Jesus, que fazia tudo isso e anunciava o Evangelho. A nossa dedicação material ao próximo abre o caminho para a evangelização e para a conversão.
“Anunciai: O Reino dos Céus está próximo.” Está próximo porque já foi inclusive inaugurado por Jesus. O que falta é chegar a cada um.
Nós não podemos salvar o mundo inteiro, mas podemos ajudar aquele ou aquela que Deus coloca no nosso caminho. Por estes somos responsáveis e teremos de prestar contas a Deus.
Havia, certa vez, uma criança de rua. Como muitas outras crianças de rua, ela não nasceu na rua, mas a rua acabou sendo a sua casa, pois a casa que era sua ficou perdida em sua memória. Um dia, quando era ainda pouco seu tempo de vida, algo estranho aconteceu na sua casa... e aquela criança fugiu assustada, tomando o caminho da rua. Como pássaro ferido na asa, que se acostuma a andar como as galinhas. Assim, a criança se adaptou ao seu novo espaço e na rua procurou se afirmar. O tempo voou. O endereço de casa se apagou, como se a vida inteira tivesse acontecido na rua. Na rua, quebrou a cara, sofreu, mas criou hábitos de proteção, defesa, refúgio, segurança.
Houve tempo em que a rua se tornou um lugar agradável, mas crescia dentro dela sensação de abandono, sentimento de não estar em casa. A criança não cabia mais no espaço da rua, e a rua não preenchia o espaço daquela criança.
Um dia alguém abordou essa criança na rua e lhe perguntou: “Você gostaria de voltar para casa?” “Mas eu não sei onde é minha casa!” respondeu ela. A pessoa disse: “A gente procura juntos”. A criança não se entusiasmou pela idéia, porque ficou com medo de perder o pouco de espaço que tinha para viver. A sua cabeça povoava de fantasias. Mas a pessoa a agradou, fez carinho, e ela concordou.
Um dia a pessoa chegou e disse: “Encontrei a sua casa!” A criança ficou assustada, com medo de mudar completamente de vida. Mas concordou em dar alguns passos. Tiveram de atravessar um túnel, escuro, úmido e perigoso. A criança quis voltar para trás, mas a pessoa insistiu e entraram no túnel. Foi difícil, mas quando chegaram do outro lado, a paisagem era florida, os pássaros cantavam e surgiu na criança uma vaga recordação da sua primeira infância.
Depois de boa caminhada, a pessoa disse: “É aqui”. Mas havia uma escada para subir! As pernas tremiam só de ver os degraus da escada. Nessa hora, saíram de dentro da casa algumas pessoas, dizendo que eram sua mãe, seu pai e seus irmãos. Todos abraçaram a criança. Só ela que ficou medrosa e confusa. Mas, com o passar dos dias, tudo foi melhorando. Afinal, não havia motivo para ter medo. Tudo não passava de fantasias.
No mundo há milhares, milhões de “crianças” como esta, crianças de 0 a 100 anos. Jesus quer que pensemos nelas e façamos alguma coisa, pelo menos nas orações.
Maria Santíssima nesse ponto foi na nossa frente; nas bodas de Caná, na visita a Isabel, no apoio ao Filho e à Igreja nascente... Logo que Jesus nasceu, ela o apresentou aos pastores, aos reis magos, aos que estavam no Templo e a todos que podia. E ela continua esse trabalhos nos santuários marianos e em todas as Comunidades. “Maria do sim, ensina-me a dizer meu sim”.
Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas.





CULINÁRIA


Creme de tapioca com milho



Ingredientes


½ xícara (chá) de tapioca granulada (80 g)

2 xícaras (chá) de leite (500 ml)

1 lata de milho verde escorrido (200 g)

2 xícaras (chá) de leite (500 ml)

1 xícara (chá) de açúcar (200 g)

2 paus de canela pequenos

4 cravos

1 caixinha de creme de leite (200 g)


Numa tigela coloque ½ xícara (chá) de tapioca granulada, 2 xícaras (chá) de leite e deixe hidratar por 2 horas.

Num liquidificador coloque as outras 2 xícaras (chá) de leite, 1 lata de milho verde escorrido e bata bem.

Desligue o liquidificador e coe o líquido numa panela. Acrescente 1 xícara (chá) de açúcar, 2 paus de canela pequenos, 4 cravos, a tapioca hidratada, leve ao fogo médio e mexa até a tapioca ficar macia e engrossar (aproximadamente 7 minutos).

Apague o fogo, acrescente 1 caixinha de creme de leite e mexa bem. Transfira para um refratário, cubra com um filme plástico e deixe esfriar. Depois de frio distribua em taças e sirva.





Torta musse de chocolate


Ingredientes

200 g de biscoitos maisena triturados

1 colher (sopa) de açúcar

6 colheres (sopa) de chocolate em pó

150 g de manteiga levemente amolecida

Recheio

200 g de chocolate meio amargo picado

100 g de chocolate ao leite picado

1 caixinha (200 g) de creme de leite

4 claras em neve (bem firme)

1 colher (sopa) de rum

Modo de preparo

Misture o biscoito com os demais ingredientes até obter uma massa maleável e uniforme. Forre o fundo de uma fôrma de fundo removível com 20 cm de diâmetro.

Recheie com a musse e leve à geladeira de um dia para o outro. Desenforme e sirva decorada com cerejas ou raspas de chocolate.

Variações: Você pode substituir o rum pela mesma quantidade de conhaque ou uísque. Se desejar uma torta mais amarga, firme e escura, substitua o chocolate ao leite por chocolate meio amargo e acrescente 1 colher (sopa) de chocolate em pó à receita assim que adicionar o creme de leite.

Recheio

Derreta os chocolates, acrescente o creme de leite e o rum e mexa até incorporar bem os ingredientes. Incorpore delicadamente a clara em neve e utilize.





MOMENTO DE REFLEXÃO


“Muito longe, no brilho do sol estão minhas maiores aspirações. Posso não alcançá-las, mas posso olhar para cima e ver sua beleza, acreditar nelas e tentar segui-las”. (Louise May Alcott).
Em 1959, quando Jean Harper estava na terceira série, sua professora passou uma redação sobre o que eles queriam ser quando crescessem. O pai de Jean era piloto de um avião que pulverizava plantações na pequena comunidade rural no norte da Califórnia, onde ela foi criada, e Jean ficou totalmente fascinada por voar e por aviões.
Ela colocou seu coração na redação e incluiu todos os seus sonhos: queria pulverizar inseticida nas lavouras, pular de pára-quedas, ver as nuvens (algo que havia visto em um programa de TV) e ser piloto de avião.
Sua redação voltou com uma nota zero. A professora lhe disse que aquilo era "um conto de fadas" e que nenhuma das ocupações que ela listara eram profissões para mulheres. Jean ficou arrasada e humilhada.
Mostrou a redação a seu pai e ele disse que é claro que ela podia se tornar piloto.
- Veja Amelia Earhart - ele disse. - Essa professora não sabe do que está falando.
Porém, conforme os anos se passavam, Jean foi massacrada pelo desencorajamento e negatividade que encontrava sempre que falava a respeito de sua carreira: "Garotas não podem se tornar pilotos de avião; nunca puderam, nunca irão poder. Vocês não são inteligentes o bastante, são malucas. Impossível."
Até que finalmente Jean desistiu.
Quando estava no último ano do segundo grau, sua professora de inglês era a Sra. Dorothy Slaton. A Sra. Slaton era uma professora inflexível e exigente que possuía altos padrões e pouca tolerância para desculpas.
Recusava-se a tratar seus alunos como crianças, esperando, ao invés, que se comportassem como adultos responsáveis para serem bem-sucedidos no mundo real após a formatura. No princípio, Jean teve medo dela, mas, com o tempo, passou a respeitar sua firmeza e senso de justiça.
Um dia, a Sra. Slaton passou um dever para a turma: "O que vocês acham que estarão fazendo daqui há dez anos?" Jean pensou a respeito. "Piloto? Nem pensar. Aeromoça? Não sou bonita o bastante - eles nunca me aceitariam. Esposa? Que rapaz poderia me querer? Garçonete? Posso fazer isso." Por segurança, foi isso o que ela escreveu.
A Sra. Slaton recolheu as redações e nada mais foi dito. Duas semanas depois, a professora devolveu o dever, de cabeça para baixo em cima de cada carteira e fez esta pergunta:
"Se você possuísse uma quantidade ilimitada de dinheiro, acesso ilimitado às melhores escolas, talento e habilidades ilimitados, o que faria?"
Jean sentiu uma onda do antigo entusiasmo e, animada, escreveu todos os seus antigos sonhos. Quando os alunos pararam de escrever, a professora perguntou:
- Quantos alunos escreveram a mesma coisa dos dois lados do papel?
Nenhuma mão se levantou.
A próxima coisa que a Sra. Slaton disse mudou o rumo da vida de Jean. A professora se inclinou por cima de sua carteira e disse:
- Tenho um segredo para vocês todos. Vocês têm talento e habilidades ilimitados. Vocês têm acesso a boas escolas e podem conseguir uma quantidade ilimitada de dinheiro se desejarem algo com fervor. Quando terminarem a escola, se não correrem atrás de seus sonhos, ninguém irá fazê-lo por vocês. Vocês podem ter o que quiserem, se desejarem o bastante.
A mágoa e o medo de anos de desencorajamento desmoronaram frente à verdade do que a Sra. Slaton havia dito. Jean sentiu-se animada e um pouco amedrontada.
Ficou depois da aula e dirigiu-se à mesa da professora. Jean agradeceu à Sra. Slaton e lhe contou sobre seu sonho de se tornar piloto. A Sra. Slaton levantou-se ligeiramente e bateu com as mãos no tampo da mesa: - Então faça isso! - disse.
E Jean fez. Não aconteceu do dia para a noite. Levou dez anos de trabalho duro, encarando oposições que iam do ceticismo silencioso à hostilidade declarada. Não era da natureza de Jean manter sua posição quando alguém a rejeitava ou humilhava. Ao contrário, tentava tranqüilamente encontrar outra solução.
Tornou-se piloto particular e então conseguiu graduação suficiente para transportar carga e até mesmo aviões de passageiros. Seus patrões hesitavam claramente em promovê-la porque era mulher. Até mesmo seu pai a aconselhou a tentar outra coisa:
- Impossível - ele disse. - Pare de bater com a cabeça na parede!
Mas Jean respondeu:
- Eu discordo, papai. Acredito que as coisas irão mudar e quero estar entre as primeiras quando isso acontecer.
Jean foi em frente e fez tudo o que a sua professora da terceira série considerava "um conto de fadas" - pulverizou plantações, pulou de pára-quedas algumas centenas de vezes e até mesmo semeou nuvens, como modificação climática, durante um verão.
Em 1978 tornou-se uma das primeiras três mulheres a serem aceitas como piloto pela United Airlines e uma entre apenas cinqüenta pilotos comerciais mulheres no país naquela época. Hoje, Jean Harper é piloto de Boeing 737 na United Airlines. .
Foi o poder de uma palavra positiva bem colocada, uma fagulha de encorajamento vindo de uma mulher que Jean respeitava, que deu à insegura garota a força e a fé para perseguir seu sonho. Hoje, Jean diz:
- Eu escolhi acreditar nela.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário