segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Terça-feira 22/08/2017

Terça-feira, 22 de agosto de 2017



"Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares."




EVANGELHO DE HOJE
Lc 1,26-38


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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.


5Nos dias de Herodes, rei da Judeia, vivia um sacerdote chamado Zacarias, do grupo de Abia. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. 6Ambos eram justos diante de Deus e obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. 7Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada.
8Em certa ocasião, Zacarias estava exercendo as funções sacerdotais no Templo, pois era a vez do seu grupo. 9Conforme o costume dos sacerdotes, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. 10Toda a assembleia do povo estava do lado de fora rezando, enquanto o incenso estava sendo oferecido.
11Então apareceu-lhe o anjo do Senhor, de pé, à direita do altar do incenso. 12Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. 13Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. 14Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, 15porque ele vai ser grande diante do Senhor. Não beberá vinho nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará repleto do Espírito Santo. 16Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. 17E há de caminhar à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto”.
18Então Zacarias perguntou ao anjo: “Como terei certeza disto? Sou velho e minha mulher é de idade avançada”. 19O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e fui enviado para dar-te esta boa notícia. 20Eis que ficarás mudo e não poderás falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque não acreditaste nas minhas palavras, que se hão de cumprir no tempo certo”.
21O povo estava esperando Zacarias, e admirava-se com a demora no Santuário. 22Quando saiu, não podia falar-lhes. E compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava por sinais e continuava mudo.
23Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. 24Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e escondeu-se durante cinco meses. 25Ela dizia: “Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!”


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor






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MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Canção Nova


No Evangelho de hoje três aspectos me chamaram a atenção: a Fé de Maria que não questiona a vontade de Deus transmitida pelo anjo, o conteúdo da mensagem do anjo e a obediência expressa na resposta: “Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.”

Maria recebeu o dom da divina maternidade porque teve fé e pela fé se torna felizarda. O nascimento de Jesus é obra da intervenção de Deus, pois Maria concebe sem conhecer homem algum. Aquele que vai iniciar nova história surge dentro da história de maneira totalmente inédita.

0 título Filho de Deus, associado à ostentação de poder, foi atribuído aos faraós e a outros chefes de nações ou impérios, além de ao próprio rei Davi.  Muitos discípulos de Jesus se inclinaram a essa interpretação. Jesus, contudo, sempre se colocou em relação de filiação com o Deus Pai, misericordioso e todo amoroso. Filho de uma jovem pobre e de um carpinteiro, Jesus revela-se como o Filho de Deus humilde e solidário com os pobres e excluídos, aos quais deseja comunicar a vida divina.

Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra. Palavras muito simples mais que atraem responsabilidade. Pois doravante aquela pobre menina vai ser depositária dos desígnios de Deus. Deus entra no tempo por meio do sim de Maria que se coloca como escreva ao serviço do seu senhor 24 horas por dia.

Maria é um exemplo de humildade e obediência ao Pai. Devemos aprender com Maria a darmos sempre o sim a Deus acolhendo com humildade a Sua vontade sobre nós e nossas comunidades.        

Maria do Sim me ensina a dizer e viver o meu sim a Deus.


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COMPORTAMENTO


Síndrome de Becky Bloom: Quando comprar se torna doença



Já ouviu falar de Oniomania? O nome pode ser complicado, ou até mesmo engraçado, mas este é assim que se chama uma doença conhecida popularmente como compulsão por compras.

O assunto já foi tema de livros médicos e uma comédia romântica chamada “Confessions of a Shopaholic” (Confissões de uma viciada em compras) que foi transformado em filme, ganhando o nome brasileiro de “Delírios de consumo de Becky Bloom”, tanto o livro, quando o filme contam a história de uma mulher que é compradora compulsiva, chegando a dever em faturas de cartões de crédito mais de dez vezes o seu salário. Devido ao sucesso desta comédia romântica, a oniomania acabou recebendo o apelido de Síndrome ou Complexo de Becky Bloom.

Pode parecer irreal ou distante, mas existem compradores compulsivos por todas as partes e é tratado como um,  assim como o alcoolismo. O desejo de gastar é incontrolável, da mesma forma que um dependente químico sente compulsão em se drogar, mas da mesma forma que outras dependências, a compulsão por comprar possui tratamento que inclui acompanhamento psicológico e medicação. Porém é importante e essencial que a pessoa reconheça que está doente e precisa de ajuda.

Consumidores compulsivos: como identificar

Os fatores que levam pessoas comuns a se tornarem compradores compulsivos são muitos, tem quem compre para obter status, necessidade, modismo ou simplesmente pelo prazer de comprar. Afinal não tem sensação igual à de comprar aquele sapato ou bolsa que tanto queremos. Certo?

Comprar não é problema, o problema é quando esse desejo por compras se torna uma doença, um fator patológico em nossas vidas. Não queremos comprar para ter, queremos comprar para comprar. Segundo alguns estudos publicados pela USP, o percentual da população brasileira que sofre deste problema chega a somar 3%. Pode parecer pouco, mas quando se tem mais de 190 milhões de habitantes, 3% se torna um número com muitos zeros.

Essa doença que aflige tantos brasileiros é caracterizada como um transtorno de personalidade e mental, e fica classificado dentro dos transtornos do impulso, são os chamados “obsessivo-compulsivos”. “A pessoa não consegue resistir e enquanto não compra, fica irritada, com as mãos suadas, se sentindo ansiosa, com taquicardia. Ao realizar a compra sente-se aliviada e logo depois arrependida e culpada por ter comprado mais do que precisava, ou objetos desnecessários”, explica a psicóloga Tatiana Zambrano Filomensky que é membro do Ambulatório do Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso da USP (AMJO – USP).

Outro dado importante é que essa doença afeta muito mais mulheres do que homens e, segundo aponta o neuropsicólogo Daniel Fuentes, coordenador da AMJO-USP, todas possuem um temperamento marcante e forte, são desenvoltas, ágeis, dinâmicas, perfeccionistas além de possuírem grande desenvoltura social e cultural. Além disso, ele as classifica como imediatistas e muito inteligentes.

A oniomania pode gerar muitos problemas, já que os compulsivos acabam atraindo dívidas que chegam a até mesmo dez vezes sua renda mensal, existem casos de mulheres que gastam seu salário inteiro em um par de sapatos, e quando afastadas de qualquer forma de crédito, impossibilitadas de comprar, algumas mulheres chegam ao extremo de roubar em lojas, aplicar golpes, passar cheques sem fundo ou até mesmo pedir dinheiro emprestado para quitar suas dívidas, adquiridas por causa dessa compulsão. Essas reações não demonstram falta de caráter, mas podem ser consideradas como sintomas de uma doença psicológica grave.

Geralmente, viciados em compras procuram por tratamento por acabarem influenciando negativamente a vida de parentes e amigos.

Na opinião de Fuentes, existe a possibilidade de que a doença esteja associada a transtornos de humor e de ansiedade, dependência de substancias psicoativas (tais como álcool, tóxicos ou remédios), transtornos alimentares como bulimia ou anorexia e controles de impulsos. A compulsão por compras também aparece como uma forma de aliviar sentimentos de frustração, vazio, solidão, tristeza e depressão, um desejo de possuir, de poder ter e que geralmente fica reprimido. Ao não conseguir ter seus desejos atendidos o indivíduo acaba sofrendo uma grande pressão interna e essa pressão leva à necessidade de possuir coisas novas como a única forma de prazer e assim tenta preencher o “buraco” deixado por problemas do dia a dia.

Ainda não existe uma explicação para que a “Síndrome de Becky Bloom” seja mais comum em mulheres do que em homens, mas acredita-se que seja por uma questão social e cultural.

Assumindo o problema

O primeiro passo para a recuperação de um comprador compulsivo, assim como para qualquer outro dependente, é assumir que existe um problema e que precisa de ajuda. Geralmente a doença aparece por volta dos 18 anos de idade, porém acaba passando despercebida devido às questões culturais, sendo percebido apenas dez anos mais tarde, ou mais. Apenas quando a pessoa já está afundada em dívidas. Algumas pessoas passam anos comprando e adquirindo dividas que ultrapassam dez vezes sua renda até perceberem que isso não é um prazer, mas uma doença.

Os viciados em compras geralmente só chegam a procurar ajuda quando sua situação financeira, ou a da família como um todo, atinge um nível crítico e insustentável.

Segundo os especialistas do AMJO-USP, existe tratamento para a oniomania, mas não uma medicação especifica, que combata o desejo compulsivo de comprar, por isso geralmente são receitados antiansioliticos (remédios que combatem a ansiedade). Porém por serem remédios de uso controlado, essa parte do tratamento só pode ser adquirida através de ajuda psicológica, como grupos de psicoterapia e consultas regulares a um psiquiatra.

Além disso ainda existem grupos de auto-ajuda que podem facilitar o tratamento. Um desses grupos é o DA – Devedores Anônimos, onde se pode contar com o auxilio de quem está tentando combater o vício, além de especialistas dedicados ao problema da compulsão de compras especificamente.
O grupo dos Devedores Anônimos existe desde o ano de 1997 e presta assistência em São Paulo, Paraná, Ceará e Rio de Janeiro, devendo chegar a Minas Gerais e Bahia em breve. Os encontros são semanais e duram aproximadamente duas horas.

Para maiores informações sobre os locais de reunião do DA – Devedores Anônimos basta acessar ao link: www.devedoresanonimos-sp.com.b r, você encontra informação de locais e horários das reuniões, que costumam ocorrer aos sábados.

Como saber se sou é uma compradora compulsiva

Para saber se você tem alguma chance de você sofrer de oniomania, ou “Síndrome de Becky Bloom” basta responder a algumas perguntas:

1 – Não resiste ao impulso de comprar?

2 – Gasta mais que o planejado e se prejudica financeiramente?

3 – Sua necessidade de comprar impede ou prejudica seus planos de vida e das pessoas à sua volta?

4 – Precisa efetuar a compra de qualquer forma, independente do produto comprado?

5 – Percebe que está comprando coisas que não usa ou usa muito pouco?

6 – Costuma assumir dívidas acima de cinco vezes o valor de sua renda mensal?

Se grande parte das respostas tiver sido positiva, então você possui problemas com compras, porém o diagnóstico só pode ser dado através de entrevistas e consultas com profissionais da área. Estes são os sintomas mais comuns apresentados pelos compradores compulsivos e podem indicar uma provável compulsão por compras.




MOMENTO DE REFLEXÃO


Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.

Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Pense!... Se você está lendo esta mensagem é porque ainda tem tempo!!!
Não o perca mais!...Que Deus te abençoe!


Letícia Thompson




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.



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