quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sexta-feira 11/08/2017

Sexta-feira, 11 de agosto de 2017



 “Não esqueça: são em momentos simples que a vida esconde as maiores alegrias. Não os deixe passar.”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 16,24-28

 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.


Naquele tempo, 24Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga. 25Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.
26De fato, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? Que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta.
28Em verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de verem o Filho do Homem vindo com o seu Reino”. 


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor





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MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade



Bom dia!
Era uma vez… Amo quando Deus me inspira essas histórias…
Um homem muito inteligente resolveu sair a busca do conhecimento e de uma verdadeira razão para acreditar no ser humano. Procurou a explicação em vários livros, diversas religiões, no entanto ficava cada vez mais cético. Sua relação com Deus esfriava a cada dia.
Seguindo uma pista foi parar na áfrica, seguindo outra amanheceu na china. Desbravou de norte a sul de leste a oeste, mas nada conseguia lhe convencer.
Certo dia, enquanto banhava seus pés numa praia no oceano pacífico, foi surpreendido com uma garrafa de vidro que flutuava no mar. Surpreso ficou ao ver que havia um bilhete dentro da garrafa e lá dizia: “no alto do Tibet, na montanha mais alta, lá encontrará a resposta da sua longa jornada pelo conhecimento”.
Não tendo nada a perder partiu…
Escalou cada encosta, conversou com cada monge e a resposta era sempre a mesma: “Sua busca termina se não desistir”.
 Aquilo o irritava, mas conseguiu ultrapassar cada obstáculo que lhe fora apresentado até chegar numa ponte de madeira quebrada. Um precipício o separava do conhecimento.
Horas e horas se passaram e ele não conseguia encontrar uma solução que o levasse para o outro lado. Lembrou então do conselho que haviam lhe dado: “Sua busca termina se não desistir”.
Resolveu descer a montanha e buscar meios para consertar a ponte, mas um empecilho não programado aconteceu: Como conseguir tábuas, cordas, pregos, ferramentas se não tinha dinheiro e tão pouco sabia a língua local? A jornada parecia impossível de ser realizada e pior que isso como voltar e dizer aos amigos que não conseguiu chegar ao fim?
Precisou então engolir o orgulho e desistir. Ao descer o monte viu um homem que sofria em virtude do frio. Agoniando e clamando por socorro, ele lhe empresta uma das suas jaquetas, faz uma fogueira, um abrigo e tenta o possível para aquecê-lo.
No dia seguinte após uma longa e fria noite no Tibet, prepara um café da manhã para que o homem ganhe forças, mas nota que ele havia sumido. Que homem ingrato! Nem sequer agradeceu o meu tempo perdido! – pensou
Não querendo desistir por completo voltou ao precipício e lá encontrou o homem que salvou na note passada, consertando a ponte. Ao terminar o agradeceu pelo gesto heróico e partiu. Não pensou duas vezes atravessou a ponte e lá do outro lado encontrou um homem.
Perguntou: Fale-me sábio senhor, pelo que vale lutar nessa vida, pois busco essa resposta há muito tempo?
O homem então lhe disse:
- Todos os dias, vem alguém aqui e me faz essa pergunta e eu lhe proponho que volte, destrua a ponte e fique esperando, pois misteriosamente Deus lhe enviará um anjo quando mais precisar. Um anjo que precisará engolir o orgulho para descer ou desistir de algo fútil, para então salvar sua vida. Esse anjo, para te salvar, terá que se importar com seu sofrimento, cuidar dos seus ferimentos e em troca você construirá uma nova ponte para que ele chegue até aqui!
Entendem o sentido?
“(…) E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus. Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos. O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco”. (Filipenses 4, 7-9)
Voltamos então a refletir que o ultimo degrau até o cume é descer do monte. Descer para subir? Sim, como o próprio evangelho de hoje nos orienta a renegar a si mesmo (nossos interesses, nossas ambições, nosso querer) sempre em prol de algo maior que seria a vontade de Deus e o bem estar daquele que esta ao meu lado. O que adianta almejar conquistar a santidade sem lutar para que outros a conseguissem? “(…) O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira”?
A santidade não advém de um ato egoísta e sim do altruísmo. A conversão é individual, mas a santidade vem do relacionamento com os irmãos e dentre eles meus familiares, amigos, trabalho, escola, (…). Ser santo na igreja é fácil, mas o que me credencia ao cume são os gestos que tenho e o desejo de ver isso realmente acontecer
Todos temos em nossos pensamentos pessoas que desejávamos que estivesse aqui neste estágio da subida. Sabemos também que algumas já estão em pontos mais altos e não mais estranharemos ao vê-las descendo para nos levantar.
A conversão ou mudança daqueles que gostamos inicia nele quando ouvem o chamado do pastor. Às vezes somente nas lágrimas que conseguimos fazer o silencio necessário para ouvi-Lo. Mesmo assim, fadigados pelo peso da nossa cruz, devemos descer para vê-lo subir. Mas cuidado! Descer não significa voltar a pecar, pois algumas pessoas, no desejo de apressar o tempo, acabam voltando a uma vida que já tinham abandonado na base da montanha (Romanos 6 ).
Bom fim de semana e um abençoado DOMINGO
Um imenso abraço fraterno. 

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CULINÁRIA

Bolo de fubá, ricota e erva-doce


Ingredientes


3 ovos

1 xícara (chá) de leite

1 xícara (chá) de ricota picada (cerca de 150 g)

1 xícara (chá) de açúcar

2 colheres (sopa) de manteiga

1 xícara (chá) de farinha de trigo

1 xícara (chá) de fubá fino pré-cozido

1 sachê de chá de erva-doce

1 colher (sopa) de fermento em pó


Modo de preparo
Bata os 5 primeiros ingredientes no liquidificador até homogeneizar. Junte a farinha de trigo e o fubá e bata até misturar bem. Sem bater, adicione o conteúdo do sachê de erva-doce e o fermento em pó e misture bem.

Despeje em fôrma de cone central (22 cm de diâmetro) untada e enfarinhada e asse em forno médio preaquecido (200°C) por aproximadamente 35 minutos ou até dourar.

Variação: Substitua a erva-doce por um sachê de capim-cidreira.




Bolo de laranja e castanha-do-pará com calda


Ingredientes
3 ovos

1 e ¼ de xícara (chá) de açúcar

2 colheres (sopa) de manteiga

1 e ¼ de xícara (chá) de suco de laranja

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

50 g de castanhas-do-pará trituradas

1 colher (sopa) de fermento em pó

Calda

¼ de xícara (chá) de suco de laranja

¼ de xícara (chá) de água

2 colheres (sopa) de suco de limão

¾ de xícara (chá) de açúcar cristal

1 pedaço de casca de laranja ou limão


Bata os 4 primeiros ingredientes no liquidificador até homogeneizar. Junte a farinha dividida em 2 ou 3 vezes, batendo a cada adição. Sem bater, misture a castanha triturada e o fermento.

Despeje em fôrma retangular (22 x 32 cm) untada e enfarinhada e leve ao forno médio preaquecido (200°C) por aproximadamente 40 minutos ou até dourar.

Espere amornar e faça furos na superfície com um palito ou garfo, para que a calda penetre.

Calda

Leve os ingredientes ao fogo médio e ferva até formar um xarope médio. Descarte a casca e despeje a calda ainda quente sobre o bolo. Espere esfriar e sirva.

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MOMENTO DE REFLEXÃO


“O trabalho irá esperar, enquanto você mostra às crianças o arco-íris, mas o arco-íris não espera enquanto você está trabalhando” (Patricia Clifford).

Eu estava com pressa.

Passei correndo pela sala de jantar usando meu melhor vestido, concentrada em me preparar para um encontro de negócios noturno. Gillian, minha filha de quatro anos, estava dançando ao som de sua música favorita, Cool, do filme Amor, Sublime Amor.

Eu estava com pressa, à beira de chegar atrasada. No entanto, uma vozinha dentro de mim disse: "Pare".

Então parei. Olhei para ela. Aproximei-me, peguei sua mão e a rodopiei. Minha filha de sete anos, Caitlin, entrou em nossa órbita e eu também a peguei. Nós três dançamos alucinadamente pela sala de jantar até chegarmos à sala de estar. Ríamos. Rodopiávamos. Será que os vizinhos podiam ver a loucura pelas janelas?

Não tinha importância. A música chegou ao fim com um floreio dramático e nossa dança terminou com ela. Dei um tapinha em seus traseiros e mandei que fossem tomar banho.

Elas subiram as escadas, sem fôlego, seus risinhos ricocheteando pelas paredes. Voltei aos meus afazeres. Estava dobrada para a frente, enfiando papéis em uma pasta, quando ouvi a mais nova falar para a irmã:

- Caitlin, você não acha que a mamãe é a melhor de todas?

Congelei. Eu quase correra pela vida, perdendo aquele momento. Meu pensamento foi para os prêmios e os diplomas que cobriam as paredes do meu escritório. Nenhum prêmio, nenhuma realização que eu jamais alcançara, poderia se comparar a isso: "Você não acha que a mamãe é a melhor?"

Minha filha disse isso quando tinha quatro anos. Não espero que ela o diga com quatorze. Mas, aos quarenta, se ela se inclinar por cima daquela caixa de pinho para dizer adeus para o recipiente descartado da minha alma, quero que o diga.

"Mamãe não é a melhor?"

Não combina com meu currículo. Mas quero isso gravado na minha lápide.

(Gina Barrett Schlesinger)





UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.



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