sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Sábado 03/02/2018

Sábado, 03 de fevereiro de 2018



“De bons de briga o mundo anda cheio. O que falta é gente boa de amor.”





EVANGELHO DE HOJE
Mc 6,30-34


O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos
— Glória a vós, Senhor!



E os apóstolos ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.
E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer.
E foram sós num barco para um lugar deserto.
E a multidão viu-os partir, e muitos o conheceram; e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se dele.
E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz (In memorian)


Eram como ovelhas sem pastor.
O Evangelho de hoje começa com o amável convite de Jesus aos Apóstolos, que acabavam de chegar da sua missão apostólica, satisfeitos e cansados: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansemos um pouco”.
Entretanto, o povo descobriu para onde iam, e foi a pé, por terra. Assim, quando chegaram, encontraram uma multidão os esperando! Jesus “teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas”.
É interessante o modo de Jesus se relacionar com a multidão. Ele disse uma vez: “Eu conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem” (Jo 10,14). Jesus evitava aquele messianismo político, pelo qual os seus contemporâneos judeus ansiavam. Evitava também o sectarismo gregário de massa. O seu contato era personalizado, dando origem ao Povo de Deus, ou à Comunidade cristã, na qual todos se conhecem e se amam, assim como o pastor conhece suas ovelhas.
“Foi vontade de Deus santificar e salvar os homens, não isoladamente e sem conexão alguma de uns com os outros, mas constituindo um Povo, que o confessasse em verdade e o servisse em santidade” (Concílio Vat. II, LG, 9).
Os primeiros cristãos entenderam bem essa lição e se uniam em Comunidades, onde viviam unidos como irmãos, tendo um só coração e uma só alma. Hoje a Igreja, pelo fato de ter milhões de membros, pode dar a impressão de ser massa. Mas não é. É só observar as nossas paróquias e Comunidades.
Várias vezes os evangelistas escrevem que Jesus sentiu compaixão. Ele tinha dó das pessoas carentes, das que sofriam, e aqui, das que estavam como ovelhas sem pastor. E ele não parava só no sentimento de compaixão, mas fazia o que ele podia pelo povo.
Jesus não possuía nada, não tinha nem onde reclinar a cabeça. Mesmo assim, não se preocupava consigo mesmo, mas com os outros. Quantos cristãos e cristãs têm esse mesmo coração! É deles que nascem as diversas pastorais e as atividades missionárias das Comunidades. Quando sentimos compaixão, e rezamos, Deus nos indica algum caminho.
Que bom seria se nós, ao nos depararmos com situações de carência, material ou espiritual, sentíssemos compaixão, uma compaixão ativa que se transforma depois em ação!
Certa vez, um homem terminou de construir a sua casa. Ficou linda. Ele a mobiliou com móveis novos, todos no mesmo estilo.
Então convidou um amigo para almoçar com ele e ver a casa. Terminada a refeição, mostrou toda a casa para o amigo, depois perguntou: “Falta alguma coisa? Pode dizer sem acanhamento, que vou comprar hoje mesmo”.
O amigo criou coragem e falou: “Eu sinto que está faltando Deus na sua casa!” O dono da casa se surpreendeu, porque não havia pensado nesse componente da casa. E ficou perdido, confuso, sem saber o que fazer, pois Deus não dá para se comprar!
Quantas casas hoje são assim: têm tudo, menos o principal que é Deus. Que sintamos compaixão, uma compaixão ativa, como fez o visitante da nova casa. “O que adianta a alguém ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se e a arruinar a si mesmo?” (Lc 9,25).
Maria Santíssima foi uma mulher ativa na luta pelo bem do povo. Vemos os seus anseios expressos no magnificat, e levados à ação nas bodas de Caná, ao pé da cruz, no Cenáculo etc. Santa Mãe Maria, o povo continua como ovelhas sem pastor; dai-nos um coração semelhante ao vosso!
Eram como ovelhas sem pastor.




CULINÁRIA



Bolinho Burguer


Ingredientes –

1 fio de azeite
1 xícara (chá) de cebola picada (130 g)
1kg de carne moída (peito bovino)
3 colheres (sopa) de ketchup (1/4 xícara de chá)
1 colher (sopa) de mostarda
2 colheres (sopa) de molho inglês
2 colheres (sopa) de picles picadinhos
sal, cheiro-verde picado, noz-moscada ralada, pimenta-do-reino preta moída e páprica picante a gosto
1 sachê de tempero para carne (5 g)
2 xícaras (chá) de leite (500 ml)
3 gemas
3 colheres (sopa) de farinha de trigo (1/3 xícara de chá)
sal a gosto
3 xícaras (chá) de pão ralado (160 g)
1/2 xícara de gergelim branco (70 g)
sal e pimenta-do-reino moída a gosto
300g de muçarela ralada no ralo grosso a gosto
3 claras


Modo de Preparo

Numa panela em fogo médio, aqueça 1 fio de azeite e doure 1 xícara (chá) de cebola picada. Junte 1 kg de carne moída e refogue soltando bem a carne com uma colher de pau. Acrescente 3 colheres (sopa) de ketchup, 1 colher (sopa) de mostarda, 2 colheres (sopa) de molho inglês, 2 colheres (sopa) de picles picadinho, sal, cheiro-verde picado, noz-moscada ralada, pimenta-do-reino preta moída e páprica picante a gosto, 1 sachê de tempero para carne. Misture, apague o fogo e reserve.
Em outra panela, junte 2 xícaras (chá) de leite, 3 gemas, 3 colheres (sopa) de farinha de trigo, sal a gosto, leve ao fogo médio, misturando sem parar de mexer até engrossar (+/- 10 minutos). Depois que engrossar, misture com a carne, transfira para uma assadeira, cubra com um plástico e leve para gelar.
Numa tigela, misture 3 xícaras (chá) de pão ralado, ½ xícara de gergelim branco, sal e pimenta-do-reino moída a gosto. Reserve.
Retire a massa da geladeira. Com as mãos untadas, pegue pequenas porções e recheie com um pouco de muçarela ralada. Modele no formato de mini-hambúrgueres. Empane passando no pão. Em seguida, nas claras. Finalize passando no pão novamente. Frite em óleo quente até dourar e escorra em papel absorvente. Sirva em seguida.


Biscoito de Cream Cheese


Ingredientes
1 1/4 xícara (chá) de farinha de trigo (200 g)
1/4 xícara (chá) de amido de milho (35 g)
1/2 colher (chá) de fermento em pó
1/4 xícara (chá) de manteiga sem sal em temperatura ambiente (50 g)
1/2 xícara (chá) de cream cheese (115 g)
1 ovo
1 colher (sopa) de leite
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 1/4 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro (150 g)
1/2 xícara (chá) de gotas de chocolate (90 g)


Modo de Preparo


Numa tigela, misture 1 ¼ xícara (chá) de farinha de trigo, ¼ xícara (chá) de amido de milho, ½ colher (chá) de fermento em pó e reserve.
Na batedeira, coloque ¼ xícara (chá) de manteiga sem sal em temperatura ambiente, ½ xícara (chá) de cream cheese, 1 ovo, 1 colher (sopa) de leite, 1 colher (chá) de essência de baunilha, 1 ¼ xícara (chá) de açúcar de confeiteiro e bata até ficar um creme fofo (+/- 3 minutos).
Acrescente a mistura de farinha de trigo e bata até ficar uma massa homogênea (+/- 30 segundos). Desligue a batedeira, junte ½ xícara (chá) de gotas de chocolate e mexa com uma colher. Cubra com um filme plástico e leve à geladeira por 1 hora.
Com uma colher, pegue porções da massa, modele bolinhas de +/- 30 g cada, com as mãos untadas com manteiga e coloque numa forma forrada com papel manteiga dando um espaço de +/- 5 cm entre as bolinhas. Com a mão, achate levemente cada bolinha e leve ao forno preaquecido a 170°C por 15 minutos. Retire do forno. Com uma espátula, transfira os biscoitos para uma grade e deixe esfriar. Sirva depois de frio.




MOMENTO DE REFLEXÃO



Quando uma pessoa para e fica pensando:
"Nada será como antes!"
Ela afirma com todas as forças da alma, a sua descrença na sua própria capacidade de lidar com as decepções.
Limitando a felicidade á uma única oportunidade, que segundo ela em seu pensamento triste, passou e não vai voltar.
É uma condenação pessoal.
No mundo tereis aflições!
Já avisou Jesus a mais de 2000 anos atrás.
E decepções são consequências comuns das nossas lutas.

Se a vida fosse só de vitórias que graça teria?
Ninguém nem sairia de casa.
Não limite a felicidade!
Nem a sua capacidade de construir ou reconstruir oportunidades.
Ser feliz é dizer sim para este momento.
Deixe o passado no seu devido lugar:- no álbum de fotografias da memória, onde só deve ser reaberto, para as boas lembranças, que nos empurram para a frente, em busca do novo.
Ser feliz é mais do que um desejo, é uma afirmação!
Uma certeza de que você merece sempre um pouco mais.


Paulo Roberto Gaefke




UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.



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