Terça-feira,
30 de outubro de 2018
“Um raciocínio lógico leva
você de A a B. A imaginação leva você a qualquer lugar que você quiser.”
(Einstein)
EVANGELHO DO DIA
Lc
13,18-21
O Senhor esteja convosco
Ele está no meio de nós!
Proclamação do Evangelho de
Jesus Cristo segundo Lucas
Glória a vós Senhor!
Então Jesus perguntou:
"Com que se parece o Reino de Deus? Com que o compararei?
É como um grão de mostarda que
um homem semeou em sua horta. Ele cresceu e se tornou uma árvore, e as aves do
céu se fizaram ninhos em seus ramos".
Mais uma vez ele perguntou:
"A que compararei o Reino de Deus?
É como o fermento que uma
mulher misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou
fermentada".
Palavras da salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITANDO O EVANGELHO
Jailson
Ferreira
Jesus
costumava desafiar a própria inteligência
Eu costumo dizer que quando uma pessoa
entende muito de um assunto, consegue brincar com o próprio conhecimento na
hora de repassá-lo. Os melhores professores sempre descobrem um jeito lúdico de
ensinar algo complicado. Sempre começam mostrando algo que você entende, para
depois fazer a comparação com o que ele quer que você aprenda. Aproveitam-se do
chamado "conhecimento prévio", para acrescentar um novo conhecimento.
E muitas vezes, é através dessa simplicidade, que aprendemos coisas
complicadíssimas, e nunca mais esquecemos... tudo por causa da comparação que o
bom professor nos mostrou.
Quem nesse mundo entendeu mais de Reino
dos Céus do que Jesus? E quem nesse mundo usou mais metáforas e comparações do
que Jesus, para explicar algo complicado através de coisas simples do nosso
dia-a-dia? Ele mesmo se desafiava constantemente, procurando formas de explicar
para as pessoas simples, o que era o Reino de Deus. Mas quando eu falo simples,
é simples meeeesmo!!! O agricultor, o pescador, a dona de casa, o pastor, o
feirante... quase todos analfabetos...
Jesus tinha que usar exemplos que eles
estavam acostumados a ver no dia-a-dia. E um detalhe fantástico: Jesus usava os
exemplos mais simples possíveis, e em outra passagem chega a dizer que
explicava essas coisas em parábolas a fim de confundir os doutores, justamente
porque os doutores não tinham contato com coisas simples como plantar sementes,
preparar massa de pão ou de bolo... então eles tinham mais dificuldade de
entender, e às vezes se confundiam...
A didática de Jesus deveria ser copiada
para todas as escolas, do jardim de infância até a universidade, como diz
Augusto Cury, um dos maiores estudiosos vivos sobre a vida e o legado de Jesus.
Hoje, Ele se desafia... "Com que
poderei comparar o Reino dos Céus?" Primeiro Ele compara com o homem que
lança uma semente de mostarda no seu jardim. A semente gera uma árvore que os
pássaros do céu fazem ninhos em seus galhos. Qualquer pessoa simples daquela
época sabia que a semente de mostarda é a menor dentre todas as sementes, e que
gera uma árvore enorme... E o que isso tem a ver com o Reino dos Céus? Veja que
comparação linda: o homem que atirou a semente é o próprio Jesus; a semente é o
Evangelho; o terreno é o nosso coração; e a árvore que vai crescendo a partir
daquela semente é a nossa vida, que é próprio Reino dos Céus... onde as aves do
céu fazem ninho, ou seja, as crianças de todas as idades vêm se aconchegar...
onde as pessoas vêm colher frutos para saciar sua fome de Deus... onde tantos
vêm descansar à sua sombra quando estão cansados... e mesmo quando vem o
lenhador e corta o seus galhos ou até o seu tronco, a árvore exala perfume
sobre o machado que a feriu, mas não morre antes de espalhar novas sementes
pelo mundo afora...
A segunda comparação foi com o fermento
que se mistura com 3 porções de farinha até que tudo fique fermentado. Jesus
entendia até de cozinha!!! Quem cozinha sabe que não é só jogar o fermento e
pronto... Existe todo um processo para fazer o fermento penetrar na massa. E eu
fico imaginando aquelas mulheres, quando iam preparar o pão, fazendo as
analogias a cada gesto durante a preparação do pão... Vejamos... A farinha é o
nosso ser, e o fermento é o Amor. Enquanto a massa vai sendo misturada com o
fermento, ela precisa ser batida, amassada, deformada e remodelada, para que o
fermento se misture e fique igualmente distribuído em toda a massa, para que no
momento de ir ao fogo, o pão resista ao calor e cresça por igual. Nós também
precisamos ser amassados, deformados e remodelados para que o amor preencha
todas as áreas da nossa vida... Enquanto houver áreas sem fermento (sem amor),
aquela área deverá ser amassada e sofrer um pouco mais, até que o fermento do
amor entre nela... tudo isso para que, no momento de ir ao fogo (às provações
da vida), o nosso pão cresça por igual, sem áreas deformadas pela falta do
fermento...
Você deve ter observado que essa
reflexão ficou grande, mas poderia ter ficado ainda maior, pela beleza e
riqueza deste Evangelho... Jesus também se desafiaria para encontrar uma
comparação interessante, com algo que você está habituado a ver no seu
cotidiano, só para fazer você entender o que é o Reino dos Céus, e desejar, com
todas as forças, fazer parte dele...
jailsonfisio@hotmail.com
COMPORTAMENTO
Exaustão
emocional, a consequência de tentar ser forte a todo momento.
Fonte:
A Mente é Maravilhosa
A
exaustão emocional é um estado atingido pela sobrecarga de esforço. Neste caso,
não falamos apenas de excessos de trabalho, mas também de assumir conflitos,
responsabilidades ou estímulos emocionais ou cognitivos.
A
exaustão emocional não vem de um momento para outro. Trata-se de um processo
que ocorre lentamente, até que haja um ponto em que a pessoa entra em colapso.
Essa quebra a submerge em paralisia, depressão profunda ou doença crônica.
Ocorre um colapso na vida da pessoa, porque ela literalmente já não aguenta
mais.
“Nada
pesa tanto quanto o coração quando está cansado”.
-José
de San Martín-
Embora
a exaustão emocional seja sentida como cansaço mental, geralmente está
acompanhada de uma grande fadiga física. Quando isso acontece, há uma sensação
de peso, de incapacidade de seguir em frente. Caímos, então, em uma inércia da
qual é difícil sair.
As
causas do esgotamento emocional
O
esgotamento emocional se origina porque há um desequilíbrio entre o que damos e
o que recebemos. Aqueles que são vítimas disso dão tudo o que podem de si
mesmos, seja no trabalho, em casa, no relacionamento ou em qualquer área.
Em
geral, isso ocorre em áreas onde há uma grande exigência, que por sua vez,
aparentemente, exige grandes sacrifícios. Por exemplo, em um trabalho onde há
um alto risco de demissão. Ou em uma casa cujos membros estão cheios de
problemas e exigem atenção. Também quando temos um relacionamento conflituoso
ou com sérias dificuldades.
O
comum é que a pessoa exausta não tenha tempo para si mesma. Tampouco recebe
reconhecimento, carinho ou consideração suficiente. Espera-se que ela se
“renda” o tempo todo. Como se não tivesse necessidades, ou como se fosse mais
forte que o resto e pudesse aguentar tudo.
Os
primeiros sintomas de exaustão
Antes
que apareça a exaustão emocional propriamente dita, há algumas indicações que a
anunciam. São sinais aos quais, em geral, não são dados muita importância. Se
os notarmos, as medidas podem ser tomadas a tempo.
Os
sintomas iniciais da exaustão emocional são:
Cansaço
físico. A pessoa se sente cansada com frequência. A partir do momento em que
abre os olhos, sente como se fosse extremamente árduo o que a espera no dia.
Insônia.
Por mais contraditório que pareça, uma pessoa com exaustão emocional apresenta
dificuldade para dormir. Sempre tem problemas aos quais dedica tempo demais e
que fazem com que seja difícil pegar no sono.
Irritabilidade.
Há desconforto e perda de autocontrole com certa frequência. A pessoa exausta
parece mal-humorada e é muito sensível a qualquer crítica ou gesto de
desaprovação.
Falta
de motivação. Quem sofre de exaustão emocional começa a agir mecanicamente.
Como se fosse obrigado a fazer o que faz o tempo todo. Não tem entusiasmo ou
interesse em suas atividades.
Distanciamento
afetivo. As emoções começam a ficar cada vez mais planas. É como se, na
verdade, a pessoa não sentisse praticamente nada.
Esquecimentos
frequentes. A saturação de informações e/ou estímulos leva a falhas na memória.
Esquecem com facilidade as pequenas coisas.
Dificuldades
para pensar. A pessoa se sente confusa com facilidade. Cada atividade implica
um gasto maior de tempo do que antes. Raciocina lentamente.
As
saídas para a exaustão emocional
A
melhor maneira de superar a exaustão emocional é, naturalmente, descansando.
Você tem que encontrar tempo livre para relaxar e ficar calmo. As pessoas que
se exigem muito passam anos sem, por exemplo, tirar férias. Isso não pode
acontecer. Mais cedo ou mais tarde, só leva à fadiga. Então, uma boa ideia é
tirar alguns dias para dedicar ao descanso.
Outra
solução é trabalhar para construir uma atitude diferente diante das obrigações
diárias. Cada dia deve incluir horários para dedicar aos compromissos e também
momentos para descansar e realizar atividades que sejam gratificantes. Devemos
deixar de lado as obsessões de perfeição ou realização.
Finalmente,
é muito importante nos sensibilizarmos com nós mesmos. Para isso, nada melhor
do que dedicar um momento a cada dia para ficarmos sozinhos. Respirar, nos
reconectar com o que somos e com o que desejamos. É fundamental desenvolver uma
atitude de compreensão e bondade com nós mesmos. Caso contrário, mais cedo ou
mais tarde, será impossível seguir adiante.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Uma
oração em cada dedo.
(Papa
Francisco)
1. O
Polegar é o mais próximo de você. Então comece a orar por aqueles que lhe são
mais próximos. Eles são os mais facilmente lembrados. Orar por nossos entes
queridos é "uma doce obrigação"!
2. O
seguinte é o dedo indicador. Ore por aqueles que ensinam, instruem e curam.
Isso inclui mestres, professores, médicos e padres. Eles necessitam de apoio e
sabedoria para indicar a direção correta aos outros. Mantenha-os em suas
orações sempre presentes.
3. O
próximo dedo é o mais alto. Ela nos lembra dos nossos líderes. Ore para que a presidenta,
congressistas, empresários e gestores. Essas pessoas dirigem os destinos de
nossa nação e orientam a opinião pública. Eles precisam da orientação de Deus.
4. O
quarto dedo é o nosso dedo anelar. Embora muitos fiquem surpresos, é o nosso
dedo mais fraco, como pode dizer qualquer professor de piano. Ele deve
lembrar-nos a rezar para os fracos, com muitos problemas ou prostrados pela
doença. Eles precisam da sua oração dia e noite. Nunca é demais para orar por
eles. Você também deve se lembrar de orar pelos casamentos.
5. E
finalmente o nosso dedo mindinho, o dedo menor de todos, que é a forma como
devemos nos ver diante de Deus e dos outros. Como a Bíblia diz que "os
últimos serão os primeiros". Seu dedo mindinho deve lembrá-lo de orar por
você. Quando você estiver orado para os outros quatro grupos, suas próprias
necessidades estarão na perspectiva correta, e você poderá rezar melhor pelas
suas necessidades.
Um
abençoado dia pra você
E
até que nos encontremos novamente
Que
Deus lhe guarde serenamente
Na
palma de suas mãos.
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