quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Quinta-feira 24/01/2019

Quinta-feira, 24 de janeiro de 2019


"'Não é a força, mas a constância dos bons sentimentos que conduz os homens à felicidade.'(Nietzsche)





EVANGELHO DE HOJE
Mc 3,7-12


- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
Glória a vós Senhor!


E retirou-se Jesus com os seus discípulos para o mar, e seguia-o uma grande multidão da Galiléia e da Judéia,
E de Jerusalém, e da Iduméia, e de além do Jordão, e de perto de Tiro e de Sidom; uma grande multidão que, ouvindo quão grandes coisas fazia, vinha ter com ele.
E ele disse aos seus discípulos que lhe tivessem sempre pronto um barquinho junto dele, por causa da multidão, para que o não oprimisse,
Porque tinha curado a muitos, de tal maneira que todos quantos tinham algum mal se arrojavam sobre ele, para lhe tocarem.
E os espíritos imundos vendo-o, prostravam-se diante dele, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus.
E ele os ameaçava muito, para que não o manifestassem.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade

Bom dia!
Nessa semana, quem teve a oportunidade de acompanhar os evangelhos viu o empenho do Senhor em realizar o projeto do Pai (curas, milagres, a boa nova aos pobres) e o também “empenho” dos fariseus e diversos homens da lei em encontrar meios de por Jesus em ciladas. Jesus se desvencilha delas uma a uma, no entanto como no tempo em que o Senhor viveu, somos também colocados a prova.
Então qual é a postura que deve ser adotada por aqueles que, como os apóstolos, seguem o Senhor e por seu projeto são perseguidos? O que por ventura nos torna especial para o Senhor ao ponto de presenciarmos seus milagres enquanto projeta e apresenta novos planos que nunca imaginávamos ter? O que ele espera de nós?
“(…) Então eu disse: Quem és, Senhor? O Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem persegues. Mas levanta-te e põe-te em pé, pois eu te apareci para te fazer ministro e testemunha das coisas que viste e de outras para as quais hei de manifestar-me a ti. Escolhi-te do meio do povo e dos pagãos, aos quais agora te envio para abrir-lhes os olhos, a fim de que se convertam das trevas à luz e do poder de Satanás a Deus, para que, pela fé em mim, recebam perdão dos pecados e herança entre os que foram santificados”. (Atos 26, 15-18)
São Paulo deixa bem claro esse sentimento que temos. Mudamos de lado, opinião, de jeito, forma de se vestir e falar; abandonamos velhos hábitos, às vezes rapidamente outras vezes ao longo do tempo; notam nossa mudança, reparam as diferenças e por fim passam ver Jesus no nosso olhar.
Essa mudança não pode nos sufocar, pois a missão deve ser prazerosa e bem planejada. Jesus quando pede para que se encontre um barco para não ser acotovelado pela multidão demonstra também preocupação consigo e o Seu projeto. Como poderia ajudar a outros tantos se fosse sufocado por poucos? “(…) Jesus pediu aos discípulos que arranjassem um barco para ele a fim de não ser esmagado pela multidão”.
Todos que estão imbuídos de algum trabalho em prol de outros, sejam eles catequistas, voluntários, ministros, sacerdotes, pais, mães, (…) devem ter uma coisa em mente: TODOS PRECISAM PLANEJAR SUAS VIDAS. É PRECISO ORGANIZAR SEU TEMPO PARA NÃO SEREM ESMAGADOS PELO EXCESSO DE OFICIO.
Conheço pessoas que estão engajados e três a quatro frentes de trabalho, que não é novidade alguma, mas que horas param para rezar? Semeiam a palavra, catequizam, dão formação, mas em que momento pára para tomar conta da semente que foi semeada em si mesmo? Quantas lideranças conhecemos que após uma dura batalha ou período de trabalho se afastam da igreja e por vezes não mais retornam?
A obra de Deus vai acontecer conforme a vontade Dele, pois é Sua vontade continuar. Uma igreja sem músicos, o povo cantará; um padre bom que vai embora, outro tão ungido virá e assumirá a comunidade. Somos aqueles que se preocupam em encontrar uma barca para o Senhor e não quem senta nela!
Nossa comunidade tinha cerca de onze pastorais e movimentos e hoje são apenas seis ou sete. Dentre tantos motivos do esfriamento esta na falta de novos que “arrumem os barcos”, alimentando em algumas pastorais e movimentos a herança perpétua de algumas pessoas que pelo tempo, já se sentem no direito de sentar no barco (risos)
Nosso empenho deve estar focado em manter a palavra viva na praia. Jesus não deve parar de falar por nossa falta de empenho. Se fizermos nossa parte conseguiremos entender Santa Catarina de Sena quando disse: “Se fores aquilo que Deus quer, colocareis fogo no mundo.“
E “por fogo” no mundo não quer dizer que sairemos com tochas na mão, mas com um fogo abrasador que arde no peito de cada cristão chamado Espírito Santo. Façamos o melhor para manter esse fogo ardendo no mundo. Sejamos verdadeiros cristãos.
Um Imenso abraço fraterno!



MUNDO ANIMAL


Seu cachorro é possessivo? Saiba como lidar

Em muitos momentos, seu cãozinho é dócil, carinhoso, bem comportado e brincalhão. Porém, é só uma pessoa ou outro animal chegar perto do seu brinquedo favorito, comida ou de algum membro de sua família que ele se torna agressivo. Ele rosna, late, avança e até mesmo ataca quando sente que alguém pode querer tirar algo dele, seja um objeto ou até mesmo a atenção de uma pessoa. Todos esses comportamentos caracterizam um cachorro possessivo.

Diversos aspectos podem levar um animal a desenvolver sentimentos excessivos de posse, desde a forma como foi feita a sociabilização do filhote até fatores genéticos. Mas, com dedicação e paciência, é possível corrigir e evitar esse tipo de comportamento.

Confira a seguir os motivos que levam um cachorro a ser tornar possessivo e como resolver esse problema.

Razões que podem tornar um cachorro possessivo
O comportamento possessivo dos cachorros tem origem em seus ancestrais. Quando viviam livres na natureza, os cães precisavam defender seu território e alimentos de outros predadores para conseguirem sobreviver. Sendo assim, uma das razões da possessividade de um animal tem origem genética. Desde filhote, é possível notar que alguns cãezinhos da ninhada são mais dominantes ou submissos, mais medrosos ou mais curiosos, mais possessivos ou mais sociáveis.

Algumas raças também são mais propensas a terem cachorros possessivos, como golden retriever, jack russell, rottweiler, cocker spaniel e – talvez a raça mais ciumenta de todas – pinscher.

Outro fator que pode estimular o sentimento de posse no cão é a forma como criamos nossos animais. Por exemplo, se o cachorro rosna quando você chega perto de um brinquedo e você se afasta, ele pode entender que com esse comportamento ele irá evitar que alguém tire o objeto dele. Com isso, ele passa a reproduzir esse comportamento cada vez mais, intensificando sua agressividade.

Como evitar que seu cachorro seja possessivo?
A melhor forma de evitar que seu cachorro se torne um animal possessivo é o educando desde cedo e inibindo esses comportamentos desagradáveis.

Um bom treino – que serve tanto para filhotes quanto adultos – é oferecer um petisco para o animal sempre que ele estiver com um osso ou um brinquedo. Jogue o petisco perto do cachorro quando ele estiver relaxado e tranquilo ao comer ou brincar, em algum momento que ele não rosne ou reaja negativamente a sua aproximação. Não demonstre que você está interessado no objeto que está em posse do cãozinho. Com isso, ele passará a associar a aproximação de outras pessoas como algo agradável, natural, que não representa ameaça.

Não tente retirar, à força, o objeto do cachorro quando ele está desconfiado. Isso apenas aumentará a insegurança do animal e pode piorar o problema (você pode até levar uma mordida).

Para inibir a possessividade em relação a um membro de sua família, você pode utilizar a mesma técnica. Ao se aproximar da pessoa de quem ele tem ciúmes, ofereça um petisco quando ele estiver tranquilo. De forma gradativa, aproxime-se mais e mais. Desse jeito ele irá compreender que você não representa riscos.
(Fonte Cão Cidadão)



MOMENTO DE REFLEXÃO

Ignace Jan Paderewski, famoso compositor e pianista, estava programado para apresentar-se em um grande salão de concertos nos Estados Unidos. Foi uma noite inesquecível — smokinqs e vestidos longos, uma ostentação da alta sociedade.
Presente na platéia naquela noite estava uma mãe acompanhada de seu irrequieto filho de nove anos. Cansado de esperar, o filho se mexia constantemente na poltrona. A mãe tinha esperança de que ele se animasse a estudar piano ao ouvir o imortal Paderewski tocar.
Mesmo contra a vontade, o menino estava ali. Enquanto ela virou-se para conversar com alguns amigos, o menino desistiu de ficar sentado. Afastou-se dela estranhamente atraído pelo enorme piano de ébano Steinway e pela macia banqueta de couro instalados no imenso palco, cujas inúmeras lâmpadas acesas chegavam a ofuscar os olhos.
Sem atrair a atenção da requintada plateia, o menino sentou-se na banqueta, com os olhos arregalados diante das teclas brancas e pretas. Em seguida, colocou seus dedos pequenos e trêmulos nas teclas certas e começou a tocar o “Bife”.
O vozerio da plateia cessou, e centenas de rostos carrancudos voltaram-se em direção ao garoto. Irritadas, as pessoas começaram a gritar:
“Tirem esse garoto daí!”
“Quem trouxe esse moleque aqui?”
“Onde está a mãe dele?”
“Mandem o garoto parar!”
Dos bastidores, o mestre ouviu a gritaria e pôs-se a imaginar o que estaria acontecendo. Apressado, ele pegou sua casaca e correu para o palco. Sem dizer uma só palavra, curvou-se sobre o garoto, passou os braços ao redor dele e começou a improvisar uma música que se harmonizava com o “Bife” para torná-lo mais melodioso. Enquanto os dois tocavam, Paderewski sussurrava o tempo todo ao ouvido do garoto:

— Continue. Não desista! Continue tocando.., não pare... não desista!
O mesmo acontece conosco. Esforçamo-nos para levar adiante um projeto, que parece tão insignificante quanto o “Bife” em um salão de concertos. E, quando estamos prontos para desistir, chega o Mestre, que se curva sobre nós e sussurra:
Continue... Não desista. Vá em Frente... não pare; não desista, enquanto Ele improvisa uma melodia para nos ajudar, proporcionando o toque certo no momento certo.

- Charles Swindoll, em Histórias Para o Coração. 







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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