quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Sexta-feira 25/01/2019

Sexta-feira, 25 de janeiro de 2019


" “Não é segredo. Somos feitos de pó, vaidade e medo.” (Millôr Fernandes)






EVANGELHO DE HOJE
Mc 16,15-18


- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
Glória a vós Senhor!


E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porãoas mãos sobre os enfermos, e os curarão.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade

Bom dia!
Paulo tem tamanho destaque e admiração da igreja, que mesmo seu dia sendo comemorado conjuntamente a São Pedro no mês de Junho, hoje comemoramos a sua conversão pessoal. A mudança de vida desse homem associado ao seu compromisso e destemor com que se dedicou levar a Boa Nova, o destacam como modelo de homem e evangelizador.
Tento encontrar na internet, mas não tenho as referencias de uma palestra que vi pela TV onde Dom Alberto Taveira, na Canção Nova (Colônia de Férias), fez uma colocação intrigante sob o fato de muitos buscarem a igreja, mas não procurarem a conversão. De certa forma ele apresentava uma realidade que vivemos. Juntando esses pedaços ao primeiro enunciado, temos uma situação: O que seria da igreja que conhecemos se Paulo curasse sua visão, mas não se convertesse?
Outro ponto: Na prática existem “conversões” e não apenas uma conversão. Não adianta se agarrar ao primeiro encontro se persisto, como diz padre Joãozinho, “lutando com as mesmas armas todos os dias”, pois quando mudo de atitude provoco uma alteração de direção em minha vida (conversão); planto novos objetivos pessoais, sonhos e planos, mas isso pouco dará frutos se não volto dia após dia para ver se o solo precisa de água, adubo, (conversões)…
Muitas vezes nos apegamos a primeira conversão, mas não mudamos na essência. Precisamos sempre voltar ao local onde Jesus semeou a Boa Nova para regá-la. Padre Joãozinho apresenta que o próprio Saulo sofreu outras conversões que moldaram seu caráter e o tornaram o Paulo que conhecemos e admiramos.
“(…) Paulo, o grande apóstolo, teve uma primeira conversão no caminho de Damasco. Deixou de perseguir os cristãos, mas utilizava a mesma arrogância para anunciar o evangelho. Alguma coisa aconteceu. Houve uma segunda queda. E uma segunda conversão. O Paulo que escreve a segunda carta aos coríntios não é o mesmo que escreveu a primeira. Leia e perceba a diferença. Agora temos um sujeito humilde que diz: trazemos este tesouro em vasos de barro (2 Cor 4,7)“ (blog canção Nova – padre Joãozinho – segunda conversão)
Esse Paulo, que foi Saulo, referência cristã no dia de hoje, é fruto dos atos diários de conversão que teve. Creio que seja assim que devemos entender: Quem participa de encontros, retiros, congressos, volta profundamente transfigurado pela graça de Deus, mas essa graça deve ser monitorada, cultivada, regada, (…). Uma camiseta nova, um terço novo não vão adiantar se não dobrar meu joelho e continuar rezando para manter a graça “viva”.
Parafraseando o que padre Joãozinho afirma sobre a segunda conversão de Paulo trago um questionamento para todos nós: Será que sou “ainda” o mesmo de dez anos atrás? Será que os pequenos vícios do passado  ainda me acompanham?
Precisamos ter muito cuidado com a perca do zelo pela conversão diária. Quedas e esfriamentos acabam sendo inevitáveis. Pequenas sementes, ervas daninha, fungos (…) podem comprometer toda uma plantação, todo o trabalho de uma vida. Pequenos defeitos todos têm, mas não podemos nos acomodar a eles. O que adianta toda sabedoria do mundo se não conseguir ouvir uma opinião contrária? Como sou dentro e fora da igreja? Meu coração realmente se converteu?
“(…) Entre dentro do seu coração e descubra que você foi feito para fazer o bem, mas o próprio São Paulo dizia: ‘EU FAÇO O MAL QUE NÃO QUERO E NÃO FAÇO O BEM QUE EU QUERO’. É uma contradição, uma angústia que ele experimentava dentro de si e você também experimenta. Você faz mil propósitos: ‘Eu quero acertar’. Mas quantas vezes nós caímos, erramos e precisamos recomeçar continuamente. Esta obediência não é sempre fácil, ao contrário é exigente.“. (Dom Alberto Taveira)
Além de todo trajeto percorrido para levar a Boa Nova, São Paulo conseguiu também se renovar durante o trajeto. Quem coordena ou ocupa postos de liderança, seja na igreja, em casa ou no trabalho, por mais tempo que tenham, também precisam, como Paulo, se deixar converter por suas próprias palavras; deixar-se curar do veneno que impregna nossa alma pecadora chamado auto-suficiência, orgulho, egoísmo…
Por fim, para aqueles que não vêm ainda a necessidade da mudança contínua, deixo um breve desabafo do Ricardo Sá
“(…) Quantas vezes, eu ouvi tantas coisas e voltei para casa chorando e, graças a Deus, chorei no colo da Eliana, minha esposa. Pessoas que me disseram, aqui, no pé da escada, que eu era auto-suficiente, arrogante, etc. O QUE VOCÊ ESCUTA E O TIRA DO SÉRIO É PORQUE TALVEZ POSSUA UM POUCO DE VERDADE. É tempo de mudança, e se você quiser mudar realmente, este é o tempo propício. Nosso Senhor espera de nós uma verdadeira conversão!“.
São Paulo, ensina-nos o que aprendeste pelo caminho!
Um Imenso abraço fraterno!




CULINÁRIA


Sobremesa Rachel's Trifle

700ml de leite
5 gemas
1 fava de baunilha
2 colheres de amido de milho
400g de açúcar
200g de cranberry
100g de mirtilo
3 claras
Raspas de limão
Gelatina sem sabor e nozes

Modo de Preparo
Ferver o leite com 200 gramas de açúcar, as gemas, a fava de baunilha e colocar o amido de milho diluído no leite. Bater as claras em neve e colocar batendo por 5 minutos uma calda de água com açúcar em ponto de “puxa”, adicionar raspas de limão. Hidratar com água as frutas secas, deixando ferver com 2 colheres de açúcar e adicionar a gelatina sem sabor já hidratada. Para o crocante de castanhas, colocar 5 colheres de açúcar na frigideira, deixar caramelizar, misturar as castanhas trituradas fora do fogo e espalhar na bancada, deixando esfriar, colocar num pano e bater com martelo. Montar as camadas em taças.


Estrogonofe de Chocolate com Amendoim e Uvas 

Ingredientes

1 litro de leite
4 colheres de achocolatado em pó
3 colheres de açúcar
2 colheres de margarina
100 gramas de chocolate meio amargo picado
100 gramas de chocolate ao leite picado
250 gramas de uvas passas
uvas verdes
amendoim picado e torrado para salpicar
1 caixa de leite condensado
creme de leite
Modo de Preparo
Coloque para ferver o litro de leite com a margarina, achocolatado, açúcar. Deixe ferver ate vc virar a panela e desgrudar do fundo. Após chegar a esse ponto, acrescente chocolate meio amargo, chocolate ao leite, creme de leite e leite condensado. Ligue o fogo e deixe em ponto cremoso. Desligue. Coloque a uva passas e distribua em um refratário e coloque para gelar. Sirva ao seu modo com o o amendoim salpicado e a uva verde picadinha. Sirva ao seu modo com o o amendoim salpicado e a uva verde picadinha.



MOMENTO DE REFLEXÃO

O editorial do jornal no Dia de Ação de Graças contava a história de uma professora que pediu a seus alunos da primeira série que desenhassem alguma coisa pela qual eles se sentissem agradecidos.
Ela não podia imaginar o que aquelas crianças, criadas em bairros tão pobres, teriam para agradecer. Porém, ela sabia que a maioria desenharia perus sobre mesas fartas de alimentos.
A professora ficou muito surpresa com o desenho que Douglas lhe entregou... uma simples mão desenhada com dificuldade.
De quem seria aquela mão? A classe foi atraída por aquela imagem enigmática.
— Acho que deve ser a mão de Deus que traz alimentos para nós
— disse uma das crianças.

— É a de um fazendeiro — disse outra —, porque ele cria perus.
Depois que todas as crianças retornaram aos seus lugares, a professora curvou-se sobre a carteira de Douglas e perguntou-lhe de quem era aquela mão.
— É a mão da senhora, professora — ele murmurou.
A professora lembrou-se de que costumava conduzir Douglas, um menino pobre e raquítico, ao recreio, segurando-o pela mão. Às vezes, ela ajudava outras crianças também, mas aquele gesto significava muito para Douglas.
Talvez seja este o verdadeiro sentido do Dia de Ação de Graças. Ser grato não pelas coisas materiais que conquistamos, mas pela oportunidade de ser útil aos outros, mesmo que a ajuda pareça insignificante.

- Autor desconhecido, em Histórias Para o Coração.







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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