quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Terça-feira 08/01/2019

Terça-feira, 08 de janeiro de 2019


“Muito longe, no brilho do sol estão minhas maiores aspirações. Posso não alcançá-las, mas posso olhar para cima e ver sua beleza, acreditar nelas e tentar segui-las”. (Louise May Alcott) 





EVANGELHO DE HOJE
Mc 6,34-44


- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
Glória a vós Senhor!


Quando Jesus saiu do barco e viu uma grande multidão, teve compaixão deles, porque eram como ovelhas sem pastor. Então começou a ensinar-lhes muitas coisas.
Já era tarde e, por isso, os seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: "Este é um lugar deserto, e já é tarde.
Manda embora o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar algo para comer".
Ele, porém, respondeu: "Dêem-lhes vocês algo para comer". Eles lhe disseram: "Isto exigiria duzentos denários! Devemos gastar tanto dinheiro em pão e dar-lhes de comer? "
Perguntou ele: "Quantos pães vocês têm? Verifiquem". Quando ficaram sabendo, disseram: "Cinco pães e dois peixes".
Então Jesus ordenou que fizessem todo o povo assentar-se em grupos na grama verde.
Assim, eles se assentaram em grupos de cem e de cinqüenta.
Tomando os cinco pães e os dois peixes e, olhando para o céu, deu graças e partiu os pães. Em seguida, entregou-os aos seus discípulos para que os servissem ao povo. E também dividiu os dois peixes entre todos eles.
Todos comeram e ficaram satisfeitos,
e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
Os que comeram foram cinco mil homens.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade

Bom dia!
Ontem falávamos muito da nossa hesitação no serviço de Deus e mesmo sendo as vezes “meia boca” Ele ainda age. Não vejo como motivo de martírio, mas alerta, pois até mesmo os apóstolos, com quem conviveu, também titubearam
Hoje vemos um discípulo que toma a voz e também HESITA: “(…) Este lugar é deserto, e já é tarde. Despede-os, para irem aos sítios e aldeias vizinhas a comprar algum alimento”. E nesse caso também, Jesus INSISTE – ‘Dai-lhes vós mesmos de comer’.
Por que digo que ele fraqueja? Seria fraqueza mesmo? O que acha?
Se eu perguntar quanto é a soma de dois mais dois rapidamente um grupo responderá “quatro”, no entanto outro grupo não responderá e perguntará o porque da pergunta e não duvido que haverá um terceiro grupo, que mesmo sabendo a resposta, não responderá esperando ser uma “pegadinha”.
Em meio aos tantos que ajudam em nossas comunidades na missão de evangelizar toda criatura, sempre haverá os que prontamente responderão ao chamado, os que apenas sabem questionar os porquês e aqueles que só observam, que apesar do talento que tem, não ajudam se não forem devidamente movidos, paparicados, (…).
Quem fala pelos discípulos nesse episódio da multiplicação dos pães e peixes é Felipe (João 5, 5-7). O mesmo Felipe que foi discípulo de João Batista e que pouco tempo atrás havia dito e convencido Bartolomeu sobre quem era Jesus:
“(…) Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei e que os profetas anunciaram: é Jesus de Nazaré, filho de José” (João 1,45-46).
Ele já havia feito a escolha de seguir Jesus; acreditou e proclamou que Ele era o messias que deveria e estaria por vir, mas quando se deparou com um problema, questionou a solução dada pelo Senhor. Quantas vezes também agimos assim? Somos fieis, temos fé, mas ao depararmos com um problema um pouco maior que nosso conhecimento ou nossas forças, deixamos de ouvir a solução que Deus sussurra em nosso coração?
Na verdade, essa nossa falta de constancia na féo nos impede (ou poderá nos impedir no futuro) de ver a epifania do senhor nesse problema, na nossa vida, na nossa realidade. Sim, o Senhor vai insistir novamente, mas crer Nele advém de uma mudança de comportamento, ou seja, ALÉM DE TER FÉ, preciso ver o que tenho e que poderá ser “multiplicado”, portanto, buscar soluções, alternativas, para um problema pode requerer estudo, leitura, compreensão, maturidade…
Partindo disso abro um parêntese para uma afirmação que fiz ontem: “(…) Se hoje vemos poucos milagres é por que faltam os que tragam os peixes”. Mas é muito importante explicar algo – O que é graça e o que é milagre? O cardeal Saraiva Martins diz:
“(…) A graça é uma ajuda divina que se obtém para o bom êxito das atividades do homem… Uma assistência particular que Deus concede intensificando as potencialidades naturais; O milagre, por sua vez, manifesta-se precisamente como um acontecimento que se distingue do habitual desenvolvimento da realidade”. (Fonte: Site da Canção Nova)
Esse mesmo cardeal afirma que:
“(…) Entramos no mistério de Deus. NÓS NÃO CONHECEMOS OS PLANOS D’ELE NA ESCOLHA DE QUEM SERÁ ATENDIDO. Conceder uma graça ou uma cura é um ato livre do Senhor. ELE PEDE-NOS TOTAL CONFIANÇA”.
Então a de convir que faltam ainda aqueles que tragam os peixes; que saiam do campo das palavras e também tenham ações; que não hesitem, que não temam, que tenham total confiança, que respondam rapidamente quanto é dois mais dois; pois é desses, como a diz uma canção, “os adoradores, que o Pai precisa”.
Se acreditarmos e não hesitarmos, responderemos. Quando duvido ou temo, me calo ou fujo.
Um imenso abraço fraterno.



COMPORTAMENTO


Creches inovadoras para idosos começam a surgir no Rio de Janeiro
Luiza Fletcher


Em algum momento da vida, nossos pais, avós, tios e nós mesmos chegaremos à velhice, aquela fase da vida em que já trabalhamos muito, e agora devemos nos dedicar apenas à nós mesmos, fazendo atividades relaxantes e divertidas e curtindo o melhor que essa nova fase da vida tem para oferecer.
Existem muitas maneiras de curtir à velhice, que vão desde valorizar a independência e sair pelo mundo em busca de novas aventuras até viver de maneira mais tranquila, apostando em alternativas locais para melhorar a qualidade de vida e trazer mais felicidade para a vida.
E para quem prefere a segunda opção, as creches para idosos parecem ser uma solução muito interessante!
De acordo com uma pesquisa realizada por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) realizada pelo IBGE em 2016, o Rio de Janeiro é o estado brasileiro com a maior parcela de pessoas acima dos 60 anos, o que aumenta a necessidade de promover uma melhor qualidade de vida para essas pessoas.
Pensando nisso, algumas pessoas estão investindo nas creches para idosos, locais em que senhores e senhoras passam o dia realizando atividades divertidas e fazendo novas amizades. Uma dessas creches é a Casa do Bosque, um lugar aconchegante lembra uma pousada na serra.
Os idosos frequentam a creche de segunda à sexta das 8h às 18h e durante esse período realizam as mais diversas atividades, como jardinagem, jogos de tabuleiro, aulas de culinária, cinema com telão, circuito funcional, karaokê, artesanato. É uma rotina muito divertida e relaxante para os idosos.
A idealizadora do projeto, Patrícia Elman, que é gerontóloga diz que a intenção é manter os idosos sempre ativos, com atividades diversificadas e também promovendo o desenvolvimento cognitivo.
“Queremos empoderar os idosos, que em geral, ficam à mercê da televisão. Isso deprime, e a depressão nessa idade é perigosa. Mata. A socialização é a coisa mais importante para eles”, diz.
O valor de uma diária na creche pode variar de 130 e 350 reais, mas para aqueles que não podem pagar o valor, os centros de convivências e lazer para idosos oferecem muitos serviços semelhantes e estão presentes em diversas cidades brasileiras.
Os idosos são uma parte muito importante da sociedade, eles construíram grande partes das coisas que existem hoje e merecem a chance de viver a velhice da melhor maneira possível, com dignidade, saúde e convívio social. As iniciativas, públicas ou privadas, de serviços para a terceira idade são uma grande maneira de mostrar gratidão e amor para essas pessoas tão especiais, que contribuem com muita sabedoria para nossas vidas.



MOMENTO DE REFLEXÃO

Geraldo [nome fictício], era um jovem morador da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Seduzido pelo dinheiro fácil que promete o universo das drogas, ele acabou integrando um grupo de traficantes.
Viveu ali algum tempo, até que conheceu o Evangelho. Passou então a frequentar assiduamente a igreja batista do bairro.
Quando os chefões da droga o souberam, foram ao encontro de Geraldo e lhe fizeram a seguinte advertência, testemunhada por vários irmãos:
— Aí, cara, soubemos que tu tá na igreja; virou crente, né? Pois é, presta muita atenção: Enquanto tu ficar lá, tá vivendo, tá sabendo? Saiu, morreu. Falou, malandro?
Trêmulo, Geraldo só conseguiu gaguejar a sua concordância. O bando se foi.
O tempo passou e Geraldo permanecia firme na igreja, sua tábua de salvação, sem trocadilho. Até que um dia, uns oito meses depois, Geraldo cometeu o mesmo equívoco de Simei, inimigo de Salomão, cuja vida fora poupada pelo sábio soberano, sob a condição de não arredar pé de Jerusalém:
“E fica sabendo que, no dia em que saíres, de certo hás de morrer” (I Reis 2.37). Simei saiu de Jerusalém e, por isso, foi morto. Geraldo saiu da igreja. Os traficantes, cientes do fato, vieram e, sem dó nem piedade, o eliminaram.

O desastre de Geraldo me foi narrado pelo pastor Edson Domingues, que conheceu Geraldo pessoalmente. Se, por um lado, expõe a violência com que convivemos diariamente nas grandes cidades, por outro exibe o nível de respeito que as igrejas evangélicas ainda inspiram, apesar das imperfeições de seus integrantes.
Um dos pais da igreja foi quem descobriu uma feliz metáfora para ilustrar a bênção da igreja na Terra. Ele usa a figura da arca de Noé, convidando a imaginar o mau cheiro que o excremento de tantos animais produziria nesse ambiente fechado por tanto tempo. Porém arremata: Era preferível estar lá dentro, com todo o mau cheiro, a estar lá fora, com todo o oxigênio.
A igreja não salva; quem salva é Jesus. Ainda assim, é melhor ficar dentro que fora dela. Noé entrou. Geraldo saiu.

- Extraído de João Soares da Fonseca, Conta Outra.



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.




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Cortesia
www. yahoo.com




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