quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Quinta-feira 17/01/2019

Quinta-feira, 17 de janeiro de 2019



"Sejas forte, não como o vento que a tudo destrói, mas como a rocha que a tudo suporta." (Carlos Fox)






EVANGELHO DE HOJE
Mc 1,40-45


- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
Glória a vós Senhor!



Um leproso aproximou-se dele e suplicou-lhe de joelhos: "Se quiseres, podes purificar-me! "
Cheio de compaixão, Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: "Quero. Seja purificado! "
Imediatamente a lepra o deixou, e ele foi purificado.
Em seguida Jesus o despediu, com uma severa advertência:
"Olhe, não conte isso a ninguém. Mas vá mostrar-se ao sacerdote e ofereça pela sua purificação os sacrifícios que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho".
Ele, porém, saiu e começou a tornar público o fato, espalhando a notícia. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente em nenhuma cidade, mas ficava fora, em lugares solitários. Todavia, assim mesmo vinha a ele gente de todas as partes.




Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade




Bom dia!
A missão pública de Jesus atingia sem distinção todas as camadas da sociedade. Ele não se importava se eram ou não da Judéia, se eram pobres ou cobradores de impostos. Ele se dedicava aquelas ovelhas a qual percebia que pareciam sem pastor.
Será que consigo imaginar a quantidade de pessoas que vinham procurá-lo? Consigo colocar-me na situação trazendo para nosso tempo? Quem já entregou cestas básicas ou presentes no Natal deve ter isso mais visível em suas mentes… As pessoas se acotovelam, brigam, se revoltam e ainda podem se tornar violentas caso não sejam contempladas. Recordo certa vez que uma turma que estava conosco quase foi linchada, pois não havia cestas ou sacolões suficientes para todos que foram lá. Erramos em não planejar, não contávamos com o tamanho da necessidade.
Um parêntese: Quantas vezes ouvimos e vemos na TV denúncias sobre pessoas que não precisam, mas se cadastram em programas como bolsa família pensando assim em levar vantagem sobre outras? Será que se Jesus vivesse em nosso tempo, também não teríamos pessoas a sua procura mesmo não “precisando” do que pede?
Jesus mantinha o foco naqueles que realmente precisavam e precisam Dele por isso se afastava dos seus olhos dos interesseiros. Nos evangelhos fica bem claro que nunca se negou a ajudar quem conseguiu tocá-lo ou pelo menos o procurou, mas parece que o Senhor adotou um “padrão”: as suas grandes manifestações públicas foram vistas e presenciadas por aqueles que deixaram sua situação de conforto e O procuraram no deserto. Deva ser por isso que ao caminhar em direção da eucaristia na comunhão não façamos FILA e sim PROCISSÃO, pois a fila denota a idéia de estar ali contra sua vontade, de mau gosto, obrigado; a procissão caracteriza vontade própria, aquele (a) que não se importará pela demora na espera, pois no fim valerá a pena (…).
“(…) Por isso a atrairei, conduzi-la-ei ao deserto e falar-lhe-ei ao coração” (Oséias 2,16)
Sendo assim, afirmo que Jesus não condicionou ou condiciona suas bênçãos à classes sociais, horas rezadas ou palavras difíceis na oração, mas a fé e a riqueza dos nossos corações. É claro que quem tem uma oração mais frequente, possivelmente deve passar mais tempo em harmonia e em sintonia com Ele, bem como sabendo onde se esconde, mas isso não os torna melhores ou mais agraciados que qualquer um que o procura.
Sendo assim parcialmente equivocado acreditar ou entender que a caridade pela caridade salva alguém. Parafraseando novamente a musica de Moacir Franco: que adianta a oração ou a caridade “se por dentro eu não mudo”.
A lepra que abandona o homem narrado nesse evangelho começa a cair quando ele se põe de joelhos aos pés do Senhor. Quando não mais temia ser mal falado pela população ou tão pouco se deixava abater pela idéia que estava “condenado”. Esse homem demonstrou que não precisamos temer e tão pouco nos envergonhar do que acredito quando estou buscando algo melhor.
Quantos têm medo de dizer no trabalho que vão à missa aos domingos por vergonha do que os amigos pensarão? Falar de dízimo, nem pensar? Achei maravilhosa uma entrevista de jogadores da seleção brasileira de futebol que diziam ser deixados à parte, pois afirmavam ser de Cristo e em busca de algo melhor num mundo onde reinam ilusões, promessas e dinheiro.
É de se admirar, mulçumanos deixam tudo que estão fazendo, viram-se para sua cidade sagrada e rezam. Não se importam com que vamos pensar. Contudo nossos jovens “correm” de uma identificação religiosa, mas o que fazer se nós, que um dia carregamos nossas próprias lepras, não conseguimos convencer as pessoas de algo que vivo e defendo, pois tenho receio ou medo do que pensarão de mim?
“(…) Tomai precaução, meus irmãos, para que ninguém de vós venha a perder interiormente a fé, a ponto de abandonar o Deus vivo. Antes, animai-vos mutuamente cada dia durante todo o tempo compreendido na palavra hoje, para não acontecer que alguém se torne empedernido com a sedução do pecado. Porque somos incorporados a Cristo, mas sob a condição de conservarmos firme até o fim nossa fé dos primeiros dias,” (Hebreus 3, 12-14)
Se meu testemunho for alem das palavras “(…). E gente de toda parte vinha ( E VIRÁ) procurá-lo…”, pois já existe uma promessa sobre isso.
“(…) E quando eu for levantado da terra, atrairei todos os homens a mim”. (João 12, 32)
Jesus opera e se afasta. Procure-o no silencio do seu coração!
“(…) O Senhor disse-lhe: Sai e conserva-te em cima do monte na presença do Senhor: ele vai passar. Nesse momento passou diante do Senhor um vento impetuoso e violento, que fendia as montanhas e quebrava os rochedos; mas o Senhor não estava naquele vento. Depois do vento, a terra tremeu; mas o Senhor não estava no tremor de terra. Passado o tremor de terra, acendeu-se um fogo; mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo ouviu-se o murmúrio de uma brisa ligeira (brisa suave)”. (I Reis 19, 11-12)
Um Imenso abraço fraterno! 





MUNDO ANIMAL




Como adaptar um novo cachorro à família?


Ao trazer um novo cachorro para casa, o desejo de todo tutor é que ele se adapte bem ao ambiente, sua rotina e aos outros membros da família – sejam humanos ou pets. Mas, você sabe o que pode fazer para garantir que essa adaptação ocorra da melhor forma possível? Algumas atitudes simples podem te ajudar e facilitar muito todo esse processo.

Confira, a seguir, dicas que te ajudarão na hora da adaptar um novo cachorro à sua casa e família.

Adaptação da casa para o cachorro
Antes da chegada do cachorro, você já deve preparar sua casa para recebê-lo da melhor forma possível. Monte um enxoval para o bichinho com tudo o que ele vai precisar, como comedouro e bebedouro, caminha, brinquedos, tapete higiênico, etc. Também já tenha definido o local que será o banheirinho do cachorro e onde você posicionará sua caminha e sua comida. Lembre-se: cachorros não gostam de comer e dormir próximo ao local onde fazem suas necessidades. Portanto, tenha isso em mente ao escolher onde ficará o banheiro do cachorro.

Caso você já tenha outros animais na casa, evite forçar os animais a dividirem a mesma cama, bebedouro, comedouro, brinquedo e banheiro. Se cada um dos bichinhos tiver seus objetos, a chance de acontecerem estranhamentos e brigas é bem menor.

Além disso, observe sua casa e retire do alcance do animal tudo o que pode representar um risco à sua saúde, como produtos de higiene e limpeza, objetos cortantes ou afiados e plantas que podem ser tóxicas para os animais. Também retire do alcance do cãozinho tudo o que você não quer que ele estrague de forma nenhuma.

Você deverá, ainda, pensar em formas de limitar o acesso do animal desacompanhado e sem supervisão a ambientes que possam representar riscos a sua vida e saúde, como piscinas, escadas e até mesmo a rua.

Para ajudar ainda mais o animalzinho, nos primeiros dias da adaptação, tente deixar no local onde ele irá dormir um pano com o cheiro de sua mãe e irmãozinhos, se ele for filhote, ou algo que tenha seu cheiro, como uma roupa. Isso pode ajudar a acalmar o cachorro durante a noite.

Adaptação com outros pets
Se você já tem um cachorro ou outro animal em casa e deseja aumentar a família pet, antes de tudo é muito importante observar o temperamento do seu bichinho. Se ele realizou uma boa sociabilização quando filhote ou até mesmo depois de adulto, provavelmente ele não terá grandes problemas em receber e conviver com outro animal em casa, seja de que espécie for. Entretanto, se ele é muito territorialista, dominante, medroso ou agressivo, é preciso ficar atento para evitar problemas.

Como fazer a apresentação
Uma das formas mais tranquilas de se fazer a apresentação de dois animais é em ambiente neutro. Usando coleira e guia, leve seu atual cãozinho para passear e, durante o passeio, peça para alguém de quem seu pet já gosta para trazer o novo bichinho (também na coleira e na guia). Continue o passeio normalmente, com todos os animais juntos, mas deixe o cão mais antigo andar um pouco a frente do novato. Quando todos já tiverem gastando bastante energia e se sentirem tranquilos na presença um do outro, é hora de deixar os cachorros se cheirarem e interagirem. Dê bastante atenção para o seu animal mais antigo, assim ele não se sentirá ameaçado de perder seu espaço na casa.

Caso você esteja trazendo para sua casa um filhote que ainda não pode ir para a rua, a apresentação deverá ser feita dentro de casa. Escolha um momento no qual seus animais mais velhos estejam bem tranquilos para começar a fazer a apresentação. Traga seu novo animal – usando coleira e guia – para dentro de casa e observe por um tempo como todos irão reagir. Se você estiver confiante de que não haverá problemas, solte o novato da guia, mas mantenha a supervisão constante.

Muito provavelmente os animais irão se cheirar bastante, talvez até se estranharem um pouco. Fique atento, mas tente não demonstrar tanta preocupação e medo, pois essa é a forma que os cães encontram para mostrarem um ao outro a hierarquia da matilha. Só interfira nessa interação se os cachorros estiverem realmente se tornando muito agressivos e começarem a se machucar. Caso isso aconteça, coloque os animais na guia e espere-os até que todos se acalmarem. Separar os cachorros com uma cerca ou portão pode ajudar, mas é importante que eles possam se ver e se cheirar para irem se acostumando um com o outro. Evite deixar os bichinhos isolados completamente um do outro por muito tempo, pois isso poderá tornar a adaptação muito mais difícil.

Se o tempo for passando e a convivência entre os animais não melhorar, as brigas começarem a se tornar constantes e perigosas, você pode buscar ajuda de um profissional em comportamento animal. Aqui na Cão Cidadão, você pode agendar uma visita gratuita para saber mais sobre o adestramento em domicílio.

Adaptação com crianças
Se você tem crianças em casa, é preciso tomar alguns cuidados ao trazer um animal de estimação para o seu lar.

Antes de comprar um cachorro, pesquise sobre as raças mais dóceis e que geralmente têm melhor convivência com crianças. Caso você deseje adotar um animal, observe o comportamento dele no abrigo e informe-se com os responsáveis sobre o comportamento do cãozinho pelo o qual você está interessado. Pergunte se ele é calmo, se apresenta bom relacionamento com crianças, etc. Dessa forma a adaptação do animal à criança se tornará mais tranquila.

Quando levar o cachorrinho para a sua casa, ensine à criança como brincar com o cãozinho sem machucá-lo ou irritá-lo. Explique que não se deve bater no cachorro ou puxar seus pelos. Diga, ainda, que o animal não deve ser incomodado enquanto come, dorme ou está com seus filhotes. O ideal é que a criança não fique perseguindo o cachorro pela casa, mas que espere ele vir até ela para brincar.

No início da convivência, é importante que um adulto sempre supervisione a interação da criança e do cachorro, para evitar acidentes. Respeitando o espaço e comportamento um do outro, com o tempo, os dois se tornarão grandes amigos.






MOMENTO DE REFLEXÃO



Dois homens percorriam o deserto.
Eles puxavam um camelo que levava nas costas vários tipos de mercadorias.
Em determinado ponto, depois de enfrentarem as areias escaldantes por muitas horas, finalmente encontraram um oásis.
O mais velho diz:
- Filho, vamos descansar aqui. Podemos dormir durante essa noite. Vou me deitar agora. Amarre o camelo bem firme e, depois, pode dormir também.
- Sim, mestre - respondeu o outro.
O jovem olhou para o camelo e, depois, para o céu estrelado.
De forma muito contrita fez uma prece:
"Senhor meu Deus, estou muito cansado agora para amarrar o camelo. Por favor, tome conta dele. Obrigado, meu Deus. Confio em vossas mãos o nosso camelo."

Em seguida, foi deitar-se sob uma palmeira e adormeceu tranqüilo.
A manhã surgiu com pássaros a cantar e raios quentes de sol.
De repente, alguns gritos cortaram a paz daquele dia que nascia.
- O camelo fugiu! O camelo fugiu! - berrava o mestre.
- Você não o amarrou?
O rapaz acordou assustado e olhando para o velho disse:
- Mestre, durante vários anos aprendi com o senhor a confiar em Deus. Ontem à noite, eu pedi a Ele que tomasse conta do camelo. Mas ele não tomou...
O velho e sábio mestre, então, disse:
- As mãos de Deus na Terra são as suas. Confie em Deus, mas sempre amarre seu camelo...








UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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