sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Domingo 03/02/2019

Domingo, 03 de fevereiro de 2019


“Gosto de pessoas que conseguem me enxergar além do que eu pareço ser.”




EVANGELHO DE HOJE
Lc 4,21-30


- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
Glória a vós Senhor!


E ele começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir".
22 Todos falavam bem dele e estavam admirados com as palavras de graça que saíam de seus lábios. Mas perguntavam: "Não é este o filho de José?"
23 Jesus lhes disse: "É claro que vocês me citarão este provérbio: 'Médico, cura-te a ti mesmo! Faze aqui em tua terra o que ouvimos que fizeste em Cafarnaum' ".
24 Continuou ele: "Digo a verdade: Nenhum profeta é aceito em sua terra.
25 Asseguro a vocês que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando o céu foi fechado por três anos e meio e houve uma grande fome em toda a terra.
26 Contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas, senão a uma viúva de Sarepta, na região de Sidom.
27 Também havia muitos leprosos em Israel no tempo de Eliseu, o profeta; todavia, nenhum deles foi purificado - somente Naamã, o sírio".
28 Todos os que estavam na sinagoga ficaram furiosos quando ouviram isso.
29 Levantaram-se, expulsaram-no da cidade e o levaram até o topo da colina sobre a qual fora construída a cidade, a fim de atirá-lo precipício abaixo.
30 Mas Jesus passou por entre eles e retirou-se. 


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Carlos Henrique Nascimento



No Evangelho do domingo passado, víamos que Jesus, andando de cidade em cidade, ficava famoso; as pessoas já o conheciam e o admiravam. Num dia de sábado, ele retorna a Nazaré, cidade onde cresceu, entra na sinagoga e lê em voz alta um trecho do profeta Isaías. Todos os que estavam ali o observavam, curiosos para saber o que Ele tinha pra dizer. Para estes, Jesus leu Is 61,1-2 e explicou que naquele momento em que estava lendo, todos que o escutavam, experimentavam o cumprimento daquela Palavra de Deus, a qual tornava-se verdadeira “hoje”. Este “hoje” nunca acaba. Ainda continua, agora! Graças a Jesus, os cegos recobram a vista, os prisioneiros são libertados, aos pobres é anunciada a Boa Nova. O que Jesus disse é um programa de vida não só para Ele, mas para todos que O seguem.
No Evangelho de hoje, que é continuação daquele que Lucas começou a contar domingo passado, vemos como terminou a visita de Jesus a sua cidade. Esta informação é significativa, pois nos mostra um Jesus ligado a um determinado lugar, a pessoas. Também nós temos este sentimento em relação ao lugar onde nascemos, onde passamos nossa infância e ao qual de tempos em tempos gostamos de retornar para rever amigos e familiares.
A reação dos habitantes de Nazaré tem dois aspectos com relação a Jesus: por um lado, estes ficaram “admirados com as palavras cheias de encanto que saíam de sua boca” (4,22). Por outro lado, com a pergunta: “Não é este o filho de José?”, todos ficaram surpresos com tudo o que Jesus diz e faz, porque, no fundo, em Nazaré, todos já o conheciam há muito tempo. Sabem que Ele é o filho de Maria e de José, O viram quando menino brincar pelas ruas da cidadezinha com outras crianças. Todos se lembravam quando Ele estava lá na carpintaria, trabalhando com seu pai. Todos sabiam como Jesus tinha crescido modestamente e sem estudar, e agora fala com encanto e autoridade.
Mas, tem outra coisa: os habitantes de Nazaré souberam que enquanto anuncia a Boa Nova, Jesus também realiza milagres; e, também eles, não vêem a hora de Jesus fazer algum sinal no meio deles. Porém, para a sua surpresa, Jesus deixa claro que não fará nenhum milagre. Frente às indagações, Ele não permanece calado e cita um provérbio popular: “nenhum profeta é bem aceito em sua pátria”. Que no nosso contexto, se expressa melhor assim: “santo de casa não faz milagre”. Jesus ilustra isso, relembrando os profetas Elias e Eliseu, os quais operaram milagres para pessoas que não pertenciam ao seu povo. Na verdade, Jesus é impedido de fazer milagres em Nazaré por causa da incredulidade das pessoas.
“Quando ouviram estas palavras de Jesus”, todos ficaram decepcionados e com muita raiva. Sentiram-se ofendidos, e querem expulsar Jesus da cidade. Jesus é rejeitado. Que momento difícil! Podemos pensar nas pessoas empurrando, insultando Jesus. Ele sente essa corrente de rejeição que se move contra ele, que O conduz ao monte a fim de lançá-lo ao precipício. É uma cena de ficar assustado. Porém, Jesus não se deixa levar por aquela raiva nem por aqueles gritos: permanece tranquilo. Sem dizer nada, se mistura à multidão e retoma seu caminho. Podemos imaginar com quanto desgosto. Tinha chegado a Nazaré em meio a aplausos, e agora deve escapar em silêncio.
Ninguém está livre da rejeição, nem mesmo Jesus Cristo esteve. Ser rejeitado e sentir-se rejeitado certamente não são experiências agradáveis. Quem já passou por uma grande rejeição sabe muito bem o sentimento que ela provoca. Jesus passou por essas experiência, sentiu-se rejeitado e desprezado por sua própria gente. Também em nossas comunidades, isso acontece bastante. Pessoas sentem-se não aceitas, não acolhidas.
Há muitas causas de rejeição: abuso físico, verbal, sexual, emocional; conflitos no lar, adoção, abandono, infidelidade no casamento, deficiências física e mental, divórcio, rejeição dos colegas, etc. E isto traz muitas consequências negativas durante a vida das pessoas, como a rebelião, a ira, a amargura, a culpa, a inferioridade, a mania de criticar, o medo, a desesperança, a dureza, a desconfiança, o desrespeito, a competição, o ciúme, o perfeccionismo, o consumo de drogas e álcool etc. Tudo isso mostra de alguma forma o resultado de uma rejeição sofrida. Enfim, Jesus não tinha de enfrentar aquela rejeição por sua própria causa. Ele não tinha problemas. Nós sim temos problemas! Assim, Ele, voluntariamente, desejou vir e tomar nossos problemas, nossas feridas, nossa dores e até nossas rejeições , e levá-las a Si mesmo. Ele nos ensina que “hoje” (a cada instante) se cumpre sua Palavra, a qual, nos encoraja a continuar o caminho, deixando o que passou para trás e prosseguindo para o alvo que é o próprio Jesus





VÍDEO DA SEMANA



SUA FELICIDADE É VOCÊ QUEM FAZ ● LEANDRO KARNAL





https://www.youtube.com/watch?v=VR03w_WeCAM&list=PLrehWV8ovsmmMF3RoBrTrea998o7f2R8A





MOMENTO DE REFLEXÃO

Você quer ser vencedor?
Concorra consigo mesmo, não com outras pessoas.
Vencer seu parceiro de xadrez não significa necessariamente que tenha sido o seu melhor jogo. Passar na frente de seu rival não significa que tenha sido a sua melhor corrida. Você pode vencer outra pessoa e, mesmo assim, não usar todo o seu potencial.
Tudo na vida é assim. Para ser o melhor, você precisa competir consigo mesmo. Essa é a major competição da vida.
Um perdedor é vencedor — não importa quantas derrotas ele teve — se vencer a si próprio.
Um vencedor é perdedor — não importa quantas vitórias ele teve se perder a batalha travada consigo mesmo. Alexandre, o Grande, conquistou o mundo e deplorou sua falta de autocontrole.

A vitória sobre os outros pode ser o verdadeiro motivo que contribui para que o vencedor perca a luta contra si mesmo. A vitória o deixa orgulhoso, arrogante, auto-suficiente, descuidado
— e, às vezes, cruel.
Em outras palavras, não é o que acontece com você que faz a diferença, mas a maneira como você lida com isso.
Aquele que pára de amadurecer espiritualmente por pensar que conhece mais a Bíblia que os outros ou por ter tido mais sucesso em seu ministério, está muito longe de ser aquilo que Cristo planejou para ele.
Se você tiver de se comparar a alguém, compare-se a Cristo. Permita que Ele modele sua vida em todo o seu potencial, de acordo com seus planos divinos.


- Richard C. Halverson, Histórias Para o Coração.







UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...

E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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