Sábado, 09 de fevereiro de 2019
“Não é fácil encontrar a felicidade em nós mesmos e
é impossível encontrá-la em outro lugar.” (Agnes Repplier).
EVANGELHO DE HOJE
Mc 6,30-34
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos
Glória a vós Senhor!
Naquele tempo, 30os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o
que haviam feito e ensinado. 31Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar
deserto, e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo
que não tinham tempo nem para comer. 32Então foram sozinhos, de barco, para um
lugar deserto e afastado. 33Muitos os viram partir e reconheceram que eram
eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles.
34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram
como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor!
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre
Antonio Queiroz
Eram como ovelhas sem pastor.
Este Evangelho narra apenas um pedacinho da vida de Jesus com os
Apóstolos. Os Apóstolos acabavam de chegar de um trabalho de evangelização, e
Jesus os convidou para irem com ele a um lugar deserto e afastado, a fim de
descansar. Esse “retiro” não é só para descanso, mas é também para uma
confraternização. “Como é bom os irmãos viverem juntos!” (Sl 133,1).
O grupo mostra uma grande disponibilidade, pois foram para se afastar do
povo, e acolheram tão bem o povo que, ao saber para onde eles iam, foi para lá
e chegou antes deles. O grupo não só acolheu, mas evangelizou, que é o que o
povo queria e precisava. Por isso não se desgrudavam de Jesus.
Esse novo grupo que surgiu na terra, fundado por Jesus, hoje se chama
Igreja. O grupo possui um atrativo enorme, que não se perde nem diminui com o
tempo. Continua sendo uma boa nova, uma notícia alegre, que é a tradução de
Evangelho. O grupo tem a missão de construir na terra o Reino de Deus, que é a
melhor de se viver. Tudo obra da graça de Deus, da qual nós cristãos somos
instrumentos.
Quando se anuncia o Reino de Deus, a graça vem junto, para ajudar as
pessoas a entendê-lo e a vivê-lo, tornando-se uma pessoa nova e construindo um
mundo novo. Por isso que as pessoas ainda hoje recebem como novidade e acolhem
com entusiasmo, fazendo até longas caminhadas.
Fora desse Reino, não há outro caminho de salvação, pois ele trás
consigo uma força que liberta e faz feliz. Basta vermos os três sacramentos de
iniciação cristã: o batismo cria uma nova família, onde todos vivem como irmãos
e não estão sujeitos às explorações do mundo pecador; a crisma fortalece,
tornando fácil o que é difícil. A Eucaristia revigora, dá ânimo, coragem,
disposição e traz principalmente amor.
Temos ainda a confissão, pela qual Deus nos perdoa todo e qualquer
pecado, tirando da pessoa o peso das culpas passadas.
É por isso que nós também vamos atrás de Cristo e da Comunidade cristã.
Não só vamos atrás, mas nos engajamos nela, tornando-nos seus agentes e instrumentos,
para que ela se expanda e atinja toda a sociedade.
Nós agradecemos ao Espírito Santo, que Jesus nos mandou logo que subiu
para o Céu, e continua “renovando a face da terra”.
E o Evangelho destaca que a primeira preocupação de Jesus foi com os
Apóstolos, indo descansar com eles. Toda Comunidade cristã quer muito bem aos
seus líderes: coordenadores, catequistas, ministros de Eucaristia, leitores,
pastorais sociais etc. Quer bem e se preocupa com o descanso e o sustento
deles, a fim de que nada lhes falte. É impossível um apostolado fecundo sem
estas pausas restauradoras, junto com o Mestre. São pausas que recuperam as
forças físicas e espirituais; pausas de oração, de meditação tranquila em
contato com a natureza que nos fala de Deus.
“Havia, de fato, tanta gente chagando e saindo que não tinham tempo nem
para comer.” Foi por isso que os familiares de Jesus se assustaram com sua vida
(Cf Mc 3,21). Ele consumia-se pelo povo e também experimentava os limites da
capacidade humana. É esta fé que nos leva a ir além do nosso tempo e
capacidades, pelo Reino de Deus. Entretanto, a nossa marca não é o ativismo e
sim o amor, a Deus e aos irmãos e irmãs. Nós pedimos: “Senhor, convida-nos para
irmos convosco a um lugar à parte! Lá assumiremos nosso destino, abandonando-nos
a vós e à vossa obra!”
Santa Teresa D’Ávila foi uma freira espanhola dinâmica, que construiu
dezenas de conventos de freiras. Um dia, ela estava construindo um novo
convento, chegou um homem para ela e disse: “Iii Irmã, pare com isso! O povo
daqui não tem dinheiro. Ainda mais neste tempo de crise! A senhora não vai
conseguir construir nunca este convento”.
Ela respondeu: “Dez Pesetas, mais a graça de Deus, dá um convento”. E
ela conseguiu daquele homem dez Pesetas, moeda espanhola que corresponde hoje a
dez Reais. Logo o convento ficou pronto. A colaboração humana, mais a graça de
Deus, operam maravilhas e transformam o mundo.
Eram como ovelhas sem pastor.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Dez dicas para poupar tempo ao fazer buscas na web
Esqueça a biblioteca de Alexandria. A Internet
é, sem dúvida, a maior fonte de informações da história. Entretanto, encontrar
informação útil nesta caótica e quase infinita estrutura pode ser bastante
complicado. Confira dez dicas para não perder tempo e otimizar suas buscas na
rede.
» Site permite buscar imagens em múltiplos
idiomas
» Mecanismo permite procurar pessoasl na web
» Wikipedia prepara serviço de buscas coletivo
» Buscas inúteis na Internet custam dois dias
de trabalho
1- Tenha claro o que procura
Estar focado no que se busca é básico para que
não se perca tempo. Mas se existe algo que inclina à divagação e à dispersão é
a busca na Internet. Quando estamos procurando, às vezes encontramos coisas que
não eram exatamente nosso objetivo, mas que se tornam interessantes. Então,
vamos olhar, e acabamos perdendo o caminho. Portanto, ao iniciar uma busca,
tenha um objetivo bem definido em mente. Por exemplo, saber "qual o nome
dos sete anões da Branca de Neve em espanhol" - e evite perder tempo
averiguando quem dubla cada um dos personagens, o ano do filme da Disney,
quantas vezes foi exibido, e assim por diante.
2- Escolha a ferramenta adequada
"Ora, o Google", dirão alguns. Mas
ainda que este seja o buscador mais popular, a informação flui por diferentes
caminhos. Não se restrinja ao site campeão: outros meios podem ser fóruns,
blogs, sites especializados ou até mesmo seus contatos no messenger. Às vezes,
o que se procura está a um contato de distância. Preste atenção também a outros
mecanismos de buscas - sim, eles existem.
3- Aprenda a usar a ferramenta
Ao escolher um buscador, antes de mais nada
vale a pensa investir um pouco de tempo para saber exatamente como ele
funciona. Se é melhor realizar a busca usando os termos entre aspas, se usa os
operadores lógicos "and", "or" e outros, ou se realiza
buscas contextuais em páginas concretas. Todo o tempo gasto em conhecer a
ferramenta é tempo que será economizado ao conseguir utilizá-la com
objetividade.
4- Seja claro e objetivo
Ainda que os mecanismos de buscas vão sendo
otimizados para entender a maneira de pensar humana, os humanos também podem
conhecer a maneira de raciocinar de uma ferramenta de busca. Por exemplo, para
fazer uma busca de várias palavras, é conveniente pensar não apenas em como se
procura mas também em como o programa que gerencia as buscas vai entender o
pedido que se faz. Por exemplo, em vez de procurar por "amor e
poesia", frase que tem um "e" que muitas vezes é ignorado pelos
buscadores, é melhor buscar "poesia amor" - mais facilmente o
programa entenderá que são duas palavras-chave a considerar em seus parâmetros
de busca.
5 - Aprenda a diferenciar à primeira vista
Ao fazer uma busca, é bom conseguir determinar
de cara se os resultados têm algo a ver o que se quer encontrar. Basta olhar as
primeiras palavras de cada resultado para saber se foi encontrada informação
útil ou simplesmente sites que pouco têm a ver com o que se precisa encontrar.
Perca alguns segundos analisando as primeiras linhas dos resultados. Você
saberá se está na pista certa.
6- Use inglês, dicionários e tradutores
Outras línguas, como espanhol ou português,
podem até estar ganhando mais espaço na Internet, mas a realidade é que a
imensa maioria das páginas está - ou oferece versão - em inglês. Portanto, se
você não encontra em português o que procura, experimente traduzir as
palavras-chave para o inglês e fazer nova busca. Se precisar, utilize
dicionários ou mesmo os tradutores online para investigar páginas que pareçam
interessantes.
7- Aprenda a buscar indiretamente
A busca indireta dá resultados ótimos quando
parece ser impossível encontrar aquilo que se busca. Trata-se de não atacar
diretamente o tema que procuramos, mas buscar algo relacionado com ele. Por
exemplo, procurar a letra de uma canção de Elvis Presley da qual não se lembra
o nome. Se não se encontra nada a partir de "Elvis Presley", pode-se
experimentar usar um pedaço da letra do qual se recorde (como "kiss me my
darling"). Entre os primeros resultados, certamente estará a letra de
"It's now or never". Isso é aplicável a uma grande variedade de
temas, e é especialmente útil quando o tema principal da busca é muito amplo ou
quando, por exemplo, buscamos o nome de uma pessoa, já que pode haver muito
mais gente com tal nome do que se imagina.
8- Imagens
A busca de imagens é especialmente complicada,
e para conseguir os melhores resultados, além de usar dicas anteriores (busca
indireta, tradução para outras línguas), não use apenas a busca de imagens do
Google, por exemplo. Procure também por sites que possam conter as imagens que
você quer, e aproveite outros buscadores - inclusive específicos para imagens.
9- A Wikipédia é amiga
Se a procura é por um termo popular, é quase
certo que já exista na wikipédia. A enciclopédia global online colaborativa tem
informação de qualidade. Não se perde muito tempo em consultá-la, mas pode-se
economizar tempo ao encontrar lá o que se procura e, muitas vezes, outras
referências sobre o assunto permitem que se tenha mais fontes de informação.
10- Experiência é a principal aliada
Na busca via Internet a experiência não é um
grau, são 360. À medida que fizer buscas, você aprenderá a discriminar melhor,
vai adicionar aos seus sites favoritos outros buscadores especializados, que
funcionem melhor para determinados assuntos, e aprenderá também a pensar mais
como uma ferramenta de busca, porque as entenderá melhor. Ou seja: busque e
aprenda com as buscas que faz. Em pouco tempo você se tornará uma ferramenta
indispensável para outras pessoas que não vão precisar de um buscador: elas
terão você.
Terra Espanha
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1987108-EI4804,00.html
MOMENTO DE REFLEXÃO
John Blanchard levantou-se do banco, ajeitou o uniforme do Exército e
observou a multidão que tentava abrir caminho na Estação Ferroviária Central de
Nova York. Procurou avistar a moça cujo coração ele conhecia, mas não o rosto —
a moça com a rosa.
Seu interesse por ela começara 13 anos antes, em uma biblioteca da
Flórida. Ao retirar um livro da estante, ele ficou intrigado, não com as
palavras impressas, mas com as anotações escritas à mão na margem. A letra
delicada indicava ser a de uma pessoa ponderada e sensível. Na primeira página
do livro, ele descobriu o nome da proprietária anterior: Srta. Hollis Maynell.
Depois de algum tempo e de várias tentativas, conseguiu localizar o
endereço dela. Morava em Nova York. Escreveu-lhe uma carta apresentando-se e
propondo uma troca de correspondência. No dia seguinte, ele foi convocado para
servir em uma base do outro lado do oceano.
Era a Segunda Guerra Mundial. Durante os 13 meses seguintes, os dois
passaram a se conhecer por correspondência. Cada carta era uma semente caindo
em um coração fértil. Florescia um romance.
Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou-se a enviá-la.
Achava que, se ele realmente gostasse dela, não haveria necessidade de
fotografia.
Quando ele retornou da Europa, marcaram o primeiro encontro às 19 horas
na Estação Ferroviária Central de Nova York.
“Você me reconhecerá”, ela escreveu, “pela rosa que estarei usando na
lapela.”
Assim, às 19 horas, Blanchard estava na estação à espera da moça cujo
coração ele amava, mas cujo rosto nunca vira.
Deixemos que o próprio Blanchard conte o que aconteceu.
Em minha direção vinha uma jovem alta e esbelta. Seus cabelos loiros
encaracolados caíam pelos ombros, deixando à mostra delicadas orelhas; os olhos
eram azuis da cor do céu. Os lábios e o queixo tinham uma firmeza suave;
trajando um costume verde-claro, parecia a própria chegada da primavera.
Comecei a caminhar em sua direção sem notar que não havia rosa em sua lapela.
Quando me aproximei, um sorriso leve e provocante brotou-lhe nos lábios.
— Gostaria de me acompanhar, marujo? — ela murmurou.
De maneira quase incontrolável, dei um passo em sua direção, e foi então
que avistei Hollis Maynell.
Ela estava em pé atrás da jovem. Aparentava bem mais de 40 anos, e seus
cabelos, presos sob um chapéu surrado, deixavam entrever alguns fios brancos.
Seu corpo era roliço, tinha tornozelos grossos e usava sapatos de salto baixo.
A moça de costume verde-claro distanciava-se rapidamente. Senti-me
dividido, desejando ardentemente segui-la, mas, ao mesmo tempo, profundamente
interessado em conhecer a mulher cujo entusiasmo me acompanhara e me
sustentara.
E lá estava ela. Seu rosto redondo e pálido estampava delicadeza e
sensibilidade; os olhos cinzentos irradiavam meiguice e bondade. Não hesitei.
Peguei o pequeno livro azul, de capa de couro, para me identificar. Não seria
um caso de amor, mas poderia ser algo precioso, algo talvez melhor que amor,
uma amizade pela qual eu era e seria eternamente grato.
Endireitei os ombros, cumprimentei e entreguei o livro à mulher, apesar
de sentir-me sufocado pela amargura de meu desapontamento enquanto lhe dirigia
a palavra.
— Sou o tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell.
Estou satisfeito por você ter vindo encontrar-me. Aceita um convite para
jantar?
No rosto da mulher surgiu um sorriso largo e bondoso.
— Não sei do que se trata, filho — ela respondeu —, mas a jovem de
costume verde, que acabou de passar por aqui, pediu-me que usasse esta rosa na
lapela. Instruiu-me também que, se você me convidasse para jantar, eu deveria
dizer que ela está à sua espera no restaurante do outro lado da rua. Ela me
contou que se tratava de uma espécie de teste!
Não é difícil compreender e admirar a sabedoria da Srta.
Maynell...
“Dize-me quem amas”, escreveu Houssaye, “e dir-te-ei quem és”.
- Max
Lucado, Histórias Para o Coração.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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