Domingo, 31 de janeiro de 2021
“Vive em
vão o homem que não leva a cabo a tarefa que lhe foi assinalada na vida.”
EVANGELHO DE
HOJE
Mc 1,21-28
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos
— Glória a
vós, Senhor!
21bEstando
com seus discípulos em Cafarnaum, Jesus, num dia de sábado, entrou na sinagoga
e começou a ensinar. 22Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois
ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei.
23Estava
então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou: 24“Que
queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu
és o Santo de Deus”. 25Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!”
26Então o
espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu. 27E
todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “Que é isso? Um
ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles
obedecem!” 28E a fama de Jesus logo se espalhou por toda parte, em toda a região
da Galileia.
www.paulinas.org.br/diafeliz
Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR
Ensinava como quem tem autoridade.
Este Evangelho narra a cura de um possesso. O fato aconteceu durante uma
reunião do povo na sinagoga. Estamos no comecinho da vida pública de Jesus e,
como pouca gente o conhecia, ele aproveitava as reuniões nas sinagogas para
anunciar a realizar a Boa Nova.
O povo ficava admirado com a forma com que Jesus falava; era com
autoridade, não como os chefes religiosos, que eram inseguros e falavam sem
muita convicção, repetindo opiniões de vários autores, de forma enfadonha.
Jesus, ao contrário, transmitia segurança no que falava.
Jesus curava os doentes que pediam; curava também os que não pediam; e
curava até os que o atacavam, como este caso. O homem era “possuído por um
espírito mau”, isto é, ele se deixava levar pelas forças do mal e praticava
ações más.
Diariamente nós nos encontramos com as forças que se opõem à verdade e
escravizam as pessoas. Essas forças estão reunidas em um só comando: o demônio.
Aparentemente cada um faz o mal por sua própria conta. Mas, na realidade, todos
os que praticam o mal estão a disposição de um só comando, que é o demônio. Ele
age ou diretamente ou através daqueles que ele já conquistou e que criaram as
organizações e estruturas do mal. Muitas vezes, ele age também dentro de nós, usando
as raízes do pecado original que ficaram em nós.
Na maioria das vezes o demônio procura dissimular a sua presença e ação
e, enquanto ninguém ameaça as suas posições, ele vai tomando conta da
sociedade, levando-a à corrupção, à injustiça, à violência, ao pecado. Quanta
gente é possuída pelo espírito mau e não percebe!
Esse nosso inimigo não dorme, e vê com antecedência quem são os que
podem debilitar o seu império e, mal começam a agir, o demônio levanta-se
contra eles aquelas pessoas que ele já conquistou: os medíocres, aqueles que
foram mal sucedidos em alguma coisa. Por isso que, mal Jesus começava a falar,
algum “possesso” já se levantava contra ele, mesmo dentro da casa de oração.
Este foi apenas o primeiro enfrentamento de Jesus com o espírito mau.
Haverá muitos outros, até o dia em que toda a sociedade judia se levantará e
matará o Filho de Deus.
Ao ouvir Jesus, e perceber que ele podia afastar o mal dos ouvintes, o
homem atacou a Jesus, tentando fazer com que ele parasse de falar. Mas deu o
contrário, o possesso é que foi curado. Não é o homem mau que Jesus ataca, mas
sim o espírito mau que está nele. O pobre homem, Jesus continua amando.
O possesso se contradisse. Pela forma de atacar, ele acabou confessando
que Jesus é realmente o Messias: “Que queres de nós, Jesus de Nazaré? Vieste
para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus”. Também hoje, Deus
nos defende quando somos atacados e até vira ao contrário o ataque,
transformando em testemunho a favor do Reino de Deus.
Jesus é “o Santo”; ele está acima de todas as forças do mal, as visíveis
e as invisíveis. Nós cristãos precisamos desmascarar as maldades escondidas e
disfarçadas da sociedade pecadora. Seremos atacados, mas compensa; afinal, Deus
estará conosco e a vitória é certa.
Mas para isso precisamos ter fé convicta e não ficar inseguros diante
das estruturas de pecado e dos homens e mulheres pecadores. Nós apenas
emprestamos a nossa voz ao Espírito Santo.
“Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito
e saiu.” O mal não sai das pessoas de graça. Ele dá o troco, fazendo a sua
última maldade para a pobre pessoa que, até há pouco, era possuída por ele.
Certa vez, foi anunciado que o diabo deixaria o seu trabalho e por isso
queria vender suas ferramentas. A data e o local da venda foram anunciados.
Quando chegou o dia, muita gente foi lá para ver que ferramentas o diabo
usa. Logo que chegavam, viam as ferramentas expostas de uma maneira atraente,
para despertar o interesse dos compradores. Estavam ali a malícia, o ódio, a
luxúria, a inveja, o ciúme, a mentira, a fraude, a lisonja... Ali estavam todos
os instrumentos do mal que o diabo usa. Cada ferramenta tinha o seu preço
afixado.
Andando pela exposição, alguém encontrou, em um cantinho escuro, uma
ferramenta. Ela tinha aparência inofensiva e apresentava sinais de ser bastante
usada. O preço era altíssimo. O mais alto da exposição. E o nome da ferramenta:
desânimo.
A pessoa procurou o diabo e perguntou por que aquela ferramenta era tão
cara. Ele respondeu: “Porque ela me é muito útil. Os homens e as mulheres a
aceitam facilmente, pensando que ela é inofensiva. Eles nem percebem que ela
pertence a mim. E, depois que a acolhem, eu posso entrar dentro deles e agir à
vontade, colocando as outras ferramentas que eu tenho para levar as pessoas
para o inferno.
Cruz credo, não? Vamos tomar cuidado com o desânimo e nunca permitir que
ele se instale em nós.
Deus está conosco, um amigo poderoso, zelando vinte e quatro horas pelo
nosso bem e salvação. Vamos ouvi-lo e viver “fortes na fé, alegres na esperança
e solícitos na caridade”.
Que Maria Santíssima nos ajude, primeiro a não nos deixar levar pelos
espíritos maus; depois, a termos uma fé convicta, a fim de sermos um
instrumento de Deus na libertação dos que são possuídos pelas forças do mal.
Ensinava como quem tem autoridade.
VÍDEO DA SEMANA
Amor não é prisão - Pe. Fábio de Melo
https://www.youtube.com/watch?v=R3hSpc1895c&feature=emb_logo
MOMENTO DE REFLEXÃO
Quando ele nasceu lhe deram o
nome de Eugene. Seu sonho era voar, embora seu pai desejasse que ele se
formasse em engenharia.
Ele atravessou a infância e a
adolescência sonhando com o espaço.
Formou-se em engenharia
elétrica e se transformou em um piloto dedicado da marinha americana.
Quando, em abril de 1961, a
corrida espacial se intensificou com
Yuri Gagarin, o primeiro homem
a ir ao espaço, Eugene se apaixonou definitivamente pelas estrelas.
Finalmente candidatou-se a
astronauta, participando do treinamento intensivo e depois de longa espera foi
escalado para uma missão.
Quando deu seu primeiro passeio
no espaço saindo da Gemini 9 sua primeira expressão foi:
"Deus do céu. Que
paisagem! É mesmo lindo aqui!"
O que ele viu, descreveu em
entusiasmadas palavras, falando da água azul de ambos os lados da península da
baixa Califórnia, no México, e do metal polido de que parecia ser feito o
deserto do sudoeste.
Observando tantas maravilhas,
ele foi se extasiando e chegou a dizer que era como estar sentado na varanda de
Deus.
Em 1969 ele participou da
missão da Apollo 10, que abriu caminho para o pouso da Apollo 11 na lua.
A 185 km de altitude, ele pode
ver a terra e sua alma assim definiu o espetáculo: "ao olhar a terra dali,
vi apenas um astro azul e branco a distância. Ao meu redor, as estrelas e a
escuridão eterna envolviam tudo. Ninguém em juízo perfeito pode ter essa visão
e negar a existência de um ser supremo. Algum poder superior colocou nosso
planeta, nosso sol e nossa luz no vazio negro por onde vagam. Tudo é tão
perfeito e bonito que sua existência não pode ser um acaso."
Eugene Cernan foi o último
homem a pisar na lua, em dezembro de 1972, a bordo da Apollo 17, realizando
definitivamente o seu sonho.
Hoje, os netos apontam a lua e
lhe dizem: "vovô, olha lá a sua Lua."
Ele lhes fala então que a lua
fica muito, muito distante.
Que ele esteve lá, sentindo-se
mais perto de Deus.
Que na poeira lunar escreveu as
iniciais do nome de sua filha, sabendo que elas ficariam ali, intocadas por
mais tempo do que qualquer um poderia imaginar.
Fala-lhes da grandeza de Deus e
da pequenez do Planeta azul.
Dia desses, sua netinha de
apenas cinco anos, ouvindo a história fantástica do pouso na lua e dos passeios
durante três dias em nosso satélite, o olhou profundamente e lhe disse:
"vovô, eu não sabia que você tinha ido até o paraíso." E ele completou:
"nem eu mesmo sabia. Mas estive lá."
Todos os grandes homens
conseguem reconhecer a sua pequenez e a grandiosidade de Deus.
Cientistas que descobrem o
mundo microscópico ou os que atentam para o universo, descobrindo novos mundos,
outros astros, quanto mais se dedicam à pesquisa, mais têm a capacidade de
afirmar que Deus existe.
Em verdade, nenhum homem que
olhe o céu repleto de estrelas, que se banhe com os raios da lua em plena
noite, pode prosseguir no mundo a dizer que não crê em Deus.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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