Sábado, 23 de janeiro de 2021
“Entender
que há outras opiniões é o começo para uma vida de conhecimentos.”
EVANGELHO DE
HOJE
Mc 3,20-21
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos
— Glória a
vós, Senhor!
Quando
Jesus foi para casa, uma grande multidão se ajuntou de novo, e era tanta gente,
que ele e os discípulos não tinham tempo nem para comer. Os parentes de Jesus
souberam disso e foram buscá-lo porque algumas pessoas estavam dizendo que ele
estava louco.
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Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz
Os parentes de Jesus diziam que ele estava fora de si.
Este Evangelho narra a incompreensão
dos próprios parentes de Jesus a respeito dele. “Nem os seus irmãos (primos e
parentes) acreditavam nele” (Jo 7,5). A expressão “fora de si” significa o que
dizemos hoje: “perdeu a cabeça”.
Jesus não perdeu a cabeça, mas que suas idéias eram muito diferentes da
mentalidade do seu povo eram. Basta ver o discurso das bem-aventuranças, em que
ele chama de felizes os pobres e os perseguidos por causa do Reino de Deus; o
pedido para darmos a outra face para quem nos esbofeteia; o pedido de
perdoarmos os nossos inimigos; o sentido que dá para a autoridade: é serviço e
não poder; o pedido para darmos também a túnica a quem nos roupa ou toma a
capa... Tudo isso, frente à mentalidade do mundo, não só daquele tempo, mas
também de hoje, é loucura.
A incompreensão de que Jesus foi vítima, até por parte de seus
discípulos, ilumina-nos sobre a situação dos cristãos e da Igreja hoje. Muitos
não a chamam de “louca”, mas quase.
Logo no versículo seguinte, Marcos fala: “Os escribas vindos de
Jerusalém, diziam que Jesus estava endemoninhado”.
Na História da Igreja, todos os cristãos e cristãs que levaram a sério o
Evangelho foram taxados de loucos. Por exemplo, S. Francisco, que foi chamado
de louco por seu próprio pai, rico comerciante.
Como os parentes de Jesus, também nós queremos reduzir aos limites do
“razoável” a chama abrasadora do Evangelho e o escândalo da cruz. Se os santos
tivessem pensado em termos “razoáveis”, não teriam sido canonizados. Se nós não
arriscarmos as nossas seguranças “razoáveis”, não iremos longe no seguimento de
Jesus. Porque o “razoável”, aquilo que todo mundo faz, não passa de mesquinha
mediocridade.
Para seguirmos bem a Cristo, precisamos nos deixar conduzir pelo amor, o
qual é criativo, é livre, “desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.
O amor jamais acabará” (1Cor 13,7-8). Conhecer ou desconhecer Cristo é questão
de fé ou incredulidade, de amor ou desamor. A fé e o amor são dons de Deus que
ultrapassam o mundo.
“A pregação da cruz é loucura para os que se perdem, mas para os que são
salvos, para nós, ela é força de Deus. Pois está escrito: Destruirei a
sabedoria dos sábios e confundirei a inteligência dos inteligentes” (1Cor
1,18-19).
Certa vez, numa comunidade religiosa masculina, um irmão ficou com dó do
padre superior que estava com uma gripe muito forte. Então resolveu fazer um
chá para o padre, que era bastante nervoso.
Ele terminou de preparar o chá às 21h30min horas. Colocou numa bandeja o
bule com o chá e uma xícara, subiu a escada e bateu na porta do quarto do
superior. Este já veio super nervoso. Abriu a porta e o irmão lhe disse: “Eu vi
que o senhor não estava bem de saúde e preparei um chá. Está aqui”.
Mas o superior naquele momento descarregou todo o seu nervosismo: “Eu já
estava dormindo e você vem me acordar! Bem agora que estou doente. Onde já se
viu!...” Quando ele fez uma pausa, o irmão perguntou: “Então o senhor não vai
querer o chá?”
Batendo o pé, o padre respondeu: “Não quero saber de chá não...”
Calmamente, o irmão lhe disse: “Então, padre, por favor, segure a bandeja para
que eu possa tomar o chá!”
O superior não teve outra saída senão segurar a bandeja, enquanto o
irmão, com um sorriso, tomava o chá na frente dele.
“Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos” (Lc 10,3). O
cristão às vezes toma atitudes que parecem loucura diante do mundo pecador, mas
não são nada mais que vivência do Evangelho.
Maria Santíssima tomou uma atitude bastante corajosa e incomum, ficando
ao pé da cruz junto do Filho. Que ela nos ajude, quando estivermos sendo
atacados e criticados por seguir o Evangelho.
Os parentes de Jesus diziam que ele estava fora de si.
CASA, LAR E FAMÍLIA
Reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais
Cascas podem ser usadas em casa, na comida ou como produto de beleza
Após as refeições, a grande maioria das pessoas joga fora o que sobrou
da comida. Isso acontece também após o consumo de frutas e demais vegetais. Mas
já está se popularizando a ideia de que esses resíduos aparentemente inúteis
podem ser aproveitados de diversas maneiras.
Há preconceitos. Muitos não apreciam o gosto ou a textura das cascas,
sem contar que elas têm uma taxa maior de agrotóxicos. Mas ao mesmo tempo, eles
têm nutrientes e fibras que são passíveis de reaproveitamento.
Independentemente das opiniões, que podem variar, cascas de cítricos, batata,
abacate sem o caroço e até mesmo as cascas dos queijos podem ser
reaproveitadas. Todos esses alimentos podem ser reaproveitados de três modos:
na casa, na comida ou como produto de beleza.
Aqui, mostraremos 15 maneiras de se reaproveitar esses alimentos. Se por
acaso não tiver tempo ou ajuda para
fazer os produtos e aplicá-los ao novo fim, não tem problema, pois a maioria
deles pode ser congelada para uso posterior.
Casa
1. Limpeza de gordura:
Antes de usar os produtos considerados tóxicos, como detergentes, na
cozinha, experimente o limão. Aplique, na área afetada pela gordura, os
seguintes ingredientes: sal e bicarbonato de sódio. Então introduza limão
espremido. Só tome cuidado para não utilizar a mistura em superfícies
sensíveis, como as feitas de mármore. Atente também para, após a limpeza, lavar
bem as mãos para que resíduos do limão não remanesçam em sua pele, pois o
contacto com o sol pode provocar queimaduras;
2. Limpeza interna de chaleira:
Sabe quando a parte interna da chaleira fica muito escura? Para limpar,
encha-a com água e um punhado de cascas de limão e ponha-a para ferver. Assim
que começar a borbulhar, desligue o lume e deixe descansar por uma hora. Na
sequência, é só escorrer e lavar bem;
3. Tecido corante:
Apesar de a fruta não ser tão comum no Brasil, cascas de romã são
óptimos corantes vermelhos de tecido. Basta encher com água quente uma grande
panela de aço inoxidável, adicionar cascas de romã e deixar em descanso durante
a noite. Ferva a água com as cascas no dia seguinte e, em seguida, remova as
cascas e adicione o tecido que quer
tingir de vermelho, mas ele precisa estar molhado. Ferva a roupa por uma hora e
deixe-a esfriando durante mais uma noite. Remova-a da panela no dia seguinte,
enxague em água fria e a partir daí lave-a com roupas de cores semelhantes;
4. Espante os mosquitos:
Use em um daqueles velhos aparelhos repelentes de insectos que são
ligados na tomada e substitua o tablete convencional por um pedaço de casca de
laranja ou por alguma outra fruta cítrica qualquer;
Comida
5. Congele raspas:
Se fez um suco de limão, laranja
ou de alguma outra fruta cítrica e as cascas sobraram, pode ralá-las com um
ralador e acondicioná-las no congelador em um recipiente adequado. Quando tiver vontade, é só retirar as raspas do
congelador e estão prontas para usar.
6. Azeite cítrico:
Triture cascas de frutas cítricas com um pilão (em um vaso de metal ou
de madeira) com um pouco de óleo. Coloque em um frasco com mais óleo e deixe
descansando por seis horas. Depois desse período, acondicione em um recipiente
limpo para uso em sua salada;
7. Fazer batatas fritas: Misture cascas de batata com bastante suco de
limão e azeite. Espalhe as cascas de batata em camadas em uma assadeira e leve
ao forno na temperatura de 400 graus, mexendo de vez em quando até dourar
(cerca de dez minutos). Tempere a gosto;
8. Faça uma sopa: Ferva cascas de batata, de cebola, de cenoura, além de
alho porro e de outros vegetais a gosto
para fazer uma bela sopa. Salsinha e cebolinha também vão bem nesse caldo;
9. “Algo a mais” na sopa ou no caldo verde: Cascas de queijo podem ser
acrescentadas a sopas ou caldos para dar um toque especial no sabor e na
textura;
10. Adicionar queijo às verduras: Cascas de queijo podem ser
acrescentadas às verduras refogadas. O sabor fica excelente;
11. Açúcar mascavo suave: Se é vítima
do açúcar mascavo endurecido, tente adicionar casca de limão para mantê-lo
húmido e maleável.
Beleza
12. Esfoliente de açúcar: Renovar a pele rejuvenesce-a, por isso,
dermatologistas e esteticista recomendam a esfoliação para remover as células
mortas da pele. Basta misturar um pouco de açúcar com algumas gotas de azeite.
13. Esfoliação de banana com açúcar: Coloque açúcar na casca da banana e
esfregue-a suavemente no corpo. Depois, basta enxaguar no banho;
14. Alívio para os olhos: Cascas de batata pode reduzir o inchaço ao
redor dos olhos; pressione o lado húmido das cascas frescas para a pele durante
15 minutos. O uso dessa maneira também pode ajudar a aliviar sintomas da acne;
15. Hidratar: Esfregue a parte com mais poupa da casca de um abacate em
seu rosto e você terá um hidratante muito eficiente.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Há uma pequena e antiga
história a respeito de um porquinho que é muito interessante.
Certo fazendeiro decidiu que
iria adotar um porquinho como seu animal de estimação.
Afinal, por que apenas os cães
e os gatos são considerados como tais?!
Assim levou para casa o suíno,
deu-lhe um banho demorado com bastante xampu, lustrou-lhe as unhas, perfumou-o
com bom extrato estrangeiro e lhe adornou o pescoço com um laço de fita.
Na sala, ele foi colocado sobre
uma fina almofada de cetim.
O porquinho estava
indiscutivelmente simpático e até se comportando como um autêntico animal de
estimação.
Os visitantes ficaram
impressionados com a transformação do suíno--um animal tão pouco afeito à boa
aparência e sobretudo aos preceitos de higiene.
Tudo parecia ir muito bem, até
que alguém, abrindo a porta da frente, saiu e se esqueceu de fechá-la de novo.
O porquinho saltou da almofada
e deixando a sala saiu numa desabalada carreira, indo jogar-se em cheio numa
poça de lama, ao lado da horta da fazenda.
Por quê?
Porque na verdade, apesar do
banho, dos adornos e de todos os recursos usados em favor da boa aparência do
animal, no fundo ele continuava sendo porquinho.
Sua natureza, seus interesses e
preferências não mudaram.
Apenas o lado externo fora transformado,
mas interiormente ele se mantinha o mesmo--um suíno.
Coisa semelhante acontece com o
ser humano.
A pessoa sabe que precisa de
uma mudança em sua vida!
E porque não consegue mudar?
Porque essa tal felicidade
parece cada dia mais distante?
Por quê?
Porque, na realidade, o seu
interior, o coração com todos os desejos e interesses não foi mudado.
Não se operou na pessoa o que
Cristo chamou de novo nascimento.
Não houve nenhuma mudança de
atitude; nenhuma transformação de sentimentos que a fizesse consciente da sua
nova natureza.
Você quer mudar?
Comece mudando o seu interior.
Paulo
Roberto Barbosa
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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