Sexta-feira,
08 de janeiro de 2021
“Censura o
amigo à parte e louva-o perante outrem.“ (Leonardo da Vinci)
EVANGELHO DE
HOJE
Lc 5,
12-16
— O Senhor
esteja convosco.
— Ele está
no meio de nós.
—
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a
vós, Senhor!
12Aconteceu
que Jesus estava numa cidade, e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem
caiu a seus pés, e pediu: "Senhor, se queres, tu tens o poder de me
purificar". 13Jesus estendeu a mão, tocou nele, e disse: "Eu quero, fica
purificado". E imediatamente, a lepra o deixou. 14E Jesus recomendou-lhe:
"Não digas nada a ninguém. Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela
purificação o prescrito por Moisés como prova de tua cura".
15Não
obstante, sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-lo e
serem curadas de suas enfermidades. 16Ele, porém, se retirava para lugares
solitários e se entregava à oração.
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Palavra da
Salvação
Glória a
vós Senhor
MEDITAÇÃO DO
EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz
CSsR
Um de vós me entregará... O galo não cantará antes que me tenhas negado
três vezes.
Hoje, terça-feira da semana santa, o Evangelho narra aquela cena triste
em que Judas Iscariotes se retira do grupo dos Apóstolos para vender Jesus, e
Jesus diz que Pedro também o negará.
“Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão
Iscariotes.” Foi um sinal de distinção de Jesus a Judas, convidando a mudar
seus planos homicidas e reaver uma amizade rompida pela sua ambição e
ressentimento. Tudo foi inútil. Judas rejeitou definitivamente o amor a Jesus.
“Judas saiu imediatamente. Era noite.” O traidor é um exemplo das trevas
sobre as quais brilhou em vão a luz. “A luz veio para o que era seu, mas os
seus não a acolheram” (Jo 1,11). Entretanto, as trevas foram definitivamente
vencidas e dominadas pela luz, o que aconteceu do domingo de Páscoa.
Nós somos fracos e, se não tomarmos cuidado, caímos mesmo, ainda que
tenhamos cargos importantes na Igreja, como tinham o Apóstolo Judas e S. Pedro.
S. Paulo nos adverte: “Irmãos, não quero que ignoreis o seguinte: os
nossos pais estiveram debaixo da nuvem... comeram o maná... No entanto, a maior
parte deles desagradou a Deus e, por isso, caíram mortos no deserto. Esses
acontecimentos se tornaram símbolos para nós, a fim de não desejarmos coisas
más, como eles desejaram... Essas coisas foram escritas como advertência para
nós. Quem julga estar de pé tome cuidado para não cair... Deus é fiel e não
permitirá que sejais provados acima de vossas forças” (1Cor 10,1-13).
E S. João nos diz: “Todo aquele que espera em Cristo purifica-se a si
mesmo, como também ele é puro. Todo aquele que comete o pecado pratica a
iniqüidade, pois o pecado é a iniqüidade. Vós sabeis que Cristo se manifestou
para tirar os pecados, e que nele não há pecado. Todo aquele que permanece nele
não continua pecando, e todo aquele que continua pecando mostra que não o viu
nem o conhece” (1Jo 3,3-6).
S. João chama o pecado de iniqüidade. Iniqüidade é o contrário de
eqüidade, que é a igualdade de direitos e de julgamento. A eqüidade pertence à
lei natural, que está acima da lei positiva, isto é, das leis promulgadas pelos
homens.
Basta olharmos ao nosso redor que vemos o pecado sendo praticado das
mais diversas formas, e vemos também os frutos do pecado.
Muitos se parecem com um carro sem alinhamento, isto é, anda torto,
gastando os pneus de um lado só e correndo o risco de capotar.
“Eu coloco diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe
pois a vida, amando ao Senhor teu Deus e obedecendo à sua voz!” (Dt 30,19-20).
“O meu povo abandonou-me a mim, fonte de água viva, e cavou para si cisternas,
cisternas rachadas que não podem reter a água” (Jr 2,19). Entretanto, nós temos
ao nosso lado as fontes de água viva: os sacramentos, a Comunidade cristã...
O Papa Pio XII dizia que a sociedade moderna perdeu o senso do pecado.
As pessoas desobedecem a Deus e vivem de cara limpa, como se estivesse tudo
certo. As crianças até passam a pensar que pecado não existe mais.
O pecado é como uma árvore, que tem raízes, galhos e folhas. A raiz são
os nossos pensamentos. Se consentidos, eles se transformam em palavras, depois
em ações, e finalmente em hábitos. A pessoa então começa a pecar sem nem
perceber.
O contrário, isto é a virtude, segue o mesmo caminho: começamos pelos
pensamentos pecaminosos, depois vamos para as palavras, ações, hábitos.
Que nós, agora na semana santa, ao meditar sobre a paixão de Jesus,
pensemos um pouco na relação que existe entre os sofrimentos de Cristo e os
nossos pecados.
Certa vez, durante uma campanha eleitoral, um homem estava fazendo um
discurso em favor de um candidato a vereador. Uma senhora de outro partido, que
também era candidata, ouviu o discurso e gostou muito. No fim, ela foi lá
parabenizar o rapaz: “É de gente assim que nós precisamos” – disse ela – “de
cidadãos conscientizados, competentes e sem medo de expor suas idéias”.
Logo que ela acabou de falar, o orador lhe disse: “Muito obrigado pelas
suas palavras. Eu sei que a senhora também é candidata. Se a senhora me pagar
mais que ele, eu posso passar a fazer campanha para a senhora, não para ele”.
A candidata caiu das nuvens. Pensava que estava conversando com um
cidadão, mas na verdade estava conversando era com um otário, mercenário,
covarde e enganador do povo.
O pecado é terrível; ele penetra em toda parte. Se penetrou até no grupo
dos Apóstolos, quanto mais na política. Mas Cristo o venceu, e nós com a graça
de Deus podemos concretizar no dia a dia essa vitória.
Campanha da fraternidade. a nossa obediência às leis civis é necessária
e importante, mas não é de obrigação absoluta. Temos o direito, e às vezes o
dever, de apresentar reclamações contra o que nos parece contra a paz, a
dignidade das pessoas e o bem comum. “Dai a César o que é de César e a Deus o
que é de Deus (Mt 22,21).
Nós temos uma pessoa interessadíssima em nos ajudar a não pecarmos. É
aquela que, unida com o Filho, pisou a cabeça da serpente enganadora. “Rogai
por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém”.
Um de vós me entregará... O galo não cantará antes que me tenhas negado
três vezes.
CULINÁRIA
Pão
feito na panela elétrica de cozinhar arroz
2 e
½ xícaras de farinha de trigo
1
colher e 1/2 (sopa) de fermento para pão
1
colher e 1/2 (de sopa) de açúcar
1
colherzinha (de chá) de sal
2
colheres (de sopa) de manteiga
30
ml de leite morninho
180
ml de água morninha
2
colheres (chá) de creme de leite
MODO
DE PREPARO
Primeiro
coloque em uma tigela o fermento, o açúcar e a água morna (como água de banho
de bebê), deixe descansar por uns 10 minutos
Em
um copo coloque a manteiga e o leite e leve ao micro-ondas por 30 segundos, ou
leve ao fogo até a manteiga derreter
Despeje
em uma tijela ou bacia a farinha de trigo o sal a manteiga o leite e o fermento
que já deve estar bem crescido
Sove
bem a massa por uns 10 minutos, se a massa estiver muito pegajosa pode
acrescentar mais farinha de trigo (bem pouquinha)
Unte
com manteiga o recipiente da panela de arroz e coloque a massa em formato de
bolinha bem no meio
Pode
deixar crescer até dobrar de tamanho por mais ou menos uma hora ou 1 hora e
meia
Pode
inclusive deixar a tampa da panela de arroz encostada
Depois
ligue a panela de arroz no sistema cozimento e a maioria das panelas de arroz
passa automaticamente para o modulo aquecer deixe ligada (panela) por mais ou
menos uma hora.
Carne
moída diferente
Ingredientes:
500
g de carne moída
Tomates,
cebola, alho, temperos a gosto para refogar a carne
1
lata de creme de leite
1
lata de milho verde
300
g de muçarela
MODO
DE PREPARO:
Refogar
a carne moída com todos os temperos e deixar ela bem sequinha
Coloque
em um refratário
Bater
no liquidificador o creme de leite e o milho
Despeje
sobre a carne moída, por cima coloque a mussarela e leve ao forno
MOMENTO DE REFLEXÃO
Disse um poeta um dia, fazendo
referência ao Mestre amado:
"O berço que Ele usou na estrebaria, por acaso era dele? Era
emprestado!
E o manso jumentinho, que em
Jerusalém chegou montado e palmas recebeu pelo caminho,
Por acaso era dele? Era emprestado!
E o pão - o suave pão, que foi
por seu amor multiplicado alimentando a multidão
Por acaso era dele? Era emprestado!
E os peixes que comeu junto ao
lago, ficou alimentado Esse prato era seu? Era emprestado!
E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado Mostrando à multidão qual o caminho
Por acaso era seu? Era emprestado!
E o quarto em que ceou ao lado
dos discípulos Ao lado de Judas que o
traiu
Por acaso era dele? Era emprestado!
E o berço tumular, que depois do
calvário foi usado de onde havia de ressuscitar
Por acaso era dele? Era emprestado!
Enfim, nada era dele!
Mas a coroa que Ele usou na cruz era dele!
E a cruz que carregou e onde morreu. Essas eram de fato de Jesus! "
Isso disse um poeta certa vez, numa hora de buscada verdade; mas não
aceito essa filosofia que contraria à própria realidade. O berço, o jumentinho,
o suave pão, os peixes, o barquinho, a sepultura e o quarto, eram dele a partir
da criação; Ele os criou - assim diz a Escritura; mas a cruz que Ele usou, a
rude cruz, a cruz negra e mesquinha, onde meus crimes todos expiou, essa cruz não era sua! ESSA CRUZ ERA MINHA!
Gióia Jr.
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.
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